segunda-feira, 31 de maio de 2010

REVENDO AS QUESTÕES DE DESAPEGO




REVENDO AS QUESTÕES DE DESAPEGO
Marise Jalowitzki

Sinto que o Desapego se constitui em um dos maiores aprendizados que o ser humano pode ter.

Pergunto-me, mesmo, se, em algum momento da história da raça humana, o Desapego existiu como qualidade e habilidade inatas. Creio, sinceramente, que sempre foi um desafio, um obstáculo a ser transposto, um movimento de evolução, difícil e necessário, tanto mais quanto mais fortes forem as experiências destinadas a cada um.

Destinadas, sim, pois quem procura, consciente e livremente, uma vida complicada?

O que acontecem são atos impensados, ações e reações sem a devida avaliação de riscos, desconhecimento, menos valia, etc. A consequência é o apego, o ter pra si, o querer ter pra si, mais e mais, ter perto, monitorar (controlar), zelar, a ponto de, muitas vezes, abafar o(s) outro(s).

Quando se inicia o processo do desapego, geralmente somos "empurrados" a ele:
- alguém que queremos muito e não nos corresponde na mesma intensidade
- alguém que queremos muito e que parte para a outra dimensão (sempre achamos que o tempo foi curto)
- um trabalho, emprego, posição social que tínhamos (ou queríamos ter) e que ficou para trás
- bens (móveis, imóveis, utensílios, eventos) que queríamos usufruir "para sempre" e que nos "fugiram" das mãos
- apego ao tempo (à juventude, à saúde, à beleza) e que, queiramos ou não, passa.

Tanta coisa!
Desapego é exercício constante. Quanto mais cedo começarmos o "dever de casa", melhor!
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Leia mais sobre o tema:
Desapego - http://recantodasletras.uol.com.br/artigos/2265779
Desapego II - http://recantodasletras.uol.com.br/artigos/2268742


Abraços a todos!
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MARISE JALOWITZKI é escritora, consultora organizacional e
palestrante internacional, certificada pela IFTDO-USA, pós-graduação
em RH pela FGV-RJ, autora de vários livros organizacionais.
marisej@terra.com.br
F (51) 97056424
Porto Alegre - RS - Brasil
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CRIATIVIDADE - O CÉREBRO, O LÚDICO E A COMPETÊNCIA EMOCIONAL




CRIATIVIDADE - Parte 2/2
O CÉREBRO, O LÚDICO E A COMPETÊNCIA EMOCIONAL

Por Marise Jalowitzki
31.maio.2010




Para auxiliar nesse processo do descobrir-se e redescobrir-se, retomar iniciativas e criações, utilizamos o lúdico. Vamos entender porque:


Nosso cérebro está constituído de vários compartimentos que armazenam informações variadas ao longo de toda a nossa existência.


Nosso subconsciente a todas recebe, registra e arquiva, sem questionar nem censurar.


Na medida em que vivemos, o consciente faz algumas eleições, pautadas no “Certo/Errado”, no “Bem/Mal”, no “Culpado/Inocente” aprendido. Sim, aprendido, pois, ao nascer, éramos totalmente livres, “isentos de pecado”, pois nossa visão de mundo era amoral, não tinha conceitos nem preconceitos. Tudo era experiência nova a ser vivida.


(Poderíamos utilizar aqui a trilogia Ego-Superego e ID ou Instinto, Sensação, Sentimento, mas, para nosso foco de aprendizagem, prefiro manter apenas o Consciente e o Subconsciente)


Roger Sperry (1913-1994), prêmio Nobel de Medicina em 1981, foi o primeiro cientista a comprovar cientificamente a lateralidade dos hemisférios cerebrais.


Neste resumo das conclusões do cientista, qual dos hemisférios, no seu entendimento, recebe mais atenção e cuidado em nosso dia a dia?


O cognitivo, o hemisfério esquerdo.


Assim, para equilibrar a ação e intervenção dos hemisférios cerebrais e tornar o indivíduo competente também emocionalmente é preciso exercitar mais as emoções, as sensações e os sentimentos, conhecê-los, entendê-los e conduzi-los.


E em qual fase de nossas vidas deixamos esse hemisfério mais solto e livre?


Na infância.


Qual era a nossa atividade maior, lá na infância?


Brincar.


Os “acertos” que fizemos naquela fase, os contratos internos para “se dar bem na vida” podem ser revistos através das brincadeiras.
E temos a oportunidade de redirecionar.


Competência emocional



Pergunte-se:
1) Ainda preciso “dar beijinhos para receber doces”?


2) Como costumo agir hoje para obter o que desejo?


3) Quais as estratégias de negociação que considero mais válidas?


4) Qual o grau de frustração que experimentei mais fortemente em minha infância?


5) Essa frustração foi motivada por o que?
Exemplos:
- Um irmão ou amigo que me tirou (ou quebrou) um brinquedo
- Um irmão ou amigo que recebeu um presente que eu queria
- Queria brincar mais e não pude, etc...


Enfim, são muitas e muitas as situações em que poderemos ter experimentado frustração. O que importa é verificar o que pode ser feito atualmente para deixar no passado o que é do passado e, finalmente, viver o momento presente com a intensidade que ele tem e merece (contemplar o hemisfério direito) e planejar um futuro mais alvissareiro e feliz (contemplar o hemisfério esquerdo).


6) Quais as coisas que mais me frustram, hoje?


7) Costumo reagir da mesma maneira de quando criança?


8) O que posso (ou imagino que posso) ressignificar nessa percepção?


Retrazer a brincadeira para o nosso dia a dia possibilita deixar emergir os sentimentos mais genuínos e espontâneos, como na infância.


Conhecendo nossos sentimentos frente a essa ou aquela situação, podemos conduzi-los, aumentamos nosso autoconhecimento e, conseqüentemente, aumentamos também o poder sobre nossas vidas, que é a chamada competência emocional.




Sucesso a todos!



(Arquivo e slides contidos no CD Criatividade e Competência Emocional)


Abraços!


Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente




compromissoconsciente@gmail.com
Escritora, pós-graduação em RH pela FGV,
international speaker pelo IFTDO-VA-EUA
Porto Alegre - RS - Brasil



CRIATIVIDADE - ESCOLHENDO AS ESTRATÉGIAS DE BEM VIVER



CRIATIVIDADE - Parte 1/2
ESCOLHENDO AS ESTRATÉGIAS DE BEM VIVER
Marise Jalowitzki




Somos todos naturalmente Criativos!

A Criatividade é inerente ao Ser Humano. As saídas inéditas são uma habilidade inata, seja para sobrevivência, seja para aceitação e inclusão.

As pessoas precisam criar, inovar, fazer diferente, talvez até mesmo chocar, mostrar o fruto de suas ações, de seu trabalho, festejar por ele, mostrar-se e ser reconhecido.

Na Natureza, a Criatividade acontece Naturalmente.
A Natureza é a própria Fonte de Criação em Atividade! As obras de arte se sucedem ininterruptamente. Basta parar e olhar para perceber.

Nas crianças, essa natural criatividade também está plenamente aflorada. Utilizam a imaginação e são felizes. Com simplicidade, o importante é brincar, estar livre! Superam obstáculos e criam estratégias para enfrentar desafios.

Crianças empurram, saem correndo sem olhar para o lado, divertem-se em túneis construídos com caixas de papelão, incorporam papéis novos simplesmente com um “bigodinho de coelho ou gatinho”, um pedaço de papel colado ao peito e lá estão eles, desempenhando seus estilos.
Tudo as empolga, tudo as motiva.
O “Eu Quero!” está sempre em alta!

Então, por que tantas pessoas ainda se economizam na criatividade quando entram para a idade adulta? Quantas pessoas acreditam ser criativas e tudo o que fazem é arrecadar danos a si próprios??
Por que tantas pessoas perdem seu precioso tempo criticando, brigando, reclamando, ao invés de agir e inovar no ambiente em que estão? Quantos vivem a vida insatisfeitos, sem questionar, por vezes sem nem mesmo enxergar, o amplo espaço à sua volta, esperando para ser devidamente ocupado?

A causa está na força dos condicionantes!
Os condicionantes são aquelas “fôrmas” (vou acentuar para que se possa ler “direito”) em que entramos desde cedo e nos “enformamos”, isto é, criamos o formato que, na nossa percepção, irá nos levar por melhores caminhos.



ESCOLHENDO AS ESTRATÉGIAS DE “BEM VIVER”

Assim, ainda bebês, temos a noção do que significa um tom de voz carinhoso ou de recriminação; a diferença entre um aconchego e um apertão; o desconforto gerado pela postergação de quem nos cuida em trocar nossa fralda-com-cocô ou a satisfação de um corpo limpo e higiênico.

Aos dois anos de idade já utilizamos estratégias que garantem ganhar o pirulito que a carinhosa vovó estende :

“- Só ganha o pirulito se der um beijo na Vovó!”

E também entende o que significa um:

“- Eu já te falei prá sair daí!”

De acordo com a internalização que CADA UM FAZ em relação aos diferentes fatos do dia a dia, vamos formatando nosso código de crenças e valores.

Reflexão:
“Eu gosto de doces. Para recebê-los da Vovó, basta dar um beijo (e um abraço) nela. Assim, toda a vez que eu quiser receber doces é só dar um beijo na Vovó.”

Conclusão:
“Se eu der beijos nas outras pessoas, continuarei a ganhar doces, também de outras pessoas.”
Logo:
Beijo = Doces

Ou seja:
Emoção externada = Retribuição concreta

Isso está certo?
Claro que não!
Trata-se de uma inversão significativa, pois retira a espontaneidade de um sentimento para torná-lo um ato mecânico com um objetivo específico: a troca de “favores”!...

Esse é um dos pequenos exemplos que, já na idade adulta, torna-se um enraizado modo de agir. Tão enraizado que parece ser um “modo de ser”.
“Eu sou assim!”
“Eu sempre fui assim!”



Da mesma forma, com as experiências negativas.
1° Aviso
“Menino, não põe o dedo na tomada!”

Proibir por proibir aguça a curiosidade: “ O que será que acontece? O que será que tem ali?”

2° Aviso
“Quantas vezes eu tenho que te dizer isso?”

A importância que se percebe na proibição, desperta sempre mais o interesse, ampliando a insistência em ver o que representa aquilo.

3° Aviso
“Se tu continuar insistindo, vai apanhar!”

Agora, sim! Eu estou correndo um risco. Então, deve ser Muuuuiiitooo importante! Vou lá ver!

4°...ato! Levamos o choque, há o susto, ouve-se o primeiro grito da Mãe: “Eu não te avisei!??”, seguido quase que instantaneamente do gesto físico, que causa uma outra dor e que pode ser um tapa ou um beliscão, ou simplesmente um aperto ou um empurrão.

Balanço:
Toda a vez que eu desobedeço
Toda a vez que eu teimo
Toda a vez que eu insisto – EU VOU ME DAR MAL!!!

(Vou passar ridículo, vou ser um fracassado, vou ser um perdedor, vou ser uma vítima!)

O que significa:
“Toda a vez que eu desobedeço”? – Sair fora dos padrões, inovar, criar! (Censurado) – Lembremos de Einstein e suas descobertas.

“Toda a vez que eu teimo”? – Opor-se ao que está vigente, questionar o instituído (Censurado) – Lembremos das Leis ISO e todo o avanço organizacional, ambiental e de qualidade (instrumentos, processos e pessoas) que essa revisão nas leis concedeu.

“Toda a vez que eu insisto”? – Perseverar, manter a constância de propósito, aval para as conquistas. (Censurado) – Thomas Edison experimentou mais de 1000 vezes suas teorias até conseguir descobrir a Lâmpada Elétrica.

E uma Censura que vem acompanhada de Dor (do choque), Susto (do próprio choque e da voz alterada da Mãe) e, novamente Dor (do apertão ou beliscão). Pior: por vezes ainda há o castigo – “Vai ficar sem olhar desenho!”
Repita essa experiência umas 200 vezes até os seus 6 – 7 anos e teremos uma crença bem enraizada. Uma... Verdade!!! Incontestável quando em idade adulta!


Quero com isso dizer que a Mãe deve deixar o filho arriscar-se? Claro que não! O que deve ser revisto, neste papel de responsável pela educação e condução do pequeno ser, é a maneira como se abordam tais episódios. Mamãe, o melhor é:
- Explicar, sempre acompanhado de tato, de abraço, voz amena.
- Isolar a área (No caso, colar algo ou colocar um suporte isolante sobre a tomada).
- Atrair a atenção da criança para outra atividade
- Incentivá-la a tentar ações inovadoras com objetos e situações menos arriscados e/ou perigosos.

Voltando ao bebê, agora já menino.
À medida em que crescemos, vamos recebendo informações de outras pessoas, geralmente semelhantes às que recebemos em casa. São os mandatos sociais.

Ao chegar à escola, o livre exercício dos mandatos sociais é a tônica.
“Menino educado é quem senta direitinho – de preferência nem se mexe...”
“Menino bonito é o que beija a professora ao chegar e ao sair da aula.”
“Menino aplicado é o que não conversa (com isso, também, não pergunta), copia tudo que precisa ser copiado, faz os temas direitinho (sem nem reclamar que aquilo é quase tudo uma grande chatura!)”
“Menino “bom” – olha o termo – é aquele que não corre atrás das meninas, nem faz travessura.”

E, por favor, não digam que já está mudado, porque não está! Sei de algumas instituições que inovam, sim, mas Piaget e seus adeptos e descendentes, com certeza, estão decepcionados com o alto grau de “história velha” que ainda permeia tantas instituições educacionais.

Sobra o que?

Em nome da pseudo-disciplina perpetuam-se silêncios constrangidos e anulação do caráter interrogativo dos juvenis.
E assim continua. Exército, Igreja, Emprego. Todas as instituições “sérias” com sua cultura própria, seus preceitos e diretrizes arraigados. Por vezes, engessados.

Lógico que é preciso, para ser aceito, concordar e agir de acordo com essas diretrizes e legislações.

O que estamos verificando aqui é o grau de sofrimento que o indivíduo pode trazer para si, caso desconhecer a possibilidade de ter de enfrentar uma mecânica de ações rígidas e engessadas.

Conhecer e entender possibilita conseguir lidar por um tempo determinado, sabendo escolher os melhores momentos para expressar-se, para manifestar vontades, idéias e ideais, para crescer enquanto indivíduo inserido em um determinado contexto.
Abraços a todos!
(Arquivo e slides contidos no CD Criatividade e Competência Emocional)
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MARISE JALOWITZKI é escritora, consultora organizacional e
palestrante internacional, certificada pela IFTDO-USA, pós-graduação
em RH pela FGV-RJ, autora de vários livros organizacionais.
marisej@terra.com.br
F (51) 97056424
Porto Alegre - RS - Brasil
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sexta-feira, 28 de maio de 2010

EMOÇÕES EM LIXEIRAS COLORIDAS - DINÂMICA DE GRUPO


EMOÇÕES EM LIXEIRAS COLORIDAS - DINÂMICA DE GRUPO
Marise Jalowitzki

Compartilho uma das novas dinâmicas que criei, para trabalhar emoções (sentimentos e sensações no ambiente de trabalho) e, ao mesmo tempo, conscientizar para a coleta seletiva do lixo.

Se você gostou, divulgue!

O planeta carece de mais conscientização!

Abraços a todos!


EMOÇÕES EM LIXEIRAS COLORIDAS
Marise Jalowitzki
marisej@terra.com.br

Objetivos:
> Trabalhar as emoções que mais acontecem no ambiente de trabalho
> Proporcionar aprimoramento da Comunicação clara e objetiva
> Aprimorar o dia a dia empresarial
> Conscientizar para a coleta seletiva

Consiga um exemplar de cada lixeira e as coloque em lugar de destaque (sala, ginásio ou em área livre). Disponha a turma em formato de "U" de forma a que as lixeiras coloridas fiquem uma ao lado da outra na extremidade.

Sentados, distribua a todos uma folha de papel.
Peça que escrevam coisas ruins, que eles sentem ou que vêm em outras pessoas no ambiente de trabalho. Físicos e emocionais. Dê alguns exemplos (se quiser, pode apresentar esta relação já impressa em folha de flipchart ou projetada em telão).

Emocionais
RESSENTIMENTO
RAIVA
TRISTEZA
REVOLTA
VINGANÇA
INVEJA
CIÚME
SABOTAGEM
INCOMPREENSÃO
ARROGÂNCIA

Físicos
ENJÔO
FRAQUEZA
TREMEDEIRA
GAGUEIRA
SUADOR
FRIO NA BARRIGA
NÓ NA GARGANTA
CHORO
TOSSE
ENGASGO

Comente rapidamente sobre cada um dos sentimentos e sensações, explicando que as sensações físicas também podem aparecer em decorrência de sentimentos abafados.

E o quanto é importante:

1) Identificar as sensações, que podem dar pistas de como estão os sentimentos.

2) Contatar com os sentimentos para identificar as reações frente aos fatos e situações do dia a dia. (Ressentimentos, por exemplo, podem se originar de uma coisa boba que, ao não ser trabalhada, pode se tornar numa bola de neve). Enfatizar a importância da Comunicação aberta.

Peça para colocar apenas a palavra que simbolize o sentimento ou a sensação (conforme relação). Podem ser adicionadas livremente novas palavras (Tome nota pois elas servem de pistas para você aprofundar seu trabalho, posteriormente).

Depois que cada um escreveu as palavras escolhidas, solicite que, um a um, leia o que escolheu. Após a leitura em voz alta e breve comentário (para os que quiserem), solicite que o grupo classifique o estrago que cada um desses sentimentos causa e o tempo que cada um desses sentimentos leva para desaparecer.

Por exemplo:
Ressentimento leva mais tempo para desaparecer que tosse?

Deixe o grupo escolher sozinho. Aprove as aproximações.

Tenha uma (ou mais) amostra de cada tipo de material que vai ser colocado em cada lixeira (vidro, plástico, papel, etc.) - o ideal é que cada participante tivesse pelo menos um tipo de lixo-resíduo, para que todos joguem algo em uma das lixeiras.

Após classificar em cinco grupos (ou de acordo com as lixeiras coloridas que estiverem disponíveis), peça que os participantes se candidatem para descartar um tipo de sentimentos e sensações ruins. Para tanto, cada grupo se posta em frente à lixeira respectiva e fala bem alto.

Exemplo:
"NÓS DESCARTAMOS A VINGANÇA, A INVEJA E A ARROGÂNCIA, E LANÇAMOS NA LIXEIRA ....., POIS ESSES SENTIMENTOS RUINS SÃO DANOSOS E LEVAM .... ANOS PARA SE DECOMPOR. COMO DEMORA MUITO PARA SE DECOMPOR, VAMOS EVITAR AO MÁXIMO TER ESSES SENTIMENTOS AQUI E LÁ FORA!" - Aí, jogam alguns vidros, ou latas, ou plástico - tudo de acordo com a lixeira que escolheram.

O texto pode ser entregue para cada participante, também, para proporcionar que todos leiam em vos alta e em conjunto.

São aplaudidos pelos demais colegas.

Seguem-se os outros grupos, todos sendo aplaudidos.

Ao final, pedir para que todos entreguem as folhas em que estão as palavras escritas e solicitar que, em conjunto, todos piquem (rasguem) as folhas, como uma forma simbólica de detonar com as coisas ruins.

Bem solenemente, o facilitador (ou alguém do grupo), dirige-se à lixeira de papéis e atira as palavras. Seguem-se novas palmas.

Deixar um espaço para comentários. Não se preocupar em que "decorem" o que vai em cada lixeira. Bem mais importante é a vivência, o que experimentaram em grupo, que, certamente, será lembrado sempre que atirarem algo nas lixeiras.

Caso der para tirar algumas fotos, estas poderão ser expostas em painel ou divulgadas na intranet.

Sucesso!"

A Giovana, enfermeira da Fleury, deu a seguinte sugestão de fechamento (achei muito legal e adotei):
"Achei muito interessante a dinâmica, pensei que no final, uma vez que a idéia e jogar o lixo em lixeiras recicláveis, essas sensações depois de picadinhas poderiam virar boas sensações. Ou o facilitador entrega papéis com coisas boas escritas ou o próprio grupo pode escrever que boas coisas eles ganhariam ao reciclar as coisas ruins."


Abraços!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

DICAS PRÁTICAS PARA VOCÊ ECONOMIZAR ENERGIA - PEQUENOS HÁBITOS DOMÉSTICOS -




DICAS PRÁTICAS PARA VOCÊ ECONOMIZAR ENERGIA E PROTEGER O PLANETA
- PEQUENOS HÁBITOS DOMÉSTICOS -
Marise Jalowitzki

O caos que estamos vivendo já não será mais solucionado, ou revertido, por uma simples utilização consciente das sacolas plásticas ou reciclagem do lixo por parte dos cidadãos comuns. A situação alcançou índices de anormalidade tamanha que somente políticas ambientais bastante fortes, gerais, mundiais, poderão causar impacto favorável para deter tal destruição ao meio ambiente.

Entretanto, cabe, sim, plantar conscientização, cada vez mais. A coisa já está ruim, vamos trabalhar para que não fique pior. Não precisamos dirigir nosso olhar apenas a remediação. Fazer o correto, fazer o melhor, é compromisso, é hábito, precisa estar incorporado em nosso comportamento habitual.


Seguem cinco dicas para incorporar:


1. Aprenda a se alimentar usando mais alimentos crus. Frutas e vários legumes são deliciosos. Acredite... é só criar o hábito! Uma boa maneira de adquirir este hábito saudável é propor-se a ingerir, pela manhã, em primeiro lugar, um copo de água e, após, uma fruta. Uma mação, uma banana, uma pera. Se não conseguir comê-la inteira, pelo menos a metade!

2. Para os dias de calor, mantenha uma garrafa térmica com água gelada. Compre daquelas garrafas térmicas de acampamento, de 2 ou 5 litros. Abasteça-a de água bem gelada com uma bandeja de cubos de gelo pela manhã. Você terá água gelada até a noite e evitará o abre-fecha da geladeira toda vez que alguém quiser beber um copo dágua.

3.Tampe suas panelas enquanto cozinha. Parece óbvio, não é? E é mesmo! Ao tampar as panelas enquanto cozinha você aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar.

4. Cozinhe os alimentos em fogo mínimo. Você sabe: Não adianta, por mais que você aumente o fogo, sua comida não vai cozinhar mais depressa, pois a água não ultrapassa 100ºC em uma panela comum. Com o fogo alto, você vai é queimar sua comida. Há verduras, como o brócolis, couve, mesmo batatas, que, somente murchando ao vapor, viram alimentos deliciosos e nutritivos!

5. Antes de cozinhar, retire da geladeira todos os ingredientes de uma só vez. Evite o abre-fecha da geladeira toda vez que precisar pegar o alface, uma cebola, uma cenoura, etc...


Pode parecer simples, mas estão aí pequenas ações que, ao virar hábito, fazem uma boa diferença!

Abraços a todos!

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MARISE JALOWITZKI é escritora, consultora organizacional e
palestrante internacional, certificada pela IFTDO-USA, pós-graduação em RH
pela FGV-RJ, autora de vários livros organizacionais.
marisej@terra.com.br
F.: (51) 97-56424
Porto Alegre - Rs - Brasil
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CARNE VERMELHA E EMISSÃO TÓXICA - DIMINUINDO OS "PUNS"





Carne vermelha e emissão tóxica - Diminuindo os "puns"


CARNE VERMELHA E EMISSÃO TÓXICA
- DIMINUINDO OS "PUNS" -
Marise Jalowitzki




http://t.co/bdKKDqC

Frequentemente, nas lides que se preocupam com o meio ambiente, sustentabilidade social, ecologia, preservação do planeta, etc. o tema aponta, também, para a emissão dos gases tóxicos. E há um viés que incomoda principalmente os carnívoros (Humanos que comem carne processada, e não crua, deveriam receber uma denominação mais definida. Vá lá.). Diz respeito, diretamente, ao fato de comer carne vermelha.
*
A emissão de gases tóxicos por ocasião dos detritos orgânicos ejetados pelos bovinos é apontada como uma das causas preocupantes de poluição planetária. O excesso de gases poluentes, como se sabe, cria uma barreira na atmosfera, impedindo a livre passagem dos raios solares e acarretando, dessa forma, o indesejado efeito estufa. Assim, quando os cientistas e ambientalistas voltam seus olhares para os animais, entra em pauta o papel dos bovinos, bem como as áreas onde eles são criados. A preocupação com o alto índice de gases ("puns") dos touros, bois e vacas, principalmente, está dando muita dor de cabeça aos pecuaristas e industriais (atacadistas e varejistas). "Mexer no bolso" sempre traz à luz novas pesquisas, a busca por novas práticas, como forma de apresentar saídas às situações alarmantes.
*
Abordar o consumo de carne vermelha, ou a diminuição desse consumo (alguns idealizam a extinção do consumo) mescla conscientização, conhecimento, trocas de percepções e compartilhamento de experiências de vida.
*
Sou vegetariana há 28 anos, tenho uma filha de 35 anos que é vegetariana desde os 7 anos; o genro, inclui no alimento apenas carnes leves (as chamadas "carnes brancas" - frango e peixe, em reduzida quantidade); dois netos (de 13 e 11 anos) que são vegetarianos desde o ventre materno. Somos todos fortes e saudáveis. Uma disposição para Vida e para o Riso!
*
Não que não se encontre pessoas assim em outros meios e com outras dietas, estou apenas ratificando que se sobrevive, sim, sem ingerir carne vermelha! rsrsrs
*
Quando adotei este regime, como disse anteriormente, minha filha tinha 7 anos. Houve toda uma preocupação com a saúde dela, desenvolvimento físico, emocional, intelectual, toda uma atenção voltada para a estrutura óssea e dentária. Pesquisei, procurei fontes especializadas. Hoje, do alto de meus 28 anos de vegetarianismo (rsrsrs) informo que há nos demais alimentos todas as proteínas que a carne também contém. Não existe isso que alguns profissionais afirmam "há proteínas que só a carne contém". Há pouco tempo houve um programa televisivo específico sobre alimentação que apontou, principalmente no grão-de-bico, a alta concentração protéica (Grão-de-Bico, atualmente chamado de "O Grão da Felicidade", por suas saudáveis propriedades).
*
O que é preciso é a adoção de um balanceamento acompanhado, no início da adesão ao regime, para não cair em anemia. Depois, vira hábito e a mente, naturalmente, já sugere esse ou aquele alimento, consumido com o mesmo prazer que leva a gente a fazer do ato de alimentar-se uma celebração.
*
O que me levou, à época, foi uma conscientização de não-violência contra qualquer ser, apregoada pelo Gandhi.
*
Não sou daquelas pessoas que tentam "doutrinar" os outros. Conscientização é um ato individual. O que podemos é prover de informações e cada um, a seu tempo, tome a decisão que achar melhor para si naquele seu estágio de vida. Importante é essa conscientização também levar em conta o efeito que suas decisões acarretam, seja para si, para os que estão próximos, para o meio ambiente como um todo. Esse pensar sobre o meio ambiente, parece-me, é o mais difícil para cabeças egóicas, cujo olhar não vai além de seu próprio umbigo (e olhe lá, pois, na maioria das vezes, o "próprio umbigo" nem se preocupa com sua própria saúde). Tenho um conhecido que me cansa - seguidamente sei que vai parar no hospital aos finais de semana, pois "não pode ficar sem" o seu churrasco de sexta-feira à noite!... Até agora, todos os aconselhamentos para que mude seus hábitos, tem resultado infrutíferos.
*
Comedimento é uma atitude sábia em todas as circunstâncias. Aqui no RS, pela força cultural, há muita celebração em torno da carne. Por vezes, quando sou convidada, participo de tais eventos onde é servido o churrasco, ficando apenas nas saladas e outros pratos (batatas, farofas puras, essas coisas).
*
A quem se interessar em saber o que acarreta, no organismo humano, um consumo significativo de carne vermelha, a médio e longo prazo, recomendo que pesquisem mais e mais, para se inteirar de origens, causas e efeitos. Não vale ir pesquisar em autores que pertencem às próprias companhias geradoras dos produtos em questão...rsrs
*
Há algum tempo assisti a uma palestra onde o médico cardiologista que palestrava apresentou uma pesquisa sobre os benefícios do café, que, de uma hora para outra, virou "tudo de bom". Leu trechos, parecia estar fazendo propaganda. Todos estranharam. Ao final, ele recomendou exatamente isso: que se procurassem as fontes, e que se permitissem a neutralidade. Citou, depois, o autor das pesquisas que mostrara há pouco: um dos maiores fabricantes do mundo...de café!...
*
Outro dia um conhecido declarou que "parar de comer carne se for SÓ por conta do meio ambiente e não por um estilo de vida, não deixo de comer carne vermelha, afinal existem coisas muito mais importantes que devemos combater para amenizar os impactos ambientais". Ele tem razão com relação às "coisas mais importantes", mas será que esse cidadão está realmente consciente do que é o meio ambiente e como ele se encontra ameaçado? Ou seja, nós, enquanto minúsculas "formigas" presas à crosta terrestre, é quem estamos ameaçados! É uma causa tão ou mais importante do que salvar a SUA própria vida, pois significa pensar em nossos filhos, em quem vai herdar o que deixamos como habitat.
*
Claro que há MUITO MAIS com que se preocupar do que comer carne vermelha, falando em meio ambiente, lixo e toxicidade!! Só que, por conta da criação de bovinos é que acontecem tantos e tantos desmatamentos. A Nestlé, por exemplo, teve de "conscientizar-se" através de todo um movimento do Greenpeace, para que parasse de desmatar para impedir a extinção das florestas onde vive o orangotango. E nem era por causa da carne. Era pelo leite, matéria essencial para os produtos daquela empresa. Então, O CUIDADO EM DIMINUIR O DESMATAMENTO está em prioridade. Aos amantes de uma dieta a base de carne, comedimento pode cair melhor do que a supressão.


Há pesquisas já em avançado nível para modificar geneticamente a estrutura funcional dos bovinos, a fim de que possam continuar servindo a espécie humana, sem que emitam tantos "puns".... Como sempre, o ser humano ajustando, modificando, tentando adequar situações-efeito para poder continuar praticando as causas! Somos uma espécie muito complexa...não dá pra dizer que não há criatividade!!!... Mais uma vez os animais utilizados como instrumentos e o ser humano se sentindo o criador; só que, no adágio, havia "criador" e "criatura"; hoje, há o pseudo-criador e os instrumentos de manejo.




Felicidades a todos!
Abraços!


Leia também: 
http://compromissoconsciente.blogspot.com/2012/01/onu-recomenda-comer-insetos.html

ONU Recomenda Comer Insetos


Insetos - Entomofagia - Alimentação do Futuro?

E, querendo, conheça mais sobre o tema OPÇÕES ALIMENTARES em: http://ning.it/zV6kYc  

Somos o que comemos - Hipócrates, Pai da Medicina, sabia o que estava dizendo



Opções alimentares - Carne, insetos, vegetarianismo
Página de Links



Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente


Escritora, Educadora, Ambientalista,
Coordenadora de Dinâmica de Grupo,
Especialista em Desenvolvimento Humano,
Pós-graduação em RH pela FGV,
International Speaker pelo IFTDO-EUA
Porto Alegre - RS - Brasil

DICAS PARA SALVAR O PLANETA (que somos nós!!!) - 1 - GERENCIANDO AS SACOLINHAS



DICAS PARA "SALVAR" O PLANETA (que somos nós!!!) - 1
GERENCIANDO AS SACOLINHAS
Marise Jalowitzki
Sempre que ouço esta expressão "salvar o planeta" tenho de sorrir. Até mesmo na vivência do caos, o ser humano se arvora a presunção de estar no gerenciamento da situação!!

Que ironia! Estamos administrando a nossa extinção e, ao invés da conscientização do que precisamos fazer para NOS manter enquanto espécie, ainda ficamos com um discurso de compaixão... pelo planeta!
Vamos ajustar a objetiva! Com nossas ações, especialmente após a era industrial, alteramos climas, extinguimos espécies, mudamos hábitos, criamos novos vírus, ficamos mais doentes. Diariamente assistimos às publicações de mais e mais espécies e lugares que estão adoecendo, transmutando, se extinguindo. Será que ainda vamos querer cobrir os olhos e os ouvidos, achando que isso só vai acontecer "na casa do vizinho"?
Chamo a atenção, neste artigo, novamente, para a questão das sacolinhas plásticas, que continuam a entupir bueiros e a aumentar o lixo não degradável.

Alguns varejistas já oferecem sacolas de plástico mais resistente, como uma forma de diminuir o consumo. Ainda assim, parece que a maior parte da população continua alienada do drama que este tema representa. Alguns chegam a levar a sua sacola de pano (ecológica) para as compras e lá, no store ou no supermercado, colocam as sacolas de plástico, com as compras, DENTRO DA SUA SACOLA DE PANO! Risível! Por que fazem isto?

Como uma forma de "mostrar aos demais" que aderiram ao "modismo das sacolinhas"? Gente!
Proponho uma prática:
1 - Conte, AGORA, quantas sacolas plásticas você tem em casa. Anote.
2 - Leve sua sacola de pano NA BOLSA, sempre, mesmo que não esteja planejando fazer nenhuma compra.
3 - Dentro da sacola de pano, deixe umas três sacolinhas de plástico, que você JÁ TEM EM CASA. Tudo dobradinho não ocupa quase nada de espaço.
4 - Ao comprar qualquer coisa, ANTES que o atendente comece a embalar suas compras, declare: "Não precisa sacola, obrigada!" e pegue as suas.
5 - Chegue em casa e guarde novamente as sacolinhas utilizadas (se estiverem limpas, é claro!), dentro da sacola de pano, dentro de sua bolsa.
6 - As sacolinhas que estiverem úmidas (por exemplo, ao comprar um pé de alface), deixe junto à lixeira doméstica, para colocar o lixo orgânico.
7 - Ao final da semana, conte as sacolas que ainda possui em estoque.
8 - Caso tenha conseguido reduzir a UTILIZAÇÃO (não vale simplesmente descartar!), RECEBA OS PARABÉNS DE SUA PRÓPRIA VIDA, que agradece!
E lembre-se: só aceite novas sacolinhas de plástico, quando o estoque delas que você tem casa (e que servem para descartar o lixo doméstico) estiver quase no fim.


Abraços a todos!
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MARISE JALOWITZKI é escritora, consultora organizacional e
palestrante internacional, certificada pela IFTDO-USA, pós-graduação em RH
pela FGV-RJ, autora de vários livros organizacionais.
marisej@terra.com.br
F.: (51) 97-56424
Porto Alegre - Rs - Brasil
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APRENDENDO COM OS LOBOS


Aprendendo com os Lobos - Liderança e Equipes

APRENDENDO COM OS LOBOS
Marise Jalowitzki


http://t.co/zH6fxYB


(Este texto, convertido em worshop e arquivo powerpoint,
aplica ensinamentos do consultor norte-americano Twiman Towery
que, em seu livro A Sabedoria dos Lobos, transmite toda a sua
experiência no convívio e observação dos hábitos dos lobos,
em Dakota, durante 3 anos. Experiência valiosa em liderança.)

Os lobos, assim como os seres humanos, estão entre os animais que possuem a mais alta capacidade de adaptação às mudanças, garantindo, dessa maneira, o seu sucesso e a manutenção da espécie, ou seja, a própria sobrevivência.


A constante atenção aos detalhes é uma das principais características. Clima, regiões, estações, objetivos, reveses, imprevistos, tudo é assimilado para aprimoramento das habilidades, passando por mudanças constantes.


O que não muda entre eles são os VALORES BÁSICOS:
- A Lealdade
- A Interdependência
- A União
- O Cuidado com os Filhotes e os Velhos
- Objetivos Claros
- Treinamento Constante (Preparo Necessário para Alcançar os Objetivos)
- Tenacidade


Para sua reflexão:


QUAIS DESSES VALORES SÃO EFETIVAMENTE PRATICADOS POR VOCÊ?
PELO SEU GRUPO?
PELA SOCIEDADE?


A maneira mais eficaz de manter em alta os valores de cada um é conhecer as SUAS crenças, bem como no que acreditam aqueles que convivem com você, como pensam, como sentem, quais as suas verdades, o que os motivam. À medida em que conhecemos o outro, vamos identificando afinidades, sintonias, estabelecendo empatia. Resultados efetivos.
Participar de um ambiente sincero, franco, harmonioso, é Saúde!

Abra espaço para o diálogo!

MUDANÇA
A habilidade dos lobos em se adaptar a mudanças é a razão principal pela qual eles, juntamente com os homens, estão entre os mais bem sucedidos e duráveis mamíferos do mundo.
AS ESTAÇÕES, AS REGIÕES, OS OBJETIVOS,

OS REVESES, OS IMPREVISTOS,

TUDO É ASSIMILADO, MANTENDO A CONSTÂNCIA.

VALORES BÁSICOS QUE PRECISAM SER PRESERVADOS:
O que eles não mudam
- A Interdependência
- A Lealdade
- O Cuidado com Filhotes e Velhos
- A União
- Objetivos Claros
- Preparo para alcançar estes objetivos (Treinamento)
- Tenacidade

Quais desses valores podemos dizer que a nossa sociedade pratica verdadeiramente?

Em nossas vidas, enquanto seres humanos, precisamos conhecer as crenças uns dos outros, o que o outro pensa, no QUE acredita como suas verdades, como essas verdades estão conectadas com as crenças de cada membro que participa do mesmo grupo. Trabalhar em um ambiente verdadeiro, sincero, franco, passa pelo conhecer – a si e ao outro - .

A COERÊNCIA NAS ATITUDES ADVÉM DO CONHECIMENTO DAS
CRENÇAS DE CADA UM

* VOCÊ CONHECE SEUS VALORES  E CRENÇAS?
* TEM CONFIANÇA NELES?

O que queremos dizer quando falamos em “confiança” – Confiar em suas próprias crenças. Inúmeras vezes acabamos seguindo normas e costumes que outros usam (ou usaram) e, por acreditar neles naquele tempo, ou por conveniência, ou por comodismo, acabamos incorporando aos nossos comportamentos e atitudes. O tempo passa e nem nos damos conta de que algo dentro de nós mudou. Continuamos reagindo e decidindo baseados em premissas que já não nos representam. Como podemos saber que isso está acontecendo? Quando alguém nos confronta, nos contesta e logo nos apressamos a declarar que “Você tem razão!”. Ou estamos novamente nos moldando, adequando ao modo de pensar do outro para não gerar conflito, ou, realmente, a “ficha caiu” e não sabemos mais o que fazer com nossas “crenças arcaicas”.

TRABALHO EM EQUIPE
É uma Vida Compartilhada, onde cada um tem seu papel específico.
NEM TODOS OS MEMBROS DO GRUPO ASPIRAM À LIDERANÇA.
ALGUNS PREFEREM SER CAÇADORES PERMANENTES, VIGIAS, CUIDADORES OU OBSERVADORES.

PORÉM, CADA UM SABE QUE TEM UMA TAREFA IMPORTANTE A CUMPRIR.

Em nosso meio, costuma haver um constante estímulo para que todos sejam líderes, do jeito como preconizam as idéias empresariais: voluntarioso, mandar, tomar decisões rápidas, ir em frente, ir na frente, sobressair frente aos demais... Nem que seja gritando...

O que estimula o mito de “TODOS LÍDERES”:

CORAGEM

AMBIÇÃO

ENTUSIASMO

HONESTIDADE

COMPETÊNCIA

O que esse mito provoca:
COMPETIÇÃO
EXCLUDENTE

ARROGÂNCIA

ALARMES

ANSIEDADE

CONFLITOS

STRESS

Ao invés de:
                                   COOPERAÇÃO                  UNIÃO
                                   LEALDADE                        SATISFAÇÃO
                                   RESULTADOS POSITIVOS

Para que haja um efetivo sentimento de equipe é preciso lembrar que:

NÃO HÁ LIMITE PARA O QUE VOCÊ POSSA FAZER, DESDE QUE NÃO SE IMPORTE COM QUEM FICARÁ O CRÉDITO.


COMO LIDAMOS COM ESSA QUESTÃO AQUI EM NOSSA EMPRESA?

CONSEGUIMOS, NATURALMENTE, PENSAR NO CONJUNTO, OU AINDA ESTAMOS MUITO NECESSITADOS DE RECONHECIMENTO INDIVIDUAL?


NA NOSSA EMPRESA É NECESSÁRIO OCORRER UMA CRISE
PARA QUE AS PESSOAS EFETIVAMENTE RESOLVAM TRABALHAR JUNTAS?


SE A RESPOSTA FOR  “SIM”
COMO SUBSTITUIR ESTA SÍNDROME DE CRISE POR UMA ATITUDE POSITIVA?

COMUNICAÇÃO
A Comunicação envolve todos os sistemas:
ATITUDE
OLHAR
OLFATO
INCLINAÇÃO CORPORAL

QUANDO UM LOBO ADULTO SE DIRIGE PARA UM FILHOTE, BAIXA A CABEÇA ATÉ  FICAR NA ALTURA DESTE E IMITA SEUS LAMENTOS. NA VERDADE, ESTÁ DIZENDO:
“TUDO BEM, SOU UM GRANDÃO, MAS ESTOU NO SEU NÍVEL. EU COMPREENDO, SOU EMPÁTICO. SOMOS TODOS MEMBROS DO MESMO TIME.”

QUANDO ESSA CONSCIÊNCIA SE ESTABELECE, A PARCERIA E O COMPROMETIMENTO ESTÃO GARANTIDOS.

COMUNICAÇÃO SE OBTÉM ATRAVÉS DE CONHECIMENTO EFETIVO E CONFIABILIDADE


É UM ESFORÇO CONSISTENTE...
... E REGULAR


PACIÊNCIA
OBSERVAÇÃO E ATENÇÃO NOS DETALHES
CONSTÂNCIA E SIMPLICIDADE DE PROPÓSITO


PRECISAMOS OBSERVAR,
ESCUTAR
E VER O QUE
ESTÁ ACONTECENDO EM NOSSO AMBIENTE,
COM AS PESSOAS,
EM NÓS.


QUANDO SINCERAMENTE ACREDITARMOS
QUE A
REALIZAÇÃO DO SER HUMANO
 ESTÁ NO
CUMPRIMENTO SATISFATÓRIO
DA JORNADA
E NÃO SOMENTE NOS RESULTADOS,
ESTAREMOS NO CAMINHO
DE NOS TORNAR
REALMENTE MAIS EFETIVOS.


UNIDADE ATRAVÉS DA INDIVIDUALIDADE
O SEGREDO DA MAGIA ATEMORIZANTE DOS LOBOS, QUANDO UIVAM À NOITE, É A SINGULARIDADE DE SEUS SONS. NENHUM IMITA O OUTRO.


CADA LOBO TEM SUA VOZ PRÓPRIA.
CADA LOBO RESPEITA A VOZ DO
SEU COMPANHEIRO.


O RESPEITO
PELA
INDIVIDUALIDADE
SOMENTE ENFATIZA 
A VERDADEIRA
UNIDADE DA EQUIPE.

COMO PODEMOS DEFINIR O RESPEITO E A ACEITAÇÃO DAS INDIVIDUALIDADES EM NOSSA EQUIPE?

QUAIS SÃO OS FATORES QUE CARECEM DE MELHORIA PARA VIVERMOS MELHOR EM GRUPO?


TAMBÉM AS EMPRESAS E AS FAMÍLIAS SÃO
MELHORES QUANDO AS PECULIARIDADES
INDIVIDUAIS SÃO CELEBRADAS
E NÃO SUFOCADAS.


CADA UM ASSUME SUA PARCELA DE
RESPONSABILIDADE DENTRO DO GRUPO,
COM SEU ESFORÇO E TALENTOS ESPECIAIS.


EXPRESSANDO SUA PRÓPRIA INDIVIDUALIDADE,
BEM COMO RESPEITANDO E ENCORAJANDO
A INDIVIDUALIDADE DOS OUTROS,
A UNIDADE TORNA-SE FORTALECIDA.

"VOCÊ NÃO DEVE PROCURAR SEMELHANÇA,
DEVE PROCURAR EQUILÍBRIO." 
Bear Bryant


PODEMOS USAR NOSSAS HABILIDADES PRÓPRIAS PARA O SUCESSO DE NOSSA EQUIPE E DE NOSSA FAMÍLIA, OU USAR NOSSAS  INDIVIDUALIDADES COMO DESCULPA PARA FICAR DE FORA E ENFRAQUECER A UNIDADE.


ATITUDE
A atitude dos lobos pode ser resumida com facilidade:

Os lobos, assim como os humanos, se adaptam às mudanças. Precisam manter o foco nos objetivos traçados


É UMA VISUALIZAÇÃO
CONSTANTE DO
SUCESSO.


Os reveses fazem parte da jornada.
Eles possuem uma técnica aprimorada de focalizar suas energias em direção às atividades que os conduzirão à consecução de seus objetivos.


Não dependem de sorte.
Possuem um plano estratégico
e o executam
mediante constante
comunicação.


É A COESÃO, O TRABALHO EM EQUIPES E O TREINAMENTO DO GRUPO QUE DETERMINA O DESAPARECIMENTO OU A SOBREVIVÊNCIA.

A ATITUDE É BASEADA NO PRINCÍPIO:
“O QUE É MELHOR PARA O GRUPO?”

CONSIDERANDO SEU TREINAMENTO
PREPARAÇÃO
PLANEJAMENTO
COMUNICAÇÃO
PROPÓSITO
E DESEJO DE AÇÃO,
OS LOBOS POSSUEM UMA EXPECTATIVA DE SEMPRE
SAIREM VITORIOSOS.

... E 10% DE VITÓRIAS JÁ GARANTEM A SOBREVIVÊNCIA!


VOCÊ TEM UMA ATITUDE INSEGURA OU VITORIOSA FRENTE À VIDA?


VOCÊ PENSA POSITIVAMENTE?


UMA ATITUDE POSITIVA REQUER MAIS DO QUE
 LER LIVROS MOTIVADORES OU PARTICIPAR DE
SEMINÁRIOS. REQUER UMA FORMAÇÃO
QUE NASCE DA FÉ PESSOAL
PROFUNDAMENTE ENRAIZADA,
UMA CRENÇA,
UMA FILOSOFIA.


* Significa enfrentar os reveses assumindo responsabilidades,
modificando o que não está bem.


NEM TUDO O QUE É ENFRENTADO PODE SER MUDADO, MAS NADA PODE SER MUDADO SE NÃO FOR ENFRENTADO.
                                                           (James Baldwin)


Reflexões:
Você se sente apto a revisar seus condicionantes?
Onde pode acontecer a mudança?

Lembrando que:
O empenho é individual...
...e a alteração afeta a todos.

MANDAMENTOS DO LOBO:

Respeite os mais velhos
Ensine os jovens
Coopere com o grupo
Divirta-se sempre que puder
Lute só quando precisar
Descanse nos intervalos
Reparta o que gosta
Manifeste seus sentimentos
Deixe sua marca.

E NÓS, BEM ALÉM DOS LOBOS EM RACIOCÍNIO E POSSIBILIDADES, PODEMOS EFETUAR MUDANÇAS AINDA MAIS CONSISTENTES! 

SUCESSO!!!

Abraços!
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MARISE JALOWITZKI é escritora, consultora organizacional e
palestrante internacional, certificada pelo IFTDO-USA, pós-graduação em RH pela FGV-RJ, autora de vários livros organizacionais.
marisej@terra.com.br
F.: (51) 97-056424
Porto Alegre - Rs - Brasil
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