sexta-feira, 19 de setembro de 2014

TDAH - Retirando Risperidona, substituindo por Floral Rescue - Agressividade e Bondade








TDAH - Retirando Risperidona, substituindo por Floral Rescue 



Entrevista com Gracielle Prado
Leia este importante relato de como uma criança reagiu favoravelmente quando a mudança aconteceu no mundo adulto e contexto.
Visão biopsicossocial (biológico-físico, emocional-reações e social-entorno-e-pessoas-cuidadoras) e não apenas biobiobio (uso de fármacos, químicos)


Por Marise Jalowitzki e Gracielle Prado

19.setembro.2014
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/09/tdah-retirando-risperidona-substituindo.html


Sim, risperidona está sendo receitada em larga escala para agressividade!  
Embora a risperidona seja indicada para casos de autismo e esquizofrenia, ela é uma das maiores prescrições para agressividade em crianças - segundo relatos recebidos aqui no grupo e declarações de educadores em escolas. Conheça mais aqui.

Conheci Gracielle em contato virtual, no Grupo TDAH Crianças que Desafiam, no Facebook. Inicialmente desanimada e confusa, sem saber direito o que fazer e como agir com seu pequeno, fomos trocando ideias e compartilhando sugestões para novos caminhos e tipos de tratamento, já que ele estava tomando risperidona e, em consequência, estava tendo reações físicas ruins, além de que a questão da agressividade não mudava muito. Ao ver seu filhote mal, comunicaram o psiquiatra e decidiram suspender a risperidona. Como todo psicotrópico, a suspensão não pode ser imediata e, gradativamente, foram diminuindo as mg.

Agora, passados alguns meses e com muitas boas notícias acontecendo, resolvi fazer algumas perguntas para Gracielle. Ela concordou.

Considero super importante que mais mamães tenham acesso, como um conforto e, também, uma esperança. Aí vai:

Marise - Estavas ministrando risperidona para teu menino?

Gracielle - Sim, ele tem agora 3 anos. O psiquiatra diagnosticou que o caso dele era Tdah, afirmou que não adiantaria envidar maiores esforço, pois era muito agressivo, e que somente a medicação poderia fazer algo por ele. Ficamos muito tristes e desesperançados, mas seguimos o conselho médico. A vida estava difícil. Nosso pequeno, desde que nasceu é agitado, manhoso e era muito nervoso e agressivo!

M - E por quanto tempo ele tomou a risperidona?

G - O nosso pequeno tomou risperidona por 2 meses, o que o deixou muito prejudicado. Além de não diminuir a agressividade, ele chorava muito, voltou a querer dormir em nossa cama e teve incontinência urinária, sendo que já havia deixado de usar fraldas. Fomos procurar informações e lá estava: na rispiridona o maior efeito colateral de curto prazo é que pode afetar o rim..e no caso do meu filho, só tomando por 2 meses e numa dose baixa comecou a afetar..ele começou a ter dores e a ter incontinencia urinaria. Decidimos parar, mesmo que não desse certo nenhum outro medicamento ou homeopatia.

M - E hoje, ele faz uso de alguma medicação?

G - Sim, ele toma o floral Rescue. Ele está tomando o Rescue a uns dois meses e tem sido muito bom...é lento o processo, mas estamos felizes pq não tem efeito colateral nenhum

M - E que outras mudanças aconteceram?

G - O Rescue está sendo bom..mas não é só isso; primeiro tentamos trazer nosso querido de novo para perto de nós. Tratamos com muito carinho, fizemos negociações e acordos, voltamos a brincar juntos, pude ver meu filhinho voltar a sorrir e a brincar. A mudança de escola para uma escola humanista foi a melhor decisão que já tomamos e ele também faz terapia comportamental....e o homeopata dele o conhece bem, desde que nasceu.

M - Pode-se dizer, então, que o Amor foi a maior ferramenta?

G - Sim. É como falei..me cerquei de pessoas que o aceitam e que o amam e que realmente querem ajudar e entendê-lo, inclusive a dona da escolinha...estamos todos juntos, tentando fazer o melhor pra ele...está sendo ótimo...ele evolui a cada dia.

Marise - É isso! cercar-se de pessoas que o aceitam como ele é e o amam! Gente, esta é a chave para 99% dos casos!!! Tem de garimpar, mesmo! eu sou da opinião de que uma criança sofre mais em uma escola onde não se sente amada, do que se ela mudar de escola. Tem pais que acreditam que trocar de escola traumatiza a criança. Lidar com o fato de ser tratado como um desigual deve machucar muito mais!

G - É verdade, quando ele começou a sentir que ele era aceito e amado, foi daí que ele começou a mudar. Na escola principalmente, onde tem muitos amiguinhos como ele. Agitados e que também não se adaptavam em outras escolas. 

Inclusive a dona da escola odeia o termo Tdah, ela é pedagoga a muito tempo. Ela fala que na escola dela eles tem liberdade para serem crianças...a escola tem 2.000 metros de área, é uma chacara com galo, galinha, tartaruga coelho etc. Enfim tem espaço e atividades pra eles. E tb eles trabalham muito com a solidariedade entre as crianças...eu nunca ouvi nenhum pai ou mãe de lá reclamando de brigas entre as crianças...e olha que vários meninos( principalmente) os pais levaram pra esta escola por serem taxados como Tdah.





M - Rótulos que sempre engessam, que discriminam, que segregam. Que marcam para toda a vida!

G - Quero dizer também que o seu livro Marise Jalowitzki - "TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM" e aquele filme "COMO ESTRELAS NA TERRA" (também intitulado Somos Todos Diferentes) foram fundamentais pra mim e meu marido, pois foi ai que começamos realmente a entender nosso filho. 

M - Gratidão! A amiga quer contar algo mais desse processo de reconstrução afetiva?

G - Na escola que ele estudava anteriormente ele era super quietinho, muito comportado, e em casa o contrário... agressivo, chorão, nervoso. Foi ai que descobrimos que tudo que ele segurava na escola, ele liberava em casa, no lugar que ele tinha mais segurança. Nesta escola onde está agora, a primeira coisa que a Katia, dona da escola e pedagoga, trabalhou com ele, foi o fato dele ser "moleque". Ela falava que queria ele lá aprontando e sendo criança como ele era em casa, pois assim ele iria ter segurança de se soltar. E é o que está acontecendo. Ele brinca e borda lá e chega calmo e feliz em casa...tem que melhorar ainda, vemos que é um processo....mas está sendo ótimo.

M - Olha que coisa mais linda, Gracielle! Tua experiência, teu filhotinho, teu esposo, são uma das situações singulares e que, esperamos, se multipliquem cada vez mais! Alenta muito verificar o quanto o empenho de pais amorosos e zelosos pode, literalmente s-a-l-v-a-r a integridade psicológica de uma criança!!! 

G -Falar sobre as melhoras maravilhosas que o Lucas teve é sempre muito bom!...nesta escola nova ele se adaptou super bem e quase nem dá tempo de darmos um beijo de despedida nele na entrada da escola...ele mudou muito...não chora mais pra ficar na escolinha..pelo contrário, vai numa boa. 

Mas, preciso dizer que sofremos por mais de 3 anos sem saber o que fazer e buscando, como muitas mães e pais aqui, sem encontrar ajuda e compreensão, pois também não queríamos que ninguém o rotulasse. Então procurávamos em silêncio, foi difícil, mas foi quando nos abrimos mais....eu principalmente. E foi aqui neste grupo e com vc Marise inbox que começamos a ter ajuda e tb começamos a agir sem a medicalização. 

M - Isto é importante! Papais e mamães precisam saber que é um processo um tanto lento e dolorido, mas eficaz!

G - Sim. Temos muito o que fazer ainda e quero poder ajudar de alguma forma, pois sabemos que tem muitos pais e crianças que sofrem. E é muito dificil ainda falar sobre este assunto. As pessoas geralmente não entendem e julgam a nós, pais. Temos que nos unirmos mesmo, para nos fortalecemos. 

M - Emocionadamente, só posso dizer: Parabéns! Anseio pelo tempo em que mais outras mães criem coragem e saiam do anonimato!! Bjs

G - Querida amiga Marise, obrigada pela atenção e pela liberdade e confiança que vc me dá para compartilhar. Grande beijo e fica com Deus.





Gracielle Prado - Araçoiaba da Serra - SP



Sobre homeopatias e florais:

- consulte sempre um homeopata ou terapeuta floral.
- converse sobre a dosagem alcoólica e a dinamização necessária, adaptada para cada caso, levando em conta a idade.
o Rescue, por ser um floral, vem diluído em álcool. Caso o uso seja em tempo prolongado, precisa ser levado em conta o teor alcoólico, precisa usar medicamentos com baixa concentração na diluição/dinamização. 
- Por vezes vale mais comprar vidrinhos menores, que tenham uma validade menor, mas com menos concentração de álcool. Ou, até mesmo, pensar na dose única, com diluição em apenas água destilada.



Pela pertinência, incluo este comentário:
"Existe o rescue com diluição em glicerina livre de álcool.
Minha neta também usa esses florais: 
Impatiens - pode acalmar e estimular os pequenos a cumprir suas tarefas "sem pressão".
Agrimony - criança rebelde, que manifesta agressividade, é tratada "para despertar a serenidade".
Chestnut Bud - usado para ajudar no aprendizado.
White Chestnut - ajuda no discernimento, para os pequenos que, apesar de terem mil idéias, mas não conseguem finalizar nenhuma. 
Clematis - Para "crianças desligadas", que demonstram falta de interesse pelas circunstâncias presentes."

Gratidão!




PARTICIPE DA CAMPANHA 
"DIGA NÃO AO SIMA (Síndrome de Indução Medicalizante em Adultos)!"
Chega de medicalização!


Mais sobre o tema, neste blog:



 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

Livro: TDAH Crianças que desafiam 

Como Lidar com o Déficit de Atenção e a Hiperatividade na Escola e na Família
Contra o uso indiscriminado de metilfenidato - Ritalina, Ritalina LA, Concerta

Para conhecer mais e adquirir, acesse: 





Risperidona pelo SUS, a partir de janeiro - Achatamento da rebeldia? Sujeição em massa? O que os pais podem e devem fazer?




SOCIEDADE COM SIM - SÍNDROME DE INDUÇÃO MEDICALIZANTE


Risperidona pelo SUS, a partir de janeiro - Achatamento da rebeldia? Sujeição em massa? 


Por Marise Jalowitzki e esclarecimentos de Vera Beatriz Telichevesky - pediatra homeopata
19.setembro.2014
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/09/risperidona-pelo-sus-partir-de-janeiro.html


Por estes dias foi veiculada uma notícia muito séria. A liberação pelo SUS, a partir de janeiro de 2015, da risperidona, que é o fármaco de primeira linha atualmente receitado para agressividade. Embora a risperidona seja indicada para casos de autismo e esquizofrenia, ela é uma das maiores prescrições para agressividade em crianças - segundo relatos recebidos aqui no grupo e declarações de educadores em escolas.

Segundo a pediatra e homeopata Vera Beatriz Telichevesky  "há indicações precisas para o uso da risperidona, e as doses necessitam ser adequadas ao quadro e à individualidade de cada paciente. Crianças agressivas NÃO têm indicação de risperidona por esta razão, sendo que a maioria das vezes o que há por trás é uma família desajustada ou simplesmente desarmonizada, mal orientada. Tenho indicado terapia de família em muitos casos de agressividade, pois via de regra é o melhor caminho! A risperidona tem indicação para pacientes com autismo e agitação e/ou agressividade intensa, em que outras medidas mais conservadoras não surtiram efeito; além disto, é uma das drogas usadas na esquizofrenia, e mesmo assim, nestas duas situações clínicas (autismo e esquizofrenia), há que se cuidar dos possíveis efeitos colaterais, e verificar com frequência se está surtindo efeito.."

Como vimos, risperidona não está sendo receitada somente para os casos de autismo e esquizofrenia e, sim, para quase todas as situações que envolvam agitação, ansiedade, impulsividade e agressividade. Sem, muitas e muitas vezes, sequer adentrar nas causas, sem acompanhamento terapêutico, os psicotrópicos andam incorporados na vida diária das famílias, como nunca antes, envolvendo também crianças, sempre com menos idade.

Confesso que fiquei bastante apreensiva, triste mesmo, pois isso pode significar um "achatamento em massa" de toda a rebeldia, uma sujeição de toda uma geração! O fim da criatividade! Exagero? Claro que não! Especialmente entre crianças e jovens, a risperidona ocupa um lugar de destaque assustador. 

Pais queixam-se de seus filhos rebeldes, crianças, muitas vezes, com menos de dois anos, crianças que mal começam a manifestar-se. E vai além! Pré-adolescentes e adolescentes, especialmente meninos, muitos deles no movimento normal da chegada da puberdade e sua carga de 800% a mais de testosterona, como saber lidar? Há mães que relatam que os meninos de 11 anos estão revoltados, negando-se a continuar tomando ritalina e o especialista receitando risperidona para conter a agressividade. Outro dia soube de um menino de 13 anos que pegou um ônibus em uma cidade do interior e veio até uma cidade próxima, área metropolitana de Porto Alegre, procurar o pai (casal separado), pedindo 'arrego', pois não queria mais tomar psicotrópicos! 

Onde tudo isso vai parar? Sociedade com SIM (Síndrome de Indução Medicalizante), onde tudo, mas tudo mesmo, quer-se resolver à base de psicotrópicos e outros medicamentos, para tudo, em tudo! Nunca deu certo nem nunca vai dar! Só que agora, está ainda mais perverso, pois envolve diretamente as crianças, sempre mais pequenas crianças. Pessoinhas que terão seus cérebros avariados, devido ao excesso de prescrições apressadas, de diagnósticos falsos, vítimas da incoerência de um modelo falido. 

Claro que não é fácil lidar com a agressividade dos pequenos, mas, é como reafirmo sempre: toda agressividade tem por detrás um pedido de socorro. Quando a criança se revolta, grita, esperneia, agride, na verdade está incomodada com alguma coisa e não sabe se expressar! Ao invés de tratá-la com raiva e impaciência, aguçando ainda mais a sua revolta, pais e educadores deveriam importar-se mais em conduzir as situações de revanchismo e rebeldia com parcimônia, com firmeza, mas não com rudeza! A maioria dos adultos esqueceu como é isso e escora-se nas fáceis prescrições de tantos médicos que, apressados e descompromissados, receitam sem avaliar consequências.






Medicamento para autismo será distribuído pelo SUS



Portal EBC*12.09.2014 - 15h09 | Atualizado em 12.09.2014 - 16h13
O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer o primeiro medicamento para tratar os sintomas do autismo. O remédio, conhecido como Risperidona, será incorporado na rede pública e vai auxiliar na diminuição das crises de irritação, agressividade e agitação, sintomas comuns em pacientes com a doença.
A Risperidona deverá estar disponível no início de 2015. De acordo com o Ministério da Saúde, o órgão investirá R$ 669 mil para a compra do remédio. A estimativa do governo é de que o tratamento esteja disponível para a população a partir do início de 2015 e que beneficie cerca de 19 mil pacientes por ano.

A doença
O autismo aparece nos primeiros anos de vida. Apesar de não ter cura, técnicas, terapias e medicamentos, como o Risperidona, podem proporcionar qualidade de vida para os pacientes e suas famílias. Entre os sintomas comuns, o autista olha pouco para as pessoas, não reconhece nome e tem dificuldade de comunicação e interação com a sociedade. Com variação do grau da doença, pacientes apresentam comportamento agressivo, agitado e isso exige cuidado e dedicação permanentes.
De acordo com a estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), 70 milhões de pessoas no mundo tenham a doença. No Brasil, a estimativa é que este número alcance duas milhões de pessoas. 

O medicamento
O remédio é usado para tratar as chamadas psicoses. Isto significa que ele tem um efeito favorável sobre um certo número de transtornos relacionados ao pensamento e às emoções. De acordo com o fabricante do remédio, a Risperidona é indicada para o tratamento de transtornos do comportamento, para pacientes com demência nos quais os sintomas como agressividade, transtornos psicomotores ou sintomas psicóticos são comuns. Além do uso em pessoas com autismo, o medicamento é usado para os tratamentos de esquizofrenia e transtorno bipolar.

*Com informações do Ministério da Saúde




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Objetivos de Amor e Compreensão podem trazer resultados surpreendentes! 

O que os Pais Podem e Devem Fazer?


TDAH - Retirando Risperidona

Leia aqui como Gracielle Prado retirou a risperidona de seu filho de 3 anos, diagnosticado como TDAH e de como ele hoje está reintegrado socialmente e feliz. Uma história tocante.


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Thimerosal - Vacinas, Hiperatividade e Autismo - Resultados de Novos Estudos e Pesquisas




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 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

Livro: TDAH Crianças que desafiam 

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Contra o uso indiscriminado de metilfenidato - Ritalina, Ritalina LA, Concerta

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