Mostrando postagens com marcador meio ambiente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador meio ambiente. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Porto Alegre tóxica

Porto Alegre - Zona Norte - mais uma madrugada tóxica

Porto Alegre tóxica


Por Marise Jalowitzki
27.junho.2012
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2012/06/porto-alegre-toxica.html

Respirar ar puro é direito do cidadão, garantido por lei - CONAMA - Resolução 003 e 005


Há alguns meses publiquei vários posts sobre o mau cheiro noturno, veneno puro, que toma conta do 'ar da noite'. estamos em pleno inverno, estação em que aqui no sul, historicamente, as pragas costumavam morrer devido ao frio intenso e o ar era o mais límpido do ano!


Esta madrugada, de 26 p 27 de junho.2012, foi mais uma noite h-o-r-r-i-v-e-l!!! Boca, garganta, nariz, esôfago, pele do rosto, tudo seco! Lavamos os rosto, aspiramos água, na tentativa de melhoria. Pela manhã, novamente aquelas nuvens amarelas, cor de enxofre. É ingenuidade pensar - acredito agora - que se trata de algum 'fenômeno natural', sempre com 'hora marcada'! Sempre de madrugada! Isto é mais alguma pérfida fábrica de produtos químicos, matando a população aos poucos.

Pela manhã, algumas pessoas comentam, outras, taciturnas, baixam a cabeça e vão cumprir a sua jornada em silêncio. Morte em vida. 



Será por conta de alguma liberação de resíduos tóxicos irregulares? Sim, pois temos isso sistemicamente por aqui, sem que ninguém 'descubra' quem é a empresa responsável! Será que é por conta das novas construção e reformas para a copa?

Isso é democracia? Cadê o acesso á informação? COMO a população fica assim refém de TUDO, sem ter ter alguma condição de se defender? Sequer de saber de onde vem o mal?

Outro dia ouvi um rapazote dizer. "Tia, sabe o que é Democracia? A cracia do Demo! Isso mesmo! É o Demo quem manda!"



Alguém duvida?


Enquanto isso, algumas autoridades esperam que batamos palmas para o acréscimo no número de vacinas contra tuberculose que continuam sendo distribuídos!


Eita mundo! Continuar prejudicando, continuar com um modelo falido, que enriquece a alguns poucos e adoece a milhares e milhões, depois 'correr' atrás com alguns medicamentos e vacinas!


Gente, nascemos com outro propósito! Nascemos para a Felicidade! A Gratidão! A Bem Aventurança! O compartilhamento das Riquezas, da Saúde, da Beleza! da Alegria! 






Alguns posts anteriores:


Link: http://t.co/gNlhKzI
Cheiro horrível - Queimadas ou Vulcão Chaitén? Chile - Fuligem pode chegar ao RS






Vulcão Chaitén, no Chile - Fuligem e Cheiro da Fumaça no RS (Foto:Claudio Santana)


Link:
http://ning.it/pedrwV
Venenos na Noite 
Links com diversos temas que incluem: Riscos, perigos, doenças respiratórias e cardiovasculares devido à poluição

Respirar ar puro é direito do cidadão, garantido por lei - CONAMA - Resolução 003 e 005


Arena do Grêmio - A avaliação preliminar realizada através de investigações por sondagens a trado

Imagem: Porto Imagem

Porque perguntar ofende?  Arena do Grêmio e Gás Metano


Por Marise Jalowitzki
12.abril.2012
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2012/04/porque-perguntar-ofende-arena-do-gremio.html 





Marise Jalowitzki
Escritora, Educadora, Ambientalista,
Coordenadora de Dinâmica de Grupo,
Especialista em Desenvolvimento Humano,
Pós-graduação em RH pela FGV,
International Speaker pelo IFTDO-EUA
Porto Alegre - RS - Brasil


terça-feira, 6 de setembro de 2011

Cimento e Petróleo - RESPONSABILIDADE SOCIAL E TECNOLOGIAS LIMPAS


Cimento e Petróleo - A partir de 2004, a Petrobras se interessou em fazer parte do grupo internacional de empresas certificadas em Responsabilidade Social pela Norma SA-8000

Cimento e Petróleo - RESPONSABILIDADE SOCIAL E TECNOLOGIAS LIMPAS

06.setembro.2011
http://ning.it/rscMr0

A nação tem direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, o que é
garantido pela constituição brasileira (BRASIL, 1988).

Para isto o Decreto Nº 99.274 (BRASIL, 1990a) determina como infrações emitir ou despejar efluentes ou resíduos sólidos causadores de degradação ambiental em desacordo com o estabelecido em resolução ou licença especial, ou exercer atividades potencialmente degradadoras do meio ambiente sem a licença ou autorização ambiental exigível.

A vontade de respeitar os valores humanos essenciais, como o direito à saúde, ao progresso econômico e a melhoria dos padrões de vida fez com que a sociedade se organizasse em busca de melhorias da qualidade de vida.

Grande parte do arcabouço jurídico voltado para as questões ambientais e sociais é fruto da mobilização da sociedade civil iniciada no final da década de 80, visando sair da ótica corretiva para a preventiva, quando o conceito de Responsabilidade Social começou a se formar no Brasil.

A partir da década de 90, estas mobilizações tornaram-se mais incisivas e as questões sócio-ambientais passaram a fazer parte das agendas sociais, como os encontros em defesa do meio ambiente que propiciaram a criação de normas com o propósito de preservação do meio ambiente e da saúde dos trabalhadores, a exemplo das normas ISO-14000, OHSAS-18000 e BS-8800.


Iniciava-se aí a concepção do "Desenvolvimento Sustentável".

A competição pela liderança visando à geração mínima de resíduo como prioridade de gestão aumenta os ganhos de sustentabilidade dos negócios.

Resultados positivos na marca da organização refletem diretamente na imagem da empresa, consequentemente elevando o lucro nos seus investimentos; com isto, um número crescente de companhias passou a competir pela sustentabilidade.

A partir de 2004, a Petrobras se interessou em fazer parte do grupo internacional de empresas certificadas em Responsabilidade Social pela Norma SA-8000.

Diferente das demais normas auditáveis, a SA-8000 possui em seu escopo a figura do Representante dos Empregados (RE), interlocutor dos trabalhadores eleito entre seus pares que atua junto ao comitê de Responsabilidade Social da empresa, composto por prepostos que respondem pelas áreas de meio ambiente, relações humanas, saúde e sistema integrado de gestão (SAI, 2001).

Em seguida, a bolsa de valores do Estado de São Paulo (Bovespa), em 2005 colocou em operação o Índice Bovespa de Responsabilidade Social, também conhecido como Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE).

Uma boa avaliação anual, levando-se em consideração aspectos como respeito à natureza, valorização e motivação dos funcionários e a relação com os investidores e à comunidade, agrega valor à imagem da empresa, atraindo acionistas. Isso porque as chances dessas empresas sofrerem processos ambientais e trabalhistas, por exemplo, são menores (BOVESPA, 2010).

Nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, essa prática já era adotada. O índice mais conhecido e que serviu de modelo para o brasileiro é o DJSI (Dow Jones Sustainability Index). As bolsas da África do Sul e da Austrália adotaram iniciativas semelhantes (DJSI, 2010).

De acordo com o Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE), a partir do balanço social elaborado pelo modelo IBASE é possível identificar o aporte de recursos nas áreas sócio-ambientais, a exemplo de investimentos em saúde, segurança, medicina do trabalho, meio ambiente e ações filantrópicas, permitindo, através da transparência em seus negócios, que algumas empresas conquistassem uma imagem de empresa-cidadã junto às organizações do terceiro setor e à sociedade como um todo (IBASE, 2010).

Hammond (2005) já alertava que as ações filantrópicas também são usadas como uma forma de relações públicas ou publicidade, promovendo a imagem ou a marca da empresa por meio do marketing social ou de patrocínios que geram grande visibilidade.


(pág. 33 e 34)
Ações voltadas apenas para o marketing social muitas vezes não retratam a realidade da gestão empresarial.

Neste sentido, Kiperstok (2002) alerta que o olhar crítico perante o próprio processo produtivo no âmbito da organização reflete diretamente na implementação de boas práticas operacionais.

A gestão que tem foco na minimização de resíduos e superação da ecoeficiência atua dentro do Princípio da Precaução.

Fontes:

(continua)

---------
Conheça os demais artigos sobre o tema Cimento e Petróleo: Link: http://ning.it/q4ESTJ
Legislações específicas e Convenções Internacionais - Cimento e Petróleo - Desmatamento e Sustentabilidade - Resíduos Tóxicos e Legislação


Cimento e Petróleo - Desmatamento e Sustentabilidade - Resíduos Tóxicos e Legislação

Por Marise Jalowitzki
02.setembro.2011
http://ning.it/q4ESTJ
 


Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente






compromissoconsciente@gmail.com
Escritora, pós-graduação em RH pela FGV,
international speaker pelo IFTDO-EUA

Porto Alegre - RS - Brasil

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Cimento – Os Problemas de Sustentabilidade do Cimento

Conhecer a fabricação, utilização e impactos do cimento é conhecer um tanto mais de nossa própria vida
Resíduos industriais de natureza diversificada têm sido utilizados em substituição de combustível em fornos rotativos nas fábricas de cimento,visando uma recuperação de recursos ao invés de uma simples operação de destruição desses resíduos. Como isto está acontecendo? Como está sendo feito o controle quanto à emissão de gases?

Cimento – Os Problemas de Sustentabilidade do Cimento
Parte 2

e também:
Confira as diferenças entre os diversos tipos de cimento, e as indicações de uso de cada um

Preços de cimento são tabelados?

Por Marise Jalowitzki
31.agosto.2011
http://ning.it/pQBShn


Estas publicações, como citado anteriormente, tem como objetivo trazer ao conhecimento da população um tema bastante importante, que está presente na vida de todos nós e que precisa ser mais discutido.

Sabemos que o cimento não é um produto "natural" e que também os resíduos, a chamada "caliça", são sempre um poluente.

O cimento Portland Composto (CP II) leva esse nome por ser modificado e está em primeiro lugar no consumo brasileiro. Sozinho, ele responde por 69,2% do consumo no Brasil.

Sabemos, também, que há incentivos do governo para as empresas da construção civil que efetuarem a reciclagem de seus produtos (Veja no link: http://t.co/xWOGb9o ).

Reciclar com responsabilidade - e não apenas descartar, misturar ou queimar - é imprescindível para que os níveis de poluição em nosso meio ambiente não apenas estagnem, mas, principalmente, diminuam.

Como se trata de um tema bastante específico, não tenho a pretensão de apresentar composições próprias. Por isso, pesquiso e repasso o que considero importante e interessante. Nesse sentido, toda contribuição positiva é bem vinda. Contatos com compromissoconsciente@gmail.com Muito grata.

O texto a seguir foi retirado da web.

 Por Luciane Pimentel Costa Monteiro1
Fernando Benedicto Mainier2

“A construção civil e a fabricação de artefatos de cimento têm sido responsáveis pela produção nacional de cimento, atualmente, com mais de 35 milhões de toneladas.

Muitas plantas foram ampliadas e modernizadas, além de outras instaladas. Isso gerou uma concentração de capital nas jazidas de calcário e fábricas de cimento, tornando relevante o peso dos proprietários e sócios estrangeiros dessas unidades. Acrescido a isso, houve a modernização nos processos de fabricação empregados, redução de custos, principalmente, no que concerne ao combustível utilizado e algum investimento na redução da emissão de particulados (pó), que é a poluição visual observada pela sociedade.

Resíduos industriais de natureza diversificada têm contribuído como fontes de substituição de combustível em fornos rotativos de produção de clínquer das unidades de fabricação de cimento,visando uma recuperação de recursos ao invés de uma simples operação de destruição desses resíduos.

Essa atividade pode ser interessante no momento em que não cause impactos ambientais, não afete as condições de segurança e saúde pública das populações vizinhas, não cause prejuízo aos equipamentos da unidade e finalmente não contamine o clínquer/cimento produzido.

As unidades de cimento estão se confrontando com os problemas de sustentabilidade, ao terem que garantir não somente os suprimentos de matériasprimas e insumos energéticos, como de cumprir normas e padrões.

Na visão crítica, as cimenteiras - brasileiras ou estrangeiras - nem sempre contemplam com abrangência os problemas relacionados à tecnologia, aos trabalhadores da indústria do cimento,aos impactos ambientais decorrentes e,provavelmente, não sofrem fiscalização técnico crítica permanente.”

Luciane Pimentel Costa Monteiro1
Fernando Benedicto Mainier2

1UFF - Departamento de engenharia Química e Petróleo, e-mail: lucianemonteiro@predialnet.com.br

2 UFF - Departamento de Engenharia Química e Petróleo, e-mail: mainier@nitnet.com.br
ENGEVISTA, junho 2008



A queima em fornos nas cimenteiras gera impactos ambientais que a maioria da população desconhece


Confira as diferenças entre os diversos tipos de cimento, e as indicações de uso de cada um

Os diversos tipos de cimento, e as indicações de uso de cada um


A versatilidade do cimento brasileiro


O mercado nacional dispõe de 8 opções, que atendem com igual desempenho aos mais variados tipos de obras. O cimento Portland comum (CP I) é referência, por suas características e propriedades, aos 11 tipos básicos de cimento Portland disponíveis no mercado brasileiro. São eles:

1. Cimento Portland Comum (CP I)
a. CP I – Cimento Portland Comum
b. CP I-S – Cimento Portland Comum com Adição

2. Cimento Portland Composto (CP II)

a. CP II-E – Cimento Portland Composto com Escória
b. CP II-Z – Cimento Portland Composto com Pozolana
c. CP II-F – Cimento Portland Composto com Fíler
3. Cimento Portland de Alto-Forno (CP III)
4. Cimento Portland Pozolânico (CP IV)
5. Cimento Portland de Alta Resistência Inicial (CP V-ARI)
6. Cimento Portland Resistente a Sulfatos (RS)
7. Cimento Portland de Baixo Calor de Hidratação (BC)
8. Cimento Portland Branco (CPB)

Esses tipos se diferenciam de acordo com a proporção de clínquer e sulfatos de cálcio, material carbonático e de adições, tais como escórias, pozolanas e calcário, acrescentadas no processo de moagem. Podem diferir também em função de propriedades intrínsecas, como alta resistência inicial, a cor branca etc.

O próprio Cimento Portland Comum (CP I) pode conter adição (CP I-S), neste caso, de 1% a 5% de material pozolânico, escória ou fíler calcário e o restante de clínquer. O Cimento Portland Composto (CP II- E, CP II-Z e CP II-F) tem adições de escória, pozolana e filer, respectivamente, mas em proporções um pouco maiores que no CP I-S. Já o Cimento Portland de Alto-Forno (CP III) e o Cimento Portland Pozolânico (CP IV) contam com proporções maiores de adições: escória, de 35% a 70% (CP III), e pozolana de 15% a 50% (CP IV).

Aplicações dos tipos de cimento
• Cimento Portland Comum (CP I): cimento puro, é menos resistente. Também disponível com adição de calcário ou escória (CP I – S).

• Cimento Portland Composto (CP II): leva esse nome por ser modificado. Responde por 69,2% do consumo no Brasil, e pode ser encontrado com três diferentes adições. O CP II – Z, por exemplo, vem com material pozolânico, o que o torna mais impermeável. É indicado para obras subterrâneas, marítimas e industriais. O CP II – E é adivitivado com escória granulada de alto forno, ideal para estruturas que possam ser atacadas por sulfatos. E o CP II – F leva material carbonático, sendo ótimo para aplicações em geral (argamassas) e também para pré-moldados de concreto.

• Cimento Portland de Alto-forno (CP III): feito com escória da indústria do aço (por isso o nome “alto-forno”), é ecológico, pois a cada tonelada de gusa produzido, há 300 kg de resíduos. Com essa adição, também são poupadas as jazidas de calcário. Se caracteriza por ser menos poroso e mais durável, o que o torna bastante indicado para ficar exposto a agentes agressivos, como esgoto, chuva ácida e poluentes industriais. Ainda que seja tão vantajoso, não é amplamente utilizado por ser pouco resistente às primeiras idades. Isso quer dizer que até 7 ou 10 dias, o CP III tem resistência bem inferior aos outros cimentos. Mas é muito útil quando usado em massas de cimento maiores, como nas fundações.

• Cimento Portland Pozolânico (CP IV): acrescido de pozolanas, é um cimento menos poroso, o que lhe confere maior durabilidade. Também tem maior resistência a agentes agressivos, como água do mar e esgotos.

• Cimento Portland de Alta Resistência Inicial (CP V – ARI): como endurece rapidamente, pede mais cuidado na aplicação, pois gera muito calor e pode trincar se o concreto sofrer um resfriamento. Disponível também na cor canela (Votorantim), pode ser usado em argamassas e peças de concreto, entre outras aplicações.

• Cimento Portland Branco (CPB): tem as mesmas aplicações do cimento cinza, mas se diferencia deste por não levar minério de ferro na fabricação, o que garante sua brancura. Pode ser estrutural (com classes 25, 32 e 40) e não-estrutural.


--------
CMPA
Combustíveis e matérias-primas alternativos, em geral resíduos ou produtos
secundários de outras indústrias utilizados para substituir combustíveis fósseis
e matérias-primas convencionais nos fornos de clínquer.

Pozolana
Pozolanas são materiais que, embora não sejam cimentícios, eles próprios contêm sílica (e alumina) em forma reativa capaz de se combinar com cal, na presença de água, para formar compostos com propriedades cimentícias. A pozolana natural é composta principalmente de finas partículas avermelhadas de material de origem vulcânica. Tem sido desenvolvida uma pozolana artificial que combina cinzas volantes e escória da purga de caldeiras.

-------


Cimento - as cimenteiras nem sempre contemplam com abrangência os problemas relacionados à tecnologia, aos trabalhadores da indústria do cimento, aos impactos ambientais decorrentes e não recebm fiscalização técnico crítica permanente.



Preços de cimento são tabelados?

O cimento é considerado uma commodity (produto primário, negociado em todo o mundo, e que pode receber investimentos no mercado de futuros).

Por isso, seus preços são regulados pelas demandas do mercado e o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) não exerce nenhum tipo de controle sobre os valores.

Entre os tipos de cimento mais usados pelo consumidor individual (CP II, CP III e CP IV), os valores variam pouco (...).

“O CP V pode sair mais caro, pois há maior moagem no processo de fabricação”, afirma José Otávio Carvalho, do SNIC. Em relação às variações de preço de um mesmo tipo de cimento, mas de marcas diferentes, a explicação pode estar no transporte: “O frete tem uma influência grande no valor final. E as fábricas às vezes estão mais distantes do centro consumidor”. José Otávio diz ainda que, se as marcas atendem às especificações (ou seja, têm o selo de qualidade), na prática não há diferenças de qualidade entre elas que justifiquem a disparidade de preços.

(continua)
----
Fontes:
http://www.abcp.org.br/conteudo/basico-sobre-cimento/tipos/a-versatilidade-do-cimento-brasileiro
http://www.construacerto.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=9&Itemid=54

----
Leia também: http://t.co/xWOGb9o

Empresas privadas que investirem em capacitação tecnológica para reduzir a quantidade de resíduos ou utilizar material reciclado terão vantagens

Construtoras que reciclarem entulho poderão ter benefícios
04.agosto.2011
Link: http://t.co/xWOGb9o


Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente



compromissoconsciente@gmail.com
Escritora, pós-graduação em RH pela FGV,
international speaker pelo IFTDO-EUA

Porto Alegre - RS - Brasil

segunda-feira, 21 de março de 2011

Para onde vai o lixo que a tsunami trouxe? Japão tragédia


Japão - tsunami  2011 - onda gigante plena de lixo


Para onde vai o lixo  que a tsunami trouxe? Japão tragédia

Por Marise Jalowitzki
21.março.2011
http://t.co/2j4gp9j

Um dos visitantes a esse blog perguntou: Para onde vai todo aquele lixo? - referindo-se à onda gigante, plena de entulho, que inundou a costa japonesa, em uma visão de assombrar. Pelo tamanho, pela devastação que causou, pelo lixo que trazia consigo.

A resposta é terrível.
O lixo ou fica boiando, matando os animais que dele se alimentam (peixes e tartarugas são as maiores vítimas) ou volta ao fundo do mar; ao se depositar, aumenta o nível da agua. Pelos detritos (principalmente o plástico) aquece a água (aumento da temperatura).

Aumentando a temperatura da água, ela se evapora mais rapidamente, formando mais nuvens. Chove mais e em maior quantidade. Gera mais enchentes!

No mundo todo!
Ciclo interminável de desgraças.

No mundo todo!
O "fenômeno" anti-natural é provocado por todos nós, cada palito de picolé deixado na areia da praia, cada saquinho plástico jogado fora, cada garrafa displicentemente atirada em qualquer canto, papel de bala, pacotinho de salgadinhos, até as televisões velhas, os sofás, os colchões, os armários e todas essas coisas vergonhosas que são encontradas nos leitos dos rios, açudes, riachos, córregos e oceanos.

 
No Brasil só 1% do lixo não degradável é reciclado.

 
- O resto acaba contaminando lençóis freáticos, contaminando a água, os alimentos produzidos nos campos, indo para o mar, matando os animais aquáticos. 


Por falta de leis, ou o cumprimento delas, por falta de conscientização e fiscalização, a maioria do lixo acaba sendo descartado nos rios e mares - só 1% é reciclado

É o "nosso" lixo de cada dia que cria toda essa imundície e ajuda a aumentar os níveis no aumento da temperatura hídrica. Isso sem mencionar os desastrosos efeitos das emissões industriais de gases tóxicos (os GEE - gás de efeito estufa).


Qual o futuro nester mar de lixo que construímos todos os dias?


O descaso é geral.
A irresponsabilidade é geral.
A desgraça começa para alguns, acaba atingindo todos.

Diga NÃO às usinas nucleares!!!



Mais em:

Detalhes da tragédia que assolou o Japão



Japão e Chernobyl nível 7!

Link: http://t.co/jbksFiU











Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente





Escritora, pós-graduação em RH pela FGV,
international speaker pelo IFTDO-EUA
Porto Alegre - RS - Brasil





quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Desmatamento na Amazônia cresce 994% em 1 ano, diz ONG - Querem estatísticas? Aí estão!

Desmatamento na Amazônia cresce 994% em 1 ano! Degradação teve um aumento de 4.818%!
Mato Grosso foi o estado que mais degradou em 2010
Rondônia foi quem mais desmatou em 2010

Desmatamento na Amazônia cresce 994% em 1 ano, diz ONG 
- Degradação em 4.818%!

Por Marise Jalowitzki
23.fevereiro.2011
http://t.co/UM3uePs

Como? Claro que soa estranho, já que a proposta divulgada é a de diminuir o desmatamento e a degradação das florestas. Estamos no Ano Internacional de Preservação das Florestas.

Para além de todos os dematamentos ilegais, o criminoso uso de correntões, queimadas e tudo o mais a que assistimos (Veja no link http://t.co/4xvHGSk ), o que ocorre, também, é que o desmatamento que acontece com a anuência do governo em nome do PAC - Programa de Aceleração do Crescimento - para construção de hidrelétricas e criação de novas fábricas de cimento, etc., estas derrubadas da floresta não entram nos relatórios que são enviados ao órgãos internacionais de preservação do meio ambiente. Devastar a floresta para megas hidrelétricas é considerado projeto sustentável.

Em maio de 2008 o desmatamento na Amazônia cresceu 775% em um mês! Aí, recrudesceram as campanhas na mídia, as manifestações, as COPs, estavam próximas as eleições. Muitos legisladores vieram em favor da causa e o Brasil divulgou seu compromisso em frear o desmatamento.

Estará a ONG Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) mentindo?

O relatório divulgado nesta quarta-feira, apresenta um quadro desalentador: um aumento de 994% no desmatamentona Amazônia Legal no período de um ano. Ou seja, a supressão total da floresta com exposição do solo, teve um aumento de quase 1.000%! 

E os acordos internacionais de redução?
Cadê COP-16, 17, 18, 147, 3666ª?
O que dizem os países que estão investindo para a preservação da floresta amazônica?
Noruega é o maior investidor para a preservação das florestas brasileiras.

Em dezembro de 2009, o sistema de alerta detectou 16 km² de destruição. Já no último mês do ano passado, a área de desmate havia saltado para 175 km².


Desmatamento aumentou em 994% em um ano! Rondônia foi o estado que mais desmatou em 2010

Outro aumento que chamou a atenção dos pesquisadores foi em relação às florestas degradas na Amazônia - intensamente exploradas pela atividade madeireira e/ou queimadas, para posterior utilização na pecuária.

Em dezembro de 2009, foram 11 km² danificados, contra 541 km² registrados em 2010 - o que corresponde a um aumento de 4.818%!!

Segundo o Imazon, o desmatamento acumulado no período de agosto de 2010 a janeiro de 2011 totalizou 858 km².

Houve um ligeiro aumento de 3% em relação ao mesmo período anterior (agosto de 2009 a janeiro de 2010) quando o desmatamento somou 836 km².

Já a degradação da floresta acumulada no mesmo período chegou a 3.722 km². Com isso, houve um crescimento na degradação de 338% em relação ao período anterior, quando a soma total chegou a 850 km².

Estados que mais desmataram:
1º - Rondônia - 43% da área total destruída
2º - Mato Grosso, com 31%
3º - Amazonas, com 16%
4º - Pará com 5%
5º - Acre com 4%
6º -Tocantins com 1%.

Estados que mais degradaram a floresta:
- Mato Grosso - 53%
- Rondônia - 32%
- Amazonas - 10%
- Acre - 4%
- Pará, com 1%.
-------
Chico Mendes, Defensor da Floresta, você faz falta! Baluarte da Paz!

------
Leia também em http://t.co/3PKfaUT :
 
Camila Pitanga, junto com os colegas artistas, entregou ao Ministro da Justiça um ofício pedindo o fim da barbárie que persiste na ilegalidade dos desmatamentos e grilagem de terras na Amazônia






Maria Joelma da Costa é mais uma marcada para morrer. A Pastoral da Terra faz o que pode para proteger os sindicalistas, padres, ativistas, todos ameaçados. Na lista deste ano, a Pastoral menciona 125 pessoas juradas.



Mulher marcada para morrer recebe apoio de artistas  Atores e atrizes vão a Brasília protestar contra a violência no campo.

Artistas entram na luta contra a morte dos extrativistas no Norte do Brasil

01.agosto.2011


------
E mais: Tá tudo conectado!  

Desenvolvimento Sustentável. Há dois mundos no Mundo. O que quer o desenvolvimento-de-qualquer-jeito, que contabiliza quantos edifícios, estradas e shoppings são construídos por dia. E o mundo que quer o desenvolvimento que leva em consideração as pessoas, a fauna e a flora, que faz as mudanças levando em conta os desejos e as verdades de cada um.



Desmatamento na Amazônia, Água, Energia, Cimento, Petróleo, tá tudo conectado

02.setembro.2011


----
E tudo sobre emissão tóxica e poluição ambiental do cimento - Cimenteiras são construídas próximo à jazidas de calcáreo. Um dos maiores alvos, na atualidade, é o Pará:

Legislações específicas e Convenções Internacionais - Cimento e Petróleo - Desmatamento e Sustentabilidade - Resíduos Tóxicos e Legislação



Cimento e Petróleo - Desmatamento e Sustentabilidade - Resíduos Tóxicos e Legislação

02.setembro.2011


Conheça a notícia fonte deste artigo:

Leia na íntegra: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4960045-EI306,00-Desmatamento+na+Amazonia+cresce+em+ano+diz+ONG.html

Em um relatório divulgado nesta quarta-feira, a organização não governamental Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) aponta um "aumento expressivo" de 994% no desmatamento (supressão total da floresta com exposição do solo) na Amazônia Legal no período de um ano. Em dezembro de 2009, o sistema de alerta detectou 16 km² de destruição. Já no último mês do ano passado, a área de desmate havia saltado para 175 km².

Outro aumento que chamou a atenção dos pesquisadores foi em relação às florestas degradas na Amazônia - intensamente exploradas pela atividade madeireira e/ou queimadas. Em dezembro de 2009, foram 11 km² danificados, contra 541 km² registrados um ano depois - o que corresponde a um aumento de 4.818%.

Segundo o Imazon, o desmatamento acumulado no período de agosto de 2010 a janeiro de 2011 totalizou 858 km². Houve um ligeiro aumento de 3% em relação ao mesmo período anterior (agosto de 2009 a janeiro de 2010) quando o desmatamento somou 836 km². Já a degradação da floresta acumulada no mesmo período chegou a 3.722 km². Com isso, houve um crescimento de 338% em relação ao período anterior, quando a degradação somou 850 km².

Ainda conforme o relatório, o Estado de Rondônia foi o que mais contribuiu para o desmatamento registrado em dezembro de 2010, com 43% da área total destruída. Em seguida, aparece Mato Grosso, com 31%, e Amazonas, com 16%. Nos outros Estados, desmatamento foi proporcionalmente menor, sendo o Pará com 5%, Acre com 4% e Tocantins com 1%.

Já em relação à degradação florestal, Mato Grosso contribuiu com 53% do total registrado no final do ano passado, seguido de Rondônia, com 32%, Amazonas, com 10%, Acre, com 4% e Pará, com 1%.



----------

Leia mais sobre Preservação, Desmatamento e Condições do Planeta:


Preservação ambiental e dos animais selvagens







Pra ter opinião, tem de conhecer!

Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente


Escritora e pós graduada em RH, pela FGV.
International speaker pela IFTDO-USA
compromissoconsciente@gmail.com
Porto Alegre - RS - Brasil