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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Petrobras - Fundo Social e sistema de partilha do Pré-sal só será revisto em 2011

 Nota de dezembro: Mexeram, enrolaram, votaram na calada da noite, deu em que, mesmo?

Mexeram, mas deu em que?
http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idnoticia=201012020117_EST_79415177

Palocci "dando as cartas"... no que vai resultar??...
Lucrar aplicando no exterior? Leia a matéria do link acima.
É brincadeira!
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E no país das bananas!...os políticos se ocupam com a disputa pela Presidência da Câmara e do Senado. Quem se importa com o povo?

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201011172144_RTR_1290030279nN17232791

 Economia » Notícias

 Gabrielli: atraso em votar marco é inócuo para Petrobras
17 de novembro de 2010 • 19h44 •  atualizado 21h25


Um eventual adiamento para o ano que vem na votação, e talvez aprovação, do novo marco regulatório do setor de petróleo no Brasil não causaria qualquer mudança nas operações da Petrobras, informou o presidente da estatal, José Sergio Gabrielli.

"Nos nossos planos não muda nada", afirmou ele ao ser questionado por repórteres sobre a possibilidade cada vez mais forte de que a matéria fique para ser avaliada apenas no ano que vem pelos parlamentares.

A Petrobras já possui um grande plano de investimentos para o período até 2014, que ainda será incrementado pelos trabalhos de exploração das reservas de 5 bilhões de barris que foram cedidas pela União à empresa em uma troca indireta por ações durante a capitalização.

Segundo Gabrieli, no entanto, "para o Brasil seria importante aprovar logo o marco". Oficialmente, o governo e seus líderes no Congresso sustentam a expectativa de aprovar neste ano o marco regulatório do pré-sal.

Mas, com o Orçamento de 2011 ainda em discussão e o ambiente já contaminado pela disputa pela presidência da Câmara e do Senado, articuladores do governo admitem que a votação das novas regras do setor petrolífero pode ficar para o ano que vem.

O projeto que cria o fundo social do pré-sal e estabelece o sistema de partilha da produção está parado desde julho na Câmara. Junto com essas duas propostas está ainda a emenda do senador Pedro Simon (PMDB-RS) que prevê uma distribuição mais equitativa entre os Estados da Federação dos royalties pagos pelas petroleiras.

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- Petrobras vendeu ações em setembro, sim! - http://compromissoconsciente.blogspot.com/2010/10/voce-que-comprou-acoes-da-petrobras-em.html

- Petróleo é "Bilhete Premiado"? - http://compromissoconsciente.blogspot.com/2010/10/petroleo-bilhete-premiado.html

- "Não fazemos a conta desta forma! Petrobras "Salva"! - http://compromissoconsciente.blogspot.com/2010/10/nao-fazemos-conta-dessa-forma-petrobras.html

- Noruega em águas profundas no Brasil - http://compromissoconsciente.blogspot.com/2010/11/noruega-em-aguas-profundas-no-brasil.html

- Mentiram prá você, meu! - http://compromissoconsciente.blogspot.com/2010/10/mentiram-pra-voce-meu.html

- Manobra do governo vira festa! - http://compromissoconsciente.blogspot.com/2010/10/hoje-e-festa-la-no-meu-ape-pode-chegar.html

- E quando os "lá-de-fora" descobrirem a manobra? - http://compromissoconsciente.blogspot.com/2010/10/e-quando-la-fora-descobrirem-manobra.html

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sábado, 30 de outubro de 2010

SE "PARTIDO" FOSSE BOM, NÃO SERIA "PARTIDO" SERIA "UNIDO"!!!


SE "PARTIDO" FOSSE BOM, NÃO SERIA "PARTIDO" SERIA "UNIDO"!!!
Marise Jalowitzki





Utilizar as boas práticas e dar andamento ao que foi iniciado e não concluído na gestão anterior, independente de qual "partido" é, no mínimo, ação de inteligência, ação de respeito com o nosso dinheiro. Sim, pois a expressão "dinheiro público" é o que? Dinheiro que foi arrecadado através dos impostos que nós pagamos aos governos!! Que é o gerador dos altíssimos salários que os parlamentares ganham.




Claro, SE "PARTIDO" FOSSE BOM, NÃO SERIA "PARTIDO" SERIA "UNIDO"!!! Ou, no mínimo, REPARTIDO, no sentido de compartilhar. Assim, não, apenas é uma parte, separada do todo, um pedacinho, sectarizado, diferenciado. Bem ao estilo de nosso mundo moderno, onde todos sabem pouco ou muito de um pedacinho, de uma especialização, ou seja, sabemos pouco ou muito de quase nada!


Embrulhone? Pois é! Não é que é mesmo?

Certa vez Roberto Crema, da Universidade Holística de Brasília comentou: "Especialista é aquele que sabe quase tudo de quase nada!" E se acham!


Na Medicina, olham o joelho pelo joelho, o braço pelo braço, o ouvido pelo ouvido. O paciente não é nem considerado um ser que se movimenta quando vai ser examinado pelo especialista. É "o joelho"! "Manda o joelho!" Você ri? Vá a um hospital de clínicas e pergunte como é que são chamados os pacientes para averiguação, exames e perícias...




Na Política não é diferente. Tudo Partido! Como pode dar certo? Cada um separado do todo, cada um (pior) puxando para o "seu" lado, que é sempre um lado diferente do outro "partido". Diferença ressentida.

Mesmo que cada grupo tenha idéias diferentes, até mesmo divergentes, discordantes, sobre a maneira de ver e abordar um ou outro aspecto da vida social, isso NÃO PODE impedir que os objetivos maiores sejam alcançados! Os políticos são eleitos para REPRESENTAR quem os elegeu e é a eles (povo) que devem atender, ou não??


Entretanto, nos "partidos" pessoas são treinadas e desenvolvidas para ver defeitos [nos outros "partidos"], apontar defeitos [nos outros "partidos"], descobrir - e, por vezes, inventar e aumentar defeitos [nos outros "partidos"]. Bando de partidos! Pobres partidários! Um partidário é um adepto de um partido... triste corredor... um pedacinho acreditando em um pedaço um pouco maior!

Fica perdido o foco, a meta, o objetivo. Interessa mostrar quem é o maior, o mais forte, o mais poderoso, o mais influenciador!...


E mesmo que alguém desses "alguéns", com qualidades e defeitos como todos os seres humanos, mesmo que esse alguém faça alguma coisa boa, por muito tempo, mas muito tempo mesmo, tudo que o "partido" posterior ao "partido" anterior fez, foi denegrir, afundar, tornar inexistente, para que ninguém mais fizesse sequer alusão a esse feito. Assim, por exemplo, aconteceu com prédios e prédios construídos com o nosso dinheiro público, destinados (e utilizados) como escolas de turno integral, quando o outro "partido" assumiu, fechou todos eles, descartou a possibilidade de continuidade. Foi o caso dos Cieps. Obras em fase de conclusão ficaram abandonadas por este país a fora, simplesmente por não fazerem parte do programa do "partido" que estava, nessa ou naquela ocasião, no trono. Obras gigantescas, que se perderam, que foram abandonadas, invadidas pelos matagais. Nosso dinheiro.


Todos sabem disso. Todos já falaram ou ouviram falar nisso. Poucos, pouquíssimos, são os políticos que, de uns 4 anos para cá, ousam declarar abertamente: vamos incorporar tal programa em nosso governo. São as chamadas "coligações" que, "minutos antes" se xingam pra caramba e, pouco depois, estão unidos e abraçados, sorrindo.... confundindo o eleitor que ainda quer acreditar!


Utilizar as boas práticas e dar andamento ao que foi iniciado e não concluído na gestão anterior, independente de qual "partido" é, no mínimo, ação de inteligência, ação de respeito com o nosso dinheiro. Sim, pois a expressão "dinheiro público" é o que? Dinheiro que foi arrecadado através dos impostos que nós pagamos aos governos!! Que é o gerador dos altíssimos salários que os parlamentares ganham.


Enquanto a filosofia for a de "partido" estaremos sempre aos pedaços, perdidos em meio à confusão de idéias. Ideologias (estudo de idéias) só servem quando estiverem a serviço do bem comum.

E, para saber o que o bem comum, isto é, a sociedade, isto é, NÓS, para saber o que NÓS pensamos, faz-se necessário ouvir-nos, não é mesmo? Básico! Como saber o que queremos se não tivermos voz? Se não houver quem nos escute? Quem queira escutar e considerar nossas vontades?


Unidos por grandes causas, aí, sim, haverá Progresso Sustentável.


O discurso de todo político é sempre o mesmo: Saúde, Educação, Moradia, Segurança, não necessariamente nesta ordem. Você e eu também já decoramos essas palavras, até porque elas simbolizam a infra estrutura de todas as vidas.



Unir discurso à ação continuada, independente de quem está "assinando embaixo" NAQUELE MOMENTO/GESTÃO, esta é a grande tacada! Com foco em resultados e não em egolatrias, aí, sim, poderemos falar em Desenvolvimento!

EU ACREDITO QUE É POSSÍVEL MUDAR, EU ACREDITO QUE UM BRASIL DE RESPEITO E SUSTENTABILIDADE É POSSÍVEL!



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