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sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

A última noite de um amigo

Lidando com a impotência (Foto: Marise Jalowitzki - Arquivo Pessoal)




Marise Jalowitzki

Mundo hipócrita que não quer falar dos fatos do jeito que são, sendo que cada cidadão enche sua cabeça com o que quiser, com este monte de filmes horríveis que estão sempre disponibilizados em qualquer canal. E geralmente tudo tão assustador e exacerbado - "Ah! Mas daí é ficção!". 

Hipocrisia! Como se não soubessem o quanto os filmes, as séries, as reportagens, as novelas influenciam as massas e são responsáveis por tantos fatos de igual teor que acontecem sempre, em todas as áreas. Pro Bem, como pro sofrimento. 

Mas, falar de fatos reais, de situações que realmente envolvem o sentimento e a problemática das relações humanas, o não saber fazer, e... Sabe-se lá o que é o certo, né? - isto considero libertador, esclarecedor, e, de quebra, pode ajudar a muitos.

Então, quero abordar isso hoje, nesta época sazonal de final do primeiro mês do ano.




Lembranças que chegam sem aviso

Quero dizer que, em pleno movimento de me aprontar para sair, agora de tarde, me vieram lembranças que a gente não sabe porque chegam assim sem aviso. Eu tenho anos de psicodrama, então, podem, sim, ser coisas do processamento cerebral, da gente mesmo; pode ser também ondas advindas da pessoa que já se foi, a energia prânica, dela, que veio se manifestar... sei lá, acho que nunca, nós, que estamos aqui, saberemos direito, nem poderemos afirmar cem por cem, o que é que acontece."

Mas, agora de tarde, nesta sexta-feira bem quente, recebi esta...esta solução, digamos assim: “Não, não tava na tua mão nada que pudesse frear o que estava por vir, tu foi sim, pró-ativa, tu te disponibilizou... e tu não conseguiu! Ponto. Como ele também não conseguiu".
Então, quero só dizer que... que é isso...! Né? Cada um faz aquilo que pode.
Este não é uma ponderação sobre ações e, sim, uma reflexão de aceitação.


Uma época de sombras

Estávamos nos meses finais do pós ditadura, o país se preparando para as Diretas, Já! - todos embalados por um sentimento de libertação, os brados ardorosos do Ulisses Guimarães. 

Eu chefiava uma seção de informação para faturamento, em uma empresa de economia mixta onde trabalhava. Havia muitos erros no preenchimento dos formulários, o que demandava mais tempo para processar (manualmente, com o auxílio de uma máquina contabilizadora). Também sabia que o clima organizacional daqueles trabalhadores era bem ruim, com punições e suspensões seguidas. Com humilhações públicas que eu mesma presenciara, sem que ninguém tomasse uma providência junto à gerência que, mais tarde, tive a certeza que era conivente com os maus tratos.

Resolvi que, pelo bem de meus funcinários e também por aqueles que trabalhavam na operacional, algo tinha de ser feito. Peguei a pasta com os documentos de normatização e instruções de preenchimento, levei o assunto para meu gestor direto e pedi autorização para, após o meu expediente, comparecer na área deles, no horário de intervalo deles, e lermos juntos os documentos básicos, tirando todas as dúvidas possíveis. Ele concordou e eu fui.

Foi assim que começou a minha trajetória, digamos, 'popular' entre a área operacional daquele grande centro de coleta e distribuição. Claro que a notícia logo se espalhou. E quando irrompeu um movimento nos centros de distribuição do centro e nos setores de telecomunicações (também no centro da capital), logo me instigaram a participar do movimento, representando-os. Primeiramente não quis ir, mas, depois, senti que este momento tinha de ser enfrentado e vivido.

Em outro post talvez me decida a abrir um tanto deste episódio tão significativo em minha vida, onde entrei 'meio no susto' e que foi uma experiência muito forte. 

Bem, só posso dizer que vivemos momentos muito densos, muito tensos naqueles meses. Todo o ambiente estava coagido, mil olhos, muita censura, muitas ameaças e insinuações. De todos os tipos.

Naquela noite, sem nenhum aviso, eu sozinha em casa (por sorte havia levado minha filha para dormir na casa da avó), apertou o interfone um amigo nem tão próximo, que eu conhecera só pelas reuniões e encontros. Vou chamá-lo aqui de Vinicius. Queria falar comigo. Disse que era importante.

Eu me preocupei um tanto em deixá-lo entrar. Uma, por eu estar sozinha, ser noite. Outra, pelo que os vizinhos iriam dizer... Sim, eu recebi umas duas vezes um grupo de colegas do movimento paredista para estudarmos ações, mas era um grupo. Todos entraram e saíram ao mesmo tempo.


As pressões no trabalho


Decidi que o deixaria entrar. Vinícius estava calmo, uma 'calmeza' quase apática, pensei que estivesse meio drogado. Sentou no sofá, eu em frente a ele, começou a falar das pressões que estava recebendo de seu chefe imediato, que todos sabíamos ser um ditador, um humilhador, um arrogante feroz (que vontade de escrever seu nome completo aqui!).

Eu escutava e intervinha, também, pedindo, o tempo todo, que ele mantivesse a calma e persistisse. Apontou para a sandália que estava usando, mostrando as várias e grandes bolhas que tinha nos pés. E que queria ter ido ao médico e o chefe não deixou, obrigando-o a usar o vulcabrás pesado que fazia parte do uniforme. Ele não conseguia andar tão rápido, pela dor das bolhas que estouravam e esfregavam, aumentando ainda mais as feridas. Havia recebido ameaça de demissão caso não conseguisse "deixar o serviço em dia". 

Pedi novamente que tivesse calma. Que, quando a turbulência era por demais, talvez fosse um sinal para ele sair deste emprego, ele, que era um rapaz muito bonito, boa compleição física, sorriso aberto, bom, poderia candidatar-se a modelo. Tantas outras coisas.


A traição da noiva


Ele ouvia, sorriso meio bobo, desesperançado. Quando resolveu falar de novo, apareceu a dor mais atroz: sua noiva havia desfeito o noivado, assim, sem mais nem menos, dizendo-se apaixonada por um conhecido de ambos, morador da janela em frente, no prédio vizinho ao que ele morava. E, pior: na noite anterior, ao chegar em casa, a janela do vizinho-ex-amigo estava escancarada e ele (vizinho) e a ex-noiva estavam fazendo sexo "às ganha!" (expressão nossa, da época, e que significa "furiosamente"). Ele disse que não queria mais voltar pra casa. Que não sabia o que estava sentindo ao certo. Que não tinha mais rumo.

Falei tanto, aconselhei o melhor que pude, oferece chazinho, coloquei minha mão em seu ombro. Tentei reforçar sua auto estima, comentei de meus momentos cruciais já vividos e do quanto, depois de um tempo, aquilo tudo se dissolve, ou, pelo menos, diminui de intensidade. Sugeri que não fosse ao trabalho no outro dia, que fosse ao médico, que avaliasse a possibilidade de sair do emprego. Dar um tempo. Talvez ir morar com a mãe por uns meses, ou na casa de alguém conhecido. Até melhorar.

Foi quando me disse que havia uma arma em sua mochila.
Eu tentei dissimular o mais que pude, pois aquilo mostrava o descontrole emocional em que ele estava. Temi por ele, temi por mim, pensei em minha filha, no quanto estava exposta. Sozinha. Em segundos chamei meu Anjo-da-Guarda (ou o nome que se quiser dar quando se invoca uma Força Extra) e procurei manter a calma.

Comentei o quanto ele deveria repensar sobre isto. Que agora ele estava sofrendo muito, e com toda a razão, pois o mundo estava ruindo e ele dentro, mas que era nestes momentos que a gente tem de manter a cabeça fria. Que ela não merecia, pelo que fez a ele, que agora ele tentasse revidar com violência pois, sim, poderia dar cabo da moça e do novo companheiro, mas - ponderei - "e a tua vida? Também vai estar destroçada, pois, ao invés de um futuro promissor, cadeia!" 


A última noite de um amigo


"Um novo amor sempre se encontra", ponderei. Um novo emprego, nas tuas condições, também! É uma idade de muitas possibilidades, usa a cabeça, meu amigo!" 

Ele estava titubeante. Continuava desorientado. Já estava ficando tarde. Pensei em convidá-lo para dormir em minha casa. Receei que ele tentasse sexo comigo, ou me apontasse a arma no meio da madrugada (que já estava adiantada). 

Não convidei para ficar. 

Ficamos em silêncio por um tempo.

Ele se levantou, devagarinho, silencioso. Pegou sua mochila, colocou em um dos ombros e foi se dirigindo à porta. Tenho de confessar que, internamente, eu estava meio aliviada. Pensei que havia conseguido dissuadi-lo a não matar a ex, nem o novo companheiro dela. 

Ele foi indo pelo longo corredor, devagar. Apertei sua mão, dei uma abraço. Pedi que mantivesse a calma. Que iria vê-lo no seu local de trabalho no outro dia pela manhã, apesar da proibição que eu havia recebido de 'não pisar mais lá'. Que ele era meu amigo. E que era importante tê-lo como amigo. 

Ele foi descendo as escadas, eu fiquei em cima, olhando. Ele parou, me olhou longamente, eu disse ainda: "Por mais que um amor, hoje, seja importante, há um outro esperando pra te conhecer. Por amor não se morre."

Desejei Felicidades e disse: "Até amanhã!" Ele só continuou com aquele sorrisinho bobo, desolado, triste. Entrei em minha casa. Agradeci à Força Divina por eu estar a salvo, por minha filha continuar a ter mãe, rezei muito, muito, por ele, para que tivesse Luz, para que sossegasse seu coração tão ferido.

No outro dia, mal cheguei à minha sala, veio um colega dele e avisou: "O Vinicius se matou! Um tiro na orelha!"

Chorei muito.

Sensação de impotência geral.


Seguindo em frente


Ainda hoje me machuca bastante todo este episódio. E tantos outros, vividos nesta minha longa vida. Queria que as coisas fossem diferentes. Mais amenas. Mais saudáveis. Mais alegres.

Este querido amigo não conseguiu ultrapassar os momentos difíceis daqueles tempos. Sim, poderia haver outros mais lá na frente (pois assim é a vida!), mas haveria tantos momentos felizes, também!!

Se estivesse ainda aqui, seria um homem já maduro (ele tinha creio que uns 5 anos a menos que eu, era seu primeiro emprego). 

E talvez, se ainda mantivéssemos contato, poderíamos sorrir, lembrando, e erguer um brinde à persistência dele, à resiliência, tão necessária, para enfrentar desafios e lutas, mesmo quando parece tudo terminar na próxima esquina. 

Não termina. E pode mudar pra melhor.

Fica a lembrança doída, pois sempre tem alguém que se importa.

Fica a tentativa de que mais pessoas façam o seu possível para ajudar o outro. Ainda que não consigam. Algumas vezes dá certo. E é assim, de tentativa em tentativa, que se vai conseguindo.

Fica a certeza de que viver vale a pena, que não se deve desistir, que o peso de hoje fica mais leve amanhã, que a auto estima p-r-e-c-i-s-a  ser aumentada e validada todos os dias.

Fica a certeza que sempre há quem nos ama! Sempre!








 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano.






terça-feira, 3 de dezembro de 2019

4 ervas que aumentam a concentração e protegem o cérebro da depressão, ansiedade e doença de Alzheimer


"Há uma tendência crescente no uso de fitoterápicos, em vez de medicamentos, por isso é hora de dar mais atenção à aplicação do ginseng, o avô das plantas medicinais, das ciências básicas ao leito dos pacientes." NCBI - National Center for Biotechnology Information - Centro Nacional de Informação Biotecnológica - 2019 -   https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30513224


A medicina funcional, que usa fitoterápicos e-ou homeopatia, está sendo exercida principalmente por médicos formados pela medicina convencional (alopatia), QUE MIGRAM para novas formações e especializações, seja em MA - Medicina Antroposófica, MTC - Medicina Tradicional Chinesa, Naturopatia, etc.. Os resultados estão sendo cada vez mais promissores aos que se dispõem a não mais conviver pura e simplesmente com a medicação alopática, que é boa, sim, para situações de emergência (como os antibióticos, por exemplo), mas não para uso prolongado, pelo efeitos colaterais que traz.

Este post (bem como este blog) em nenhum momento aconselha abandonar o tratamento alopático que vem sendo usado, principalmente no que concerne ao uso de psicotrópicos, os famosos 'tarjados'. O que está sendo sugerido é procurar um médico destas outras medicinas e, com o devido acompanhamento, ir usando, conjuntamente, os fitoterápicos, espaçando as doses e, muitas vezes, obtendo o desmame dos medicamentos alopáticos, especialmente das drogas psicotrópicas, que causam dependência e tem efeitos colaterais danosos. 





Por David Wolfe (Em tradução livre de Marise Jalowitzki)

"Com todo o estresse com o qual lidamos no dia a dia e o fluxo constante de informações para o cérebro, às vezes, nossa mente pode precusar de um pequeno impulso. Quando se trata de saúde do cérebro, a natureza nos forneceu alguns dos melhores remédios. Existem várias ervas que têm o poder de reduzir o estresse e a ansiedade, protegendo nosso cérebro da demência e fornecendo outros benefícios surpreendentes à saúde de nossa mente, incluindo aumento da memória, foco e desempenho cognitivo. Se o seu cérebro precisa de um impulso, considere um remédio herbal natural que lhe é fornecido pela natureza."

Aqui estão quatro ervas que podem proteger seu cérebro:

1. Ginseng



"Estudos mostraram que o Ginseng é capaz de melhorar o humor e a função mental para ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade. O ginseng também tem a capacidade de estimular as células do cérebro e melhorar a concentração. Um estudo descobriu que o ginseng pode funcionar como um tratamento natural da doença de Alzheimer. Os pesquisadores também descobriram que o ginseng possui poderosas propriedades anticâncer. Tem a capacidade de inibir o crescimento do tumor, o que sugere que ele pode funcionar como um tratamento natural do câncer." Estudos continuam.

Em 2019, os resultados de um novo estudo com Ginseng foi publicado, desta vez em relação ao AVC, isquemia cerebral global; hemorragia intracerebral; oclusão da artéria cerebral média; MCAO permanente; hemorragia subaracnóide; MCAO transitório.  Outro estudo, também de 2019: Ginseng no tratamento a AVC, Mal de Alzheimer, Mal de Parkinson


2. Ginkgo Biloba




"Como uma das espécies mais antigas de árvores vivas, o Ginkgo Biloba tem sido usado há séculos para tratar muitos problemas de saúde, incluindo fluxo sanguíneo deficiente e memória insuficiente. Também foi demonstrado que ajuda pacientes com demência aumentando o fluxo de oxigênio para o cérebro. O Ginkgo Biloba suporta células nervosas afetadas pela demência e pode ser benéfico na prevenção da doença de Alzheimer, graças aos antioxidantes que ela contém que combatem os radicais livres. Acredita-se que os flavonóides e terpenóides no Ginkgo Biloba ajudem a reduzir as chances de doenças cardíacas, câncer e Alzheimer."



3. Alecrim



"Um dos primeiros usos documentados de Alecrim (Rosemary, em inglês) foi como estimulante cognitivo. É capaz de aumentar a retenção de memória, melhorar a memória e aumentar o foco. A capacidade do Alecrim de estimular a atividade cognitiva pode ajudar a reduzir o risco de Alzheimer ou demência. O aroma doce de alecrim tem sido associado à melhora do humor e ao alívio do estresse naqueles que sofrem de ansiedade crônica ou desequilíbrios hormonais."

N.B.: Como em todas as recomendações, fica o alerta para o acompanhamento com um médico da medicina funcional (natural), que atente para a alimentação, combustível básico para nosso corpo e manutenção da saúde. Em um Grupo que mantenho no Facebook, uma mãe diz que usou "por conta" o Alecrim em seu menino pequeno (não especificou a dose). Ele teve refluxo, vomitando.Cada corpo tem suas próprias reações e é preciso observar estas reações, coisa que o médico especialista pode e deve fazer.


4. Hortelã-pimenta



"A hortelã-pimenta contém um fitonutriente conhecido como monoterpeno. Estudos em animais mostram que esse fitonutriente tem a capacidade de interromper o crescimento de tumores pancreáticos, mamários e hepáticos. Também foi demonstrado que ajuda a proteger contra o câncer no cólon, pele e pulmões. Os pesquisadores descobriram que o cheiro e o sabor da hortelã-pimenta podem ter efeitos profundos na função cognitiva. Estudos demonstraram que a hortelã-pimenta aumenta o estado de alerta, memória, resolução de problemas, julgamento e atenção."

Pessoalmente, costumo comer uma a duas folhinhas de hortelã pela manhã, cru, por vezes em jejum.

Transcrição (o que está entre aspas ("  ") : https://www.davidwolfe.com/4-herbs-protect-brain-depression-anxiety-alzheimers/
Em tradução livre por Marise Jalowitzki)


Fontes:

NCBI - National Center for Biotechnology Information -
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18580589 (Gingseng - Panax)

NCBI - National Center for Biotechnology Information - (Gingseng - Panax - 2019)
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30513224

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22780999 (Gingseng - Panax - 2012)

Dr. Axe - https://draxe.com/nutrition/ginseng-benefits/ (Benefícios do Gingseng)

The Healthy Food - http://thehealthy-food.com/4-herbs-that-can-protect-your-brain-from-alzheimers-depression-anxiety-and-more/ (4 ervas p melhorar a cognição-memória)

Organic Facts - https://www.organicfacts.net/health-benefits/herbs-and-spices/rosemary.html (Alecrim)

The World’s Healthiest Foods - http://www.whfoods.com/genpage.php?tname=foodspice&dbid=102 (Hortelã-pimenta)

Natural Society - https://naturalsociety.com/mint-scent-improve-brain-cognition-memory/ (Hortelã-pimenta)


O ginseng processado a quente melhora a função cognitiva em pacientes com doença de Alzheimer moderadamente grave

Heo JH, Lee ST, Chu K, Oh MJ, Park HJ, Shim JY, Kim M.

Abstrato
OBJETIVOS:
Foi relatado que o ginseng melhora a função cognitiva em animais e em indivíduos saudáveis ​​e com problemas cognitivos. Neste estudo, investigamos a eficácia de uma forma de ginseng processada a quente que contém ginsenosídeos mais potentes do que o ginseng cru no tratamento de comprometimento cognitivo em pacientes com doença de Alzheimer moderadamente grave (DA).

MÉTODOS:
Quarenta pacientes com DA foram randomizados em um dos três grupos de doses diferentes ou no grupo controle da seguinte maneira: 1,5 g / dia (n = 10), 3 g / dia (n = 10) e 4,5 g / dia (n = 10) grupos ou controle (n = 10). A Escala de Avaliação da Doença de Alzheimer (ADAS) e o Mini-Exame do Estado Mental (MEEM) foram utilizados para avaliar a função cognitiva por 24 semanas.

RESULTADOS:
Os grupos de tratamento mostraram melhora significativa no MMSE e no ADAS. Pacientes com grupo de dose mais alta (4,5 g / dia) apresentaram melhorias no escore ADAS cognitivo, ADAS não cognitivo e no MEEM, já em 12 semanas, o que se manteve por 24 semanas de acompanhamento.

DISCUSSÃO:
Esses resultados demonstram a potencial eficácia de uma forma de ginseng processada termicamente na função cognitiva e nos sintomas comportamentais em pacientes com DA moderadamente grave.

PALAVRAS-CHAVE:
Doença de Alzheimer; Conhecimento; Ginseng



Heat-processed ginseng enhances the cognitive function in patients with moderately severe Alzheimer's disease.

Abstract

OBJECTIVES:

Ginseng has been reported to improve cognitive function in animals and in healthy and cognitively impaired individuals. In this study, we investigated the efficacy of a heat-processed form of ginseng that contains more potent ginsenosides than raw ginseng in the treatment of cognitive impairment in patients with moderately severe Alzheimer's disease (AD).

METHODS:

Forty patients with AD were randomized into one of three different dose groups or the control group as follows: 1.5 g/day (n = 10), 3 g/day (n = 10), and 4.5 g/day (n = 10) groups, or control (n = 10). The Alzheimer's Disease Assessment Scale (ADAS) and Mini-Mental State Examination (MMSE) were used to assess cognitive function for 24 weeks.

RESULTS:

The treatment groups showed significant improvement on the MMSE and ADAS. Patients with higher dose group (4.5 g/day) showed improvements in ADAS cognitive, ADAS non-cognitive, and MMSE score as early as at 12 weeks, which sustained for 24-week follow-up.

DISCUSSION:

These results demonstrate the potential efficacy of a heat-processed form of ginseng on cognitive function and behavioral symptoms in patients with moderately severe AD.

KEYWORDS:

Alzheimer disease; Cognition; Ginseng
PMID:
  
22780999
  
DOI:
  
10.1179/1476830512Y.0000000027



As pesquisas com Gingseng continuam:

Em 2018, um estudo demonstrou resultados em situações de fadiga, sudorese, hipertensão. 
"Nossa revisão mostrou algumas evidências da utilidade do ginseng, o que sugere que ele tem potencial para ser usado no tratamento de sintomas relacionados à idade e fragilidade, como fadiga e hipertensão." (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30705884)


Ginseng e AVC

Em 2019, os resultados de um novo estudo com Ginseng foi publicado, desta vez em relação ao AVC, isquemia cerebral global; hemorragia intracerebral; oclusão da artéria cerebral média; MCAO permanente; hemorragia subaracnóide; MCAO transitório

 2019 Apr 24;13:294. doi: 10.3389/fnins.2019.00294. eCollection 2019.

Eficácia e Mecanismo do Panax Ginseng no Curso Experimental.
Liu L1, Anderson GA1, Fernandez TG1, Doré S1,2.
Informação sobre o autor
1
Departamento de Anestesiologia, Centro de Pesquisa Translacional em Doenças Neurodegenerativas e McKnight Brain Institute, Universidade da Flórida, Gainesville, FL, Estados Unidos.
2
Departamentos de Neurologia, Psiquiatria, Farmacêutica e Neurociência, Universidade da Flórida, Gainesville, FL, Estados Unidos.

Abstrato
O AVC é uma das principais causas de morte e incapacidade a longo prazo em todo o mundo. No entanto, abordagens terapêuticas eficazes ainda são limitadas. A interrupção do suprimento sanguíneo desencadeia eventos temporais e espaciais complicados que envolvem alterações hemodinâmicas, bioquímicas e neurofisiológicas, levando a distúrbios patológicos e diversos sintomas clínicos. O ginseng (Panax ginseng), uma erva popular distribuída no leste da Ásia, tem sido amplamente utilizada como suplementos medicinais e nutricionais para uma variedade de distúrbios em todo o mundo. Nos últimos anos, o ginseng mostrou efeitos benéficos atraentes em distintos distúrbios neurológicos, incluindo acidente vascular cerebral, envolvendo múltiplos mecanismos de proteção. Neste artigo, revisamos a literatura sobre estudos de ginseng no campo experimental do AVC, enfocando particularmente as evidências in vivo sobre a eficácia preventiva ou terapêutica e os mecanismos do ginseng e ginsenosídeos em vários modelos de AVC de camundongos e ratos. Também resumimos a eficácia e os mecanismos subjacentes ao ginseng e aos ginsenosídeos nos resultados de acidente vascular cerebral a curto e longo prazo.

PALAVRAS-CHAVE:
ginsenosídeos; isquemia cerebral global; hemorragia intracerebral; oclusão da artéria cerebral média; MCAO permanente; hemorragia subaracnóide; MCAO transitório
(https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/31068769)



Este também é de 2019: Ginseng no tratamento a AVC, Mal de Alzheimer, Mal de Parkinson

Potencial terapêutico do Panax ginseng e seus constituintes, ginsenosídeos e gintonina, em distúrbios neurológicos e neurodegenerativos: uma revisão de patentes.
Rajabian A1,2, Rameshrad M3, Hosseinzadeh H3,4.

Informação sobre o autor

1 - Centro de Pesquisa Farmacológica de Plantas Medicinais, Faculdade de Medicina, Universidade de Ciências Médicas Mashhad, Mashhad, Irã.

2 - Departamento de Farmacologia, Faculdade de Medicina, Universidade de Ciências Médicas Mashhad, Mashhad, Irã.

3 - Centro de Pesquisa Farmacêutica, Instituto de Tecnologia Farmacêutica, Universidade de Ciências Médicas Mashhad, Mashhad, Irã.

4 - Departamento de Farmacodinâmica e Toxicologia, Escola de Farmácia, Universidade de Ciências Médicas de Mashhad, Mashhad, Irã.

Abstrato
INTRODUÇÃO:
O ginseng, Panax ginseng, tem sido usado para várias doenças e comprovou sua grande eficácia no gerenciamento de doenças do sistema nervoso central.

ÁREAS COBERTAS:
Este artigo cobre o potencial terapêutico das patentes do ginseng e de seus constituintes ativos para desenvolver terapias para distúrbios neurodegenerativos e neurológicos, desde 2010. A revisão da literatura foi fornecida usando vários mecanismos de pesquisa, incluindo Google Patent, Espacenet e US Patent no campo de doenças neurodegenerativas, Doença de Alzheimer, doença de Parkinson, distúrbios cognitivos e neurológicos.

OPINIÃO DE UM 'EXPERT:
Os dados coletados representaram méritos notáveis ​​do ginseng no tratamento de distúrbios neurodegenerativos e neurológicos. Esses efeitos foram mediados por neurogênese, propriedades anti-apoptóticas e antioxidantes, inibição da disfunção mitocondrial, canais Ca2 + operados por receptores, agregação beta amilóide e ativação microglial, bem como modulação de neurotransmissores. No entanto, estes compostos têm aplicação clínica limitada para a prevenção ou tratamento de distúrbios neurodegenerativos e neurológicos. Isso pode dever-se a dados incompletos sobre suas propriedades clínicas farmacocinéticas e de toxicidade e a investimentos econômicos limitados. Há uma tendência crescente no uso de fitoterápicos, em vez de medicamentos, por isso é hora de dar mais atenção à aplicação do ginseng, o avô das plantas medicinais, das ciências básicas ao leito dos pacientes.

PALAVRAS-CHAVE:
Doença de Alzheimer; Panax ginseng; Mal de Parkinson; Patente; ginsenosídeo; neuroprotective
PMID:
  
30513224
  
DOI:
  
10.1080/13543776.2019.1556258

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Setenta por cento das Pessoas que usam Antidepressivos Não têm Depressão, diz Estudo






Por Mike Barrett
(em tradução livre)

Se as vendas de antidepressivos como Zoloft, Lexapro ou Prozac nos dizem alguma coisa, é que a depressão está dominando o mundo. Entretanto, uma nova pesquisa questiona a validade de grande parte dessas vendas.
O estudo descobriu que a maioria dos indivíduos que usam os antidepressivos – cerca de 70% – não apresentam os sintomas de um episódio de depressão severa o suficiente (depressão clínica) que justifique o diagnóstico dessa medicação.
Além disto, os antidepressivos também são receitados para outras doenças psiquiátricas. A mesma investigação concluiu que 38% das pessoas usam esses medicamentos para transtorno obsessivo-compulsivo, ansiedade ou outras fobias, concluindo que o antidepressivo muitas vezes é receitado para pessoas que não apresentam os sintomas da depressão clínica.
O estudo publicado no The Journal of Clinical Psychiatry, relata: “Nossos dados indicam que os antidepressivos são comumente prescritos na ausência de indicações baseadas em evidências claras “.




Vários estudos têm mostrado que muitos indivíduos que usam antidepressivos não têm histórico atual ou tempo de vida de transtornos mentais. No entanto, estudos recentes sugerem que a avaliação retrospectiva única de transtornos mentais comumente usada em tais estudos pode substancialmente subestimar a verdadeira prevalência ao longo da vida de transtornos mentais. Examinamos a prevalência de transtornos mentais, avaliados prospectivamente em múltiplas entrevistas, entre indivíduos que atualmente utilizam antidepressivos em uma amostra comunitária.
... Conclusões: Muitas pessoas para as quais são prescritos o uso de medicamentos antidepressivos podem não preencher os critérios para transtornos mentais. Nossos dados indicam que os antidepressivos são comumente usados na ausência de indicações claras baseadas em evidências ".

Há alguns anos, a Universidade Harvard realizou um estudo para reiterar o que muitos profissionais de psicologia já sabem: muitas pessoas estão viciadas em antidepressivos. A maioria utiliza esses remédios apenas para melhorar o humor e se sentirem melhor.
O aumento na venda de antidepressivos assusta os especialistas, nas últimas décadas foi de aproximadamente 400%.
antidepressivo se tornou popular (Prozac, Celexa, Effexor, Paxil e Zoloft são usados como se fossem doces, em uma tentativa de melhorar o humor e se sentir melhor),  embora estudos clínicos sugerem que há inúmeros métodos naturais que as pessoas podem recorrer sem se preocuparem com os efeitos colaterais causados por estas drogas.
Infelizmente, estamos enfrentando uma evidente parceria que existe entre os membros da comunidade psiquiátrica. Um estudo sobre o painel de membros da “Bíblia da Psiquiatria”, mais conhecida como Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, demonstrou que dos 170 membros que produziram os critérios do DSM-4 (publicado em 1994), 56% tinham vínculos financeiros com empresas farmacêuticas. Isto incluía o financiamento de pesquisas, consultorias e pagamentos por palestras.
Quando olhamos para os membros dos painéis convocados para elaborar o DSM-5, esse interesse e influência parece ter aumentado. Cerca de 70% dos membros da força-tarefa relataram relações com a indústria farmacêutica – um aumento de 14% em relação ao DSM-4.


A indústria farmacêutica é uma das mais rentáveis do mundo (dados de 2017) – com vendas globais alcançando US$ 400 bilhões por ano. A indústria é impulsionada pelo imperativo econômico para manter lucros elevados através de manutenção e da expansão contínua de seus mercados. E o DSM desempenha uma função importante nesse processo expandindo a lista de categorias de diagnóstico a cada nova edição.

Isso permite que os psiquiatras diagnostiquem infelicidade como doença e prescrevam medicamentos para um número crescente de pessoas vulneráveis.
Precisamos levar a angústia relatada por todos a sério, pois às vezes a ajuda medicinal é realmente necessária. Mas também precisamos questionar a crescente “patologização” da infelicidade cotidiana, pois ela fornece um mercado para a indústria farmacêutica e legitima o controle psiquiátrico.
Natural Society - http://naturalsociety.com/study-70-of-people-on-antidepressants-dont-have-depression/http://naturalsociety.com/study-70-of-people-on-antidepressants-dont-have-depression/



Mike Barrett é o co-fundador, editor e pesquisador da Sociedade Natural. Estudando o trabalho dos principais ativistas naturais da saúde, e escrevendo relatórios especiais para top 10 sites de saúde alternativa, Mike escreveu centenas de artigos e páginas sobre como obter o melhor bem-estar através da saúde natural.





Link deste post, neste blog: https://compromissoconsciente.blogspot.com/2019/12/setenta-por-cento-das-pessoas-que-usam.html









terça-feira, 5 de novembro de 2019

Cuidando do Cuidador - Depressão - Saber aceitar que se trata de uma crise e não forçar a saída do estado



Marise Jalowitzki

Os quadros de depressão precisam ser levados a sério e, felizmente, cada vez mais isto vem acontecendo. É preciso dedicar igual atenção ao cuidador, isto é, a pessoa que atende as pessoas depressivas por ocasião das crises ou nos atendimentos nos centros de atendimento especializados.

Tenho amigos que, mesmo sendo profissionais da saúde, trabalhando em hospitais, ao serem destacados para o acompanhamento dos participantes do CAPS, em alguns meses não aguentaram e tiveram de entrar em licença psiquiátrica.

Quantas vezes o depressivo é um familiar e é você que convive com ele? Importante atentar para a necessidade de preparo para lidar, para nao piorar ainda mais a crise do familiar depressivo, e, ao mesmo tempo, não sobrecarregar a si próprio.

Uma pessoa depressiva pode exercer uma profissão, ou estuda e, de uma hora para outra, sem nenhum motivo aparente, deixa de cumprir seus compromissos, simplesmente não quer sair da cama, ou se arrasta pela casa sem vontade pra nada.

Quem convive com um ente querido com depressão sabe quão difícil se torna este trato diário, quando o outro está apresentando os sintomas da doença. Exige uma sobrecarga emocional do cuidador e, por isto, toda informação pertinente é primordial para saber conduzir as situações aflitivas.
O Brasil sofre uma epidemia de ansiedade. Ansiedade pode levar à depressão e a idéias suicidas e, ainda pior, à consecução do ato. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), nosso país tem o maior número de pessoas depressivas da América Latina. Conviver com um transtorno de ansiedade é desafio diário para 18,6 milhões de brasileiros conforme mostrou a OMS (Organização Mundial da Saúde) recentemente. 

A depressão afeta 12% da população brasileira. A depressão, com ou sem tratamento medicamentoso, tornou-se uma das principais causas dos 11 mil suicídios  registrados anualmente por aqui.



ENTENDIMENTO QUE SE TRATA DE UMA CRISE

Quem se prontifica (ou é direcionado) a ser auxiliativo, geralmente quer que o outro saia deste quadro de sofrimento. O que, porém, nem sempre acontece.
Um dos mitos, em se tratando de quadro depressivo, é tentar (a mais das vezes, sem nenhum sucesso) retirar a pessoa daquele mar de tristeza em que ela está imersa.

Bem mais que dar conselhos vazios, tipo "se eu fosse você", "faça um esforço" ou "sai dessa", o importante é "dar o ombro", mostrar que compreende e está receptivo.

Insistir para que a pessoa reaja, pode piorar o quadro depressivo e, por mais boa vontade que o Cuidador tenha, por mais carinho externado, não raro ele(a) se frustra e também desequilibra emocionalmente.

Importante é permitir que o outro fale, e manter-se em posição de escuta respeitosa, sem interferir. Geralmente o que o outro precisa é apenas desabafar, ainda que sejam as mesmas coisas, situações para as quais nem sempre há solução, como perdas, por exemplo.

Pode ser salutar apontar situações parecidas onde, ao final, tudo deu certo.
O Cuidador tem de ter bem presente que está lidando com uma pessoa portadora de uma doença emocional e que, durante o tempo que durar a crise, vai ser assim. 

E de que muitas vezes não adianta querer oferecer programas legais na intenção de que ela melhore. Nem sempre isto é possível, pois a pessoa em crise simplesmente não consegue sair daquele astral, e o cuidador tem de estar ciente disto. E não ficar chateado, nem se sentir impotente.

É um preparo emocional que precisa ser internalizado, aprendido, para não gerar frustração em si mesmo e não acabar se impacientando com o doente, por mais que o ame.

Deixá-lo o mais confortável possível, dar a mão em sinal de conforto quando estiver muito triste, chorando. Ser companhia. Um chazinho também pode ser um conforto. Uma massagem suave. Um abraço.



IMPORTANTE RELAXAR, SAIR DO ESTADO

O Cuidador, após sentir que pode se afastar (o paciente adormeceu, ou está vendo um programa um tanto mais tranquilo, ou lendo (ou fazendo de conta), etc., deve procurar relaxar.
- Deitar de barriga pra cima.
- Tentar não pensar em nada, ou pensar numa coisa ou serzinho amorável, como um cãozinho dócil e amigo, por exemplo.
- Fechar os olhos e realizar uma breve massagem sobre as pálpebras.
- Aceitar as coisas como elas são (ou estão) é fundamental.
- Ver outro cenário (ou imaginar), onde as coisas estejam mais tranquilas, harmoniosas.
- Pode ouvir uma música calma, preferencialmente instrumental.
- Procurar fixar uma imagem com bastante cor, preferencialmente o amarelo ouro (que evoca o raciocínio lógico) e o roxo (que transmuta a situação de onde ela está para onde a idealizamos).
- Tomar, ele também, um chazinho ou água (preferencialmente morna). Se suportar bem, um café com pouco açúcar (mascavo).
- Se possível, tomar um banho morno ou frio.
- Dizer-se: Não sou super herói (heroína)! Fiz o meu melhor! Amanhã será outro dia!

Ajuda a manter forte e disponível. Sem autopersuasão nem autoconvencimento. Só sentindo e sendo.


PONTOS ONDE BUSCAR AJUDA


Serviços de Saúde e Grupos de Apoio

- CAPS - Centro de Atenção Psicossocial - estão geralmente vinculados à prefeitura do município, operando em locais específicos ou em salas de hospitais.

- Unidades Básicas de Saúde (Saúde da Família, Postos e Centros de Saúde)

- Universidades geralmente também oferecem estes serviços, nos mesmos moldes 

- Neuróticos Anônimos - Grupos que geralmente estão operando em salões paroquiais da Igreja Católica ou em sedes da Cruz Vermelha

CVV - Disque 188
Por meio do telefone 188, o CVV (Centro de Valorização da Vida) oferece apoio emocional a pessoas que querem e precisam conversar, sob sigilo absoluto. As ligações são gratuitas em todo o Brasil e podem ser feitas em qualquer horário, todos os dias.
Emergência
SAMU 192, UPA, Pronto Socorro e Hospitais.