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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Setenta por cento das Pessoas que usam Antidepressivos Não têm Depressão, diz Estudo






Por Mike Barrett
(em tradução livre)

Se as vendas de antidepressivos como Zoloft, Lexapro ou Prozac nos dizem alguma coisa, é que a depressão está dominando o mundo. Entretanto, uma nova pesquisa questiona a validade de grande parte dessas vendas.
O estudo descobriu que a maioria dos indivíduos que usam os antidepressivos – cerca de 70% – não apresentam os sintomas de um episódio de depressão severa o suficiente (depressão clínica) que justifique o diagnóstico dessa medicação.
Além disto, os antidepressivos também são receitados para outras doenças psiquiátricas. A mesma investigação concluiu que 38% das pessoas usam esses medicamentos para transtorno obsessivo-compulsivo, ansiedade ou outras fobias, concluindo que o antidepressivo muitas vezes é receitado para pessoas que não apresentam os sintomas da depressão clínica.
O estudo publicado no The Journal of Clinical Psychiatry, relata: “Nossos dados indicam que os antidepressivos são comumente prescritos na ausência de indicações baseadas em evidências claras “.




Vários estudos têm mostrado que muitos indivíduos que usam antidepressivos não têm histórico atual ou tempo de vida de transtornos mentais. No entanto, estudos recentes sugerem que a avaliação retrospectiva única de transtornos mentais comumente usada em tais estudos pode substancialmente subestimar a verdadeira prevalência ao longo da vida de transtornos mentais. Examinamos a prevalência de transtornos mentais, avaliados prospectivamente em múltiplas entrevistas, entre indivíduos que atualmente utilizam antidepressivos em uma amostra comunitária.
... Conclusões: Muitas pessoas para as quais são prescritos o uso de medicamentos antidepressivos podem não preencher os critérios para transtornos mentais. Nossos dados indicam que os antidepressivos são comumente usados na ausência de indicações claras baseadas em evidências ".

Há alguns anos, a Universidade Harvard realizou um estudo para reiterar o que muitos profissionais de psicologia já sabem: muitas pessoas estão viciadas em antidepressivos. A maioria utiliza esses remédios apenas para melhorar o humor e se sentirem melhor.
O aumento na venda de antidepressivos assusta os especialistas, nas últimas décadas foi de aproximadamente 400%.
antidepressivo se tornou popular (Prozac, Celexa, Effexor, Paxil e Zoloft são usados como se fossem doces, em uma tentativa de melhorar o humor e se sentir melhor),  embora estudos clínicos sugerem que há inúmeros métodos naturais que as pessoas podem recorrer sem se preocuparem com os efeitos colaterais causados por estas drogas.
Infelizmente, estamos enfrentando uma evidente parceria que existe entre os membros da comunidade psiquiátrica. Um estudo sobre o painel de membros da “Bíblia da Psiquiatria”, mais conhecida como Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, demonstrou que dos 170 membros que produziram os critérios do DSM-4 (publicado em 1994), 56% tinham vínculos financeiros com empresas farmacêuticas. Isto incluía o financiamento de pesquisas, consultorias e pagamentos por palestras.
Quando olhamos para os membros dos painéis convocados para elaborar o DSM-5, esse interesse e influência parece ter aumentado. Cerca de 70% dos membros da força-tarefa relataram relações com a indústria farmacêutica – um aumento de 14% em relação ao DSM-4.


A indústria farmacêutica é uma das mais rentáveis do mundo (dados de 2017) – com vendas globais alcançando US$ 400 bilhões por ano. A indústria é impulsionada pelo imperativo econômico para manter lucros elevados através de manutenção e da expansão contínua de seus mercados. E o DSM desempenha uma função importante nesse processo expandindo a lista de categorias de diagnóstico a cada nova edição.

Isso permite que os psiquiatras diagnostiquem infelicidade como doença e prescrevam medicamentos para um número crescente de pessoas vulneráveis.
Precisamos levar a angústia relatada por todos a sério, pois às vezes a ajuda medicinal é realmente necessária. Mas também precisamos questionar a crescente “patologização” da infelicidade cotidiana, pois ela fornece um mercado para a indústria farmacêutica e legitima o controle psiquiátrico.
Natural Society - http://naturalsociety.com/study-70-of-people-on-antidepressants-dont-have-depression/http://naturalsociety.com/study-70-of-people-on-antidepressants-dont-have-depression/



Mike Barrett é o co-fundador, editor e pesquisador da Sociedade Natural. Estudando o trabalho dos principais ativistas naturais da saúde, e escrevendo relatórios especiais para top 10 sites de saúde alternativa, Mike escreveu centenas de artigos e páginas sobre como obter o melhor bem-estar através da saúde natural.





Link deste post, neste blog: https://compromissoconsciente.blogspot.com/2019/12/setenta-por-cento-das-pessoas-que-usam.html









segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Antidepressivos na terceira idade não diminuem a depressão, diz estudo

Para aqueles que vivem com a família e estão inseridos na comunidade, a prevalência de sintomas depressivos gira em torno de 15% da população idosa. Esse número pode dobrar quando nos deparamos com idosos institucionalizados, que estão em casas de repouso ou asilos



"Em 1980 a população brasileira com 60 anos ou mais de idade era de 7.197.964 pessoas, em 2010 este número saltou para quase 20 milhões. E a previsão é de que em 2050 a população com 60 anos ou mais seja de mais 60 milhões de brasileiros. A pirâmide está se invertendo, característica de países desenvolvidos, por isso é importante pensarmos em como queremos envelhecer e nos males que mais acometem os idosos. 

A depressão é uma das doenças mentais que mais atinge os idosos. A prevalência da doença e como ela se manifesta pode variar de acordo com a situação vivida pelo idoso. “Para aqueles que vivem com a família e estão inseridos na comunidade, a prevalência de sintomas depressivos gira em torno de 15% da população idosa. Esse número pode dobrar quando nos deparamos com idosos institucionalizados, que estão em casas de repouso ou asilos. Em pacientes hospitalizados por problemas de saúde, a prevalência chega a quase 50%”, explica Fabio Armentano, coordenador da equipe de psicogeriatria do AME Psiquiatria Dra. Jandira Masur." (SPDM)



os casos de depressão não registraram uma redução, mesmo na presença de um aumento de receitas de antidepressivos


"Em 20 anos, o número de pessoas com idade acima de 65 anos que passaram a consumir antidepressivos duplicou. Estes são os resultados de um estudo publicado na Revista Britânica de Psiquiatria. 
Os pesquisadores da Universidade de East Anglia, em Norwich, Inglaterra, entrevistaram mais de 15 mil pessoas que responderam a questões gerais sobre a sua saúde mental, atividades diárias, e medicamentos que tomavam.  
Analisadas as entrevistas, os responsáveis pelo estudo identificaram um grupo de pessoas que apresentava sintomas de depressão - entre 2008 e 2011, mais de 10% dos inquiridos com idades acima dos 65 anos receberam uma prescrição para a tomada de antidepressivos. Segundo a imprensa britânica, no início de 1990 a percentagem era de 4,2%.
Para Carol Brayne, responsável pelo estudo e diretora do Instituto de Saúde Pública de Cambridge, não é certo se o aumento dos tratamentos reflete um sobrediagnóstico ou uma melhor capacidade de identificação da doença. Ainda assim, considera que esta pesquisa indica que os casos de depressão não registraram uma redução, mesmo na presença de um aumento de receitas de antidepressivos." (LifeStyle)
Links:

sábado, 14 de setembro de 2019

Ator de La Casa de Papel se afasta das filmagens devido à depressão - Quando chega a hora de cuidar de si







“Eu poderia postar milhares de fotos legais que colecionei para alimentar essa máquina mentirosa que é o Instagram. Eu poderia inflar o meu ego e preencher o meu vazio com likes… mas não hoje! Hoje eu decidi dar-lhes uma parte sincera de mim… Eu não vou entrar em detalhes sobre o que está acontecendo comigo, porque eu nem sequer sei disso. Mas este aqui sou eu. Sem filtros, sem adoçantes e sem mentiras”, disse na legendaMiguel Herrán,ator de La Casa de papel.

Ele também postou um video chorando.

"Em ambas as produções cinematográficas, seus personagens foram afastados das tramas com opções reversíveis, sem envolver morte."

O ator faltou a várias gravações por não conseguir sair de casa para trabalhar. 

Quando a fragilidade se expressa, é hora de tomar as providências.

E que bom que a direção optou pelo sensato: afastá-lo das filmagens para que fosse se tratar e cuidar de si.

Fonte: CatracaLivre

Link deste texto: https://compromissoconsciente.blogspot.com/2019/09/ator-de-la-casa-de-papel-se-afasta-das.html




quarta-feira, 3 de julho de 2019

Paroxetina - antidepressivo é ineficaz e inseguro para adolescentes

nesta reanálise, os autores declaram que nem a paroxetina nem altas doses de imipramina eram mais eficazes do que o placebo no tratamento da depressão maior em adolescentes


Há quantos anos já existem estas denúncias!

Em um mundo onde, todos os dias, sabe-se de um jovem que se suicidou e a família declara que o adolescente sofria de depressão, isto não é assustador? Até quando vamos conviver com esta realidade? Pais, antenem-se! 



Em tradução livre por Marise Jalowitzki
03.julho.2019
https://compromissoconsciente.blogspot.com/2019/07/paroxetina-reanalise-do-estudo.html


Os resultados contradizem os resultados originais e têm implicações importantes para a pesquisa e a prática

O amplamente utilizado antidepressivo paroxetina não é seguro nem eficaz para adolescentes com depressão, conclui uma reanálise de um estudo influente originalmente publicado em 2001.

Os novos resultados, publicados pelo BMJ, contradizem os resultados da pesquisa original, que retratou a paroxetina como um tratamento eficaz e seguro para crianças e adolescentes com depressão maior.

Foi o primeiro ensaio a ser reanalisado e publicado pelo BMJ sob uma iniciativa chamada RIAT (Restoring Invisible and Abandoned Trials - Restaurando Ensaios Invisíveis e Abandonados - em tradução livre), que encoraja estudos abandonados ou não reportados a serem publicados ou formalmente corrigidos para garantir que médicos e pacientes tenham informações completas e precisas para fazer decisões de tratamento.

O estudo foi criticado pela Food and Drug Administration (FDA) em 2002. No entanto, naquele ano, mais de dois milhões de prescrições foram escritas para crianças e adolescentes nos Estados Unidos.

Em 2012, a farmacêutica GSK (GlaxoSmithKline)*  foi multada em US $ 3 bilhões em parte por promover fraudulentamente a paroxetina.

A equipe do RIAT, liderada pelo professor Jon Jureidini, psiquiatra infantil da Universidade de Adelaide, identificou este estudo como um exemplo de um ensaio incorreto que precisava de restauração.
Dr. Jon Jureidini - child psychiatrist


Usando documentos de testes previamente confidenciais, eles reanalisaram os dados originais e descobriram que nem a paroxetina nem a alta dose de imipramina eram mais eficazes do que o placebo no tratamento da depressão maior em adolescentes. Os autores consideraram o aumento de danos com ambas as drogas como clinicamente significativo.

Eles concluem que "a paroxetina foi ineficaz e insegura neste estudo".
A reanálise do Estudo 329 "ilustra a necessidade de disponibilizar dados e protocolos primários para aumentar o rigor da base de evidências", dizem os autores.

Em um artigo que acompanha, Peter Doshi, editor associado do The BMJ, diz que o novo artigo "reacendeu os pedidos de retratação do estudo original e colocou pressão adicional nas instituições acadêmicas e profissionais para abordar publicamente as muitas alegações de irregularidades".

Ele ressalta que o manuscrito original não foi escrito por nenhum dos 22 autores nomeados, mas por um escritor médico externo contratado pela GSK. E que o principal autor do estudo - o chefe de psiquiatria da Brown University, Martin Keller - havia sido o foco de uma investigação de primeira página no Boston Globe em 1999, que documentou sua subnotificação de laços financeiros com empresas farmacêuticas.

Doshi também detalha a recusa da Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente em intervir e retratar o documento, e o silêncio da Universidade Brown sobre o envolvimento de seu corpo docente no Estudo 329.

"Costuma-se dizer que a ciência auto corrige. Mas para aqueles que pedem uma retratação do artigo de Keller por muitos anos, o sistema falhou", argumenta Doshi.



Dra. Fiona Godlee

 Dra. Fiona Godlee (**), editora-chefe do BMJ, diz que a publicação dos dados reanalisados ​​do estudo 329 "endireita o registro" e "mostra até que ponto a regulamentação de medicamentos está falhando". Também mostra que o público e os médicos não têm a informação imparcial de que precisam para tomar decisões informadas.

Ela pede testes clínicos independentes, em vez de ensaios financiados e gerenciados pela indústria, bem como a legislação "para garantir que os resultados de todos os testes clínicos sejam disponibilizados e que os dados individuais dos pacientes estejam disponíveis para um exame de terceiros independente e legítimo".

Liberar os dados dos ensaios clínicos tem o potencial de beneficiar os pacientes, prevenir danos e corrigir pesquisas enganosas, escreve o professor David Henry na Universidade de Toronto, em um editorial de acompanhamento.

O compartilhamento de dados não é isento de riscos, diz ele, mas o resultado de um esforço sistemático para reativar importantes testes clínicos será alto e justificará ainda mais os enormes investimentos iniciais de tempo e dinheiro, conclui.


Link original: https://www.sciencedaily.com/releases/2015/09/150916215538.htm

A GSK (GlaxoSmithKline) é uma companhia farmacêutica multinacional britânica; empresa produtora de produtos biológicos, de saúde e vacinas, sediada em Londres, Reino Unido. É a quarta maior empresa farmacêutica do mundo medida em 2009 por vendas de medicamentos de prescrição.

** Fiona Godlee é a editora chefe do BMJ.

Ela se formou como médica em 1985, formou-se como médica geral em Cambridge e Londres e é membro do Royal College of Physicians. Ela escreveu e lecionou sobre uma ampla gama de questões, incluindo saúde e meio ambiente, ética da publicação acadêmica, medicina baseada em evidências, acesso a dados de estudos clínicos, integridade de pesquisa, publicação de acesso aberto, parceria de pacientes, conflito de interesses e sobrediagnóstico. e sobretratamento. Depois de ingressar no The BMJ como editora assistente em 1990, ela se mudou em 2000 para ajudar a estabelecer a editora de acesso aberto BioMedCentral como sua diretora editorial fundadora da Medicine. Em 2003 ela retornou ao BMJ para liderar sua divisão de conhecimento e foi nomeada editora-chefe do BMJ em março de 2005. ( https://www.bmj.com/about-bmj/editorial-staff/fiona-godlee )

Mais sobre o tema:

Paroxetina não é para Crianças e Adolescentes, por risco de suicídio 
Paxil, Paxil CR,DeeplinCebrilinArotinBenepaxPaxanPaxtratPondera e Roxetin, Paroxetina (genérico), Aropax ou Oxetine Nomes comerciais no Brasil - Mas tem médico receitando!

Sobre a demora na divulgação dos dados pela indústria farmacêutica

http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/07/paroxetina-nao-e-para-criancas-e.html




Sertralina - Zoloft e todos os antidepressivos - Riscos de Suicídio ou Suicidalidade, especialmente até os 25 anos



Por Marise Jalowitzki








TDAH - Imipramina - O Lucas tem acordado meio confuso, reclamando de um barulho que não existe


Que nossos pequenos possam viver a Vida que vieram
para viver, ditada por Aquele que Nos Fez!





http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/04/o-lucas-tem-acordado-meio-confuso.html














QUEM GOVERNA SUA VIDA? FIQUE VIVO!!!
http://marisejalowitzki.blogspot.com/2016/12/quem-governa-sua-vida-fique-vivo.html



Fuja dos antidepressivos tricíclicos, pois eles estimulam as tendências suicidas, os pensamentos de morte.


Medicação psicotrópica, só em casos graves, por tempo determinado, e sob supervisão médica competente

amoxapina - (estrutura parecida à imipramina) - Amoxapine, Depilox-100
butriptilina - clomipramina - Anafranil
amitriptilina - Amitril, Tryptanol
clomipramina - Anafranil 
desipramina - Tofranil, Norpramin,  CBHPM 4.03.02.12-1 -  Sinônimo: Cloridrato de desipramina
doxepina -  Sinequan, Aponal, Adapine,  Adapin, Doxal, Deptran, Sinquan
doxepinalmipramina
imipramina - Imipra, Tofranil
maprotilina - Ludiomil
nortriptilina - Pamelor, Aventyl
protiptilina - cloridrato de propranolol, Vivactil, Victil, Concordin, Concordine
trimipramina - Trimeprazina, Surmontil (EUA)

Medicação psicotrópica, só em casos graves, por tempo determinado, e sob supervisão médica competente


Estes também desenvolvem dependência no uso continuado, por isso tão importante o monitoramento:

clonazepam (Rivotril - o mais vendido!!),  
sertralina (Zoloft, Serenata)  
Fluoxetina (Prozac, Eufor 20, Daforin, Psiquial, Deprax, Depress, Digassim, Fluxene, Neo Fluxetin, Nortec, Prozen, Psiquial, Verotina, Fluctin, Fludac, Fontex, Foxetin, Lovan, Prodep, Prozac, Psipac, Sarafem, Selectus, Symbyax)
Paroxetina (Pondera, Deeplim, Moratus, Celibrin, Arotin, Benepax, Paxan, Paxtrat, Roxetin) 
Sempre tem algum ser pertinho de você que te curte, seja uma pessoa, um animalzinho, uma planta, o ar que te acaricia o rosto, um alimento que te diz: te nutre! vá em frente! amanhã, ou segunda-feira, depois destas datas instituídas para o consumo e a ostentação, TUDO vai melhorar!

Coma bastante pipoca, castanhas (oleoginosas), comida com pimenta, gengibre, evite álcool, drogas, antidepressivos!
Fique longe de músicas, fotos, etc., que te tragam lembranças tristes.
Fique longe de pessoas e-ou conversas que te põem pra baixo, que te desvalorizam. E, se não puder, ponha um fone de ouvido e feche os olhos. Melhor ser visto como esquisito e antissocial que desistir e se tornar apenas uma breve lembrança!
E, se não puder colocar o fone de ouvido, pois podes estar acamado, feche os olhos, tente cobrir os ouvidos, pense em outras coisas, imagine lugares bacanas, crie seu universo paralelo! Siga em frente!
Dia após dia.
Passinho após passinho, ainda que imaginário. Funciona!

E, se for o caso, quando der, procure um médico homeopata, um fitoterapeuta, um terapeuta floral, um terapeuta antroposófico. 

fisioterapia urológica, nada de tofranil - imipramina - foram indicadas 10 sessões - bastaram 5!







 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

meus blogs:






quinta-feira, 15 de março de 2018

Sobre a morte por suicídio entre jovens


Sobre a morte por suicídio entre jovens
Por Marise Jalowitzki - 15.março.2018

Depois do episódio de mais um suicídio de um adolescente, garoto muito amado por seus pais, e a dor atroz que acomete a todos, talvez seja o momento de falarmos mais um tanto sobre a morte e nossas reações frente aos fatos. Mais especificamente sobre o suicídio, especialmente entre jovens.

Bem pouco se fala neste tema, em qualquer fórum. Não me refiro aos aspectos médicos, os estudos e os diagnósticos, especialmente na área da psiquiatria, mas sobre a emoção que toma conta de quem se sensibiliza com o fato do qual toma conhecimento. A falsa crença que "falar estimula e aumenta" não se confirma. Pelo contrário.

Temas como a doação de órgãos e o quanto de conforto isso pode dar para os familiares é outro tema que precisa ser abordado. Que possamos refletir sobre o que podemos fazer em prol de nossos pequenos enquanto é tempo.

Uma criança mudou seu comportamento? Ela não sorri mais do mesmo jeito como sorria antes? E, se sorri, em quais circunstâncias? E em quais momentos ela fica alheia, quieta, distante, aparentando não querer participar? Os pais estão atentos a este fato? Obrigar uma criança a realizar ações onde ela não se sinta integrada (mesmo que os pais achem que é o melhor pra ela) é uma forma de tentar fazer com que "se integre"? Eu tenho certeza que não.

E, aos jovens, a certeza: SEMPRE TEM ALGUÉM QUE SE IMPORTA! Adultos muitas vezes pecam em seu Amor, erram, por vezes, tentando acertar! Mostram e estimulam um jeito que lhes parece ser o mais indicado para "dar certo", jeito que pode não servir, absolutamente, mas que é movido pelo Amor! Aguente! Ninguém, nem pais, nem filhos, vem com manual de instruções. Todos tateamos no escuro, tentando acertar. Procure novos ares. Peça ajuda de outro parente, de alguém em quem confia. Mas não desista!!

Se pudermos falar sobre isso francamente, sem acusações, quiçá possamos avançar neste campo tão minado, desconhecido, e que tem ceifado tantas vidas, assim precocemente. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde, o suicídio é a segunda maior causa de mortes no mundo (IPAN). No Brasil é a quarta maior causa de morte de jovens entre 15 e 29 anos (EBC). Os dados brasileiros constam do primeiro boletim epidemiológico sobre suicídio, divulgado em setembro 2017 pelo Ministério da Saúde. A OMS recomenda fazer mais investimentos e dar atenção especial às pessoas nessa fase da vida, onde grandes frustrações e incertezas aparecem. Muitas tragédias poderiam ser evitadas se os países investissem mais em educação, serviços de saúde e apoio social (Global Acceleration Action for the Health of Adolescents - Ação Global Acelerada para a Saúde de Adolescentes, em tradução livre).

Suicídio é a segunda maior causa de mortes entre jovens no mundo, sendo que as tentativas de suicídio representam um número assustador. Segundo o IPAN (Instituto de Psiquiatria Avançada e Neuromodulação) estima-se que no Brasil, ocorram 24 suicídios por dia. Por outro lado, o número de tentativas é até 20 vezes maior que isso. “O suicídio é uma epidemia silenciosa”, afirma Alexandrina Meleiro, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP. Ela diz que as pessoas costumam dar sinais antes de uma tentativa.

Os casos de suicídio aumentaram 60% nos últimos 45 anos e mais de 1 milhão de pessoas no mundo morrem dessa forma todo ano. Mesmo assim, o problema, não é tratado abertamente. (OMS). O argumento de que "falar sobre o assunto estimula ainda mais", como vemos, infelizmente, não tem resultado em diminuição destes tristes números.


Mais sobre o tema:

TDAH - Suicídio e Auto mutilação podem ser reações ao uso do tarja preta - http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/05/tdah-suicidio-e-auto-mutilacao-podem.html

Sertralina - Zoloft e todos os antidepressivos - Riscos de Suicídio ou Suicidalidade, especialmente até os 25 anos - Os pais sabem disso? - http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/02/sertralina-zoloft-e-todos-os.html
Fontes que subsidiam os dados neste artigo:
Livro TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM

 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista.  Mãe, avó. Cidadã. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 
blogs:
www.tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br

LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade