Para comunicar o efeito adverso de um medicamento pelo paciente ou um familiar é necessário acessar na Internet.
O serviço exige identificação do cidadão (nome, endereço)
É de conhecimento que muitos medicamentos apresentam diferentes respostas terapêuticas e inclusive efeitos colaterais e adversos diversos aos constantes na bula quando empregados em populações diferentes.
(...) Sou do pensamento que a medicina moderna deveria se preocupar com aquilo que sente o paciente e não simplesmente interpretando o que o médico acha que deveria sentir.
É obrigação do profissional da saúde notificar na ANVISA qualquer efeito adverso fora do padrão, mas incluir a opinião do paciente poderá ser de vital importância para se controlar a eficácia de um medicamento ou tratamento. Estamos nos referindo a escutar a opinião dos pacientes, de forma independente, servindo como um complemento na avaliação dos resultados. Isto não somente deveria ser feito nas diversas fases da pesquisa e estudos clínicos como também é de fundamental importância para todos os medicamentos comercializados.
Poder escutar a opinião do paciente, ou de seu familiar no caso de falecimento, é uma forma da população fazer um controle dos medicamentos aprovados pelo Ministério da Saúde, uma espécie de fase 4 dos ensaios clínicos feito diretamente em campo pelo próprio usuário. Problemas e situações diversas daquelas constantes na bula que venham a aparecer devem ser relatados a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, diretamente pelo paciente, e já existe uma fácil forma de se fazer este tipo de comunicação, de forma totalmente direta e confidencial. Um passo muito importante para o controle social.
A área de farmacovigilância da ANVISA está disponibilizando um formulário de comunicação alternativa em caso de efeito adverso a medicamentos. Para comunicar o efeito adverso de um medicamento pelo paciente ou um familiar é necessário acessar na Internet.
Este formulário deve ser preenchido caso a pessoa interessada prefira enviar a comunicação diretamente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária, sem o intermédio de um profissional de saúde.
Ao divulgar esta informação esperamos estar promovendo a conscientização de que este é um passo fundamental para a contínua avaliação de segurança, efetividade e qualidade dos medicamentos.
Clique AQUI caso queira preencher o formulário da ANVISA:
A imagem abaixo é somente para conhecimento (ilustrativo). Este blog não faz qualquer intermediação de informações.
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Você pode levar este relatório ao seu médico ou farmacêutico para apoiar e embasar a sua conversa, se você está enfrentando um efeito colateral do psicotrópico.
Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com
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