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sábado, 7 de setembro de 2013

Salve os animais - Alternativas - cosméticos veganos - Multivegetal


Coelhos e camundongos estão entre os animais mais usados em testes para cosméticos

O animalzinho é submetido durante semanas a diferentes dosagens do produto em teste, nos olhos e na pele. Muitos acabam morrendo. Quanto vale a sua vaidade?

Salve os animais - Alternativas - cosméticos veganos - Multivegetal

Em 09.09.2013 recebi um comentário: "Coitadinhos, um dia isto vai mudar!" - Não dá para ficar só na lamentação. Tem de agir. Localmente. Individualmente. Diariamente. Sim, cada um fazendo a sua parte! Cosméticos é nossa primeira atitude. Rejeitar e não adquirir nenhum cosmético (cremes, shampoos, sabonetes, óleos,maquiagem, etc.) que contenham ingredientes de origem animal ou tenham sido testados em animais. Uma dica está no artigo.


Por Marise Jalowitzki
07.setembro.2013
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2013/09/salve-os-animais-alternativas.html

Quando recebi o comentário da Lucinda Rolnik, não pude deixar de sorrir. Ela escreveu em um dos artigos publicados neste blog sobre o tema:

Eu tenho a solução para a não utilização dos animais como cobaias.
Que o inventor teste suas façanhas nele mesmo ou alguem proximo do seu convívio, que queira colaborar com suas descobertas e ainda poder congratula-lo ou retribui-lo com uma dose cavalar de um bom PONTAPÉ!
Respondi:
Por mais sério e triste que seja o tema, querida Lucinda, fizeste-me sorrir com teu comentário! Realmente, a arrogância do ser humano não tem limites. E olha que muitos até utilizam a Bíblia para assegurar que é "politicamente correto" usar, "submeter" os animais! Quando se sabe que já em 1959 importantes cientistas tentavam acabar com a prática, é muito, muito difícil acreditar que ainda agora se perpetuem as crueldades! Eu, graças a Deus, encontrei uma empresa (em SP) que produz cosméticos somente à base de vegetais e sem testes em animais. É a Multivegetal. Vou publicar em breve sobre isso. Vou utilizar teu comentário nesse novo artigo, ok? Abraços e votos de Felicidades!

Multivegetal


E é sobre a Multivegetal que vou comentar nesta página.
É uma empresa nacional, com ampla linha de produtos (pele, cabelo). Estou utilizando seus produtos há mais ou menos três meses e, para mulheres maduras, como eu, vai uma dica: É tudo de bom!
Aos 19 anos, fui inadvertidamente exposta a um sol inclemente em plena praia do Leblon e sofri queimadura de 2º grau, o que me deixou acamada por quase um mês, suando e tiritando de frio o tempo todo. Um horror. Distante da família, despedi-me dela espiritualmente, tal o sofrimento. O médico que me socorreu declarou: Tua pele vai se recuperar, mas, após os 50, vais sentir muito desconforto, pois uma camada mais interna foi queimada e não se recupera. 
O vegetarianismo, não fumar nem beber álcool em demasia, tomar bastante água, comer muitas frutas e vegetais ajudaram bastante, mas, após a menopausa, com a queda de estrogênio, veio uma sensação de secura na face, especialmente ao redor dos lábios, que foi muito desconfortante. Comentando com mulheres da mesma faixa etária, soube que muitas (especialmente as que fumam) sentem a mesma angustiante inconveniência. Chamam isso de "sensação craquelê.

Fui em vários dermatologistas, experimentei alguns cremes. Nada. 
E mais: a crise ética!

Quando a PETA publicou seu "abecedário" das principais substâncias utilizadas em cosméticos, todos de origem animal, além do sofrimento impingido em animais vivos, à guisa de experimentos, não deu mais! COMO passar em meu rosto um produto feito com e à base de sofrimento de semelhantes? Camundongos, coelhos, símios, todos entram no filme de terror que são os laboratórios. Nem a natura, que tem natureza como sua bandeira, assegura o não uso de testes em animais! Uma consultora aqui do bairro dobra a esquina ao me ver, pois peço que ela interceda junto ao grupo para que cessem os testes e a utilização de substância animal! 

Picadas de abelhas são usadas em cremes antiage - podem causar reação alérgica
Picadas de Abelhas
Quando veio a propaganda do creme contendo as picadas das abelhas, que servem como estimulante "natural" de colágeno, pensei: Legal! Fui pesquisar para saber como eram obtidas as doses do veneninho, fruto das picadas. Funciona assim: O apicultor põe uma série de fios na entrada da colmeia e quando as abelhas, após voar todas as dezenas de quilômetros diariamente, cansadas, carregando o fruto de seu trabalho, finalmente chegam "em casa" para repousar, recebem uma dolorosa descarga elétrica e, com o sofrimento do choque, defendme-se, picando o tecido exposto! Ah, não! Todo o dia recebendo choques!! Imaginei o trabalhador cansado, voltando ao final do dia, após uma dura jornada de trabalho, recebendo um "más vindas!" desse jeito! Não bastam todas as outras alterações que elas já sofrem, incluindo as modificações genéticas! Não.


Sei de muitas pessoas que se revoltam contra a crueldade aos animais, mas continuam consumindo os produtos oferecidos no mercado! Mas, não adianta só se revoltar! Tem de fazer a sua parte!
Multivegetal


MULTIVEGETAL
Comecei a procurar na web possíveis empresas brasileiras que não usassem material animal na composição dos cosméticos, nem fizessem testagens. Encontrei a Multivegetal. Deixo o endereço: http://www.multivegetal.com 
Não é comercial nem estou ganhando nada com isso. A empresa nem sabe que estou divulgando. Consciência!

Deixo, também, o convite para que mais empresas que, porventura, lerem este artigo, que encaminhem seus dados que incluirei. QUANTO MAIS DIFUNDIRMOS, MELHOR! Se não formos nós a defender esses queridos, quem o fará? O grito deles não chega a nossos ouvidos, mas pode chegar até nossa consciência!

Mais sobre o tema, neste blog:

Na Declaração Universal dos Direitos
dos Animais está assegurado que eles
não passem por testes que lhes causem dor

Experimentos Científicos em Animais - É possível substituir?

Por Marise Jalowitzki

http://t.co/q8QmUfX





Cientista Philip Low Já sabemos
que os mamíferos e aves possuem
consciência. Manifesto com
assinaturas de cientistas de todo o
 mundo foi assinado em 07.julho.2012

Cientistas reconhecem que animais tem consciência









Âmbar, resultado do vômito de baleias,
usados para fixar perfumes, podem ser
substituídos por substância encontrada
em pinheiros .

JÁ NÃO CHEGA DE TANTA "BELEZA"?

Vômito de Baleias como fixador de perfumes já tem substituto sintético

Por Marise Jalowitzki




E aqui está a página de links: http://t.co/7Z4PBPu
Animais são nossos irmãos e tem Direito à VIDA DIGNA!

DIGA NÃO AOS EXPERIMENTOS CIENTÍFICOS COM ANIMAIS! 
DIGA NÃO À UTILIZAÇÃO DE PELES DE ANIMAIS!
DIGA NÃO AO RETROCESSO!!
DIGA NÃO ÀS QUEIMADAS!
DIGA SIM AO DIREITO À VIDA!
Manifeste-se! Participe!


Do site da Multivegetal:


O que são fitocosméticos?
O que são fitocosméticos


Fitocosméticos são cosméticos naturais elaborados com óleos, manteigas vegetais e extratos de plantas medicinais.
Com vantagens cientificamente comprovadas, os fitocosméticos são a opção de quem busca a beleza sustentável.
A formulação com ativos naturais resulta em efeitos significativamente superiores em relação aos produtos sintéticos, sempre buscando o equilíbrio da pele e dos cabelos para que a saúde deles realce a beleza natural.


Fitocosméticos Multi Vegetal

Quatro razões que fazem nosso fitocosmético especial

 Rigor científico no desenvolvimento de fórmulas naturais de verdade

 Preservação da qualidade original das matérias primas

 Técnicas de extração eficientes dos ativos das plantas

 Fabricação com qualidade sempre artesanal

domingo, 26 de junho de 2011

Experimentos Científicos em Animais - É possível substituir?

Na Declaração Universal dos Direitos dos Animais está assegurado que eles não passem por testes que lhes causem dor

Experimentos Científicos em Animais - É possível substituir?

Por Marise Jalowitzki
26.junho.2011
http://t.co/q8QmUfX

Há muito conhecemos a saga dos animais que são utilizados para experimentos científicos.
Infeliz sina dos animais-cobaia, em nome da saúde dos humanos que quase nunca se cuidam o suficiente para sequer merecer o sacrifício.

Na Declaração Universal dos Direitos dos Animais em seu artigo 6º, consta que nenhum animal deve ser submetido a experiências que lhe causem dor. Entretanto, mesmo estabelecido junto à ONU e UNESCO desde 1978, o tratado passa praticamente desapercebido (Veja neste blog: Link http://t.co/FSbS2vS ).

A passos pequenos, mas significativos, alguns segmentos se movimentam para acabar com essa triste prática.


Já temos a Fábrica de Pele Humana, que substitui 100 por 100 a original. 
http://compromissoconsciente.blogspot.com/2012/01/banco-de-pele-humana-fabrica-de-pele.html
Robô corta e coleta amostra de tecido para reproduzi-lo em série num processo totalmente automatizado - Foto Rafael Kroetz - Fraunhofer

Pele humana já é criada em laboratório


Já temos o fabrico de simuladores do corpo humano, para o estudo em universidades
Corpos de Borracha
http://compromissoconsciente.blogspot.com/2010/08/corpos-de-borracha-e-eleicoes-em-2010.html 


Simuladores (Endereço no Brasil)
http://compromissoconsciente.blogspot.com/2010/08/sos-amigos-agradecimentos-divulgacao.html 





Então, porque continuar submetendo tão descabidamente os animais aos experimentos científicos?


O professor em cosmetologia Mauricio Pupo apresenta informações importantes no que tange ao fabrico de cosméticos e a possibilidade de se utilizar outros meios para testar os efeitos no corpo humano.

"Testes em Animais
Como Substituir os Animais nos Testes de Segurança de Produtos Cosméticos



O filósofo inglês Jeremy Bentham, em 1789, no cap. XVII de seu livro, Uma Introdução aos Princípios da Moral e da Legislação, descreveu:


“(...) Que outro fator poderia demarcar a linha divisória que distingue os homens de outros animais? Seria a faculdade de raciocinar, ou talvez a de falar? (...) O problema não consiste em saber se os animais podem raciocinar; tampouco interessa se falam ou não; o verdadeiro problema é: podem eles sofrer?”1


Os experimentos com animais são testes realizados a fim de produzir conhecimento científico útil aos seres humanos. Muitos produtos são testados em vários estágios do seu desenvolvimento do produto com o objetivo de oferecer segurança aos seres humanos.2


Para a avaliação da toxicidade de uma substância ou de um produto, na maioria das vezes, utiliza-se o modelo animal. Entretanto, a participação de animais na pesquisa tem sido razão de diversas discussões em função do grande número necessário e do sofrimento causado, principalmente em relação aos estudos de toxicidade aguda. Existe uma tendência mundial para reavaliar a utilização de animais nos experimentos, concretizada a partir de um programa denominado de 3Rs (Reduction, Refinement, Replacement), que objetiva, além de diminuir o número de animais, minimizar a dor e o desconforto, e buscar alternativas para a substituição dos testes in vivo.3


A indústria de cosméticos está um pouco à frente na questão de testes que substituam completamente os animais, uma vez que existem no mercado experimentos validados para irritação e lesão cutânea e ocular.4


Apesar desse tipo de iniciativa fazer parte da filosofia de algumas indústrias de produtos de beleza, no Brasil não existe nenhuma lei sobre o uso de animais nesses testes. A União Europeia, entretanto, aprovou o banimento da realização dos testes de cosméticos em animais e exigiu que as indústrias os eliminassem por completo até 2009. Talvez por isso, na Europa, o desenvolvimento de produtos cosméticos seja a única área que mostra uma redução significativa no uso de animais.4


Os Testes em Animais Mais Comuns


Teste de Draize de Irritação Ocular – Este teste objetiva avaliar o grau de irritabilidade ocular das substâncias e produtos. Para a realização do Teste de Draize, geralmente, utiliza-se coelhos, os quais são colocados em uma estrutura que mantém suas cabeças imobilizadas e as substâncias em teste são colocadas em seus olhos. Os pesquisadores aguardam algumas horas, até alguns dias, para avaliar a irritabilidade das substâncias testadas analisando a aparência dos olhos dos coelhos.5


Teste de Draize de Irritação Dérmica – A metodologia preconiza a utilização de coelhos albinos, com a pele tricotomizada; o teste é realizado na pele intacta e na pele após abrasão. São utilizados, no mínimo, seis coelhos, com peso corpóreo acima de 2,0 kg, área utilizada de aproximadamente 6,0 cm2, sendo a substância-teste aplicada em quantidade de 0,5 ml. As áreas de aplicação são recobertas com gaze fixada com fita adesiva durante 24 horas, depois é verificado se há a formação de eritema e/ou edema, sobre as áreas.1,2


Testes Fotoalergênico e Fototoxicidade – Ambos os testes são realizados em cobaias albinas utilizando radiação ultravioleta (UV). No teste fotoalergênico, as cobaias são expostas diariamente, durante 3 semanas à radiação e, após período de 14 dias, são expostas a mais uma exposição. O procedimento seguinte é a avaliação da reação alérgica. Já os testes de fototoxicidade, na maioria das vezes realizados somente com matérias primas, expõem a pele à matéria prima teste e em seguida às radiações UVA e UVB.6


Citotoxicidade ou Teste CL 50 ou Teste DL 50 – Neste teste avalia-se a segurança da inalação, ingestão ou injeção, através da determinação da concentração letal (CL50). Para isso, os animais são expostos à substância em determinada concentração. Em seguida, são medidas as taxas de mortalidade.7


Potencial Teratogênico - Animais prenhes são expostos ao composto teste e analisados o desempenho reprodutivo, o desenvolvimento do embrião e o desenvolvimento pós-natal do animal.8


Acneigênese – Cada produto a ser testado deve ser aplicado sobre um dos condutos auditivos externos de coelhos, durante 5 dias consecutivos, por duas semanas, enquanto o outro conduto deve ser o controle. No 14° dia, as regiões são retiradas com auxílio de bisturi para serem confeccionadas as lâminas para análise histológica.2


Teste de sensibilização da pele - São realizadas aplicações tópicas da menor dose não irritante por um período de 3 semanas (fase de indução). Após um período de repouso, procede-se à aplicação tópica da maior dose não irritante (fase de desafio). As reações são graduadas segundo escala específica, com a finalidade de avaliar o potencial de sensibilização.9


Experiências In Vitro: Uma Alternativa para Substituir os Testes em Animais


A ideia de ensaios alternativos é muito mais abrangente do que a substituição do uso de animais, incluindo também a questão da redução e refinamento na utilização dos mesmos 3R’s, o qual foi definido por William Russell e Rex Burch, em 1959, no livro Principles of Human Experimental Technique. Os 3 R’s que representam o refinamento, redução e substituição (Refine, Reduction e Replacement) têm como estratégia uma pesquisa racional minimizando o uso de animais e o seu sofrimento e estresse, sem comprometer a qualidade do trabalho científico.10


Muitos procedimentos bioquímicos envolvendo tecido animal podem ser adequadamente experimentados em cultura de tecidos. Em outros métodos in vitro, particularmente em toxicologia, podem ser utilizados microrganismos, cultura de células, substituindo o uso de animais e oferecendo excelente preparação para futuras pesquisas humanas.11


Exibição dos Métodos Alternativos e Métodos Propostos


A tabela abaixo demonstra os testes que são realizados em animais e que já apresentam metodologia validada para a substituição ou para o refinamento e redução do uso de animais. Além de elencar os testes realizados em animais que, embora apresentem métodos alternativos, não são validados.12
Métodos Alternativos Validados
Métodos Alternativos Não-Validados
Métodos Substitutivos
Irritação ocular
Irritação cutânea/ Corrosão
Toxicidade por repetição da dose
Penetração cutânea
Toxicocinética
Mutagenicidade e genotoxicidade
Toxicidade reprodutiva
Fototoxicidade
Carcinogenicidade
Métodos de Refinamento e Redução
Toxicidade Aguda
Sensibilização cutânea
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), através do Guia Para Avaliação de Segurança de Produtos Cosméticos, demonstra vários modelos, para avaliação do risco irritativo.

Modelos Experimentais Substitutos ao Modelo Animal


Avaliação do potencial de irritação ocular
Conjunto de métodos in vitro que incluem: HET-CAM, BCOP, Citotoxicidade pela difusão em gel de agarose, Citotoxicidade pelo método do Vermelho Neutro, Citotoxicidade pelo método do MTT, RBC. Agrupam-se informações que oferecem subsídios para garantir a segurança do produto a nível ocular
Avaliação do potencial de irritação cutânea
Realiza-se através do teste de corrosividade com modelo de pele reconstituída, este modelo já é considerado uma metodologia validada.
Avaliação do potencial fototóxico
O teste de fototoxicidade é realizado através da metodologia 3T3 NRU. É definido como uma resposta tóxica clara depois da primeira exposição da célula com agentes químicos, e posterior exposição à irradiação. Embora não seja considerado como metodologia in vitro, contribui para a redução do número de animais de laboratório.


CONCLUSÃO

A avaliação da segurança de produtos cosméticos é imprescindível para evitar reações adversas, como por exemplo, irritação da pele, vermelhidão, queimaduras, hipersensibilidade, entre outras.

Devido ao fato dos testes em animais para avaliar a segurança de produtos cosméticos estarem cada vez mais sendo questionados, pois causam desconforto e sofrimento para o animal, buscam-se alternativas para a substituição dos testes in vivo.

Os testes in vitro são promissores e importantes para a substituição dos modelos animais para a avaliação da segurança de produtos cosméticos. Porém, tais testes ainda não substituem completamente a experimentação animal.

Mesmo assim, as tendências demonstram que a completa substituição dos testes envolvendo animais pelos testes in vitro se realizará a curto prazo.

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Referência
1. Raymundo, M. M.; Goldim J. R. Ética da pesquisa em modelos animais. Bioética 2002, v. 10, n. 1, p.31-44.
2. Chorilli, M.; Tamascia, P.; Rossim, C.; Salgado, H.R.N. Ensaios biológicos para avaliação de segurança de produtos cosméticos. Rev Ciênc Farm Básica Apl.,2009;30(1):10-21.
3. Cazarin, Karen Cristine Ceroni; Corrêa, Cristiana Leslie; Zambrone, Flávio Ailton Duque. Reduction, refinement and replacement of animal use in toxicity testing: an overview. RBCF, Rev. bras. ciênc. farm.;40(3):289-299, jul.-set. 2004.
4. Cerqueira, N. Indústria adere a métodos alternativos. Cienc. Cult., São Paulo, v. 60, n. 2, 2008.
5. Staub, I et al. Determination of the biological reactivity of ketoconazole in shampoo: draize eye test and cytotoxity test. Rev Bras Cienc Farm, São Paulo, v 43, n 2, June 2007.
6. Chorilli M., Scarpa M. V., Leonardi G. R., Franco Y. O. Toxicologia dos Cosméticos. Lat. Am. J. Pharm. 26 (1): 144-54 (2007).
7. Romanowski P; Schueller R. Fundamentals of cosmetic product safety testing. Cosmetics & Toiletries, v.111, p.79-86, 1996.
8. Hermann Grinfeld. What effects can be expected of prenatal ethanol exposure in pregnant mice and their offspring? Einstein. 2004; 2(3):187-92.
9. Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Guia para avaliação de segurança de produtos cosméticos. 2003. Disponível em: http://www.anvisa.gov.br.
10. Flecknell P. Replacement, reduction and refinement. Comparative Biology Centre, Medical School, University of Newcastle upon UK-Tyne. ALTEX. 2002;19(2):73-8.
11. Aymoré, C. F. T. A utilização de animais na pesquisa científica, envolendo questões éticas e normativas. Raízes Jurídicas Curitiba, v. 4, n. 1, jan/jun. 2008.
12. Oborska, Anna. Alternatives to animal testing: a review of trends and perspectives. Cosmectic & Toletries, v. 124, n. 8, August 2009, p. 42-48



Transcrito do site - Link: http://www.mauriciopupo.com/infoco_4.php



Leia mais sobre Direito dos Animais à VIDA! link: http://t.co/7Z4PBPu 

Animais são nossos irmãos e tem Direito à VIDA!

Links sobre Direito dos Animais à VIDA!

19.abril.2011

DIGA NÃO AO RETROCESSO!!
DIGA NÃO À UTILIZAÇÃO DE PELES DE ANIMAIS!
DIGA NÃO AOS EXPERIMENTOS CIENTÍFICOS COM ANIMAIS!DIGA NÃO ÀS QUEIMADAS!
DIGA SIM AO DIREITO À VIDA!
DIGA NÃO À MALDADE HUMANA!
Manifeste-se! Participe

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Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente



Escritora, educadora e ambientalista,
especialista em Desenvolvimento Humano,
pós-graduação em RH pela FGV,
international speaker pelo IFTDO-EUA
Porto Alegre - RS - Brasil

terça-feira, 31 de maio de 2011

Homem Azul, Mulher Prata e Gripe - Eles Existem e foi efeito de um remédio: Prata Coloidal (com video)

Gripe A - Paul Karason, de quase 60 anos, é o Homem Azul


Homem Azul, Mulher Prata e Gripe - Eles Existem e foi efeito de um remédio: Prata Coloidal (com video)

Por Marise Jalowitzki
31.maio.2011
http://t.co/BKdBzrj

Incrível, mas isso existe! E é fruto de um remédio que, pasmem! - ainda é oferecido em alguns sites como...otimizador da pele!

É a prata coloidal.

A "Mulher Prata" nunca casou, nem tem filhos, sempre foi vítima de preconceito. A cor prata na pele, outras vezes cinza, assusta as pessoas, que acreditam que ela tem uma doença contagiosa. Começou quando pequena, como efeito colateral do uso de umas gotinhas contra constipação nasal! Olha só! O tratamento durou vários anos.

Gripe H1N1 - Rosemary Jacobs, atualmente com 67 anos, é a Mulher Prata - usou prata coloidal para tratamento de constipação nasal


O "Homem Azul" hoje já não dá entrevistas, está com um câncer e alterações neurológicas. Os médicos ainda não sabem se é decorrência do uso da prata coloidal, que ele também usou por muitos anos.

O nome da doença: Angyria.

Usado como Cosmético

O farmacêutico Mauricio Pupo ( http://www.mauriciopupo.com.br/ ), que aparece neste video, alerta a quem compra sem prescrição e acompanhamento médico, produtos dermatológicos, já que a prata coloidal vem sendo utilizada, também no Brasil, como creme cosmético. Justamente na pele, onde causa mais efeitos.




Usado contra a Gripe

Agora, olha a outra indicação:  contra a gripe, especialmente para a H1N1. A notícia consta do Jornal Pravda, da Russia, e a matéria vem assinada por Babu G. Ranganathan. 


"A melhor defesa contra influenza suína, ou qualquer influenza, é um remédio antigo conhecido como prata coloidal. O coloidal só pode ser feito com água destilada e pode ser consumido seguramente e usado no corpo.

Bactérias e vírus não podem desenvolver resistência a prata coloidal.

A Prata incapacita uma enzima vital e mecanismo em todas as bactérias patogênicas de forma que elas não podem sobreviver. É bom tomar algumas colheres de sopa de prata coloidal para manter a saúde, mas só deve ser tomada se estiver com algum tipo de doença por bactérias, vírus ou fungo.

A Prata coloidal apresenta melhores resultados na defesa contra os efeitos secundários da influenza H1n1.

A Prata coloidal era bastante utilizada na medicina até os anos 30 do século passado. Porém, como era caro de se produzir, naquela época, e com o advento dos antibióticos, deixou-se a prata coloidal de lado. Porém, agora, muitos germes desenvolveram a imunidade e resistência aos antibióticos.

Não há, no momento, nenhuma vacina segura contra a influenza tipo H1N1 e como se trata de um vírus híbrido de várias espécies de vírus, fica ainda mais complicado obter uma vacina segura.  

Se você tomar a prata coloidal lembre também de consumir regularmente iogurte, pois o tratamento com prata coloidal também destrói as bactérias boas nos intestinos."




Prata coloidal tem uso controverso


Há outros sites, também, que especificam que, no caso das gripes, a dosagem é pequena e por pouco tempo, o que diminui consideravelmente os riscos à saúde.

Divulgo estas informações para que você, ao ler este artigo, tenha mais informações para tomar a decisão que lhe parecer mais justa e acertada.

Estão correndo a web várias notas sobre como obter a "prata pura", como fabricar as suas próprias dosagens (passo a passo), como administrar preventivamente...

Fica o alerta!

Os experimentos científicos são feitos à revelia da vontade dos pobres animais e os testes de novos tratamentos e medicamentos acontecem sempre, primeiro, junto aos usuários do SUS.

Divulgue aos seus, dissemine estas informações. Assim como tudo que ingerimos, convém, primeiro, se informar e questionar. Aceitar uma indicação sem nem saber o que está tomando é muita ingenuidade. Isto serve para qualquer medicamento. Leia a bula.

Volto a dizer: vale mais a prevenção! Dormir as horas necessárias, beber bastante água, comer frutas e verduras, evitar o mais possível o stress. Aqui no RS também comemos gengibre (ralado sobre a comida ou em chás), tomamos regularmente o mel, as avós fazem os xaropes. E atividade física prazerosa. Kit completo, BOA SAÚDE!


Uma alimentação balanceada é aval de Boa Saúde


Veja também:
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2013/09/bebe-azul-nitrato-de-amonia-e-explosao.html

Bebê Azul, Nitrato de amônia e a explosão em Santa Catarina - Fábrica de Fertilizantes em São Francisco do Sul



Síndrome do Bebê Azul causa falta de ar e, em casos graves, pode levar a morte, Contaminação vem pela água.


Por Marise Jalowitzki
27.setembro.2013



Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente



compromissoconsciente@gmail.com

Escritora, pós-graduação em RH pela FGV,
international speaker pelo IFTDO-EUA
Porto Alegre - RS - Brasil