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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O óleo que ninguém vê - Entrevista com João Talocchi, do Greenpeace

Vazamentos como o da Nova Zelândia,  ocorrem anualmente em diversas partes do mundo. Em 2001, aconteceu no Brasil, na Baía de Guanabara. Diga Não! às energias sujas! (Foto: Albatroz agonizando, encharcado de petróleo)

 

O óleo que ninguém vê

 Entrevista com João Talocchi, do Greenpeace


Por Marise Jalowitzki
14.outubro.2011
http://ning.it/opwX4g

Quebrado em minúsculas partículas, dispersa-se o veneno da vista humana. O mar volta a parecer azul ou verde, mas a carga tóxica está lá, contaminando, empestando, matando, agredindo e modificando a vida marinha, o ar que evapora.

Por ocasião do desastre ecológico na Nova Zelândia, o pior da sua história, devido ao vazamento do cargueiro Rena, cabe lembrar do ocorrido no Golfo do Mexico. Transcrevo uma entrevista de João Talocchi, ativista do Greenpeace, concedida logo após a sua intervenção no local da tragédia, em 2010.



Lembram do desastre no Golfo do México?
Greenpeace

Postado por lmarques - 28 - jul - 2010 às 17:35 

(...)
O ativista brasileiro João Talocchi esteve à frente dos trabalhos da equipe do Greenpeace no Golfo do México durante o vazamento de óleo. Por isso, consideramos uma ótima oportunidade ouvir dele sobre a atuação da organização no local.


Em uma entrevista realizada dia 22 de julho, João revela os bastidores do maior desastre ambiental da história dos Estados Unidos. Vamos a ela:


Qual tem sido a atuação do Greenpeace frente ao vazamento de óleo no Golfo do México?


Desde a semana do acidente, no dia 21 de abril, o Greenpeace USA está no local.  Levamos conosco especialistas que lidaram com o vazamento da Exxon Valdez (Alasca, 1989) que entendem dos impactos do óleo. Atraímos mídia para os lugares onde ninguém ia, pois nem a BP, nem o governo americano, querem que as pessoas vejam o impacto real do óleo. Também organizamos protestos no mundo inteiro.

Nos Estados Unidos, ativistas foram presos ao pedir o fim da exploração de petróleo no Ártico. Na Bélgica, ativistas com óleo no corpo recepcionaram 18 representantes das maiores empresas petrolíferas com comissários da União Européia. A intenção é trabalharmos fortemente pelo fim deste tipo de exploração ao redor do mundo.


Vocês encontraram resistência para investigar a área?

A área do vazamento está fechada. Nenhum barco não-oficial pode chegar próximo, a um raio de dez quilômetros.

O sobrevôo também é limitado. É difícil fotografar ou filmar o que esta acontecendo por água ou por ar. Em terra, devemos ficar a uma distância de 20 metros das barreiras de proteção, ou de onde os barcos da BP trabalham. Não conseguimos nos aproximar para ver as aves ou tartarugas que morrem e se acumulam perto das barreiras de proteção.

Também é difícil ver o óleo perto da costa pelo excesso do dispersante Corexit, um produto químico fortíssimo usado para quebrar em pequenas partes as partículas do óleo. A mistura do óleo com o dispersante pode ser mais tóxica do que os dois produtos isoladamente, só que ninguém tem dados sobre isso. A impressão é de que existe muita coisa escondida.


Como está a situação agora no Golfo do México?


Não há mais óleo vazando da saída principal, o poço está fechado para testes. Se eles indicarem que a pressão continua alta, quer dizer que todo o óleo esta tentando sair pelo cano principal. Mas, se a pressão estiver baixa, significa que a saída fechou e o óleo esta escapando para outros lugares. Isto é um problema, pois fica difícil a identificação de onde pode estar o vazamento.


(...)

Vazamentos de petróleo em estações marítimas de perfuração são comuns?  

Vazamentos ocorrem anualmente em diversas partes do mundo. Em 2001, aconteceu no Brasil, na Baía de Guanabara. Temos de considerar também vazamentos de óleo de navios, refinarias, tanques de armazenamento e motores de barco, que boa parte das vezes passam despercebidos. Acumulados, somam uma grande quantidade de litros de óleo no mar.  


Este tipo de desastre pode acontecer na extração do petróleo do pré-sal brasileiro?


Em todo tipo de perfuração de petróleo onde se força os limites da tecnologia há risco. No pré-sal, em maior profundidade, mais pressão e acesso mais complicado, se houver um acidente, a mitigação seria ainda mais complicada e o impacto, gigantesco. É como uma usina nuclear: você só precisa de um vazamento para gerar uma catástrofe.


(...)


Desde a data desta entrevista tivemos outros protestos. Na Nova Zelândia, ativistas sujos de óleo trouxeram o alerta de que o petróleo é ume energia suja e, em Londres, o Greenpeace fechou 50 postos de gasolina da BP.

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Leia também: http://ning.it/nSCNcl





Sapphire Energy e a produção de petróleo verde,
 já obtiveram gasolina de alta octanagem

Petróleo Verde - Extraído de Algas e o Vazamento de Petróleo na Nova Zelândia

14.outubro.2011LINK: http://ning.it/nSCNcl






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Leia mais em: http://t.co/jImAZ8H


Alternativas Energéticas - Sustentabilidade - Lixo em Energia - Tecnologias Inovadoras




Energias Alternativas - Geração de Energia e Reciclagem
LINK: http://t.co/jImAZ8H

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Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente



Escritora, pós-graduação em RH pela FGV,
international speaker pelo IFTDO-EUA
Porto Alegre - RS - Brasil

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Nova Zelândia é atingida por terremotos, que deixam feridos e causam pânico

Após o sismo de fevereiro, Nova Zelândia volta a enfrentar terremotos nesta segunda-feira

Nova Zelândia é atingida por terremotos, que deixam feridos e causam pânico

Por Marise Jalowitzki
13.junho.2011
http://t.co/BY4VHdd

A Nova Zelândia volta a ser castigada com mais terremotos nesta segunda-feira.(13). Tremores tiveram magnitude medida entre 5,2 e 6 graus na escala Richter.
A Nova Zelândia registra cerca de 14 mil terremotos por ano. Será este um solo adequado para intensificar a exploração petrolífera?

Stephen Hawking e o futuro da humanidade



Há cerca de um mês, o físico teórico e cosmólogo britânico Stephen Hawking, um dos mais consagrados cientistas da atualidade, prenunciou que, do jeito como a humanidade está se autodestruindo, restam nem cem anos para que a vida se torne totalmente impossível para todos. Terá razão o sábio cientista?

A população, assustada, relembra a experiência de fevereiro último, quando aconteceu um sismo semelhante.

Com cancelamentos de vôos devido à chegada das nuvens tóxicas do vulcão chileno Puyehue, a nação nezelandês enfrenta problemas.

Parece que o convívio com a insegurança e o medo se acentuam.

Embora seja bem importante manter-se atualizados com tudo o que vem ocorrendo, sinto como primordial começarmos a desenvolver uma nova maneira de encarar a Vida. Se antes as catástrofes também aconteciam, mas não tínhamos conhecimento delas, hoje, com a ascensão da web, tudo, em minutos, chega a todos os "cantos" desse mundo redondo.

Deve isso nos apavorar? Com certeza que pavor não resolve nada. Talvez muito pouco ainda possa fazer alguma diferença significativa, pelo muito de destruição que já aconteceu em termos planetários. E tanto ainda irá ser destruído e transformado, caso não mudarem as cabeças dos seres humanos.
Do G1
A cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, foi atingida nesta segunda-feira (13) por uma série de terremotos, que deixaram várias pessoas feridas e semeou pânico entre a população local, já traumatizada pelo grande tremor de fevereiro.

As autoridades de Christchurch determinaram a evacuação de vários imóveis após o primeiro terremoto causar o desmoronamento de uma igreja. O tremor teve magnitude medida entre 5,2 e 5,5 graus na escala Richter. Cerca de uma hora depois, Christchurch foi atingida novamente por um tremor de 6 graus, com epicentro localizado a 9 quilômetros de profundidade e 14 quilômetros ao norte da cidade, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

A Polícia indicou à televisão neozelandesa que duas pessoas foram resgatadas debaixo dos escombros da igreja de Saint Johns, situada no centro da cidade, e que, por enquanto, recebeu informações sobre cerca de 30 imóveis danificados, a maior parte deles com paredes rachadas. Segundo a imprensa local, pelo menos seis pessoas tiveram de ser levadas a hospitais após sofrerem ferimentos.

De acordo com os primeiros dados divulgados pelas autoridades municipais, cerca de 10 mil imóveis ficaram sem eletricidade por uma falha provocada pelos tremores. Após a tragédia, as escolas paralisaram as aulas e mantiveram os alunos à espera de que os pais fossem buscá-los.

Conforme o Serviço Geológico dos Estados Unidos, que vigia a atividade sísmica mundial, o epicentro do primeiro terremoto se localizou a 11 quilômetros de profundidade e a 10 quilômetros ao leste de Christchurch, segunda cidade mais populosa do país. Em fevereiro passado, 181 pessoas morreram devido ao terremoto de magnitude 6,3 em Christchurch.

A Nova Zelândia se localiza na falha geológica entre as placas tectônicas do Pacífico e Oceania e registra cerca de 14 mil terremotos por ano, dos quais entre 100 e 150 têm força suficiente para serem percebidos.

Fonte: http://ning.it/mLpVCf

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Leia sobre a relação entre ocorrências de terremotos e extração petrolífera:
Há estudos sérios mostrando que a ocorrência de sismos pode ter direta relação com escavações de petróleo (Veja link: http://t.co/998Dw63 ). Espero que, pelo menos, os órgãos competentes (incluindo a Petrobras), criem novas estações de monitoramento nas outras regiões da costa brasileira onde também estão sendo intensificadas as instalações das plataformas para exploração em águas profundas.


E que a população seja informada com antecedência!!!...
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LEIA MAIS EM:

Tremores de Terra continuam aumentando no Brasil

Tremores de Terra e outros eventos sísmicos e climáticos no Brasil

Por Marise Jalowitzki
04.novembro.2011



Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente



Escritora, especialista em Desenvolvimento Humano,
Ecologista, pós-graduação em RH pela FGV,
international speaker pelo IFTDO-EUA
Porto Alegre - RS - Brasil

Novo avanço das cinzas do vulcão chileno Puyehue causa novos cancelamentos de vôos

Vulcão chileno Puyehue continua ativo e nova nuvem de cinzas cancela vôos no Brasil, Argentina, Uruguai e Nova Zelândia


Novo avanço das cinzas do vulcão chileno Puyehue causa novos cancelamentos de vôos


Por Marise Jalowitzki
13.junho.2011
http://t.co/28mOn2x


Está prevista para as 03h (horário de Brasília) desta segunda-feira (13) a chegada das cinzas do vulcão chileno a Montevideo, segundo informações do aeroporto local.


Eu não consegui dormir devido ao cheiro, ardência no nariz, garganta e pulmões e levantei para ler e escrever.


A Gol Linhas Aéreas informou, na noite de ontem (12), que todos os voos programados para as cidades de Buenos Aires e Rosário, na Argentina, e Montevideo, no Uruguai (origem e destino), programados para a noite de ontem e para a manhã desta segunda-feira(13), foram cancelados por causa de um novo avanço das cinzas do vulcão chileno Puyehue.


Do Terra
"De acordo com informe da Infraero, até às 23h de domingo, 11,5% dos 2159 previstos atrasaram e 5,8% deles foram cancelados. No aeroporto de Congonhas (SP) o índice de atrasos era de 12,3% e os cancelamentos somavam 6,4%. Em Guarulhos, das 225 decolagens previstas, 26 atrasaram e 30 foram canceladas.


Segundo informe da TAM divulgado às 22h, entre os voos da companhia que operam fora do horário previsto, a média de espera era de 28 minutos na malha doméstica com 17% com espera acima de 31 minutos. Já na malha internacional, a média era de 26 minutos com 14% dos voos operando com espera acima de 31 minutos.


A Gol informou que está entrando em contato com os passageiros por telefone, email e SMS, mas os afetados podem agilizar o atendimento através dos números: 0300-115-2121 (Brasil), 0810-266-3232 (Argentina) e 5098-2403-8007 (Uruguai).


A empresa orienta que os passageiros que viajaram entre os destinos afetados devem consultar a empresa antes de se deslocar ao aeroporto. A empresa diz que providenciar reacomodação sem a cobrança de taxas, e que os passageiros poderão solicitar o cancelamento do bilhete com reembolso total do valor pago.


A nuvem de cinzas provêm do vulcão chileno Puyehue obrigou a suspensão na quinta e sexta-feira dos voos internacionais dos maiores aeroportos da Argentina, assim como os do Uruguai e aqueles com conexão ao Brasil e várias capitais sul-americanas.
Com informações da AFP


Nova Zelândia - Nuvem do Vulcão Chileno chega à Nova Zelândia


Do G1


A companhia aérea Qantas cancelou nesta segunda-feira (13) (pelo horário local) todos os pousos e decolagens da ilha australiana da Tasmânia e da Nova Zelândia. Já no aeroporto da cidade de Melbourne, todos os voos foram suspensos até o meio-dia.


Um grande número de passageiros espera pelo embarque no aeroporto neozelandês de Auckland. Mas, por enquanto, a companhia Air New Zealand está operando, no momento, a uma altura mais baixa que o nível da nuvem de cinzas.

Nuvem vulcânica afeta a saúde (Info G1)

Conheça o vulcão Puyehue no Chile - Info G1

Dados do Vulcão Puyehue obtidos na Unicamp - Info G1

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Leia também:

Nuvem de cinza vulcânica se estende até a África


Nuvem - Partículas Vulcânicas - Perigos, Riscos e Efeitos dos gases sobre a população




Vulcão Puyehue está em erupção há 6 dias.
Partículas vulcânicas que compõem as nuvens
 (Foto ampliada Wikipedia)


Vulcão chileno - Nuvem é mais perigosa do que lava
LINK: http://t.co/vsJGOhJ






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Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente



compromissoconsciente@gmail.com
Escritora, pós-graduação em RH pela FGV,
international speaker pelo IFTDO-EUA

Porto Alegre - RS - Brasil

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Nova Zelândia vive momentos de terror - Terremoto de magnitude 6,3 atinge cidade ao sul da Nova Zelândia

Terremoto na Nova Zelândia - Tempos de provações, esses!

Nova Zelândia vive momentos de terror
Terremoto de magnitude 6,3 atinge cidade ao sul da Nova Zelândia
Por Marise Jalowitzki
23.fevereiro.2011

Triste catástrofe na Nova Zelândia. O planeta passa por um momento de muita tristeza! De desamparo, de incerteza e insegurança. Todos os dias são fatos novos. Tragédias, dor, sofrimento. Sentimentos atrozes que ninguém deseja passar.


Realmente, quando, em nossos ditos populares, costumamos exclamar: "Puxa, fiquei sem chão!" - mal sabemos o que estamos dizendo! Permitam os Arquitetos Divinos que nunca saibamos! Imaginem o que é um marido falar pelo celular com a esposa soterrada! Sem saber se vai vê-la novamente.

Creio que os filmes [enlatados] norte-americanos vão cair um tanto em popularidade. Os amantes das cenas de dor e desespero que tanto inflamam os ânimos dos que gostam de assistir a essas produções, devem estar a refletir sobre o momento atual. As cenas estão em tempo real, envolvendo pessoas que, de alguma forma, nos dizem respeito. O local onde aconteceu este terremoto abriga vários estudantes brasileiros.

Somos todos irmãos, queiram alguns se aperceber disso, ou não. Somos irmãos dos neozelandeses, do mesmo jeito que dos haitianos, dos vietnamitas, dos cariocas dos morros. E também de todos os outros seres que habitam este planeta, por empréstimo, como nós. 


A nós, neste momento, só resta rezar por todas essas pessoas que passam por sofrimentos. Também, AGRADECER pela vida de PAZ que temos! E alargar as fronteiras de nossa percepção sobre o que seja solidariedade!

Marise Jalowitzki
Escritora
marisej@terra.com.br
Porto Alegre - RS - Brasil



21/02/2011 21h38 - Atualizado em 21/02/2011 22h37

Terremoto de magnitude 6,3 atinge cidade ao sul da Nova Zelândia

Tremor ocorreu às 12h51 de terça no horário local, a 5km de Christchurch.
Testemunhas relataram a agências de notícias danos em prédios na cidade.

Do G1, em São Paulo
Terremoto atinge Nova Zelândia (Foto: Reuters)


Terremoto de magnitude 6,3 atinge a cidade de Christchurch, na Nova Zelândia. (Foto: Reuters)


Um terremoto de magnitude 6,3  sacudiu a cidade de Christchurch, ao sul da Nova Zelândia, às 12h51 da terça-feira (22) no horário local (20h51 desta segunda em Brasília), de acordo com o Serviço Geológico dos EUA (USGS na sigla em inglês).


O epicentro do tremor está localizado a 4 km de profunidade a 5km ao noroeste de Christchurch, a segunda maior cidade do país. Há relatos de danos em prédios no local, segundo agências de notícias.


Não há relatos imediatos de feridos ou mortos pelo tremor.


Um forte tremor de magnitude 7,2 atingiu a mesma cidade em setembro de 2010, provocando 20 mortes e destruindo edifícios, o que fez o país decretar estado de emergência.

 


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Leia sobre a relação entre ocorrências de terremotos e extração petrolífera:
É minha convicção de que a ocorrência de sismos tem direta relação com escavações de petróleo (Veja link: http://t.co/998Dw63 ). Espero que, pelo menos, os órgãos competentes (incluindo a Petrobras), crie novas estações de monitoramento nas outras regiões da costa brasileira onde também estão sendo intensificadas as instalações das plataformas para exploração em águas profundas.
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Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente




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Escritora, pós-graduação em RH pela FGV,
international speaker pelo IFTDO-EUA

Porto Alegre - RS - Brasil