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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

A dupla rotação simultânea - ENERGIA GRAVITACIONAL - O Desenvolvimento de Técnicas Inerciais

A gravidade é claramente uma forma de energia - Linro Project e a Energia Gravitacional




A Dupla Rotação Simultânea - ENERGIA GRAVITACIONAL - O Desenvolvimento de Técnicas Inerciais
Linro Project


Por Ronald Fries
19.agosto.2011
http://ning.it/oBIjSw 




Pelo menos nos círculos profissionais é sabido que a gravidade, a sua causa e sua natureza, constitui um dos maiores mistérios da física teórica. Essa razão é mais do que suficiente para questionar o porque. De acordo com várias revistas acadêmicas de física, esse fato é conhecido por todos os físicos do mundo inteiro. O mais incrível é a resistência quando alguém tenta resolver este enigma seriamente. E mais, combinado com o fato de que este tema está associado a uma possível resposta a sérios conflitos com importantes fundamentos teóricos da física.


Isso levanta a questão de saber se os princípios teóricos conhecidos são realmente corretos. Oficialmente se considera que os fundamentos da relatividade, as teorias de Einstein, são as bases mais importantes pela investigação. Note-se que a física, como tal, afirma que estas teorias são absolutamente corretas e que elas são frequentemente testadas e verificadas. No entanto, isso leva à seguinte pergunta: por que milhares de físicos do mundo inteiro, em muitas instituições de pesquisa, até a presente data não foram capazes de resolver o mistério da gravitação? Ao mesmo tempo, se define corretamente que uma abordagem teórica não está disponível, mas que por muito tempo está à procura de uma solução.

Aqui, os físicos teóricos tentam um ato de equilíbrio impossível, que eles não podem suportar permanentemente. Uma parte depende claramente de muito sucesso, mas que foram alcançados sem as teorias de Einstein. Mesmo assim, oferece uma abordagem generalizada e, apesar dos esforços, não conseguiu resolver o enigma da gravitação. Todas as teorias estão corretas? É pouco provável que a gravidade vá se adaptar às teorias humanas. E se nós não podemos descrever essas teorias baseando-se nas demais teorias atualmente aceitas, devemos logicamente olhar para o erro das teorias conhecidas.


Os representantes da física acadêmica não pesquisam, mas acusam a todos aqueles da pseudociência que apresentam criticas e soluções especialmente sob Einstein e suas teorias.


É verdade que muitas destas críticas, são muitas vezes incorretas e infundadas. Portanto, não há nenhuma razão para que eu critique Einstein, já que ele entregou uma lógica absolutamente correta, soluções, fórmulas e afirmações basicamente corretas.


Minha crítica é direcionada aos representantes da física de hoje, que mudaram as equações de Einstein (linearização = simplificação e retardização = redução). Com essas mudanças, eles nem viram as contradições lógicas contidas, o que retirou um tanto da credibilidade.  Ou  foram deliberadamente ignoradas, só porque eles não tinham solução e, ainda não tem!


A Teoria Geral da Relatividade de Einstein é, até agora, a teoria mais avançada da gravitação - Big Bang - Energia Escura - Energia Gravitacional



A Teoria Geral da Relatividade de Einstein é, até agora, a teoria mais avançada da gravitação e se os representantes da física teórica afirmam ter entendido esta teoria, por que eles então não resolveram o problema da gravidade?


Esta é, provavelmente, para a população em geral uma questão interessante e que revela em que crise de credibilidade a física teórica, como ciência, está atualmente. A contradição lógica em que concordaram com as suas reivindicações impossíveis é revelada com a "lógica da teoria científica do conhecimento". Este assunto, porém, não é física, mas filosofia. O representante mais destacado do mundo sobre este assunto foi Sir Karl Popper com o seu trabalho à época inigualável. Seu prefácio, para citar uma palestra em 1981, em Suíça:

"Os dias passaram, quando a ciência acreditava sem reservas que os seus resultados foram aceitos como verdades incontestáveis. A disciplina profissional para ajudar a recuperar a confiança perdida, é a filosofia da ciência". Ela questiona as perguntas.

Agora este obra não é muito fácil de entender, muito difícil de ler e não é uma leitura para todos. Como é óbvio, mas também os acadêmicos, especialmente os físicos têm problemas significativos com essa lógica, que está diretamente relacionada ao seu trabalho. 



Em contrapartida, a resistência massiva da física acadêmica em geral contra as críticas especificamente corretas dos seus fundamentos teóricos não pode ser entendida nem aceita. Isso afeta não só as teorias de Einstein, mas também e acima de tudo as leis do movimento onde essas teorias são baseadas. Ainda que a evidência seja apresentada para reduzir este ao mais geral possível, eu não consigo desistir de equações e, no entanto, me limito ao absolutamente necessário. As complexas questões de detalhe podem unicamente ser debatidas com acadêmicos devidamente qualificados. Permitam-me, portanto, pedir aos menos "físicos" de nossos leitores concentrar sua atenção no texto. O objetivo é alargar as conexões, não só para acadêmicos, mas também para que as pessoas leigas consigam entender as explicações.
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Técnicas inerciais - Leis giroscópicas



Os rotores dos helicópteros estão sujeitos as mesmas leis da física que regem o movimento dos giroscópios. Um dos fenômenos mais importantes associados ao movimento dos giroscópios é a precessão giroscópica.


Devido a precessão giroscópica, quando uma força é aplicada a um disco que gira em torno de um eixo, essa força irá atuar 90º adiante na mesma direção da força original.

Se um giroscópio (ou uma roda de uma bicicleta girando em um pedaço de madeira) sofrer uma força A que tenda a girar o seu eixo de rotação, uma força B surgira para girar o eixo de rotação 90º adiante em relação ao sentido da força A. (http://ning.it/qeEc31 )

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A idéia básica para o desenvolvimento de técnicas inerciais


Trata-se do mistério da dupla rotação simultânea e porque não tem gasto energético para seu funcionamento (arrancar). Mas isso só vai parecer, para muitos leitores, ser impossível, uma vez que todos os alunos do ensino fundamental aprendem em aula de física, que quando você quer colocar "algo" em movimento precisa de uma força de tração. Mas você pode, com relativamente pouco esforço mecânico, construir um sistema idealizado por inércia que refuta essa opinião sem problemas.

Como funciona

Para isso serão montadas em um eixo rígido, nas extremidades de um braço de alavanca, duas massas rotacionalmente livres. Essas massas redondas são bloqueadas com pequenas cunhas de madeira para que eles não possam girar inicialmente. Depois de acelerar este sistema por um motor elétrico, em torno do eixo central, se mede o consumo de corrente do motor. Então se para o sistema, se retira às cunhas de bloqueio para que as massas dispostas radialmente possam girar livremente e se repete todo o processo.

Você vai notar que a quantidade medida de consumo de arranco é apenas uma fração da primeira medição. Para acelerar os dois corpos pesados não tomou nenhuma energia, mas apenas para a aceleração do braço de alavanca e o eixo central. Aqui, a maior parte justificado da energia utilizada é ainda o cosseno φ, fator de potência do motor (potência reativa). Assim, surge a questão: como é possível acelerar corpos tão pesados sem energia?
O conceito básico de tais sistemas é baseado em um fenômeno sem explicação, mas a mais de 100 anos conhecido da engenharia mecânica.


Energia Gravitacional  -  A gravidade  gerando energia - Leis giroscópicas - Todo corpo rotativo movido em um campo gravitacional, gera pela sua própria rotação, seu próprio campo gravitacional


Mas este efeito não é algo artificial. É um processo natural já conhecido por muitos. Esse efeito dinâmico pode ser demonstrado em três efeitos, que geralmente não são
associados.

  • O lançador de disco é como o arremesso de peso, um esporte olímpico conhecido. Estes atletas são pessoas poderosas, e dar-lhe um lançador de disco, uma esfera de igual peso, nunca vai a jogá-la tão longe como o disco. Por quê? A bola não tem eixo de simetria e, portanto, não pode girar. O disco gira em vôo, mas por causa do momento angular dado pelo lançador, ele não somente se "apóia" no ar, mas muda de peso e gera um próprio pequeno campo de força.

  • Toma um frisbee. É muito leve e voa com rotação, como o disco, muito longe. As crianças precisam jogar com muito pouco esforço para deixar voar o frisbee. O fator determinante é a técnica de lançamento de disco. Agora, este disco nas mãos de um tipo musculoso, ele deve lançá-lo sem rotação, não vai chegar até uma distancia de 3m e vai falhar nesta tarefa.

  • A beira-mar, crianças lançam pequenas pedras lisas com momento de rotação para jogar e contar quantas vezes saltam as pedras sob as águas.

Todos os três fatores são conhecidos e são completamente naturais e é também a base técnica para os sistemas inerciais, o que obviamente não é assim tão simples.

Todos estes efeitos são baseados nas leis giroscópicas. Esta é também uma das demonstrações de Einstein: Todo corpo rotativo movido em um campo gravitacional, gera pela sua própria rotação, seu próprio campo gravitacional. Outra vez ele tem toda a razão! O mesmo vale para a nossa Terra. Ela se move em rotação no campo gravitacional do Sol, a cada 24 horas sobre seu próprio eixo. Ao mesmo tempo ela gira, no período de um ano em torno do sol. O que há de irreal? É só assim e ninguém neste mundo pode negá-lo! Há claramente uma dupla rotação simultânea como no acima descrito sistema técnico inercial. Ambos são praticamente idênticos e diferem apenas no tamanho.

Há tais equações cientificamente reconhecidas por inércia. A base se relaciona sob o centro de gravidade é dizer na taxa de pulso e as equações de segundo ordem de Lagrange e que a conclusão que a energia cinética de rotação neste sistema é zero. Com este também se refutou a lei da inércia (Newton 1°axioma)! Pois se os corpos realmente têm uma energia cinética, eles também levam energia cinética e precisamos energia para acelerá-los.


Posso enviar as equações correspondentes a todos os profissionais interessados, incluindo a fonte (Academy of Sciences). Isto leva as questões de física acadêmica, que até agora não receberam resposta:

  • Como se pode afirmar diante do mundo e todos os alunos ou estudantes, a validade absoluta e correção das equações, cientificamente reconhecidas da lei da inércia e simultaneamente refutar, com fórmulas reconhecidas, essa mesma lei?

  • Quando os corpos não têm, apesar da alta velocidade, energia de rotação, e nenhum momento de inércia, eles tampouco têm massa? Mas eles estão lá, claramente visíveis para todos os espectadores.

  • Se esses corpos não têm momento de inércia, massas pesadas e inerciais não são, como definitivamente afirmado, iguais, porque cada um desses, pesado antes da instalação, indica exatamente qual é sua massa.

Até a data, não se resolveu o mistério da gravidade. Não se trata de dois quebra-cabeças, mas só um!

A solução reside na inércia do referido corpo. Com a aceleração do sistema intervém sobre ele a bem conhecida força de aceleração de Coriolis; esta mesma obriga a auto-rotação; a razão é o raio de giro e a taxa de deslocamento de Steiner. Com esta auto-rotação, desenvolveu-se uma segunda força centrífuga, não agindo sobre o eixo central, mas em seu próprio eixo de rotação, para compensar a força centrífuga em torno do eixo central. Deve-se ressaltar, no entanto, que este é apenas o princípio de base muito simples e não um guia para amadores para construí-lo.

Atenção! Tais sistemas têm imensos poderes e quem não domina e calcula exatamente
essas forças, não deve realizar esses experimentos.

Em tecnologia inercial, o eixo central não é a unidade motriz, mas a saída da energia. Isso resulta do efeito de espelho das forças inerciais, especialmente difícil de imaginar e compreender. Aqui são os corpos radiais o sistema de movimentação em torno do eixo central e geram um torque sob o eixo central. O efeito já é bastante conhecido e também na teoria da relatividade especial, Einstein descreveu a eletrodinâmica dos corpos em movimento.


É muito simples, trata-se de um motor de corrente contínua, mas não tem comutador. Isso só vai aparecer para cada engenheiro elétrico completamente inacreditável, porque um motor de corrente contínua (motor comutador) sem inversor de pólos é difícil imaginar. Este é completamente diferente, com novas funções e princípio de design, mas sem ferir as regras da engenharia elétrica. Este motor só precisa começar a projetar o fluxo de velocidade a partir do exterior (baterias de carro) e gera internamente a uma velocidade nominal sua própria energia elétrica Sob as leis atuais da física seria absolutamente impossível, e realmente um impossível "Perpetuum Mobile"!

O entendimento está contido nas leis da física, especialmente na definição do que é energia e as formas em que ela ocorre. A gravidade é claramente uma forma de energia, mas ainda não está tecnicamente disponível. Diofere da definição da conservação de energia, na forma como é comumente ensinado. Pois está em total contradição com as afirmações da física teórica, que a soma de todas as energias do Universo é zero. Como é bem sabido que a Terra é de fato uma parte deste Universo e aqui a soma de toda a energia é só 1 de acordo a equação da energia!


Pergunta: Como pode, no sistema global do Universo, a soma das energias ser igual a zero, enquanto aqui na Terra que faz parte deste sistema, é um?

Resposta: Não existe uma soma de 1, tampouco de zero!

Explicação: O conteúdo da declaração do movimento de conservação de energia é absolutamente correto. A causa dos problemas na compreensão reside em sua redação! A forma conhecida é uma equação de balanço e que descreve a soma de todas as energias convertidas em um processo físico aberto.

O Universo, no entanto, não é um sistema aberto, mas um processo fechado em que todos os tipos de energia se transformam continuamente em matéria ou em energia.

A distinção é feita não só em energia positiva de expansão e negativa de contração (processos de contração, formação de estrelas), mas também na matéria com carga positiva e quantidades muito pequenas de matéria com uma carga negativa. Se os dois se encontram, aniquilam-se e permanece radiação, esta também é uma forma de energia.

Por isso, não pode existir uma soma de todas as energias, mas o quociente de energia positiva e negativa. Ambos são reais, já existentes, mas nunca do mesmo tamanho! E assim surge a partir de duas sempre um quociente inferior a 1 e maior que zero. Assim, de fato, há a física teórica, conhecida por muitos anos, mas até agora ainda não conseguiu escrever a equação da energia como uma equação de relação e não como uma equação de balanço.

É preciso considerar tanto as leis da mecânica de engenharia e os fundamentos teóricos de Einstein. Ambos contêm detectáveis deficiências significativas ou más interpretações errôneas. As leis dos movimentos de Newton estão utilizadas hoje na engenharia mecânica e também são a base das equações de Einstein. Esta mecânica clássica, em sua forma ampliada e completada, é a base como tal para descrever matematicamente, geometricamente e fisicamente a gravitação. Aqui, as equações desenvolvidas não são tão complicadas como as de Einstein. Eles não incluem integrais, diferenciais, ou logaritmos. A maneira puramente algébrica permite entender provavelmente a todas as pessoas (engenheiros, técnicos, etc.) que tem uma formação profissional concluída.


Uma cooperação com os físicos só pode ser benéfica para todo o mundo, também para o desenvolvimento de máquinas de alta tecnologia.


(continua)

Linro Team
Dipl.-Ing. Ronald Fries
+58 414 877 03 48




Leia mais em: http://ning.it/pxLr7C 

Linro Project - Dois suíços, radicados no Brasil, mostram como revolucionar a Física e obter Energia a partir da Energia da Gravidade - Dupla Rotação simultânea - Chega de Desmatamento!
 

Projeto Linro - Alternativa Energética - Energia Gravitacional - Simples e barata


terça-feira, 19 de julho de 2011

Cientistas, Engenheiros e Astrônomos declaram sobre Energia Gravitacional, Aceleração Cinética, Força Antigravitacional, Energia Escura


Einstein afirmava sobre a força antigravitacional - Linro Project comprova esta tese 
 
Cientistas, Engenheiros e Astrônomos declaram sobre Energia Gravitacional, Aceleração Cinética, Força Antigravitacional, Energia Escura

Por Marise Jalowitzki
19.julho.2011
http://t.co/LjaTKRE 

Há poucos dias publiquei interessante projeto desenvolvido por dois cientistas-engenheiros suíços, que estão no Hemisfério Sul disseminando suas idéias sobre Energia Gravitacional - Força Antigravitacional - Aceleração Cinética - Energia Escura. O Projeto Linro intenta gerar energia, eletricidade mesmo, a partir da utilização dessa força.

Consta no Link: http://t.co/qLpo2YS publicado neste blog.


Projeto Linro - Gerar eletricidade de forma descentralizada - Energia Gravitacional - Força Antigravitacional - Aceleração Cinética - Energia Escura


 Hoje, encontrei mais um interessante artigo, apresentando os resultados dos estudos de astrônomos australianos que, em parceria com a Nasa – agência espacial dos Estados Unidos –, acabam de anunciar que é muito provável que um tipo de antigravidade, conhecida como energia escura, exista e seja a responsável pela expansão acelerada do universo.

Era o que Einstein já anunciava.

"Uma pesquisa que durou cinco anos e cobriu 200.000 galáxias, levou a uma das melhores confirmações de que é mesmo a energia escura que está acelerando a expansão do Universo.

O estudo, que representa um retorno de até sete bilhões de anos no tempo cósmico, usou dados da sonda espacial Galex (Galaxy Evolution Explorer: Exploração da Evolução das Galáxias) e do Telescópio Anglo-Australiano instalado na montanha Siding Spring, na Austrália.
O
s resultados dão suporte para a principal interpretação sobre como funciona a energia escura - como uma força constante, afetando uniformemente o Universo e impulsionando sua expansão." (Ref.link: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=evidencia-da-existencia-da-energia-escura&id=010130081222 )

Conheça também: 



Previu certo, por idéias tortas

Observações de cerca de 200 mil galáxias resultam no estudo mais completo sobre a energia escura. Os dados endossam ideias de Einstein de que existe uma força no espaço agindo contra a gravidade, embora o físico a tenha postulado com outro universo em mente.

Por: Sofia Moutinho

Publicado em 25/05/2011 | Atualizado em 27/05/2011
Previu certo, por ideias tortas

Os astrônomos acreditam hoje que a expansão do universo é regulada tanto pela gravidade (grades verdes), que atrai os corpos, quanto pela energia escura (grade roxa), que os repele continuamente. (imagem: R. Hurt/ Nasa - JPL-Caltech)

Astrônomos australianos, em parceria com a Nasa – agência espacial dos Estados Unidos –, acabam de anunciar que é muito provável que um tipo de antigravidade, conhecida como energia escura, exista e seja a responsável pela expansão acelerada do universo.

A conclusão é fruto do trabalho de 26 pesquisadores do projeto The WiggleZ Survey que, por cinco anos, vasculharam o céu com o Telescópio Anglo-Australiano à procura de dados sobre a natureza da energia escura, uma espécie de força invisível e misteriosa que responderia por 73% de toda a energia contida no universo.

“Nosso trabalho oferece as melhores provas independentes de que a energia escura é real”, afirma o líder do estudo, o astrônomo Chris Blake, da Universidade Swinburne de Tecnologia, na Austrália. “Einstein estava certo, realmente existe uma força antigravitacional”, ressalta o pesquisador, acrescentando que ela está provocando a expansão acelerada do universo.

Na década de 1910, o físico alemão Albert Einstein (1879-1955) postulou a existência de um tipo de força antigravitacional, mas não foi para provar a expansão do universo. Na verdade, Einstein estava convicto de que o universo era estático. Para isso, era preciso haver uma força que repelia os corpos e se equilibrava com a força da gravidade, fechando as contas para um universo ‘parado’. Assim, ele inseriu em suas equações a antigravidade, batizada em seguida de “constante cosmológica”.

Einstein estava certo, existe uma força antigravitacional no universo

Mesmo com a descoberta de que o universo se expande, feita pelo astrônomo estadunidense Edwin Hubble (1889-1953), em 1929, a antigravidade não foi invalidada, embora tenha sido deixada de lado – o próprio Einstein chegou a dizer que ela havia sido “o maior erro científico de sua vida”.

Anos depois, esse conceito ganhou o nome de energia escura e voltou ao cenário da física com o estudo de um grupo internacional de astrônomos em 1998. Na época, os cientistas descobriram que o universo não só se expandia, mas também o fazia de forma acelerada. Para explicar esse fenômeno, recorreram justamente à força antigravitacional de Einstein.

 

Olhando para o passado

Para provar o efeito da energia escura, os pesquisadores do The WiggleZ Survey criaram o mais completo mapa tridimensional já feito das galáxias, com a ajuda do satélite Galex, da Nasa. As galáxias observadas estão tão distantes da Terra que a luz que emitem revela uma história de sete bilhões de anos atrás, tempo que os raios luminosos levam para chegar até nós.

Com um espectrógrafo acoplado ao telescópio Anglo-Australiano, os astrônomos capturaram a luz emitida pelas galáxias. Esses dados foram usados para medir a distância entre elas e a velocidade com que se afastam da Terra.

O padrão de distribuição dessas estruturas e a velocidade de distanciamento revelaram que elas estão cada vez mais separadas entre si, o que sustenta a ideia de que há uma energia repelente que atua contra a força de atração da gravidade.
Luz das galáxias
A ilustração mostra como os astrônomos mediram a expansão do universo. A luz emitida pelas galáxias das regiões mais remotas do espaço foi usada para medir as distâncias entre elas e determinar a velocidade com que se afastam umas das outras. (imagem: R. Hurt/ Nasa - JPL-Caltech)
Os pesquisadores verificaram que os resultados obtidos coincidem com o modelo cosmológico clássico que incorpora a energia escura.

“Embora a gente ainda não conheça a origem da energia escura e o porquê de ela preencher o espaço, nosso trabalho motiva novos esforços de compreensão desse material”, afirma Blake.

Mesmo com o grande esforço e entusiasmo dos pesquisadores, que coletaram uma quantidade de dados sem precedentes, ainda não é possível afirmar categoricamente que a energia escura é real. Segundo o próprio astrônomo líder do estudo, é admissível que fatores como a poeira estelar tenham afetado os resultados da análise da luz emitida pelas galáxias.

De qualquer forma, o trabalho de Blake não termina por aqui. O pesquisador e sua equipe planejam continuar o mapeamento do universo até chegar a evidências da época de sua origem, há aproximadamente 13 bilhões de anos.

Os pesquisadores planejam mapear o universo até chegar a evidências da época de sua origem
Segundo o astrônomo, o estudo da energia escura pode ainda ajudar a desvendar um dos grandes mistérios da física, que tenta explicar por que a mecânica quântica pode ser usada para descrever as quatro forças conhecidas – nuclear forte e fraca, eletromagnética e gravitacional –, exceto a última.

“O que há de errado com a gravidade?”, indaga. “Nós não sabemos, mas uma pista pode estar na observação da energia escura.”

Sofia Moutinho
Ciência Hoje On-line
http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2011/05/previu-certo-por-ideias-tortas

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Para contatar com o Linro Project:
E-mail: ronaldfries@gmail.com
Fone: +58 414 877 03 48

Página web:   http://lesautresenergies.blog.tdg.ch/

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Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente


compromissoconsciente@gmail.com
Escritora, pós-graduação em RH pela FGV,
international speaker pelo IFTDO-EUA
Porto Alegre - RS - Brasil