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sexta-feira, 24 de julho de 2015

TDAH - Quando toda medicação não resolve! 6 anos de idade, iniciou psicotrópicos com menos de 5 anos, agora já está no 4º tarja preta e a mãe não sabe o que fazer


"Estou meio perdida" - confessa a mãe. "Sinto que nado, nado e sempre morro na praia!"





Sim, os quimicos fazem isso! "Dão certo" por um tempo, mas, na maioria das vezes, os mesmos sintomas que levaram à medicação, voltam (tudo igual ou pior) e os médicos só dão novas receitas! e mais psicotrópicos.
Vira uma zorra.
E os riscos são enormes!
Estes pequenos precisam ser entendidos, não tão pesadamente medicados!!


Por Marise Jalowitzki
24.julho.2015
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/07/tdah-quando-toda-medicacao-nao-resolve.html

Menino de 6 anos de idade, iniciou psicotrópicos com menos de 5 anos, agora já está no 4º tarja preta. A queixa começou na escolinha e a indicação para a ritalina, também. Hiperatividade, não parava quieto e era impulsivo. Depois de meio ano tomando ritalina, ficou "mais agressivo ainda" e esta é, até agora, a mais frequente queixa da [nova] escola. Esta é a terceira escola.

Depois da ritalina, tomou risperidona por quase um ano, depois foi para o trofanil (que é o que toma agora, antes de ir para a escola) e a atensina antes de dormir.

Vive ganhando 'cascudos' do irmão mais velho, 15 anos, que não tem nenhuma paciência com o irmão menor. Está gordo, come muito, o tempo todo.

A mãe, desalentada, escreve: 
"Olá, bom dia! Estou meia perdida,a sensação que tenho é que nado, nado e sempre morro na praia! Meu filho já passou por 2 escolas, vários tratamentos e agora vai pra terceira escola e novo tratamento. Sinceramente, estou esgotada... Gostaria de adquirir seu livro,como faço? Ouvi alguns depoimentos que me deram esperança."


Eu:
Olá, amiga! Desanima não, querida! A situação é difícil, especialmente pela aridez do entorno, mas há saídas! A questão da "informação é poder", que a Rose colocou lá no grupo, é uma grande verdade, e foi a razão de eu me mobilizar para escrever o livro, sem deixar de continuar pesquisando e publicando. Muitas mães também já escreveram coisas semelhantes, o que me gratifica, pois reafirma que fiz a coisa certa!


 A mãe:
"Ele tem muito ciúmes do irmão mais novo, ele está no pré e ainda não sabe nada... Cores, números e letras.
Agora que aprendeu a letra M de Mauricio. (nome fictício)
Ele come muito, tenho que ficar em cima o tempo todo, me parece ser ansiedade.
Mas não toma refrigerantes, nada de corantes e evito ao máximo os conservantes. Ele é bem alérgico.  
O que ele mais consome é o leite, e Danone."

Eu:
Bem, vamos começar pelo fim.

Leia aqui: 

Leite, Laticínios, Produtos com leite

Cada vez mais crianças nascem com intolerância à lactose. 
Assim, sugiro que inicies cortando o leite. Muito da alergia dele é quase certo que vem dali.
É mais fácil substituir do que se pode pensar. As mesmas proteínas alardeadas no leite animal estão nestes vegetais, especialmente nas castanhas, sem nenhuma dúvida. 

Além do que, uma vez feita a troca, o consumidor se livra de todos os tóxicos que estão contidos no leite - antibióticos, ingredientes das vacinas, estimulantes, hormônios de tudo que é lado:
- hormônios de crescimento que a vaca-mãe tomou-toma a vida inteira, já q ela é estimulada pra crescer – vive 6 anos dos 30 q poderia viver
- hormônio sintético ocitocina - p a vaca-mãe produzir mais leite – q não dá pro bezerro, mas, sim, pra um humano! Outro corpo, outra constituição! Como pode dar certo¿) – só pra citar alguns.

E os antiinflamatórios p q a vaca-mãe possa aguentar as inflamações que tem todo o tempo, especialmente do úbere – a mastite (significa= infecção da mama), por ter aquele aparato mecânico pendurado todos os dias; e as artrites e artroses, por passar grande parte do tempo imóveis, sendo ordenhadas e comendo, comendo (algumas, como as dos confinamentos, ficam o dia inteiro paradas!!). Por isso são abatidas tão precocemente. E este leite e esta carne tão doentes e tóxicas, vem p uma criancinha em desenvolvimento!!

E, neste contexto, os iogurtes, como todos os laticínios, estão com os mesmos problemas. Além do que o Danone, como a própria empresa informa, não deve ser ministrada a crianças menores de 4 anos... se o próprio fabricante diz isso, boa coisa não é...

Link do Danoninho: video feito pela mamãe Lúcia Muniz


Os cremes feitos com leites vegetais, engrossados com frutas, açúcar mascavo orgânico ou, pelo menos, açúcar cristal orgânico, + goma guar p dar consistência de creme, são substitutos saborosos dos iogurtes.

E vai procurando nos supermercados alimentos que não contenham leite-ovos. No início parece difícil, mas, depois que decoras algumas marcas, vai direto. Até na rede Carrefour se encontra – ao mesmo preço dos demais – bolachas, biscoitos, macarrão, sem leite, sem ovos. Vai firme, amiga!

E, com menos alergias, ele já começa a diminuir a hiperatividade que, como bem já intuíste, tem muito a ver com ansiedade.


Querendo, leia aqui 12 receitas de como fazer leite vegetal bem gostosas:

Aprenda 12 Receitas de Leite Vegetal





Trazer o irmão mais velho para também suprimir o leite em sua dieta vai ser uma empreitada e tanto, querida, pois ele, com 15 anos também está na fase de autoafirmação.


O que podes tentar com ele é mostrar que estás tentando o melhor para a família toda, inclusive ele, e mostrar que o maninho, impulsivo e ativo assim como está, também não deve estar se sentindo confortável, já que é uma coisa que ele não controla. Pedir a parceria dele pode ajudá-lo a se sentir importante, também responsável pela melhora do comportamento do mano.


Comer muito - ansiedade

É importante não ser taxativo, tipo: "Agora não vais mais comer salgadinhos!" e, sim, ir substituindo os alimentos que ele mais gosta por outros similares, principalmente onde ele possa participar na confecção.

Não sei há quanto tempo ele parou de tomar psicotrópicos (não sei como ele tomou ritalina, que diz na própria bula que não deve ser dada a crianças – nos casos comprovadamente diagnosticados como tdah – antes dos 6 anos. E ritalina não pode ser receitada para crianças agitadas e ansiosas!!).

Este lance de comer tudo que vê pela frente, como disse, também tem a ver com o efeito colateral. A risperidona é um dos mais fortes indutores p comer demais e, lógico, ganhar excesso de peso.

Se ele ainda está tomando trofanil e atensina, procura ir diminuindo primeiro atensina, substituindo gradativamente por chazinhos e massagens. As crianças costumam responder muito bem, assim como com o Florais.


Dá uma olhadinha neste link:

Contato, carinho, toque é e sempre foi saudável, produz
ocitocina, o hormônio do bem estar

Por Marise Jalowitzki

Procura conversar com o neuropediatra que trata dele e pede orientação de como ir diminuindo a dosagem diária dos tarja preta. Como o corpinho dele já está com uma carga bem significativa de experimentos psicotrópicos, precisa de muita cautela para ir diminuindo até retirar.


Dá uma olhada neste link: 


TDAH Sem Medicação

A importância do acompanhamento médico na suspensão de psicotrópicos em crianças

Por Marise Jalowitzki

E podes ajudar diretamente com os Florais, que são adjuvantes ao tratamento alopático, enquanto for mesmo necessário manter. Por vezes, é bem mais saudável e recomendado trocar de médico-especialista, pois a prática de medicalização varia bastante entre os profissionais. E isto deve ser procurado sempre.

Com relação a estar ‘atrasado’ cognitiva e intelectualmente, bem importante que tu, como mãe, passe Confiança e muito Amor pra ele, apesar do bullying que já deve estar recebendo na escolinha, onde, geralmente, querem todos em mesma media, dm mesma medida e escore! Vamos comentar mais sobre isso, pois não é razão de alarde, pelo menos não agora!! Está comprovado que uma diferença de 3 anos, nesta idade, é plenamente admissível e a criança 'encosta' sem problemas caso não for muito pressionada!

Ele precisa saber-se muito amado e aceito por ti e isto tu vais conseguir com mais atenção, programas só entre vocês dois, o que inclui passeios na praça, ao ar livre, amassar massa de pão, fazer pão ou bolacha, eles costumam amar.

Ter um animalzinho de estimação, em especial os cãezinhos adotados, costuma gerar um sentimento extra de compaixão, cuidado e zelo, o que ajuda a se autorregular, orientar, autodisciplinar.

Para estabelecer acordos sem estresse, envolva-o na construção de um Quadro de Acordos.


Dá uma olhadinha neste link:

O monitoramento do quadro é mais uma
ação necessária.

TDAH e Acordos - Quadro de Tarefas, Perdas e Recompensas

Por Marise Jalowitzki
Contribuições de Cassia Aiko Sato - Toyohashi - Japão
Comentário de Fer Gabriel Zamboni - Brasil

http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/04/tdah-e-acordos-quadro-de-tarefas-perdas.html














RELAÇÕES FAMILIARES E TERAPIA - Um Novo Jeito de Lidar

Na tua mensagem não comentaste se ele faz terapia. Isto é muito, muito importante, pois vai ajudando-o na autorregulação, a entender melhor as consequências de seu comportamento, ajudado a expressar-se.

As relações na família também precisam ser revistas, bem como as formas de todos tratarem uns aos outros e serem tratados. Respeito, entendimento, parar para ouvir, sem zoar. No caso do mano adolescente, é preferível que ele, em um primeiro momento, evite diálogos estressantes, se preciso evite um tanto até o contato mais próximo, até que ele possa ver que o mano menor está mudando o comportamento. Para entender tudo isso, entra, sim o Livro, que tem frases, sugestões de reações e respostas, trato no dia a dia. Coisas pa ler e reler, praticar, discutir entre os adultos.

Bem, por agora, creio que já tens uma “lição de casa” bem importante a fazer!! Caso queiras, é claro!! Depois, vem a segunda etapa, que é a questão da roupas (tecidos), ambiente no quarto de dormir, plantas ornamentais que puxam os venenos que pairam no ar (e que são destilados até pelos produtos de limpeza!).

E, também, tua intervenção bem pontual na escola, com vistas a obter uma parceria. Nem sempre isto é possível, dependendo da escola, o que faz com que, várias vezes, as mães acabem trocando seus filhotes de instituição!

Beijos e até!



 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:

quinta-feira, 18 de junho de 2015

As mentiras que meu médico me disse - As seis falácias que estão na base da prescrição excessiva de medicamentos como Ritalina para os nossos filhos






Dr. John Breeding Ph.D.
(texto em tradução livre por Marise Jalowitzki)
publicado neste blog em 18.junho.2015
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/06/as-mentiras-que-meu-medico-me-disse-as.html Publicação original em: http://www.naturalchild.org/guest/john_breeding.html



O que exatamente significa "ajudar crianças 'redondas ou octogonais' a se encaixar em buracos quadrados educacionais bastante rígidos?" Eu acredito que há pelo menos seis falácias que estão na base da prescrição excessiva de medicamentos como Ritalina para os nossos filhos.
1ª afirmação a ser questionada: "Ajustamento social é bom."
Mesmo que a capacidade de ajustar socialmente possa ser importante, nem sempre é uma coisa "boa". Na sua forma mais extrema, o ajuste social leva à conformidade e cumprimento estrito, o que [na história do mundo] já resultou em fenômenos sociais terríveis, incluindo a escravatura e o genocídio.  
Esta parece ser uma noção particularmente aberrante em uma sociedade como a nossa, que é tão profundamente fundamentada na busca de individualismo, liberdade de expressão e de associação, e à "busca da felicidade".

2ª afirmação a ser questionada: "As crianças devem aprender a respeitar."
Quando uma criança não consegue se ajustar à escola, devemos, pelo menos, pensar sobre nossa capacidade de considerar as necessidades da criança.  
Claro que é importante para as crianças aprender como se dar bem em várias situações, e como evitar atrair penalidades sobre si mesmas. No entanto, as crianças devem ter a possibilidade de expressar os seus presentes originais [suas habilidades inatas] dentro de suas comunidades. É um erro forçar nossos filhos para caber em moldes que lhes são impostos de acordo com as necessidades e as convenções da ordem de adultos.

3ª falácia: "A falha em ajustamento social provoca sofrimento."
Em nossa cultura competitiva, tendemos a ver erros como negativos e que devem ser evitados. É difícil aceitar a noção que os erros podem ser bons, e na verdade, na verdade, são a nossa forma de aprender.  
Estamos obcecados com as noções de sucesso e fracasso.  
Nós julgamos as ações de uma criança como o sucesso ou o fracasso de acordo com nossas expectativas e exigências, e não através dos olhos de uma criança em desenvolvimento.  
Eventualmente, a criança internaliza tanto o padrão social [imposto pelos pais e-ou instituição escolar] que assume e faz de si uma auto avaliação: "Eu não consegui fazer jus às expectativas, portanto, eu sou um fracasso."  
Eu diria que não é o fato em si [de falar] que causa sofrimento, mas sim a opressão - sob a forma de adultismo - que impõe padrões arbitrários, e uma visão de mundo baseada em vergonha [cultivada pelo adulto]. Isto é o que faz com que as crianças sintam, pensem e vejam a si mesmas como fracassos, e é aí que reside o seu sofrimento.

4ª falácia: "O trabalho de um médico é para aliviar o sofrimento."
Certamente, é isso que deveria ser!  Mas que só acontece através da prática da medicina que incorpora compaixão - não rotulagem, coerção, ou culpa.

5ª falácia: "Ritalina ajuda as crianças a se conformar."
Nem sempre. Às vezes os faz "psicóticos", por vezes, torna-os agressivos. Outras vezes, Ritalina torna as crianças ansiosas ou tontas, com náuseas. Ritalina pode fazer algumas crianças querer se suicidar. E, para algumas crianças, Ritalina tem sido uma receita mortal 8 ( Dr. Fred Baughman está atualmente envolvido em três casos de morte Ritalin.). 
Quando  "funciona" bem, a criança é observada produzindo melhor em sala de aula. Isto, a pesquisa nos mostra, é o único resultado positivo a curto prazo. Não há efeitos positivos a longo prazo em qualquer aspecto do funcionamento criança-sociais, comportamentais, ou acadêmico - associada ao uso de Ritalina. 9

6ª falácia: "Por isso, dar Ritalina a seu filho me permite aliviar o seu sofrimento."
Em um discurso de 1854 sobre o ato de Kansas-Nebraska, Abraham Lincoln disse: "Eu iria concordar com qualquer grande mal, a fim de evitar um ainda maior." 10 Muitos pais sentem a compulsão para punir ou disciplinar seus filhos, unicamente levados pela esperança de que é através desses métodos e-ou providências que podem evitar que um infortúnio ainda maior caia sobre eles.  
Dada a realidade da sociedade opressiva de hoje, e sua falta de vontade de realmente atender as necessidades de nossos filhos, o argumento de 1854 continua e a Ritalina pode parecer uma escolha melhor do que a pressão contínua, a desaprovação, e a sanção. [E, por isso, continuam medicando.)


De quem é a responsabilidade?

Este  argumento de "aliviar o sofrimento" revela uma das justificativas mais consistentes para o uso de medicamentos psiquiátricos para as crianças: em um nível ou outro, Ritalina absolve cada pessoa de sua responsabilidade. 
- A criança não é responsável, ela é "doente". 
- Os pais, os médicos, a comunidade, as instituições médicas e educacionais - a sociedade em geral - são aliviados de seu dever em satisfazer as necessidades reais da criança. 

Nós prescrevemos medicamentos; a criança está em conformidade; as instituições educacionais e médicas não tem que mudar; e os nossos padrões de "normalidade" são passados ​​para a próxima geração de crianças assistidas por drogas de aprendizagem para caber no mandato do buraco quadrado. 

Temos justificativas intermináveis ​​que nos permitem estar em conformidade com a opressão, com a consciência aparentemente clara, enquanto milhões de crianças estão em metilfenidato - Ritalina, Concerta, Venvance e outras drogas tóxicas - dadas a eles por adultos que cuidam deles. 

Alguns podem chamar isso de "medicina", mas um grupo crescente de pais e outros estão começando a ver como o abuso institucionalizado de crianças, vítimas indefesas de uma sociedade irresponsável.


John Breeding, Ph.D., é um psicólogo com uma prática de aconselhamento privado bem estabelecida em Austin, Texas. Uma parte significativa do seu trabalho envolve aconselhamento com os pais e as crianças; ele gosta de ajudar os adultos a se tornar mais eficazes em seu trabalho com os jovens, oferecendo alternativas não-medicamentosas para ajudar os jovens que estão tendo um momento difícil. Dr. Breeding também é ativo em outros desafios de opressão psiquiátrica, incluindo o eletrochoque e a drogadição psiquiátrica de idosos em casas de repouso.
Dr. Breeding atua há cerca de 20 anos em contestar a prática psiquiátrica de eletrochoque. Ele serviu no conselho consultivo da Associação Mundial de sobreviventes de eletrochoque por muitos anos, e foi fundamental na aprovação de legislação significativa, fornecendo proteção para os cidadãos texanos sobre o uso de eletrochoque (eletroconvulsoterapia) no Texas, que é um estado que, na verdade, proíbe eletrochoque em crianças com menos de 17 anos Ele é um dos membros fundadores da Coalizão para a Abolição da eletrochoque no Texas (CAEST) .
Dr. Breeding escreveu cinco livros, seu mais novo é chamado Leaving Home: The Journey do nascimento à emersão na idade adulta ( ver seu website ). John é o pai de três filhos -adultos emergentes, Eric, Vanessa e Gardiner.


Notas1 JM Zito, DJ Safer, S. Dosreis, JF Gardner, M. Boles, e F. Lynch, "Tendências na prescrição de medicações psicotrópicas para Pré-escolares",JAMA 283 (2000): 1025-1030.


2 "Uma nação de Kids on Ritalin", um ensaio publicado no site do Lawrence Diller: www.docdiller.com .


3 Ibid.


4 Consulte o site do neurologista Fred Baughman, MD, para obter informações sobre a fraude TDAH: home.att.net/~fred-alden .


5 livro de Peter Breggin Veja Toxic Psychiatry (imprensa do St. Martin, 1991), ou a revista Ethical Ciências Humanas e Serviços , por evidências sobre a pseudociência de biopsiquiatria.


6 conversa entre James Baldwin e Nicki Giovanni, 04 de novembro de 1971, "Um Diálogo", citado em LR Frank, ed,. da Random House Webster Quotationary (New York: Random House, 1998).

7 O livro de John Breeding See The Wildest Colts fazem as melhores Cavalos (Austin, Texas .: brilhantes Books, 1996), ou o seu website,www.wildestcolts.com , para uma exposição mais completa do sistema de crença de biopsiquiatria.

8 Dr. Fred Baughman está atualmente envolvido em três casos de morte Ritalin. Seu ensaio "Quem matou Stephanie Hall?", Disponível em seu website (ver nota 4), ​​conta a história de um desses três e inclui uma breve revisão da literatura cardíaca relevante. Um artigo de Caroline Kern noOakland Imprensa , 14 de abril de 2000, intitulado "Drogas de Prescrição, Não Skate acidente, matou Clawson adolescente," relatórios sobre a mais recente de morte em Março de 14 anos de idade Matthew Smith de Clawson, Michigan.

9 Ver Peter Breggin, Falar Voltar ao Ritalin (Monroe, Maine: Common Courage Press, 1998) ou Lawrence Diller, Correr em Ritalin (New York: Bantam Doubleday Dell, 1998) para um resumo deste evidências de pesquisa.

10 . Abraham Lincoln, fala sobre o ato de Kansas-Nebraska, Peoria, Illinois, 16 de outubro de 1854. Citado em LR Frank, ed, da Random House Webster Quotationary (New York: Random House, 1998).

Este artigo foi adaptado a partir do site do Dr. Breeding, "o mais selvagem Colts fazem as melhores cavalos" . Ele também apareceu em Mothering ,Edição 101, Julho / Agosto de 2000.Reproduzido com permissão do autor e Mothering Revista .



 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

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