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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Conheça a Sanofi-Aventis - Filial Brasileira é a maior operação nos mercados emergentes


(Filial Brasileira)

Conheça a Sanofi-Aventis
Filial Brasileira é a maior operação nos mercados emergentes 

http://compromissoconsciente.blogspot.com/2010/11/conheca-sanofi-aventis-filial.html
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ASSINE A PETIÇÃO: PRESSA NA AJUDA AO HAITI: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=haitisim
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Só para saber!


NO BRASIL

http://www.sanofi-aventis.com.br/live/br/pt/layout.jsp?scat=4DAC7D6B-4F72-4981-A1DE-1007A3192E0F

"A filial brasileira é a maior operação da sanofi-aventis nos mercados emergentes e tem por objetivo estar, em breve, entre as cinco maiores subsidiárias do Grupo no mundo.

No país há mais de cinco décadas, o Grupo Sanofi-Aventis tem participado ativamente da história da indústria farmacêutica brasileira e reafirmado seus laços com o país por meio de seus 4.500 colaboradores, de uma plataforma industrial forte e de um programa sustentado de investimentos, inclusive de pesquisa.

Com liderança reconhecida nos principais segmentos de atividade: medicamentos de prescrição, marcas OTC, genéricos (Medley) e vacinas (sanofi pasteur), a sanofi-aventis no Brasil se alinha à estratégia do Grupo de se tornar um líder diversificado na área da saúde.

Investimentos consistentes, perspectivas de longo prazo
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Ajuda Humanitária


A solidariedade faz parte do DNA do Grupo sanofi-aventis e, como um líder mundial e diversificado na área da saúde, é essencial atender às necessidades fundamentais de saúde daqueles em situação de calamidade. Graças à sua presença em uma centena de países, a sanofi-aventis, em parceria com instituições locais ou internacionais, tem sido capaz de colaborar de forma rápida e eficaz.

A sanofi-aventis tem se empenhado em agir de forma coordenada com suas filiais e autoridades dos países atingidos, para colaborar da melhor maneira possível no atendimento às populações vítimas de catástrofes, como o tsunami na Ásia em 2004, a guerra no Líbano em 2006, o terremoto na China e o ciclone em Miamar em 2008, dentre outros. Além da doação de medicamentos e de vacinas, a solidariedade perante essas populações se traduz também pela mobilização de seus colaboradores, que participam com doações, geralmente complementadas pelo Grupo, ou por meio de trabalho voluntário.


Solidariedade diante da devastação no Haiti

A sanofi-aventis se prontificou a ajudar o Haiti após o terremoto de 7 graus na escala Hichter, ocorrido em 12 de janeiro de 2010. O Grupo decidiu doar 1 milhão de euros para colaborar no financiamento de longo prazo para reconstrução do país e apoio à população haitiana. Desde o início da crise, as equipes da sanofi-aventis se mobilizaram, trabalhando em conjunto com as autoridades e com as equipes locais, para assegurar uma ajuda financeira emergencial de 100 mil euros e fazer importantes doações de medicamentos e de vacinas, que continuam a ser feitas. A sanofi-aventis lança também um apelo à generosidade de seus 100 mil colaboradores em todas as subsidiárias, incluindo a filial brasileira. As doações recolhidas serão complementadas pelo Grupo da seguinte forma: para cada euro doado, o Grupo doará um euro adicionalmente, duplicando os fundos recolhidos. Estes fundos serão destinados aos programas de ações pós-emergenciais conduzidos por seis associações: Assistência Médica Internacional, Care, Cruz Vermelha, ONG Handicap Internacional, ONG Médicos do Mundo e UNICEF, que são especialistas em situações extremas, parceiros do Grupo e já atuando no Haiti. Estas associações assegurarão a coordenação das ações tomadas em benefício da população atingida.
http://www.sanofi-aventis.com.br/live/br/pt/layout.jsp?scat=FBBDD6CB-4BC0-404C-A1E6-E51F705BD081
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Sanofi-aventis remete um milhão de euros ao Haiti para a reconstrução a longo prazo e as iniciativas de reabilitação

http://www.pharmabiz.com/article/detnews.asp?articleid=53661&sectionid=



(Matriz - Paris)


Sexta - feira, 22 de janeiro de 2010 12:00 CET
Paris, França
Em face do terremoto sem precedentes que atingiu a ilha do Haiti, a sanofi-aventis remeteu um milhão de euros em ajuda financeira para iniciativas de reconstrução a longo prazo e à reabilitação da população do Haiti.

Em 10 de março entregou ao Unicef 300 mil unidades de medicamentos e 80 mil doses de vacinas para Haiti.

A Campanha "Juntos pelo Haiti" mobilizou 100 países - Sanofi-Aventis e Medley (genéricos). A cada euro doado pelos colaboradores, a Sanofi-Aventis doa mais um, duplicando o valor da doação.
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http://www.sanofi-aventis.com.br/live/br/pt/layout.jsp?scat=05F9EC73-3C4B-4BCC-B1A0-EAB9E8B0115A



Contato

Sanofi-aventis

Serviço de Atendimento ao Consumidor – SAC

0800-703 00 14

(2ª à 6ª feira, das 9 às 17h)

Sede no Brasil: 

Avenida Major Sylvio de Magalhães Padilha, 5.200

Edifício Atlanta - Jd. Morumbi

05693-000 - São Paulo - SP

Fone (PABX):

(11) 3759-6000



Fábrica

Rua Conde Domingos Papaiz, 413 - Vila Areião

08613-010 - Suzano - SP

Como chegar - via Itaquaquecetuba/Suzano

Como chegar - via Mogi-Dutra

Fone (PABX):

(11) 4745-1000
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A sua saúde é essencial para nós

Com um dos portfólios mais abrangentes da indústria, o Grupo sanofi-aventis no Brasil oferece uma linha diversificada de mais de 350 produtos, bem adaptada ao perfil dos pacientes brasileiros, a um preço médio entre os mais acessíveis. Além disso, 95% de suas vendas são originadas de medicamentos sem patentes.

A sanofi-aventis é o maior grupo farmacêutico do país, líder nos segmentos de medicamentos de venda sob prescrição, genéricos e OTC. Por meio da divisão sanofi pasteur, a empresa é uma das lideranças do segmento brasileiro de vacinas.
Presente em mais de 100 países, a sanofi-aventis é uma empresa mundial e diversificada na área da saúde.

Com mais de 100.000 colaboradores, a sanofi-aventis é o quarto grupo farmacêutico do mundo, a maior empresa do setor na Europa, e está na liderança dos chamados países emergentes.

A sanofi pasteur, divisão de vacinas do Grupo, é líder mundial na produção e comercialização de vacinas de uso humano.

Liderança mundial em vacinas

Parceria em saúde pública

Segundo a Organização Mundial de Saúde, as vacinas são o maior avanço em saúde pública do século XX – depois das melhorias obtidas no acesso à água limpa, segura e potável – e salvam, a cada ano, 2,5 milhões de vidas no mundo.

Em 2008, a divisão sanofi pasteur, líder mundial de vacinas de uso humano, disponibilizou 1,6 bilhão de vacinas, que permitiram imunizar mais de 500 milhões de pessoas no mundo. A sanofi pasteur oferece o maior portfólio de vacinas da atualidade, contra 20 doenças infecciosas, e dispõe de 21 vacinas em desenvolvimento (posição em 4.12.2009).
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Link relacionado: Caixões mortuários da FEMA-EUA e Haiti - http://compromissoconsciente.blogspot.com/2010/11/sobre-os-caixoes-da-fema-e-o-haiti.html
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Mexico, epidemia e psicose - Interessante reportagem do Terra Magazine

H1N1 não vira epidemia, apesar das alarmantes notícias 

Mexico, epidemia e psicose - Interessante reportagem do Terra  Magazine



Lição de Planejamento, Estratégia e Ação - 2009


Epidemia de gripe desperta psicose de mexicanos

Rosalía Vergara

Do México

A epidemia da influenza humana espalhou a psicose entre os mexicanos. A informação desencontrada sobre a quantidade de pessoas mortas por esta doença semeou dúvidas em um setor da sociedade sobre a origem da propagação do vírus H1N1 entre os mexicanos.

Nas páginas da Internet, chats, blogs e através de e-mails começaram a circular "lendas urbanas" sobre a epidemia.

Enquanto alguns faziam compras relacionadas ao pânico, outros criavam teorias do complô governamental com intenções de gerar uma psicose social para ocultar medidas como a entrada do Exército americano no território nacional para combater o narcotráfico; aprovar reformas privatizantes ou impedir que o processo eleitoral do próximo dia 5 de julho ocorra democraticamente.

Os mais avessos suspeitaram de um experimento científico, planejado por um cientista louco que no seu laboratório criou um novo vírus e o espalhou pelas ruas do Distrito Federal, para depois, como herói nacional, vender a vacina a um laboratório multinacional para ficar multimilionário negociando os preços com os governos de todo o mundo.

Aqui os exemplos:

Uma mensagem que circulou nos e-mails de trabalhadores, repórteres, jornalistas e políticos refere-se à influenza como "a mentira do ano". Começa desqualificando as pessoas que se deixam "surpreender" pela rádio e pela TV por causa da "influenza suína".

Cita a mensagem, divulgada em nível nacional pelo presidente direitista Felipe Calderón, na qual se referiu ao "novo vírus" como sendo incurável e que havia provocado a morte de uma dúzia de pessoas. "Imediatamente disseram: não saiam, não vão à escola, ao cinema, aos antros, etc. Mas, jamais disseram não tenham medo, se é a única coisa que as autoridades procuram".

Sem citar fontes, datas, locais ou documentos, a mensagem sem a assinatura do autor de tais afirmações, sustenta que "lendo um pouco e não escutando o montão de sandices que falam na televisão", haviam descoberto que o vírus é o mesmo que apareceu há alguns anos e foi batizado como "gripe asiática" e que serviu como "uma cortina de fumaça para ocultar a grave situação econômica pela qual a Ásia passava naquela época".

É necessário citar que a gripe asiática foi conseqüência do vírus H5N1 conhecido como influenza aviária, resultado da mutação do vírus da influenza que atacou aves silvestres; passou para as aves de criação, sofreu mutação e atacou seres humanos. O primeiro caso foi registrado em 2004 na Ásia, em 2005 no Vietnam e em 2006 na África.

Continuando com a mensagem, menciona-se que a situação da crise econômica é semelhante no México. "Informa" que na quinta-feira, dia 24, à noite, quando foi declarado o início da emergência sanitária no país, o Senado da República aprovou o projeto de lei para legalizar as drogas, com o qual passa a ser permitido portar doses mínimas de maconha, cocaína, ópio, crack, entre outras.


Isso é verdade, nessa noite os senadores avalizaram a proposta que está passando por ajustes técnicos e será discutida na terça-feira, dia 5 de maio, em plenário, com alterações para que nem os fármacos-dependentes, nem os consumidores sejam criminalizados por usar uma quantidade mínima de psicotrópicos.

"Perdoem a minha falta de atenção, mas não vi em nenhum telejornal alguém falando sobre o assunto e a lei será colocada em votação pela Câmara dos Deputados amanhã (terça-feira, dia 28)".

Também relata que foi aprovada a lei da Polícia Federal, através da qual foi autorizada "a utilização de agentes policiais sem uniforme quando se fizer necessário. Bravo! Policiais disfarçados, "civis" armados, mais roubos e seqüestros impunes. Também permite intervir nas ligações telefônicas. (Adeus privacidade).

"A Policia Federal agora poderá intervir e inclusive reter os e-mails se assim julgar necessário. Dá todas as facilidades para solicitar às empresas privadas informação pessoal sobre seus clientes para fins de investigação. A corporação realizará ações de vigilância, identificação, monitoramento e rastreamento na Rede Pública de Internet sobre sites com a finalidade de prevenir condutas delitivas. (Ou melhor, para prevenir golpes de Estado, passeatas, movimentos civis, etc. Não esqueceremos que o centenário da Revolução está dobrando a esquina)".

Realmente, nesse dia, a Câmara dos Deputados aprovou a nova lei para criar um corpo policial com fins preventivos, com faculdades de investigação que incluem a intervenção em telefones celulares, a obrigação das empresas de telefonia em informar a posição geográfica de onde são feitas as ligações dos celulares e a observar a informação na Internet para evitar a difusão de pornografia. Este debate já vinha ocorrendo há alguns meses.

A referida mensagem cita que no dia "18 de abril, o Fundo Monetário Internacional aprovou um crédito de US$ 47 bilhões para enfrentar a crise, isto significa que se já havia dívida externa, agora existe e é grande. Mas, como sempre, quem paga é o povo. Os noticiários somente deram a notícia, não falaram do perigo que significa um empréstimo de tamanha magnitude nem como isto afeta a população".

Este crédito foi concedido no dia 17 de abril, mas o próprio FMI disse que as autoridades mexicanas não tinham a intenção de usar os recursos agora.

"E, o último motivo para ter criado a tal psicose por uma doença curável é este: "O presidente dos Estados Unidos, Barak Obama, visitou o México no dia 16 de abril. O que foi falado? Alguns dizem que falaram sobre segurança nacional; o certo - assinala a mensagem sem assinatura - é que Obama veio para fechar um trato -- O comando Norte - com o qual se permite que os militares americanos entrem no México e aos poucos se apoderem do território, dos poços de petróleo e das reservas dos lençóis freáticos. Caralho! Nem o próprio Antonio López de Santa Anna".

De fato, nos dias 16 e 17 de abril Obama realizou uma visita de Estado ao país e se reuniu pela segunda vez com o presidente Calderón. A agenda não foi divulgada para a sociedade por motivos de "segurança nacional". O porta-voz da Presidência, Maximiliano Cortázar, declarou que os chefes de estado abordariam assuntos de interesse bilateral, como meio ambiente, economia, segurança, bem-estar social e migração.

Durante este furacão com a epidemia da influenza, o governo dos Estados Unidos negou que entre os assuntos abordados por Obama e Calderón, estivesse o surgimento da influenza suína que, conforme o secretário de Saúde, José Angel Córdoba Villalobos, começou na Califórnia, não no México.

Para o desconhecido que redigiu a mensagem que circula entre amigos, vizinhos, colegas de trabalho e familiares, "isto pode ter sido a causa de algumas passeatas, bloqueios de estradas, mobilizações civis e inclusive levantes armados por parte do narcotráfico", mas "tudo foi derrotado pela curiosamente oportuna chamada influenza", tão oportuna que fez com que as dependências do governo e dos sindicatos deixassem de funcionar, as pessoas não saíram às ruas e, pela lógica, ninguém comentou nada.

"O único que podiam fazer era ficar em casa sem outra opção além de ligar a televisão e, a cada 15 minutos, ver algum spot para prevenir a influenza e a cada duas ou três horas assistir algum telejornal falando do mesmo".


A suspeita de um complô governamental não parou por aí.

Em outra mensagem foi divulgada a versão de que no último dia 2 de abril, durante a reunião do G7, integrado por Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália e Japão, chegou-se à conclusão de que a economia mundial precisava de uma mudança, motivo pelo qual o FMI destinaria US$ 500 bilhões para ajudar as economias emergentes, ou seja, países pobres dispostos a colaborar.


Também é citada a reunião particular entre Obama e Calderón, para depois, "de surpresa", o chefe de estado mexicano convocar uma reunião de urgência com o seu gabinete, e, durante a noite, anunciar em rede nacional o surgimento do vírus da influenza e a suspensão das aulas desde a pré-escola até o nível universitário em todo o país.

"No dia 24 de abril o G7 declara que a economia mundial deveria movimentar-se neste ano e que seriam adotadas todas as ações necessárias".

Nesse dia, em Washington, começou a reunião do G7 "para coordenar esforços contra a crise". De acordo com a imprensa local, foram apresentados dados recentes que sugerem que o declínio da economia desacelerou e que existem sintomas de estabilização. O G7 considerou que a atividade econômica deveria começar a se recuperar no final do ano, mesmo que a perspectiva de crescimento continuará sendo fraca e o risco de retração continuará.

"Finalmente, na segunda-feira, dia 27 de abril, a empresa farmacêutica Sanofi Aventis anunciou que injetara - 100 milhões em uma nova unidade de produção de vacinas e que doaria 236.000 doses ao México como apoio ao controle da doença". Esta notícia foi publicada no jornal mexicano El Universal.

A análise da mensagem difundida sobre a suposta mentira da epidemia indica que há mais de dois anos a indústria farmacêutica mundial enfrenta problemas econômicos causados pela redução na venda de medicamentos e "se não cria guerras, cria doenças porque a economia mundial deve se aquecer e o México é um perfeito trampolim para lançar a doença, já que os turistas sairiam infectados para qualquer parte do mundo".

"Curiosamente os países que relatam doentes que estiveram no México, e que estão reforçando seu cerco sanitário, são os países que integram o G7. Que interessante!".

Está previsto que sejam suspensas as atividades de todas as empresas do Distrito Federal e do Estado do México. Indica que as escolas foram fechadas até o dia 6 de maio porque o governo está "analisando a farsa e verá se é conveniente que a mesma continue ou seja interrompida", se o fizer, "sairá com a desculpa de que graças às medidas adotadas a tempo e ao apoio da cidadania, conseguimos controlar a doença".


Diante desta séria análise, o redator(a) da mensagem, que não a assina, pede aos leitores que pensem no que está sendo falado em nível internacional nesse momento. Questiona: "Do vírus ou da crise financeira? Isso de antemão é um alívio para o Banco Mundial e para as bolsas de valores do mundo".

Exige que esta mensagem seja enviada a todos os contatos porque "não pode ser que queiram ver o nosso rosto como no passado: carrapatos, ETs, leite contaminado, etc.".

Vai além: "Se for possível, faça cópias para as pessoas que não têm Internet e que, como sempre, é a mais atingida. Olha nas notícias e observa que as vendas das farmácias aumentaram e o preço das máscaras já chegou a 7 pesos. Imagina as risadas de quem orquestrou isto ao ver as pessoas usando as máscaras!".

Adianta-se às críticas sobre quais benefícios teria se o México paralisasse as suas atividades econômicas e responde: "Para isso é o fundo destinado pelo FMI". Disse que os lucros da indústria farmacêutica em nível mundial serão impressionantes. E, como foi anunciado pelo Secretário de Economia, Agustín Carstens, "por dinheiro não paramos para combater a doença", pois será para elevar as milionárias arcas das multinacionais farmacêuticas.

"Por último, os empresários considerariam esta parada um alívio e muitos chefes abusados, como sempre, pagaram a metade aos seus empregados".

Outra dúvida sobre a pandemia é que o presidente anunciou que a doença tem cura, porque já sabe. Do contrário não movimentariam valores pela metade e diriam publicamente onde estão os mortos e onde estão concentrados os doentes.

Segue com sua "análise":

"1. Se realmente é tão contagioso, como estão eles saudáveis e onde estão as famílias dos mortos?

2. Se a influenza suína é uma mutação do vírus original dos porcos, então a infecção não deveria ter começado no campo ao invés das cidades?

3. Por que não mostraram uma entrevista com algum doente? (vi que entrevistam familiares, dizendo que seu familiar está doente e que já está estável graças aos medicamentos, mas se o familiar esteve em contato direto com o vírus o lógico não seria que esteja doente ou em quarentena?)


4. Por que não disseram o nome do retrovírus que está "curando" as pessoas doentes?


5. Por que só existem mortos no México e não aparecem em nenhum outro lugar?"

Outra mensagem diz que será aprovada a lei do Infonavit, de acordo com uma notícia publicada no jornal Reforma "com letras pequeninhas, onde se legaliza o despojo que está sendo feito do patrimônio dos trabalhadores".

Declara que a pretensão é descapitalizar esta instituição que concede créditos habitacionais aos trabalhadores, para transferir estes recursos aos Fundos de Previdência Privada (Afores), que são cotados na Bolsa Mexicana de Valores. Com os Afores, enfatiza, "os bancos ganharam mais de 8 bilhões de pesos administrando os recursos das pensões".

Termina a redação perguntando: "O que mais estão nos escondendo e fazendo por baixo dos panos? Pensa, pesquisa, te informa". Esta mensagem é assinada por Héctor Pineda, analista do HSBC.
(...)

O número de mortos continua aumentando. Nesta sexta-feira, uma semana após declarar a emergência epidemiológica pela epidemia da influenza suína, o secretário de Saúde, José Angeles Villalobos, apresentou um relatório semanal sobre os casos de pessoas doentes, hospitalizadas e mortas. Destacou que até agora 358 pessoas estão infectadas com o vírus suíno, das quais 343 estão vivas e 15 faleceram.

(...)

À pergunta expressa da imprensa estrangeira sobre o papel dos porcos nesta pandemia, Córdoba Villalobos respondeu que é algo que continua a ser questionando em todo o mundo: "Quando o vírus sofreu a mutação e onde isto ocorreu?".

"Na identificação deste vírus, como divulgado em várias ocasiões, existe uma parte que corresponde a um genoma suíno".

Com estes antecedentes, rejeitou que estejam em um período de pré-quarentena, diante do fechamento de locais públicos onde possam existir conglomerados que propaguem o vírus.

Acrescentou que manter as pessoas nas suas casas "é a ação mais efetiva. A ação mais efetiva para evitar a transmissão é justamente que os portadores não andem passeando por aí", indicou este 1º de maio, primeiro dia de paralisação do trabalho e das atividades econômicas e comerciais quase totais no país.
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Publicação original: Epidemia de Gripe desperta Psicose de Mexicanos -
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3742450-EI6580,00-Epidemia+de+gripe+desperta+psicose+de+mexicanos.html
Segunda, 4 de maio de 2009, 09h14 Atualizada às 09h50
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Sentiu firmeza? Não é mera coincidência!


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Assine a Petição: PRESSA NA AJUDA AO HAITI - http://www.peticaopublica.com.br/?pi=haitisim

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Link relacionado: Caixões da FEMA-EUA e o Haiti
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