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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Efeitos dos agrotóxicos no organismo podem ser anulados, revela estudo

 Em duas semanas de mudança alimentar, a eliminação de agrotóxico aconteceu!



O IVL - Instituto de Pesquisa Ambiental da Suécia promoveu um experimento onde foram analisadas  as diferenças entre uma dieta tradicional e uma dieta orgânica no organismo humano. O estudo foi realizado com uma família sueca de cinco pessoas durante três semanas.

Fase 1 - Sete Dias
Nos primeiros sete dias da experiência, os pais e filhos mantiveram a rotina normal, comento os alimentos que consumiam normalmente. Neste período, eles fizeram coleta de urina diariamente, que seguiu para análise dos especialistas.
Foram encontrados químicos tóxicos no organismo de toda a família durante a primeira semana: fungicidas, herbicidas, inseticidas e inibidores de crescimento. 

Fase 2 - Duas semanas
A segunda leva de análise levou duas semanas. Durante este tempo, a família se alimentou apenas com orgânicos e foi novamente testada. Os resultados foram surpreendentes, em especial nas crianças. Em média, as cargas de pesticidas no corpo foram reduzidas em 95% a partir do momento em que eles pararam de ingerir alimentos cultivados com agrotóxicos e fertilizantes.

O estudo esclarece que os níveis de elementos tóxicos encontrados estão dentro dos limites considerados aceitáveis e que, individualmente, seria improvável que as substâncias acarretassem risco à saúde humana.

O risco aparece, porem,  a partir da probabilidade de combinação dos diferentes químicos e seu impacto em longo prazo, fato que ainda não estão comprovados, já que ainda não existem resultados definitivos em pesquisas com este objetivo. A possibilidade de pesticidas diferentes reagirem em conjunto e acarretar um efeito positivo ou negativo mais forte ou fraco, ainda não foi suficientemente explorada. E isto que há décadas ingerimos agrotóxicos em nossa alimentação.

O Brasil, como 1º lugar em uso de agrotóxicos, mais a carga de pesticidas ilegais (já proibidos em outros países) que entram em nosso território, deixa o quadro ainda mais sombrio por estes lados.

Aqui, sim, precisamos literalmente "correr atrás" dos orgânicos, sempre procurando identificar a fonte para evitar fraudes...



O relatório do IVL deixa claro que o ideal é aplicar o Princípio da Precaução, usando métodos agrícolas mais seguros.
 “Dado o pouco que sabemos atualmente sobre os efeitos da combinação de todas as diferentes substâncias químicas a que todas as pessoas estão expostas no seu dia a dia, pode ser sábio aplicar um Princípio de Precaução neste segmento.”

A mãe da família, Anette Palmberg, ficou surpresa com as mudanças identificadas no organismo de seus filhos durante a experiência. “No geral, você pensa nas crianças. Havia toda uma série de produtos químicos retirados dos corpos dos meus filhos e eu não os quero de volta lá”, concluiu a sueca.



Clique aqui para conhecer o estudo completo.
E  aqui  para assistir o video.



Mais sobre nutrição:





Em tradução livre por Marise Jalowitzki
31.outubro.2016
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/10/sobre-o-papel-e-competencia-dos.html









Opções saudáveis - arroz, brócolis, feijão, tomates, 

alface e bifinhos de grão de bico. 











Aprenda 12 Receitas de Leite Vegetal












Também, a exposição aos elementos contaminadores do meio ambiente como agrotóxicos e metais tóxicos, corantes artificiais e gorduras trans agravam igualmente a hiperatividade. 

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Querendo, leia sobre produtos tóxicos AQUI: PRODUTOS QUIMICOS EM NOSSO COTIDIANO CAUSAM ALTERAÇÕES NEUROLÓGICAS, ESPECIALMENTE EM CRIANÇAS
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/01/produtos-quimicos-em-nosso-cotidiano.html


Querendo, leia também: Dieta especial ajuda portadores de TDAH, Autismo e outros distúrbios de comportamento


A dieta de eliminação iniciou apenas com arroz, vegetais, carne e água, além de diminutas porções dos chamados alimentos alergênicos  (alimentos que podem desenvolver alergias), tais como trigo e seus derivados, batatas, leite e seus subprodutos, etc. (pág 171 - Livro TDAH Crianças que Desafiam)





Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente

Escritora, Educadora, 
Idealizadora e Coordenadora do Curso Formação para Coordenadores em Jogos e Vivências para Dinâmica de Grupos,
Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela FGV,
Facilitadora de Grupos em Desenvolvimento Humano,
Ambientalista de coração, Vegana.
Certificada como International Speaker pelo IFTDO-VA-USA
marisejalowitzki@gmail.com 
compromissoconsciente@gmail.com 



Livro: TDAH Crianças que Desafiam 
Como Lidar com o Déficit de Atenção e a Hiperatividade na Escola e na Família
Contra o uso indiscriminado de metilfenidato - Ritalina, Ritalina LA, Concerta

Acesse: 
http://www.compromissoconsciente.com.br/
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/
ou entre em contato direto:
marisejalowitzki@gmail.com 
TDAH Crianças que Desafiam - Como Lidar com o Déficit de Atenção e a Hiperatividade na Escola e na Família





quinta-feira, 25 de junho de 2015

TDAH - Você é contra o uso de remédios?




"Ninguém sabe os efeitos colaterais de uma droga melhor do que a pessoa que está tomando os comprimidos!

Cada vez mais a sua voz vem sendo silenciada. Pode ser que, mesmo quando você relata certos sintomas adversos, seu médico pode ter dito que não há provas que liguem o tratamento com os problemas que você está enfrentando. 
Isso ocorre porque a maioria dos dados sobre medicamentos prescritos é detida pelas empresas farmacêuticas multinacionais que contratam quase todos os ensaios clínicos de drogas (60% dos quais nunca são relatados). As empresas farmecêuticas simplesmente não estão compartilhando dados que possam afetar a sua linha de produção e, consequente, suas vendas. Esta lacuna nas informações somente pode ser preenchida por dados fornecidos por quem está diretamente ligado ao consumo dos medicamentos: os pacientes, médicos e farmacêuticos." (RXISK.ORG e também em: Divulgando o RxISK - um site para você denunciar efeitos colaterais danosos de fármacos)





Por Marise Jalowitzki
25.junho.2015
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/06/tdah-voce-e-contra-o-uso-de-remedios.html


Uma mãe pergunta:
"Você é contra o uso de remédios?"
Esta é realmente uma pergunta que não pode se restringir a um "Sim" ou um "Não". Meu ponto de vista, sim, está pautado em uma filosofia anti-medicalização.
Explico:
Não, não sou "contra" o uso de medicação psicotrópica para casos e situações comprovadamente graves. 

O que muitos especialistas no mundo inteiro estão alertando é para o uso abusivo de medicação psicotrópica, sem que tenha havido um criterioso acompanhamento antes da emissão do diagnóstico. E sem que continue acontecendo um acompanhamento profundamente ético após a emissão do diagnóstico, aliando esforços juntamente com a escola.

O que vemos, em um índice assustador, é a emissão da papeleta amarela em 5 ou 10 min de uma única consulta e a medicalização acontecendo sem nem atentar para os efeitos adversos que, em cada criança, podem ser diferentes!
Há outros caminhos, outras medicinas, outros tratamentos e intervenções e é para esses que me debruço.
Temos vários relatos de mães que, por notar os efeitos adversos em seus filhos, retiraram (com acompanhamento terapêutico) os psicotrópicos de seus filhos, com êxito.
Há que se ter cuidado com as anfetaminas. Anfetamina está nivelada à cocaína. Ritalina e outros à base de metilfenidato são anfetaminas. Muitos pais, por sentirem que o diagnóstico está superestimado, voltam ao especialista e solicitam a diminuição dos psicotrópicos, introduzindo concomitantemente os florais e-ou homeopatia/fitoterápicos e outras alternativas. Em vários relatos a mudança foi pra muito, muito melhor. Cada caso é um caso e é dos pais a pátria decisão.
Continuamos torcendo e tentando contribuir para uma vida sempre mais e mais saudável.
Marise Jalowitzki

Querendo, leia também:


TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, autismo, síndrome de Asperger, dislexia, paralisia cerebral - A "epidemia silenciosa" de toxinas químicas ferem nossos filhos



E conheça esta página de links: 
TDAH e o Direito a Ser Feliz!




 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Sério demais! METADE DE TODAS AS CRIANÇAS SERÃO AUTISTAS EM 2025, ADVERTE CIENTISTA SÊNIOR DE PESQUISAS NO MIT



Sério demais! O Roundup continua sendo utilizado livremente no Brasil, vendido clandestinamente ou sob outros nomes! Pedido de reavaliação do produto, no Brasil, encaminhado ao Ministério da Saúde, está parado há 6 anos!

Brasil ocupa o 1º lugar em uso de agrotóxicos no mundo! O 2º lugar é dos EUA.

* MIT - O MIT - Instituto de Tecnologia de Massachusetts é um centro universitário de educação e pesquisa privado localizado em Cambridge, Massachusetts, nos Estados Unidos

TRÊS anos depois deste artigo!
Monsanto vai a julgamento nos EUA por agrotóxico cancerígeno

Composto à base de químico glifosato corresponde a 50% do mercado brasileiro de agrotóxicos https://www.brasildefato.com.br/2018/07/11/monsanto-vai-a-julgamento-nos-eua-por-agrotoxico-cancerigeno/index.html





Por Marise Jalowitzki
17.abril.2015
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/04/serio-demais-metade-de-todas-as.html

Por quê? Evidências apontam para toxicidade do uso excessivo de glifosato, herbicida conhecido pelo nome de Roundup, da Monsanto, na nossa comida.

Por mais de três décadas, Stephanie Seneff, PhD, tem pesquisado biologia e tecnologia, ao longo dos anos publicou mais de 170 artigos revisados ​​por pares acadêmicos , mostrando o impacto das deficiências nutricionais e toxinas ambientais na saúde humana. Por mais de três décadas, seus interesses de pesquisa sempre foram na intersecção da biologia e computação: o desenvolvimento de um modelo computacional para o sistema auditivo humano, compreender a linguagem humana, de modo a desenvolver algoritmos e sistemas destinados à interação humano-computador. Nos últimos anos ela tem se concentrado na relação entre nutrição e saúde, abordando temas como o mal de Alzheimer, autismo e doenças cardiovasculares, bem como as consequências das deficiências nutricionais e toxinas ambientais na saúde humana.

Numa conferência ocorrida em dezembro.2014, em um painel especial sobre OGM - Organismos Geneticamente Modificados, ela pegou o público de surpresa quando declarou: "No ritmo atual, em 2025, uma em cada duas crianças estarão autistas." 

"Ela observou que os efeitos colaterais do autismo se assemelham aos de toxicidade do glifosato, e apresentou dados que mostram uma correlação muito consistente entre o uso de Roundup nas culturas (e da criação de Roundup-ready em sementes da cultura OGM), com o aumento das taxas de autismo. 

Crianças com autismo têm biomarcadores indicativos de glifosato em excesso, incluindo zinco e deficiência de ferro, sulfato de soro baixo, convulsões e distúrbio mitocondrial.

Um colega palestrante informou que, após a apresentação da Dra. Seneff, "todas as 70 ou mais pessoas presentes estavam se contorcendo, provavelmente porque agora tinham sérias dúvidas sobre servir a seus filhos, ou a eles próprios, qualquer coisa com milho ou soja, quase todos ou geneticamente modificados ou contaminados com Roundup e seu glifosato ".

milho e soja, além do consumo humano como grãos, são também a base da ração para  aves e bovinos (que originalmente comeriam pasto). Estão entre os mais contaminados grãos.


"Dra. Seneff observou a onipresença do uso do glifosato

Milho e Soja
Milho e soja são grãos usados em quase tudo: todos os refrigerantes e doces adoçados com xarope de milho e todos os chips e os cereais que contêm cargas de soja têm pequenas quantidades de Roundup-glifosato neles.

Carne bovina e de aves
Da mesma forma, a carne bovina e de aves, o gado e frangos são alimentados com ração composta de milho transgênico ou de soja. 

Trigo
O trigo é frequentemente pulverizado com Roundup imediatamente antes de ser colhido, o que significa que todos os produtos de pão de trigo e não-orgânicos também são fontes de toxicidade do glifosato. 

A quantidade de glifosato em cada produto pode não ser grande, mas o efeito cumulativo (especialmente em alimentos processados) pode ser devastador. 

Mulheres grávidas que vivem perto de fazendas
Um estudo recente mostra que as mulheres grávidas que vivem perto de fazendas onde os pesticidas são aplicados tem uma probabilidade de 60% de risco a mais que outras mulheres grávidas, de gerar crianças com transtorno do espectro do autismo.


Outros tóxicos indutores de autismo
Outras substâncias tóxicas também podem ser indutoras de autismo. Você deve se lembrar de nossa história sobre o denunciante CDC , que revelou ocultação deliberada do governo da ligação entre a vacina tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) e um risco nitidamente maior de autismo, principalmente em meninos afro-americanos. 

Pisos de vinil
Outros estudos mostram agora uma ligação entre a exposição das crianças aos pesticidas e autismo. As crianças que vivem em casas com pisos de vinil, que podem emitir substâncias químicas de ftalato, são mais propensas a ter autismo. 

Fumo
As crianças cujas mães fumaram durante a gestação, também apresentam duas vezes mais probabilidade de ter autismo. 

Contaminantes ambientais, incluindo produtos de limpeza
A investigação agora reconhece que os contaminantes ambientais, tais como PCBs, PBDEs e mercúrio podem alterar o funcionamento dos neurônios no cérebro, mesmo antes de uma criança nascer.

Toxicidade de Roundup na saúde humana nunca foi testada!
Em dezembro 2014, o USDA divulgou um estudo declarando que, embora houvesse níveis detectáveis ​​de resíduos de pesticidas em mais da metade dos alimentos testados pela agência, 99% das amostras colhidas foram consideradas dentro dos níveis que o governo considera seguro, e em 40% não foram encontrados nenhum traço detectável de pesticidas. (!) O USDA acrescentou, no entanto, que, devido a "preocupações com custos" ele não testaram os resíduos de glifosato.Vamos repetir: eles nunca realizaram testes para o ingrediente ativo do herbicida mais utilizado no mundo.  "Preocupações com custo"? Que absurdo, a menos que eles queiram dizer que vai custar-lhes muito em termos da relação especial entre o USDA e Monsanto. Você deve se lembrar da porta giratória entre Monsanto e o governo federal, com funcionários da agência se tornando executivos  high-paying  (altamente pagos) e vice-versa! 

Dinheiro, poder, prestígio: está tudo lá. Monsanto e o USDA gostam de coçar as costas uns dos outros. É evidente que esta omissão foi proposital."

Querendo, assista ao video contendo as declarações da Dra. Seneff disponível no YouTube .


"Aviões envenenadores", como são conhecidos os aviões que espalham os agrotóxicos nas lavouras, espalham também para outras áreas, já que o vento leva os pesticidas para longe, fazendo com que mais de 90% se perca, o que leva a quantidades ejetadas cada vez maiores!


"Monsanto afirma que Roundup é inofensivo para os seres humanos. Dra. Seneff, não.
Bactérias, fungos, algas, parasitas, e as plantas usam uma rota metabólica de sete passos, conhecida como a via do chiquimato para a biossíntese de aminoácidos aromáticos; o pesticida glifosato inibe esta via, fazendo com que a planta morra, por isso é tão eficaz como herbicida. Monsanto diz que os seres humanos não têm essa via do chiquimato, por isso é perfeitamente seguro.

Drª. Seneff, cientista renomada, ressalta, porém, que as nossas bactérias intestinais fazem essa via, e isso é crucial, porque estas bactérias fornecem ao nosso corpo os aminoácidos essenciais. 

Roundup, uma vez no corpo humano, mata assim bactérias intestinais benéficas, permitindo o crescimento de patógenos; interfere com a síntese de aminoácidos incluindo a metionina, o que leva à escassez de neurotransmissores críticos e folato; quelatos removem minerais importantes, como ferro, cobalto e manganês; e muito mais.

Pior ainda, ela observa , produtos químicos adicionais em Roundup ainda não foram testados porque eles estão classificados como "inertes"... Ainda de acordo com um estudo de 2014 no BioMed Research International, estes produtos químicos são capazes de amplificar os efeitos tóxicos do Roundup centenas de vezes mais.

O glifosato está presente em quantidades anormalmente elevadas no leite materno de mães norte-americanas, cerca de 760 a 1.600 vezes os limites permitidos na água potável europeia. O exame de urina mostra que americanos têm dez vezes a acumulação de glifosato a mais do que europeus."


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BRASIL:
Leia aqui sobre um estudo realizado pela ANVISA em 2003, em 10 cidades brasileiras: Leite Humano contaminado - CETESB 



Também este artigo mostra:
Leite materno contaminado por agrotóxicos em Cuiabá

Leite Materno contaminado em Cuiabá!

Por Marise Jalowitzki
23.março.2011
http://t.co/dx22I1k

Leite materno contaminado por agrotóxicos, em Cuiabá!

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"Na minha opinião, a situação é quase irreparável", disse Drª. Seneff depois de sua apresentação. "Precisamos fazer algo drástico." ( link do texto original: Roundup - Glifosato - ANH - USA ) 

link do video com a declaração da Drª Seneff: https://www.youtube.com/watch?t=37&v=MqWwhggnbyw



O Brasil ocupa o 1º lugar em uso de agrotóxicos no mundo. 
Os EUA estão em 2º lugar

Há um pedido de reavaliação do pesticida Roundup no Ministério da Saúde, parado há 6 anos!


ANVISA - O QUE FAZ O BRASIL

Ministério da Saúde vai 'reavaliar' o registro. Há muitos anos muitas entidades já denunciam a gravidade da situação. O Roundup continua sendo usado largamente em nosso país, seja entrando ilegalmente pelas fronteiras ou vendido sob outros nomes.

"Diante da recente classificação do glifosato pela IARC, a ANVISA dará imediata continuidade à análise deste ingrediente ativo, em cumprimento à determinação do Decreto nº 4.074, de 2002: [que determina] ‘promover a reavaliação do registro de agrotóxicos, seus componentes e afins quando surgirem indícios da ocorrência de riscos que desaconselhem o uso de produtos registrados ou quando o País for alertado nesse sentido, por organizações internacionais responsáveis pela saúde, alimentação ou meio ambiente, das quais o Brasil seja membro integrante ou signatário de acordos’ ", afirma em comunicado oficial.
No entanto, a Anvisa ressalta que, “até o momento, a classificação pela IARC dos agrotóxicos mencionados foi objeto de um artigo na Revista The Lancet, de março deste ano, sendo necessário aguardar a publicação da monografia de cada ingrediente ativo, na qual os detalhes da avaliação dos estudos e resultados utilizados como base para a classificação adotada poderão ser avaliados e utilizados na reavaliação desses agrotóxicos”. (Agrolink)

Quantos anos mais??



Por Alimentos sem pesticidas, no Brasil e no Mundo! 
Por uma alimentação saudável! 
Nós pagamos por isso! 
Nós merecemos Saúde! 
É uma questão de Respeito com o Consumidor e Honestidade por parte dos loucos-por-lucro!

more about Stephanie: http://people.csail.mit.edu/seneff/ 


 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

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