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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Merendeira que envenenou 38 pessoas está foragida - Quem será responsabilizado?

Caso de envenenamento com Nitrosin  em escola de Porto Alegre precisa ser bem apurado. Merendeira está foragida.

Merendeira que envenenou 38 pessoas está foragida - Quem será responsabilizado?

Por Marise Jalowitzki
09.agosto.2011
http://t.co/kfj4uZ5

Volto a dizer: O caso em si já pe bastante grave, mas a negligência dos órgãos responsáveis pelos exames admissionais também precisa ser apurada.

A merendeira está foragida, o advogado de defesa dela alega que ela confessou a culpa sob pressão, pede o afastamento do delegado, diz que não há provas.

De qualquer maneira, as pessoas (quase quarenta), incluindo muitas crianças, tiveram de voltar ainda no domingo até o hospital para realizar novos exames. O veneno é forte (para matar ratos) e foram dois pacotes jogados na panela...

Agora, há uma nova informação: a de que a profissional já somava mais algumas semanas como contratada da prefeitura de Porto Alegre e que havia estado em outra escola, também como merendeira, causando problemas, discussões e desentendimentos antre os colegas. Os professores da primeira escola foram até a Secretaria de Educação e pediram que ela fosse afastada. Foi somente transferida!

Volto a perguntar: E se o caso tivesse sido mais grave? E se alguma criança tivesse ido à óbito, como ficaria? Não é possível somente trabalhar sobre o fato feito. Há que se prever consequências. Falhou o sistema administrativo, de pessoal, RH - recursos Humanos, seja o nome que for, da Secretaria de Educação.

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Mais:

RH - Recursos Humanos - responsável pela admissão da profissional também precisa ser ouvido! Como foram os testes admissionais?


 Nitrosin, veneno contra ratos - Vai ficar assim o envenenamento dos alunos no RS?

05.agosto.2011
http://t.co/YCQeAnA

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Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente





compromissoconsciente@gmail.com
Escritora, pós-graduação em RH pela FGV,
international speaker pelo IFTDO-EUA

Porto Alegre - RS - Brasil

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Bebê nasce em metrô pela demora na chegada de bombeiros - Omissão dos órgãos competentes não pode passar desapercebida pela emoção do nascimento do bebê - Rafael Guilherme - O bebê que nasceu em um banco de metrô

Daniele guerreira, receba nosso abraço! Mamãe deu à luz a um lindo bebê, Rafael Guilherme
(Foto Jadson Marques - Ag Estado)

Rafael Guilherme - O bebê que nasceu em um banco de metrô - Omissão dos órgãos competentes não pode passar desapercebida

Por Marise Jalowitzki
20.julho.2011
http://t.co/hUoQ2w1

E como está se sentindo Daniele Conceição Bispo, a mamãe guerreira que seu à luz a um lindo menino em plena estação de trem no Rio de Janeiro? Daniele, de 24 anos, estava dentro do trem a caminho da maternidade quando a bolsa estourou. Ela desembarcou na plataforma com fortes contrações.

A história comoveu a quem ouviu. Comoveu pela garra dos personagens envolvidos, agora uma família - pai, mãe, filho -. Uma história de luta pela vida, vontade de viver.

Também, mais uma denúncia de mais um caso de omissão dos órgãos competentes, que falharam duas vezes. Antes do menino nascer, os bombeiros foram chamados, mas não chegaram.

O caso poderia ter acabado com outro final, seja pela mãe, que sofre de pressão alta, seja pelo bebê, que veio duas semanas antes do previsto. A gravidez era de risco. Quem salvou a situação foi uma técnica de enfermagem, que também seguia no trem.  

Rafael Guilherme nasceu saudável, com 4,6 quilos. Desfecho feliz, pela vitória da Vida.

Entretanto, nova etapa estava para ser vencida. Com o filho recém-nascido nos braços, o casal esperou no banco do trem por uma ambulância durante meia hora. A ambulância também não chegou.

Os pais tiveram de enfrentar a situação como puderam. De ônibus, mãe com pressão alta, recém saída de trabalho de parto e filho recém nascido, a família teve de seguir de ônibus até o hospital!!

O bebê recém-nascido chegou ao Hospital Estadual Rocha Faria com dificuldades respiratórias e foi internado na UTI neonatal.

Agora, já respira sozinho, sem ajuda de aparelho.

Daniele, a mãe do bebê, também passa bem. Tudo acabou bem. O pai estava feliz, aquela felicidade que acomete quem passou por um tremendo sufoco e consegue chegar com êxito no final.

Tem de ser assim?
Não, não é normal que seja assim!
E não podemos ficar apenas com o registro emocionado. É o que mais conta, sim. A Vida, o bem mais valioso, foi preservado.

Porém, quem vai se responsabilizar pelo ocorrido? Indenizar a mãe, a família, pelo que passaram?


Dignidade Feminina

Espero que haja alguma pessoa que levante a moral dessa mulher brasileira, que ficou exposta em um banco de metrô. Quem disse que ela queria ser observada por todos os que estavam por perto, ter seu corpo exposto, passar pelas dores do parto sem assistência médica e sendo acompanhada por dezenas de estranhos? Sem o acolhimento de uma sala de hospital e todo o preparo que um parto necessita? Sem cuidado e sem analgesia?

Daniele sofreu dano moral ao ser exposta em situação especial, devido a atrasos na assistência dos órgãos competentes

Dano Moral

Podemos esconder a realidade, sim, mas, na verdade, esta mulher sofreu dano moral ao ter assim publicamente exposto seu corpo e sua delicada situação, em um momento assim especial.

O Corpo de Bombeiros abriu uma sindicância para apurar a demora no socorro. mas já reconheceu que houve um erro nesse caso.

Gente, é muito duro depender da assistência pública, a que todos temos direito e pela qual pagamos a vida inteira!

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Link fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/07/bebe-que-nasceu-em-estacao-de-trem-do-rio-de-janeiro-passa-bem.html


Desejo Felicidades à Família!


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Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente


compromissoconsciente@gmail.com
Escritora, pós-graduação em RH pela FGV,
international speaker pelo IFTDO-EUA
Porto Alegre - RS - Brasil