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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Sobre os interesses da indústria farmacêutica e a ética médica - DSM V- Este catálogo nada inocente




É alarmante como eles conseguiram psicopatologizar a infância; no último DSM incluem-se até "birras" se elas ocorrem mais de três vezes por semana no período de um ano. 


Sobre os interesses da indústria farmacêutica e a ética médica


15.outubro.2015
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/10/sobre-os-interesses-da-industria.html


Peter Gotzsche, um dos mais renomados conferencistas antimedicalização 

Peter Gotzsche - Cochrane - Denmark - Autor de "Como Big Pharma tem corrompido Saúde" é um médico dinamarquês, pesquisador da área médica, e líder do Centro Nordic Cochrane em Rigshospitalet - Copenhagen. Também é colunista do Mad.

"Há alguns anos havia mil vezes menos diagnósticos para depressão.

No DSM III (Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais


DSM V - Este catálogo nada inocente


O Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos anunciou que abandona a classificação que determina centenas de patologias-transtornos mentais com critérios externos e evidentemente orientadas às necessidades da indústria farmacêutica.

Médicos que compilaram o DSM-V psicopatologizaram tanto o comportamento das crianças, até o ponto de incluir até "birras".

 Por Jorge Portaneri e Monica Niel *
A última bomba acaba de explodir poucos dias antes de ser lançado ao mercado o novo manual de diagnóstico DSM V, da American Psychiatric Association, cuja elaboração foi plena por polêmicas e controvérsias. O Instituto Nacional de Saúde Mental Heath US deixa a classificação DSM. O NIMH (Instituto Nacional de Saúde Mental), agência de pesquisa biomédica do governo dos Estados Unidos e considerado o maior financiador de pesquisa em saúde mental em todo o mundo, anunciou que deixará de fazer uso do Manual de Diagnóstico e Classificação Estatística de Transtornos Mentais, por considerá-lo sem validade científica. Ele não foi submetido a controle-supervisão externo,  introduz uma mudança na concepção de categoria o projeto dimensional, o que faz com que não haja limites claros entre o normal e o patológico, alémde reduzir o número de indicadores para avaliação. Isso aumenta o risco de superdiagnósticos, patologizando a vida.
O manual continua ampliando a lista de transtornos feitos 'sob medida' para a indústria farmacêutica. Já em 1980 haviam acrescentado 112 novos distúrbios mentais para a terceira edição do DSM; na terceira edição revisada (1987) e na quarta revisão (1994) apareceram mais 58 outros transtornos.
O "transtorno de ansiedade social", primeiramente chamado de "fobia social", foi um dos sete novos transtornos de ansiedade criados em 1980. Na década de 1990 os especialistas chamaram de "o transtorno da década", insistindo que um em cada cinco americanos sofriam com isso.
Isaac Marks (renomado especialista em medo e pânico, com sede em Londres, que na década de 1960 reconheceu a ansiedade social) resistiu fortemente à inclusão da ansiedade social no DSM III como uma categoria específica de doença, devido à lista de comportamentos comuns associados a esta agitação. Em 1987, fica acrescentada a aversão a falar em público, o que torna o quadro ainda mais elástico para incluir praticamente todo mundo.
Em 2008 nos EUA quase metade das pessoas são considerados clinicamente doentes de algum quadro mental e quase um quarto da população- 67,5 milhões - tomou antidepressivos. Já estavam sendo prescritos 200 milhões de receita anualmente para tratar a depressão e a ansiedade.
Os diagnósticos para o transtorno bipolar aumentaram em 4.000 por cento. O excesso de medicação é impossível sem excesso de diagnósticos! Um dos responsáveis ​​pela chegada de transtorno bipolar aos  EUA é o psiquiatra Joseph Biederman, que há anos realiza estudos e conferências sobre o assunto e que já recebeu $ 1600000 (1,6 milhõs de dólares) entre 2000 e 2007, oriundos das farmacêuticas fabricantes dos medicamentos para o dito transtorno, para que ele continuasse investigando sobre o dito transtorno.
Até a década de noventa era uma condição desconhecida em crianças.Agora é um dos diagnósticos mais comuns em psiquiatria infantil, as visitas aumentaram 40 vezes em menos de 10 anos, sendo muitas das crianças "doentes", pequenos de dois e três anos.

A escandalosa relação da "criação" destas novas enfermidades com o negócio de psiquiatria foi revelado por um estudo realizado pela psicóloga americana Lisa Cosgrove revelou que dos 170 membros do grupo de trabalho do DSM, ou seja, aqueles que fazem do DSM o manual de psiquiatria tido como referência mundial, 95 membros (ou seja, 56 por cento de toda a equipe) tiveram uma ou mais relações financeiras com as empresas farmacêuticas.
É alarmante como eles conseguiram psicopatologizar a infância; no último DSM incluem-se até "birras" se elas ocorrem mais de três vezes por semana no período de um ano. O governo dos EUA diz que com base nesses parâmetros uma em cada cinco crianças tem um distúrbio de saúde mental.
Estes conceitos são também os que permitiram a aprovação em Santa Fe, recentemente, de uma lei de autismo. O deputado Avelino Lago, autor do projeto, manipulou cifras que falam de 32.000 crianças com autismo na província. O PDD (TGD em espanhol), ou espectro autista (como aparece no DSM V, que amplia ainda mais sua cobertura) é diagnosticado com questionários como ocorre também com o TDAH (neste caso, o IRC - ou CHAT em espanhol), geralmente respondido pelos pais de como eles percebem os comportamentos: pouco, muito, geralmente. Isto é, em ambos os casos não são especialistas que diagnosticam e, sim, os que respondem ao questionário.
Neste caso, é um instrumento que só é útil para avaliar situações a grosso modo, já que não permite qualquer diagnóstico diferencial a respeito de uma situação circunstancial, o que faz com que uma criança fique excluída de uma problemática eventualmente mais grave e permanente. Em contrapartida, tal avaliação está sendo usada para determinar que uma criança de 18 meses tem uma doença incurável, que só pode ser tratada sintomaticamente, fato que marcará seriamente sua vida dali em diante.
Por tudo isso nós consideramos imprescindível nos pronunciarmos contra o uso do DSM como posição ética a ser assumido por todas as instituições que são responsáveis ​​por decisões políticas sobre o estado de Saúde Mental da população.
* Presidentes respectivos do Colégio de Psicólogos da Província de Santa Fé do 1º e 2º Distrito.


Este artigo foi publicado em 2013, pouco antes da divulgação do DSM V.

O DSM V é adotado no Brasil, 2º maior consumidor de metilfenidato (ritalina e concerta, além de outros), usado especialmente para o TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade




Veja também este video: https://www.facebook.com/vivafosfo/videos/1964545533833139/?hc_ref=ARRQdvoo3GrqnMxn1Y3hSJDYa_LWmJj12fWANwZDfiNI3EhBdfoIg4Y54I0JxwSS4wQ&fref=gs&dti=1406731826248126&hc_location=group
mundão caótico! que venham mais e mais denúncias como esta, para que, finalmente, as pessoas se dêem conta do engodo que representam especialmente as drogas psiquiátricas!
 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
www.compromissoconsciente.blogspot.com.br


LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Allen Frances, psiquiatra e escritor, acusa -Transformamos problemas cotidianos em transtornos mentais


Catedrático emérito da Universidade de Duke, Allen Frances é um ferrenho crítico às revisões feitas no DSM-V - a "Bíblia da Psiquiatria" que, segundo ele, medicaliza a normalidade. Autor dos livros: Salvando o Normal e Normal - Contra a Inflação de Diagnósticos Psiquiátricos.

Allen Frances, psiquiatra e escritor, acusa -Transformamos problemas cotidianos em transtornos mentais

Por Marise Jalowitzki
01.outubro.2014
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/10/allen-frances-psiquiatra-e-escritor.html


Ele não é o único! Há todo um movimento criado no mundo, encabeçado principalmente por psiquiatras eméritos que se posicionam contrários ao enorme fluxo de diagnósticos nesta área, além de Comissões Nacionais (como a Comissão de Bioética Médica da Suíça) e Associações de cidadãos que sofreram abusos psiquiátricos ou que tiveram parentes vítimas de tratamentos indevidos e abusivos.

No Brasil, a ANVISA recomenda responsabilidade aos especialistas.

A publicação e venda do DSM, com direitos autorais fortemente vigiados, rende para a APA - Associação Psiquiátrica Americana, mais de US$ 100 milhões de dólares/ano.


PARTICIPE DA CAMPANHA "DIGA NÃO AO SIM (Síndrome de Indução Medicalizante)! Chega de medicalização! - Marise Jalowitzki - Livro TDAH Crianças que Desafiam


transcrito de El País:

Allen Frances (Nova York, 1942) dirigiu durante anos o Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM), documento que define e descreve as diferentes doenças mentais. Esse manual, considerado a bíblia dos psiquiatras, é revisado periodicamente para ser adaptado aos avanços do conhecimento científico. Frances dirigiu a equipe que redigiu o DSM IV, ao qual se seguiu uma quinta revisão que ampliou enormemente o número de transtornos patológicos. Em seu livro Saving Normal (inédito no Brasil), ele faz uma autocrítica e questiona o fato de a principal referência acadêmica da psiquiatria contribuir para a crescente medicalização da vida.
Pergunta. No livro, o senhor faz um mea culpa, mas é ainda mais duro com o trabalho de seus colegas do DSM V. Por quê?
Resposta. Fomos muito conservadores e só introduzimos [no DSM IV] dois dos 94 novos transtornos mentais sugeridos. Ao acabar, nos felicitamos, convencidos de que tínhamos feito um bom trabalho. Mas o DSM IV acabou sendo um dique frágil demais para frear o impulso agressivo e diabolicamente ardiloso das empresas farmacêuticas no sentido de introduzir novas entidades patológicas. Não soubemos nos antecipar ao poder dos laboratórios de fazer médicos, pais e pacientes acreditarem que o transtorno psiquiátrico é algo muito comum e de fácil solução. O resultado foi uma inflação diagnóstica que causa muito dano, especialmente na psiquiatria infantil. Agora, a ampliação de síndromes e patologias no DSM V vai transformar a atual inflação diagnóstica em hiperinflação.
P. Seremos todos considerados doentes mentais?
R. Algo assim. Há seis anos, encontrei amigos e colegas que tinham participado da última revisão e os vi tão entusiasmados que não pude senão recorrer à ironia: vocês ampliaram tanto a lista de patologias, eu disse a eles, que eu mesmo me reconheço em muitos desses transtornos. Com frequência me esqueço das coisas, de modo que certamente tenho uma demência em estágio preliminar; de vez em quando como muito, então provavelmente tenho a síndrome do comedor compulsivo; e, como quando minha mulher morreu a tristeza durou mais de uma semana e ainda me dói, devo ter caído em uma depressão. É absurdo. Criamos um sistema de diagnóstico que transforma problemas cotidianos e normais da vida em transtornos mentais.
P. Com a colaboração da indústria farmacêutica...
R. É óbvio. Graças àqueles que lhes permitiram fazer publicidade de seus produtos, os laboratórios estão enganando o público, fazendo acreditar que os problemas se resolvem com comprimidos. Mas não é assim. Os fármacos são necessários e muito úteis em transtornos mentais severos e persistentes, que provocam uma grande incapacidade. Mas não ajudam nos problemas cotidianos, pelo contrário: o excesso de medicação causa mais danos que benefícios. Não existe tratamento mágico contra o mal-estar.
P. O que propõe para frear essa tendência?
R. Controlar melhor a indústria e educar de novo os médicos e a sociedade, que aceita de forma muito acrítica as facilidades oferecidas para se medicar, o que está provocando além do mais a aparição de um perigosíssimo mercado clandestino de fármacos psiquiátricos. Em meu país, 30% dos estudantes universitários e 10% dos do ensino médio compram fármacos no mercado ilegal. Há um tipo de narcótico que cria muita dependência e pode dar lugar a casos de overdose e morte. Atualmente, já há mais mortes por abuso de medicamentos do que por consumo de drogas.
P. Em 2009, um estudo realizado na Holanda concluiu que 34% das crianças entre 5 e 15 anos eram tratadas por hiperatividade e déficit de atenção. É crível que uma em cada três crianças seja hiperativa?
R. Claro que não. A incidência real está em torno de 2% a 3% da população infantil e, entretanto, 11% das crianças nos EUA estão diagnosticadas como tal e, no caso dos adolescentes homens, 20%, sendo que metade é tratada com fármacos. Outro dado surpreendente: entre as crianças em tratamento, mais de 10.000 têm menos de três anos! Isso é algo selvagem, desumano. Os melhores especialistas, aqueles que honestamente ajudaram a definir a patologia, estão horrorizados. Perdeu-se o controle.
P. E há tanta síndrome de Asperger como indicam as estatísticas sobre tratamentos psiquiátricos?
R. Esse foi um dos dois novos transtornos que incorporamos no DSM IV, e em pouco tempo o diagnóstico de autismo se triplicou. O mesmo ocorreu com a hiperatividade. Calculamos que, com os novos critérios, os diagnósticos aumentariam em 15%, mas houve uma mudança brusca a partir de 1997, quando os laboratórios lançaram no mercado fármacos novos e muito caros, e além disso puderam fazer publicidade. O diagnóstico se multiplicou por 40.
P. A influência dos laboratórios é evidente, mas um psiquiatra dificilmente prescreverá psicoestimulantes a uma criança sem pais angustiados que corram para o seu consultório, porque a professora disse que a criança não progride adequadamente, e eles temem que ela perca oportunidades de competir na vida. Até que ponto esses fatores culturais influenciam?
R. Sobre isto tenho três coisas a dizer. Primeiro, não há evidência em longo prazo de que a medicação contribua para melhorar os resultados escolares. Em curto prazo, pode acalmar a criança, inclusive ajudá-la a se concentrar melhor em suas tarefas. Mas em longo prazo esses benefícios não foram demonstrados. Segundo: estamos fazendo um experimento em grande escala com essas crianças, porque não sabemos que efeitos adversos esses fármacos podem ter com o passar do tempo. Assim como não nos ocorre receitar testosterona a uma criança para que renda mais no futebol, tampouco faz sentido tentar melhorar o rendimento escolar com fármacos. Terceiro: temos de aceitar que há diferenças entre as crianças e que nem todas cabem em um molde de normalidade que tornamos cada vez mais estreito. É muito importante que os pais protejam seus filhos, mas do excesso de medicação.
P. Na medicalização da vida, não influi também a cultura hedonista que busca o bem-estar a qualquer preço?
R. Os seres humanos são criaturas muito maleáveis. Sobrevivemos há milhões de anos graças a essa capacidade de confrontar a adversidade e nos sobrepor a ela. Agora mesmo, no Iraque ou na Síria, a vida pode ser um inferno. E entretanto as pessoas lutam para sobreviver. Se vivermos imersos em uma cultura que lança mão dos comprimidos diante de qualquer problema, vai se reduzir a nossa capacidade de confrontar o estresse e também a segurança em nós mesmos. Se esse comportamento se generalizar, a sociedade inteira se debilitará frente à adversidade. Além disso, quando tratamos um processo banal como se fosse uma enfermidade, diminuímos a dignidade de quem verdadeiramente a sofre.
P. E ser rotulado como alguém que sofre um transtorno mental não tem consequências também?
R. Muitas, e de fato a cada semana recebo emails de pais cujos filhos foram diagnosticados com um transtorno mental e estão desesperados por causa do preconceito que esse rótulo acarreta. É muito fácil fazer um diagnóstico errôneo, mas muito difícil reverter os danos que isso causa. Tanto no social como pelos efeitos adversos que o tratamento pode ter. Felizmente, está crescendo uma corrente crítica em relação a essas práticas. O próximo passo é conscientizar as pessoas de que remédio demais faz mal para a saúde.
P. Não vai ser fácil…
R. Certo, mas a mudança cultural é possível. Temos um exemplo magnífico: há 25 anos, nos EUA, 65% da população fumava. Agora, são menos de 20%. É um dos maiores avanços em saúde da história recente, e foi conseguido por uma mudança cultural. As fábricas de cigarro gastavam enormes somas de dinheiro para desinformar. O mesmo que ocorre agora com certos medicamentos psiquiátricos. Custou muito deslanchar as evidências científicas sobre o tabaco, mas, quando se conseguiu, a mudança foi muito rápida.
P. Nos últimos anos as autoridades sanitárias tomaram medidas para reduzir a pressão dos laboratórios sobre os médicos. Mas agora se deram conta de que podem influenciar o médico gerando demandas nos pacientes.
R. Há estudos que demonstram que, quando um paciente pede um medicamento, há 20 vezes mais possibilidades de ele ser prescrito do que se a decisão coubesse apenas ao médico. Na Austrália, alguns laboratórios exigiam pessoas de muito boa aparência para o cargo de visitador médico, porque haviam comprovado que gente bonita entrava com mais facilidade nos consultórios. A esse ponto chegamos. Agora temos de trabalhar para obter uma mudança de atitude nas pessoas.
P. Em que sentido?
R. Que em vez de ir ao médico em busca da pílula mágica para algo tenhamos uma atitude mais precavida. Que o normal seja que o paciente interrogue o médico cada vez que este receita algo. Perguntar por que prescreve, que benefícios traz, que efeitos adversos causará, se há outras alternativas. Se o paciente mostrar uma atitude resistente, é mais provável que os fármacos receitados a ele sejam justificados.
P. E também será preciso mudar hábitos.
R. Sim, e deixe-me lhe dizer um problema que observei. É preciso mudar os hábitos de sono! Vocês sofrem com uma grave falta de sono, e isso provoca ansiedade e irritabilidade. Jantar às 22h e ir dormir à meia-noite ou à 1h fazia sentido quando vocês faziam a sesta. O cérebro elimina toxinas à noite. Quem dorme pouco tem problemas, tanto físicos como psíquicos.

El País

http://brasil.elpais.com/brasil/2014/09/26/sociedad/1411730295_336861.html

http://psibr.com.br/noticias/ex-coordenador-do-dsm-sobre-a-biblia-da-psiquiatria-transformamos-problemas-cotidianos-em-transtornos-mentais


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 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

Livro: TDAH Crianças que desafiam 

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