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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Meu aniversário


A vida é plena de amores, flores e cores!!!! A filmadora chamada Vida precisa ter o foco colocado nesta visão!!!!

Por Marise Jalowitzki
02.fevereiro.2014
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/02/meu-aniversario.html


Hoje é o dia de meu aniversário!!!! Maravilha!!!!!!!!! Cheinho de Amor e Paz, na companhia de meus amores, almoço vegano, passeio em um brechó beneficente em prol dos animais, sessão melancia e banho de mangueira!!!! A-M-E-I!!! 


Foto: Porto Alegre: brechó em prol de animais abandonados será neste domingo

O final de semana reserva uma ocasião para os amantes dos animais se encontrarem e ajudarem os 150 cães e gatos amparados por uma tradicional ONG gaúcha. A Bichos & Amigos promove neste domingo, dia 2 de fevereiro, um brechó beneficente com a intenção de levantar fundos e saldar dívidas. A entidade colocará à venda roupas, livros, bijouteria, LPs raros, CDs, sapatos, acessórios, equipamentos, enfeites - tudo em bom estado, e muita coisa é nova, sem uso. Preços de ocasião. Os visitantes também podem fazer doação de ração, o que é muito bem-vindo. O evento acontece na Zona Norte de Porto Alegre, mais precisamente na rua Aliança, 289, transversal da Assis Brasil, entre o Bourbon Wallig e o Shopping Lindoia. O horário de atendimento será das das 10h às 17h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 51-8461-5077 ou pelo email bichoseamigos@bichoseamigos.org.br. Os animais agradecem.

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Marcio de Almeida Bueno (jornalista Mtb 9669)
Bureau de Informática, Assessoria e Conteúdo
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no brechó, que reverte tudo que arrecada para o cuidado animal, encontramos muitas coisas boas!!! Mesmo para dar de presente a terceiros!! É na Rua Aliança (ZN de Porto Alegre-RS) e acontece sempre no primeiro domingo de cada mês.



Eu encontrei uma escultura de Ganesha! Ganesh é uma divindidade do hinduísmo, conhecido por conferir sucesso em novos empreendimentos e prover as necessidades monetárias de todos os de bom coração.


Foto
Que todos os animais estejam sempre preservados, cuidados e honrados!


Ano em que todos estão empenhados, colocando planos em prática, agindo por um mundo melhor!!!!!!


As belezas das origens!!





A todos os amigos que enviaram seus votos de felicidades envio minha Gratidão e retribuo os desejos!!! O mundo precisa de vibrações felizes!!! 
Amor cultivado



Hoje também é o dia das Zonas Úmidas, enviou-me minha filha Dizy Ayala e compartilho pois tem tudo a ver com os seres conscientes que sabem que preservar é bem melhor do que remediar!!!! 





Foto
É nisso que acredito!!!

Beijos! 

Luz, Paz, Amor e Fé! 

Constância de Propósito e Ação Benfazeja!!!!




Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente

Escritora, Ambientalista de coração,
Coordenadora de Grupos,
Pós-Graduação em RH pela FGV,
International Speaker pelo IFTDO-VA-USA
compromissoconsciente@gmail.com.br 


quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Homeopatia para adultos e crianças - TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

Pinus Pinaster - Pycogenal ou Pycnogenol é um extrato vegetal natural da casca do pinheiro marítimo, que cresce exclusivamente ao longo da costa do sudoeste da França em Les Landes de Gascogne.

Pinus Pinaster - Pycogenal ou Pycnogenol é um dos ingredientes mais pesquisados ​​no mercado de produtos naturais, e é consumido principalmente como ingrediente em suplementos dietéticos. Estudos publicados demonstraram a ampla gama de efeitos benéficos do Pycnogenol sobre o corpo.



fruta de Espinheiro (ou Pinheiro) Marítimo é utilizada como medicamento homeopático em portadores 




Por Marise Jalowitzki
22.agosto.2013
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2013/08/das-pragas-cura-tdah-transtorno-de.html



Espinheiro (ou Pinheiro) Marítimo para TDAH, também em adultos - fruta de Espinheiro Marítimo é utilizada como medicamento homeopático em portadores. 

Indicado como suplemente nutricional, potente antioxidante

"Homeopatia para adultos diagnosticados com os sintomas de TDAH:

Há estudos preliminares na Universidade de Oklahoma, que indicam o medicamento homeopático Pycogenal (ou Pycnogenol), um solúvel em água extraído da casca do pinheiro marítimo francês, como “a substância mais eficaz disponível atualmente para a gestão e a melhoria dos sintomas de TDAH”, segundo os pesquisadores. Ele é rico em antioxidantes e fornece um sistema de transporte para nutrientes e neurotransmissores." No livro, pág 118 - Cap. 7 - Tipos de Tratamento - TDAH Crianças que Desafiam 


Em contato com homeopatas brasileiros, estes declararam que a essência já existe no Brasil e pode ser adquirida, mediante indicação médica, na dinamização recomendada. Já estou fazendo uso.



Edição NIH - National Institute of Health - Instituto Nacional de Saúde - USA

O tratamento do TDAH com extrato de casca de pinheiro marítimo francês, Pycnogenol.


Resumo

Déficit de Atenção / Hiperatividade (TDAH) é o distúrbio psiquiátrico mais comum em crianças. Pycnogenol, um extrato da casca do pinheiro marítimo francês, que consiste em ácidos fenólicos, catequina, taxifolina e procianidinas, tem mostrado melhora de TDAH em relatos de casos e em um estudo aberto. Objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito do Pycnogenol sobre sintomas de TDAH. 
Sessenta e uma crianças foram suplementados com 1 mg / kg / dia pycnogenol ou placebo durante um período de quatro semanas num estudo duplocego randomizado, controlado com placebo. 
Os pacientes foram examinados no início do julgamento, um mês após o tratamento e um mês após o final do período de tratamento por meio de questionários padronizados: CAP (Problemas de Atenção em Crianças) escala de avaliação de professores, de Conner Professor Rating Scale (CTRS), Escala de Avaliação Pais do Conner (CPRS) e um modificado Wechsler Intelligence Scale para crianças. 
Os resultados mostram que a administração de 1 mês de pycnogenol causou uma redução significativa da hiperatividade, melhora na atenção e coordenação viso-motora e concentração de crianças com TDAH. 
No grupo do placebo não foram encontrados efeitos positivos. 
Um mês após o término da administração Pycnogenol uma recaída dos sintomas foi notado. Nossos resultados apontam para uma opção para usar Pycnogenol como um suplemento natural para aliviar os sintomas de TDAH de crianças."



E esta é outra edição, com observação em várias doenças.

Para avaliar a eficácia e segurança de picnogenol (®) para o tratamento de doenças crónicas.

Os estudos continuam.

Pycnogenol® (extrato de casca de pinheiro marítimo francês) para o tratamento de doenças crônicas.

Resumo

TEMA:

O stress oxidativo tem sido implicado no desenvolvimento de um número de condições, incluindo o cancro, doenças artríticas e doença cardiovascular. Pycnogenol (®), um suplemento dietético herbal derivado do extrato de casca de pinheiro marítimo francês, é padronizado para conter 70% de procianidinas, que é um poderoso antioxidante. Picnogenol (®) é comercializado como um suplemento para a prevenção ou tratamento de uma ampla gama de condições crónicas.

OBJETIVOS:

Para avaliar a eficácia e segurança de picnogenol (®) para o tratamento de doenças crónicas.

PESQUISA MÉTODOS:

Foram pesquisados ​​CENTRAL (até 18 de Setembro de 2010), MEDLINE (até 18 de Setembro de 2010) e EMBASE (até 13 de Outubro de 2010), bem como três registos de ensaios. Também contatado o fabricante de Pycnogenol (®) e bibliografias dos estudos incluídos mão-pesquisado.

CRITÉRIO DE SELEÇÃO:

Ensaios clínicos randomizados que avaliaram a eficácia do Pycnogenol (®) em adultos e crianças com qualquer doença crônica foram incluídos. Avaliamos os resultados clínicos diretamente relacionados com a desordem (estratificados como participant- e relatou-investigador) e mortalidade por todas as causas como os resultados primários. Nós também avaliamos os eventos adversos e os biomarcadores de estresse oxidativo.

COLETA DE DADOS E ANÁLISE:

Dois autores avaliaram independentemente a elegibilidade de julgamento, coletaram todos os dados e avaliaram o risco de viés. Um terceiro autor coletou adicionalmente informações sobre produtos e resultados. Com três exceções, os resultados para os resultados entre os estudos não poderiam ser combinadas.

PRINCIPAIS RESULTADOS:

Esta revisão inclui 15 estudos com um total de 791 participantes que avaliaram Pycnogenol (®) para o tratamento de sete doenças crônicas diferentes. Estas são: asma incluído (dois estudos; N = 86), transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (um estudo; N = 61), insuficiência venosa crónica (dois estudos; N = 60), diabetes mellitus (quatro estudos; N = 201), a disfunção erétil (um estudo; N = 21), hipertensão (dois estudos; N = 69) e osteoartrite (três estudos; n = 293). Dois dos estudos foram realizados exclusivamente nas crianças; os outros envolveu adultos.Devido ao pequeno tamanho da amostra, um número limitado de tentativas por condição, variação nos resultados avaliados e medidas de resultados utilizadas, bem como o risco de viés nos estudos incluídos, não há conclusões definitivas quanto à eficácia ou segurança de Pycnogenol ( ®) são possíveis.

CONCLUSÃO DOS AUTORES:

A evidência atual é insuficiente para apoiar o uso de Pycnogenol (®) para o tratamento de qualquer doença crônica. Bem concebido, são necessários ensaios adequadamente alimentados para estabelecer o valor deste tratamento.

Atualização de

PMID:
 
22513958
 
[PubMed - indexada à MEDLINE]



A BBC publica:

Cientistas pesquisam ‘praga’ que produz super fruta

O espinheiro marítimo tem mais vitamina C do que o Kiwi e mais vitamina E que a soja.
O espinheiro marítimo tem mais vitamina C do que o Kiwi e mais vitamina E que a soja.
A fruta do espinheiro marítimo, que cresce em abundância na região costeira da Escócia, pode ser a próxima “super fruta” – que têm grande quantidade de nutrientes que fazem bem à saúde, embora não sejam populares.
Apesar de geralmente serem vistas como uma erva daninha espinhosa e invasiva, as bagas alaranjadas da planta estão cheias de vitaminas, minerais e antioxidantes.
Cientistas da Universidade de Queen Margaret, em Edimburgo, estão trabalhando em maneiras de usá-las em bebidas e alimentos.
As bagas do pinheiro marítimo, ou Hippophae, têm mais vitamina C do que um kiwi e mais vitamina E do que a soja.
Os benefícios nutricionais da planta não foram explorados anteriormente pelos escoceses devido aos problemas relacionados à sua colheita, e ao sabor amargo das bagas.
Popular na China, na Noruega e na Rússia, a fruta do espinheiro marítimo é geralmente adicionado ao cereal e sobremesas.

Dunas de areia

A planta é normalmente encontrada em áreas costeiras da Escócia, perto das dunas de areia, especialmente em East Lothian.
Se plantado corretamente, o espinheiro (ou pinheiro) marítimo pode ajudar a estabilizar as dunas de areia ao lado de campos de golfe, preservar áreas de interesse natural e proteger outras plantas reduzindo a pulverização de sal produzida por carros.
Desde 2008, a Universidade Queen Margaret vem pesquisando as propriedades nutricionais do espinheiro marítimo, e executando vários testes para pequenos produtores de alimentos que querem melhorar o conteúdo nutricional de seus produtos, e adicionar um toque escocês.
Graham Stoddart, dono da Cuddybridge, um pequeno produtor de suco de maçã da Escócia, disse: “Embora as propriedades do suco de maçã sejam bem documentadas, existe pouca, ou nenhuma, documentação sobre os efeitos da fruta do espinheiro do mar, suas excelentes propriedades antioxidantes, e sua combinação com o suco de maçã fresco. “
Cuddybridge produz sucos a partir da uma variedade de maçãs ao longo do ano, mas devido à sazonalidade do espinheiro marítimo, o suco de maçã misturado com as bagas da planta só está disponível como um suco fresco entre os meses de setembro e fevereiro.
Mary Warnock, professora de microbiologia na Universidade Queen Margaret, disse: “O espinheiro marítimo está literalmente repleto de potencial.”
“Estamos muito animados que o nosso trabalho esteja transformando a reputação desta planta (antes) desvalorizada, e mostrando que seu valor nutricional pode adicionar muitos benefícios à dieta escocesa.”


Mais abraços! 
Mais simplicidade! 

Mais Amor e Tolerância!!!


Interessante também conhecer  trabalho do 
- Dr. Frederico Lobo: CRM-GO 13192 e CRM-DF 18620), ambientalista e médico clínico geral. - http://www.ecologiamedica.net/2010/12/deficit-de-atencao-na-visao-da-pratica.html

Outras fontes:
http://apoiovidatdah.blogspot.com.br/2012/06/pycnogenol-ajuda-controlar-sintomas-de.html

http://www.farmaverde.com.br/saiba_mais/artigos/Picnogenol.htm

http://www.365saude.com.br/pt-conditions-treatments/pt-adhd/1009029256.html

http://dratorres.blogspot.com.br/2010/01/transtorno-do-deficit-de-atencao-e.html (Dra. Cristiana Torres)

http://www.epistemonikos.org/pt/documents/b1ff5894c0079e042bac114c43188162273ccf4b

http://www.scienceschoolbrasil.com/single-post/2016/05/06/Tratamento-de-Desordem-de-Hiperatividade-e-D%C3%A9ficit-de-Aten%C3%A7%C3%A3o-com-Derivados-de-Produtos-Naturais-Seguran%C3%A7a-Efic%C3%A1cia-e-Potencial-Terap%C3%AAutico


Para saber mais sobre TDAH, visite a página de links, neste blog:

TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade - Página de Links


Menina foi chamada de a mais imatura da classe pela professora. Quem defende este pequenos?


Também o Blog www.tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br



Para adquirir o Livro: TDAH Crianças que desafiam 
Como Lidar com o Déficit de Atenção e a Hiperatividade na Escola e na Família
Contra o uso indiscriminado do metilfenidato - Ritalina, Ritalina LA, Concerta

TDAH: Crianças que Desafiam



quarta-feira, 5 de junho de 2013

TDAH é doença fictícia, diz o psiquiatra descobridor Leon Eisenberg

Déficit de Atenção e Hiperatividade, considerada como doença mental, é agora declarada como doença fictícia pelo próprio descobridor

TDAH é doença fictícia, declarou o psiquiatra descobridor Leon Eisenberg 

Por Marise Jalowitzki
04.junho.2013
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2013/06/tdah-e-doenca-ficticia-diz-o-psiquiatra.html

A declaração ocorreu 7 meses antes de sua morte e consta do semanário alemão Der Spiegel (O Espelho).

Movida pelo tema e empurrada por várias mães que sofrem com a pressão das escolas, resolvi seguir adiante nesta pesquisa e escrevi um livro cujo título original é: "TDAH Crianças que desafiam".

O Brasil é o segundo maior consumidor do mundo do remédio tarja preta.

De acordo com uma pesquisa realizada em 2011 por USP, Unicamp e Albert Einstein College of Medicine quase 75% dos jovens brasileiros que utilizam Ritalina ou similares não foram diagnosticados corretamente.

Quem será que se importa? 
Os pais adeptos-de-medicação-para "resolver" problemas se importam com as consequências? 
Os professores irão rever sua forma de querer "resolver" rapidamente a questão da pouca concentração de seus alunos? 
Os educadores estão QUERENDO rever a forma como repassam os conteúdos???
Alguém está interessado na cultura inútil que representa BEM mais da metade do que hoje ainda se entulham nos livros "didáticos"??? A HORA DE MUDAR É AGORA!!!

Juro que este tema MEXE POR DEMAIS comigo! Seguidamente conversamos, minha filha e eu, sobre o MAL que os pais fazem quando (ainda que amorosamente e com a melhor das intenções!) tentam "resolver" a falta de concentração nos estudos de seus filhos e, simples assim, administram uma pílula e, pronto! Tudo resolvido!!!

Há tempos sabemos de alguns médicos especialistas na área que contestam, firmemente, o uso das pílulas e mesmo o diagnóstico. Transcrevo dois artigos referentes, ao final desta página, para quem interessar!

"Rir mais! estar mais com o filho! Deixar que seja ele mesmo! MAIS RITA LEE e MENOS Ritalina!" (palavras da pediatra e professora da Unicamp Cida Moyses, significando que CANTAR MAIS e RIR MAIS são 'remédios' saudáveis, auxiliando a levar a vida mais integradora e prazerosamente.

Um dos meninos que conheci (e que era colega de meus netos), apenas algumas "doses" do tratamento, estava lá, a um canto do páteo do colégio, olhar de vidro, sem interagir com mais ninguém. 

Outro dia estava no salão de manicure e a profissional estava angustiada porque seu menino estava sem a medicação.
"- Não sei porque fazem isso!" - lamentava-se. - "Já me disseram que, de tempos em tempos eles trocam estes tipos de remédio!"
Do pouco que sei, falei "tudo que sabia" sobre o tema, para ela, tentando abrir algumas janelas em sua mente para libertar seu menino (que está com 12 e toma Ritalina desde os 7!). Já tive oportunidade de conhecer alguns outros pobres queridos, que viraram verdadeiros zumbis e, aí, estava "bom", tanto para os pais, quanto para os professores, pois não precisavam mais se importar com o caso! Tristíssimo!!! No salão, uma colega da moça chegou e comunicou: "Fiquei sabendo que na farmácia em frente ao Conceição eles conseguiram um lote! Vai lá correndo!"

Na semana próxima, quando retornei, ela parecia haver estudado a melhor forma de se contrapor a tudo que eu lhe propusera, endeusando a medicação e do quanto o seu filho "agora estava de novo normal".
"- A professora já não sabia o que fazer com ele. Diz que levantava umas 5 vezes por aula! Agora, não! É incrível! A gente dá o remédio e ele se fecha!" - (fez com as mãos espalmadas como que imitando as viseiras que colocam nos cavalos para só olhar para a frente) - "Ele abaixa a cabeça e "se concentra"! Parece que não tem mais nada no mundo! Ufa! A gente tava precisando desse sossego!!!"

Falta de amor? Não! 
Falta de conhecimento e de coragem para se contrapor ao instituído? Com certeza!!

O famoso psiquiatra americano Leon Eisenberg, descobridor do déficit de atenção confessou, 7 meses antes de morrer, que TDAH é uma doença fictícia

Leon Eisenberg  e os intereses da indústria farmacêutica - harvard.edu

DESDE QUANDO

A falta de concentração em crianças já teve tentativas de ser considerada um distúrbio lá na década de 30 do século XX, quando os médicos taxaram as crianças com dificuldade de concentração como Síndrome pós encefálica, embora a maioria dessas crianças nunca haviam tido encefalite! Mas foi em 1968 que o líder médico Leon Eisenberg conseguiu incluir a "doença" catalogada como TDAH no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. A explicação? Herança genética, o que fez com que muitos pais se sentissem culpados! Agora, isso desaparece e os pais não precisam mais achar que sua carga genética é a "culpada"!!

Poucos meses antes de morrer, Eisenberg declara que as razões são psicossociais (determinadas pelo meio) e de como pais, professores e pessoas influentes na vida de uma criança, conduzem o cotidiano deste. 
"Trabalhar esses comportamentos exige um processo que leva bem mais tempo que receitar uma pílula para o TDAH". 

Ele não afirmou que as características não existem, nem menosprezou o sofrimento dos portadores de tais características, já que a pressão e o julgamento, aliados à cobrança constante, fazem com que a situação, muitas vezes, fique praticamente insuportável. O que ele enfatizou foi a necessidade de um maior envolvimento social, de mais responsabilidade por parte dos responsáveis e não, simplesmente, limitar o "tratamento" a receitar psicotrópicos, ainda mais em crianças, como vem acontecendo.

A revista Der Spiegel menciona também um outro estudo, coordenado por Lisa Cosgrove (da área da psicologia), denunciando que dos 170 membros que participaram do grupo de trabalho que elaborou o DSM - "Manual of Mental Disorders", 56% estabeleceram relações financeiras com as empresas farmacêuticas!



Texto en: 
http://actualidad.rt.com/ciencias/view/95483-psiquiatra-descubrio-tdah-enfermedad-ficticia


Falta de atenção virou doença. O nome? TDAH. A suposta solução? Um remédio tarja preta

Reportagem Revista Trip edição de setembro de 2011
http://revistatrip.uol.com.br/revista/203/reportagens/geracao-ritalina.html
21.09.2011 | Texto por Millos Kaiser Ilustração Lu Cong
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Falta de atenção e foco virou doença. O nome? Transtorno de déficit de atenção com hiperatividade. A suposta solução? O remédio tarja preta, do qual o Brasil é o segundo maior consumidor do mundo. Psiquiatras culpam o cérebro; outros, a sociedade. Nosso repórter ouviu os dois lados e passou uma semana sob o efeito da “droga da obediência”

LUCONG/ Gallery Henoch, NY


“Bom, é o seguinte: você tem sinais de déficit de atenção e de ansiedade. Vou te prescrever um medicamento”, sentenciou o psiquiatra. O gravador escondido no bolso marcava exatos 23 min de consulta – tempo suficiente para ele me diagnosticar com TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade) e escorregar pela mesa uma receita para três caixas de Ritalina. Não precisei mentir nem exagerar nada. Em resumo, relatei que vez ou outra tenho dificuldade para me concentrar em coisas que não me interessam, que prazos podem ser um problema e que faz tempo que não leio um livro até o fim. O que foi? Se identificou com alguma coisa?

Não se preocupe. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Associação Americana de Psiquiatria, cerca de 4% dos adultos e de 5% a 8 % de crianças e adolescentes de todo o mundo sofrem de TDAH, “uma síndrome caracterizada por desatenção, hiperatividade e impulsividade”, antigamente chamada apenas de DDA (déficit de atenção). Em uma sala de aula com 40 crianças, por exemplo, estima-se que pelo menos dois sejam portadores. E cada vez mais o destino delas é o mesmo que o meu: o consultório de um psiquiatra.

Grande parte da psiquiatria vê o TDAH como uma doença neurobiológica, causada por um desequilíbrio químico no cérebro, tal qual a depressão. O diagnóstico é feito a partir de entrevistas, isto é, não há exames que detectem a doença. Seus “defensores”, por assim dizer, afirmam existir mais de 10 mil estudos relatando seus sintomas, os primeiros datando dos anos 1700.

Todavia, isso são hipóteses, teorias. Muitos profissionais, especialmente de outros ramos da medicina, questionam a causa, o diagnóstico, o tratamento com remédios e a utilização do transtorno como justificativa para desempenhos fracos na escola. Alguns, mais radicais, duvidam até da própria existência do TDAH.

Muitos profissionais questionam a causa, o diagnóstico, o tratamento com remédios e a utilização do transtorno como justificativa para desempenhos fracos na escola
Mesmo assim, resolvi seguir as recomendações do meu médico. Durante uma semana, vivi sob o efeito do remédio tarja preta (leia o diário no fim do texto), apelidado por seus críticos de “droga da obediência”. Nem a Novartis, laboratório fabricante, nem a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revelam os números de vendas. Mas previsões do Instituto Brasileiro de Defesa dos Usuários de Medicamentos (Idum) dizem que, em tese, nos últimos 11 anos, elas galoparam cerca de 3.200%. O número coloca o Brasil como o segundo maior consumidor de Ritalina do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos.

A pesquisa não contempla o mercado negro, que, ao que parece, é bem movimentado. Bastou meia hora no Google para encontrar diversos anúncios de gente oferecendo o remédio “off label” (sem receita). Por telefone, acordei de encontrar um vendedor em uma estação de metrô na manhã do dia seguinte. Chegando lá, um motoboy me entregou em mãos um envelope pardo e pediu que eu conferisse o conteúdo: Ritalina 10 mg, 20 comprimidos, lacrada e dentro da validade. Valor: R$ 80. Nas farmácias, sai em média por um quarto do preço. Relativamente barata, fácil de conseguir e teoricamente segura, a “Rita” vem sendo usada também por estudantes e baladeiros que querem bombar a energia e espantar o sono. A moda teria surgido em clubs e colleges norte-americanos.

O efeito de cada drágea de cloridrato de metilfenidato, nome verdadeiro da Ritalina, dura em média quatro horas. Assim como outras “inas” – a cocaína, a cafeína e as anfetaminas –, ela é considerada um psicoestimulante. Seu mecanismo de ação ainda não foi completamente elucidado. Mas acredita-se que ela aumenta a produção e o reaproveitamento da dopamina e da noradrenalina, neurotransmissores associados às sensações de prazer, excitação e ao estado de alerta do sistema nervoso. A bula alerta para a dependência física ou psíquica, além de elencar uma série de reações adversas como nervosismo, dificuldade em adormecer, diminuição no apetite, dor de cabeça, palpitações, boca seca e alterações cutâneas.

No FDA, órgão governamental dos Estados Unidos responsável por controlar alimentos e medicamentos, há 186 registros de óbito citando o uso prolongado do metilfenidato. Um dos nomes é o do jovem Matthew Smith – falecido aos 14 anos, metade deles fazendo uso da substância. Seus pais fundaram o Ritalindeath.com com a missão de “prover informações sobre a verdade oculta do TDAH e das drogas usadas em seu tratamento”.

LUCONG/ Gallery Henoch, NY
TDAH - crianças obedientes, a que custo?

Laboratórios é que bancam

O site da Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA) é o primeiro que aparece quando se faz uma busca virtual sobre TDAH. Nele há o cadastro de médicos do país todo especialistas no assunto, onde encontrei o contato do psiquiatra que me atendeu. A associação, fundada pelo doutor Paulo Mattos e um paciente em 1999, também realiza eventos para divulgar a causa e oferece cursos de treinamento para professores.

A entidade é patrocinada pelos laboratórios que fabricam, segundo o site, “os remédios de primeira linha para o tratamento de TDAH”. São eles: Novartis, produtora da Ritalina e da Ritalina LA (mesma substância, mas com dosagens mais altas); Janssen Cilag, do sugestivo Concerta; e Shire, do recém-lançado Vevanse. “Ninguém recebe salário, exceto a secretária. Por isso precisamos de incentivos privados. Não há conflito de interesse, desde que, claro, você apresente a situação para as outras pessoas”, explica o doutor Paulo Mattos.

No ano passado, a Novartis e a ABDA promoveram em parceria o concurso “Atenção Professor”, com o objetivo de “ajudar os educadores a conhecer e lidar melhor com o TDAH”. Ganhavam as três escolas que apresentassem as melhores propostas de inclusão de portadores na sala de aula. Como prêmio, R$ 7 mil em dinheiro e uma garrafa de champanhe. Recentemente, um projeto de lei institucionalizando o diagnóstico e o tratamento de TDAH nas escolas foi aprovado no Senado, restando apenas três comissões para que a aprovação se repita na câmara dos deputados.

“Nenhum medicamento no mundo daria conta da complexidade que é o processo de atenção e aprendizado de uma criança”

“Ciência não se discute”

A psicóloga Iane Kestelman, atual presidente da ABDA, descobriu a organização quando seu filho, “sumariamente reprovado em todas as matérias na escola”, foi diagnosticado com o transtorno. “Nossa vida mudou, e para melhor. Meu filho iniciou o tratamento e passou na melhor faculdade de economia do país. Ele toma remédio há 12 anos e não virou nenhum robô, como dizem por aí”, ela conta, a voz embargada do outro lado do telefone. Orgulhosa do caso de sucesso na família, ela relativiza a epidemia do TDAH e o boom nas vendas da Ritalina: “É um bom sinal. Significa que estamos cumprindo nosso papel, que mais gente está conhecendo a doença e o tratamento adequado”.

De acordo com uma pesquisa recente realizada por USP, Unicamp e Albert Einstein College of Medicine quase 75% dos jovens brasileiros que utilizam Ritalina ou similares não foram diagnosticados corretamente. Iane e doutor Paulo Mattos, porém, furtam-se a discutir uma possível fragilidade e/ou subjetividade no diagnóstico da doença. “Achamos isso ofensivo, inclusive. Ciência não se discute. Ela não está preocupada se você concorda com ela ou não”, diz a psicóloga. “Isso é um pseudodebate. Quem duvida da existência do TDAH nunca publicou nenhum artigo sobre o assunto, não tem qualificação. Você não vai chamar um pajé para discutir com um neurocientista”, engrossa o coro seu colega.


“TDAH não existe”

Marilene Proença não é um pajé. É psicóloga, integrante do Instituto de Psicologia da USP, e opõe-se à razão de ser da ABDA. “TDAH não existe. O que existe são crianças diferentes, com formas de aprender diferentes. Algumas são mais focadas, outras mais dispersas. Não existe um padrão de aprendizado”, ela postula. Para Marilene, a solução não cabe em um comprimido branco de pouco mais de 1 cm de diâmetro: “Nenhum medicamento no mundo daria conta da complexidade que é o processo de atenção e aprendizado de uma criança. Ele envolve afetividade, desejo, representações que a criança cria”.

Para os pais aflitos, que não sabem o que fazer com seu filhos travessos, ela acena um caminho, antes que eles decidam passar a bola para um psiquiatra: “A primeira coisa é ouvir a sua criança. O que ela tem a dizer sobre a escola? Os amigos a tratam bem? O professor escuta ela? Mudar para uma escola que entenda melhor a criança também deve ser levado em consideração”.

O problema não estaria na cabeça das pessoas, mas na sociedade. É o que acredita Maria Aparecida Moyses, pediatra e professora da Unicamp: “Se tem tanta gente deprimida ou desatenta, temos que entender que elas estão sendo produzidas pelo modo que a gente vive. Nunca se tomou tanto remédio e nunca houve tantas pessoas doentes. Isso não pode estar certo. O que eles fazem é uma biologia de um corpo morto, de um cérebro sem vida, sem afeto, isolado do meio em que vive”.

Atendendo em um centro de saúde público em Campinas, ela diz já ter presenciado casos de jovens viciados no metilfenidato, que clamavam pela sua dose diária durante as férias, quando normalmente a posologia é suspendida. Pergunto então se ela daria Ritalina para um filho seu. “Sou contra”, ela retruca. “Ficar parado é, na verdade, uma reação adversa dos estimulantes. Focar atenção é sinal de toxicidade, não é efeito terapêutico.” Mas então o que você daria para ele? “Ritalina nem pensar. Daria... Rita Lee.”

Doente, eu?
Pela primeira vez na vida, nosso repórter visitou um psiquiatra. A razão: averiguar o surto nos diagnósticos de TDAH. Para sua surpresa, deixou o consultório com uma receita para três caixas de Ritalina 10 mg. Na dúvida, resolveu acatar o doutor – mesmo que apenas por uma semana.

Quarta-feira
Tomo o primeiro comprimido às 10h30. Meia hora depois, sinto um anestesiamento sutil, como se uma película me separasse do entorno. Enquanto preparo a quentinha que levarei para almoçar, meu pai fala sobre uma passeata pró-Amazônia. Tenho que parar mais de uma vez para entendê-lo, como se não conseguisse fazer duas coisas ao mesmo tempo. Sinto uma pressão na cabeça. Assim que ponho os pés na rua, percebo que esqueci a quentinha. A caminhada do ponto de ônibus até a redação, coisa de 5 min, me dá uma sede surreal. Ninguém nota nada de diferente em mim.

Quinta-feira
Acordei várias vezes durante a noite, algo incomum para mim. Sonhei que estava na escola e que entregava uma prova de matemática em branco. Desperto com uma espinha na testa e uma enxaqueca fortíssima, que dura até a hora em que tomo o comprimido do dia. Não percebo nenhum upgrade na atenção, mas meus editores se espantam quando entrego um texto de duas páginas ainda no meio do dia – nenhum recorde, mas sem dúvida um episódio inédito na minha carreira. Relendo- o, porém, não gosto tanto do resultado. Não lembro da última vez que bocejei, mesmo sem tomar um gole de café há dois dias.

Sexta-feira
Hoje o negócio bateu de verdade. Sinto o maxilar travado. Estou ansioso. E a pressão na cabeça voltou. Tomar banho, esperar o elevador, pegar o ônibus e demais atos corriqueiros parecem mais enfadonhos que o normal. Estranhamente, fico doido para chegar à redação e trabalhar. Meu chefe diz que estou com uma cara estranha. De fato sinto os músculos da face meio paralisados, as expressões limitadas. Fico abespinhado sempre que algo ou alguém me interrompe. Sinto-me mais concentrado, mas percebo que só consigo focar uma coisa por vez.

Sábado e domingo
Como o doutor disse que o medicamento só deveria ser ingerido quando a atenção fosse exigida e que ele não combina muito com os prazeres mundanos da vida, resolvo suspender o uso pelos dois dias.

Segunda-feira
Estou introspectivo. Sinto os mesmos efeitos colaterais de antes – pressão na cabeça, ansiedade, irritação –, porém mais fortes e acompanhados de uma sudorese nas mãos. O pensamento embaralhou, passo o dia todo escrevendo e deletando na mesma proporção. No fim do expediente, um saldo mísero de um parágrafo. Não sinto fome na hora do almoço – outro episódio inédito. Me forço a comer uma torta de frango, que deixo pela metade. Fico preocupado.

Terça-feira
Por conta do rendimento pífio de ontem, estou atrasado para escrever esta matéria. Dado o revertério do dia anterior, decido não arriscar e ficar clean por hoje. Doeu, mas consegui parir o texto. Concluo que, no meu caso, nada melhor do que um prazo e um editor à espreita para acertar o foco e fazer o que deve ser feito.


TDAH - Lu Cong retrata seres humanos assépticos, ostentando olhares ao mesmo tempo vidrados e perdidos.

Efeito zumbi
As imagens que ilustram esta matéria são de autoria de Lu Cong (Cong Hua Lu), artista nascido em Xangai, na China, em 1978. Formado em biologia e artes pela Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, ele começou sua carreira como pintor sem quase nenhum treinamento formal anterior, o que lhe rendeu um estilo bem particular. Críticos ressaltam seu olhar clínico, capaz de produzir imagens que oscilam entre a beleza e o terror. Nesta série, em que os limites entre fotografia e pintura são borrados, Lu Cong retrata seres humanos assépticos, ostentando olhares ao mesmo tempo vidrados e perdidos.
Vai lá: www.lucong.com



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Medicamentos usados para tratar Deficit de Atenção - TDAH - podem acarretar depressão e ideias suicidas 

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Nota em 05.junho.2013
Tenho recebido algumas mensagens meio ácidas, que respeito, embora não concorde. O tema está em questão e isso é maravilhoso.
Por julgar pertinente, incluo:

Déficit de Atenção e Hiperatividade: uma doença fictícia?
http://sociedad.biobiochile.cl/notas/2013/05/25/deficit-atencional-e-hiperactividad-una-enfermedad-ficticia.shtml
Sábado 25 de maio de 2013 | 13:55 · Atualizado: 13:55
Postado por Denise Charpentier 
A polêmica sobre o suposto excesso de diagnósticos de transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) continua a falar depois de vários meios de comunicação divulgar uma suposta entrevista com o psiquiatra Leon Eisenberg, considerado o "pai do TDAH cientista", que teria dito sete meses antes de sua morte que este mal é "um excelente exemplo de uma doença fictícia" .
Conforme relatado pela NBC Latino , há um ano, Eisenberg foi citado na última entrevista antes de sua morte, expressando a frase indicada. Os comentários, que foram publicadas no semanário alemão Der Spiegel em 2012, causou um alvoroço na comunidade médica e os pais em geral, porque hoje muitas crianças são medicadas no tratamento desta doença, em meio à várias críticas ao curto e longo prazo das drogas usadas
O problema reside, principalmente, na medida em que o diagnóstico de TDAH é subjetiva, já que não há uma prova definitiva. Os médicos contam com o testemunho dos pais e professores, verificando se eles atendem certos critérios que podem em alguns casos ser simplesmente o resultado de um desenvolvimento menor do controle dos impulsos, a falta de auto-disciplina, distúrbios do sono, entre outros fatores, diz NBC.
De fato, pesquisadores britânicos da Universidade de Columbia descobriram que as crianças muitas vezes são diagnosticadas com TDAH, quando na verdade a maioria dos comportamentos ativos simplesmente responder a está em um estágio diferente de desenvolvimento que os seus pares um pouco maior. Além disso, os especialistas apontam que cerca de 30% das crianças e 70% das meninas que eram mais jovens da sua classe eram propensos a serem diagnosticados com TDAH.
Além disso, crianças com distúrbios do sono também pode ser diagnosticada e desordem de déficit de atenção e hiperatividade. Kevin Smith, psicóloga pediátrica no Hospital Mercy infantil, publicou um estudo no ano passado que descobriu que as crianças que sofrem de "distúrbios respiratórios do sono, incluindo ronco, respiração bucal e apneia, em que a criança parece parar de respirar durante o alguns segundos de cada vez, tiveram uma maior incidência de problemas emocionais e comportamentais, como hiperatividade, agressividade, depressão e ansiedade. "
Alguns médicos estão preocupados com os diagnósticos errados para TDAH, devido ao impacto futuro de tratamentos para a saúde a longo prazo de crianças, alguns estudos relatam graves consequências - como possível tendência à depressão e ao suicídio, entre outros.

E estes outros:

http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/05/deficit-de-atencao-nas-criancas-francesas.html - 

http://portal.anvisa.gov.br/wps/content/anvisa+portal/anvisa/sala+de+imprensa/assunto+de+interesse/noticias/estudo+aponta++tendencia+de+crescimento+no+consumo+de+metilfenidato

Inventor de TDAH: "O TDAH é uma doença fictícia"

P.O. Box 223 
CH-8044 Zurich 
+41-44-350 65 50 
04 junho de 2013
Zürich

por Moritz Nestor

Felizmente, o suíço Otfried Höffe, presidente da Comissão Nacional Consultiva de Ética Biomédica (NEK) comentou criticamente sobre o uso do medicamento ADHD Ritalin no seu parecer de 22 de novembro de 2011 intitulado "Valorização humana, por meio de agentes farmacológicos" 1 : O consumo de agentes farmacológicos alterou o comportamento da criança, sem qualquer contribuição de sua parte.
Que totalizaram interferência na liberdade da criança e direitos pessoais, porque os agentes farmacológicos induziram alterações comportamentais, mas não conseguiu educar a criança sobre como conseguir estas mudanças comportamentais de forma independente. A criança foi assim privada de uma experiência essencial: aprender a agir autonomamente e enfaticamente, o que "reduz consideravelmente a liberdade das crianças e prejudica o seu desenvolvimento da personalidade".
Os críticos alarmados pelo desastre Ritalin agora estão recebendo o apoio de um lado totalmente diferente. O semanário alemão Der Spiegel citou em sua reportagem de capa em 02 de fevereiro de 2012 o psiquiatra americano Leon Eisenberg, nascido em 1922 como filho de imigrantes judeus russos, que era o "pai científico de ADHD", e que, com a idade de 87, sete meses antes de sua morte em sua última entrevista:

"O TDAH é um excelente exemplo de uma doença fictícia" 2

Desde 1968, no entanto, cerca de 40 anos, a "doença" de Leon Eisenberg assombra os manuais de diagnóstico e estatística, primeiro como "reação hipercinética da infância", agora chamado de "ADHD". O uso de medicamentos TDAH na Alemanha aumentou em apenas 18 anos, de 34 kg (em 1993) para um registro de nada menos do que 1760 kg (em 2011) - o que representa um aumento de 51 vezes nas vendas! Nos Estados Unidos um em cada dez meninos entre 10 anos de idade já engole um medicamento ADHD em uma base diária. Com uma tendência crescente. 3
(...) Sua carreira era extremamente íngreme, e sua "doença fictícia" levou a grande aumento de vendas. E depois de tudo, ele atuou no "Comitê para o DSM V e CID XII, American Psychiatric Association" 4 2006-2009. Afinal, Leon Eisenberg recebeu o "Prêmio Ruane da Criança e do Adolescente Psychiatry Research. Ele tem sido um líder em psiquiatria infantil há mais de 40 anos através de seu trabalho em ensaios farmacológicos, pesquisa, ensino, política e social e por suas teorias do autismo e da medicina social ". 5
E depois de tudo, Eisenberg era um membro do "Comitê Organizador da Mulher e da Conferência de Medicina, nas Bahamas, 29 novembro - 3 dezembro de 2006, a Fundação Josiah Macy (2006)". 6 A Fundação Josiah Macy organizou conferências com agentes da inteligência da OSS , mais tarde CIA, como Gregory Bateson e Heinz von Foerster e durante muito tempo após a Segunda Guerra Mundial. 

Teriam esses grupos comercializado o diagnóstico de TDAH a serviço do mercado farmacêutico e feito sob medida para ele com um monte de propaganda e relações públicas
É esta questão que o psicólogo americano Lisa Cosgrove e outros pesquisadores investigam em seus estudos: os laços financeiros entre DSM-IV Membros do Painel e a Indústria Farmacêutica 7 . Eles descobriram que "Dos 170 membros do painel DSM 95 (56%) tiveram uma ou mais associações financeiras com empresas da indústria farmacêutica. Cem por cento dos membros dos painéis sobre "Transtornos do Humor" e "esquizofrenia e outros transtornos psicóticos 'tinha vínculos financeiros com empresas farmacêuticas. [...] As conexões são especialmente fortes nas áreas de diagnóstico, onde as drogas são a primeira linha de tratamento para transtornos mentais ". 8 Na próxima edição do manual, a situação mantém-se inalterada. "Dos 137 DSM-V membros do painel que postaram declarações de divulgação, 56% relataram laços da indústria - sem melhoria em relação ao percentual dos membros do DSM-IV." 9 "O próprio vocabulário da psiquiatria é agora definido em todos os níveis pela indústria farmacêutica", disse o Dr. Irwin Savodnik, professor clínico assistente de psiquiatria na Universidade da Califórnia, em Los Angeles. 10
Isto é bem pago. Apenas um exemplo: O Diretor-Assistente da Unidade de Psicofarmacologia Pediátrica do Hospital Geral de Massachusetts e professor associado de psiquiatria na Harvard Medical School recebeu "$ 1 milhão em ganhos de empresas farmacêuticas, entre 2000 e 2007." 11
De qualquer maneira, não se pode chegar facilmente ao testemunho do pai de TDAH de que: "O TDAH é um excelente exemplo de uma doença fictícia".
A tarefa de psicólogos, educadores e médicos não é para colocar as crianças no "lead químico", porque toda a sociedade não consegue lidar com os produtos de suas teorias equivocadas do homem e da criação dos filhos, mas também não pode colocar seus filhos nas mãos do livre mercado farmacêutico. Voltemos à questão básica da psicologia pessoal e educação: A criança é a aquisição de responsabilidade pessoal e comportamento enfático sob orientação especializada - e isso leva a família e a escola: Nestes campos, a criança deve ser capaz de conduzir-se fora mentalmente. Este constitui o núcleo da pessoa humana. •



O TEXTO ORIGINAL da NEK CONSTA EM:
Um aprimoramento humano por meio de agentes farmacológicos, Parecer n º 18/2011, Bern outubro de 2011. 
FEDERAL OFFICE OF PUBLIC HEALTH
No. 18/2011Human enhancement by means
of pharmacological agents
Last modification: 27.10.2011 | Size: 387 kb | Type: PDF

2 Blech, Jörg : Schwermut ohne Scham. In: Der Spiegel, Nr. 6/6.2.12, p. 122-131, p. 128. 
3 Blech, p. 17:59:25) 7 Cosgrove, Lisa et al. Laços financeiros entre DSM-IV membros do painel e da indústria farmacêutica. In: Psychosom Psychother 2006; 75:154-160 (DOI: 10.1159/000091772) 8 Cosgrove, Lisa et al. Pp. 154 9 DSM Membros do Painel Ainda Conseguir fundos Pharma. URL:http://www.cchrint.org/tag/lisa-cosgrove/ (8.2.2012 Cf. http://www.cchrint.org/tag/lisa-cosgrove/

A recomendação 7 (e última) do resultado da Comissão, reza:

"7. A prática atual de prescrição de psicofármacos em crianças deve ser revista, as causas do maior consumo investigadas, e as crianças, protegidas contra o uso excessivo." (Cap. 9 - págs 140 a 150 Livro TDAH Crianças que Desafiam)


TDAH e o uso de medicamentos - Aprimoramento, liberdade pessoal, diversidade, riscos para a saúde e desenvolvimento da personalidade - A posição da NEK - Suíça


Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade e o uso de medicamentos em crianças, adolescentes e adultos


Excertos de importante texto que serve de subsídios a educadores (professores, pedagogos, etc.) para reuniões, reflexões e debates sobre o tema com seus pares e com os pais dos alunos. Para os pais, interessados na felicidade de seus filhos. Trata também do uso no ambiente de trabalho.



Conheça e adquira o Livro: TDAH Crianças que desafiam 
Como Lidar com o Déficit de Atenção e a Hiperatividade na Escola e na Família
Contra o uso indiscriminado do metilfenidato - Ritalina, Ritalina LA, Concerta





Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente

Escritora, blogueira e colunista
Coordenadora de Grupos,
Pós-Graduação em RH pela FGV,
International Speaker pelo IFTDO-VA-USA
Ambientalista de coração. Vegana.