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sábado, 12 de setembro de 2015

TDAH, Ritalina e Risperidona - Qual a Hora de Parar



Para os que tem dúvidas em relação à medicalização de psicotrópicos em crianças - Ritalina não é para agitação ou ansiedade!  Risperidona e o crescimento de mamas



Por Marise Jalowitzki
12.setembro.2015
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/09/tdah-ritalina-e-risperidona-hora-de.html
LinkedIn: https://www.linkedin.com/pulse/article/tdah-ritalina-e-risperidona-hora-de-parar-marise-jalowitzki/edit


Uma avó contata para comentar sobre seu neto:
"Tenho um   neto de 12 anos q toma ritalina LA de 20mg  ja faz  5anos e risperidona de 20 mg há um ano e meio. Só q de 2anos pra cá ele  mudou redicalmente: era um menino  mto elogiado na escola pois sempre entrava em férias antes de terminar o ano,  mas, do ano passado  até agora ele n demostra mais interesse pelos estudos, n copia  nda  e so temos reclamações dele diariamente, ele tem acompnhamento c psiquiatra e  terapia mas nda está adiantando; eh agressivo, n tem medo de nda e de ninguem...  sera q a medicação está errada? pois diagnostico diz q ele eh hiperativo. Se puder me ajudar, fico muito grata."

Risperdal (risperidona) é um antipsicótico. Cuidado com os efeitos colaterais!!!
 É assim mesmo que os psicotrópicos agem, amiga, com a maioria das pessoas. No início dão o efeito desejado e todos "gostam", por vezes até a própria criança, pois ela já está 'convencida' de que só vai funcionar bem quando tomar os "comprimidinhos mágicos"!!!


Psicotrópicos não são doces, nem balas!
Acontece que, como todo remédio controlado (em um tempo que varia de pessoa pra pessoa) começam a retornar as mesmas reações e comportamentos que levaram os pais a medicar (por orientação dos médicos alopatas) e tudo fica igual ao que era antes e, com certeza, novas reações adversas, muito ruins, aparecem também, como efeito colateral ( side effects). Aí, os medicos dizem que são as comorbidades. Como se fossem as "doenças", os "transtornos neurológicos" incubados, por assim dizer, como se fossem próprios da pessoinha, quando, na verdade, são decorrentes do uso prolongado dos psicofármacos e seus efeitos adversos!!!

E começa a roda viva! troca de medicamento, aumenta a dose, receita mais outro e mais outro... até poder acontecer algo pior, o que é mais comum do que se pensa!! só que não é divulgado! Há médicos que, quando o pai ou a mãe levam a informação, demonstram surpresa e recolhem a receita...

Teu netinho até que aguentou com força durante todos estes anos! Com a chegada da puberdade, uma carga extra de testosterona (que pode chegar a 800%!!), lógico que vai aumentar a agressividade!!  Tanto a ritalina como a risperidona são perversas para muitas crianças (qual o psicotrópico que não acaba sendo, em tantos e tantos casos?).  O cérebro infantil está em desenvolvimento, as "paredinhas" entre um campo e outro são permeáveis, deixando a química entrar em diferentes áreas, não apenas o córtex frontal. Ele deve estar com pensamentos violentos já, pela ritalina (muitos dos médicos alopatas que receitam, desaconselham o uso por mais de 2 anos!), pensamentos de destruição e autodestruição. E a risperidona, além do que já foi enumerado antes, tem efeitos colaterais muito ruins também fisicamente: crescimento dos mamilos (gynecomastia), alteração em sua sexualidade devido ao excesso de hormonios femininos contidos no risperidona (alguns já publiquei em artigos, outros ainda estou construindo). Imagina que zorra deve estar ocorrendo em seu interior, em uma fase que está recém começando, fase desafiante como é a puberdade!



Não sei qual a tua influência junto à mãe do garoto. Até porque a própria associação brasileira declara flagrantemente que "avós são de outro tempo", desqualificando as possíveis opiniões contrárias à medicalização. Mas, com certeza, hora de rever e tentar parar com estes psicofármacos tão pesados. Coisa que, aliás, pode ser evitada em várias situações, desde o início, caso a nossa medicina não fosse tão tendenciosa e a maioria dos médicos se detivessem, efetivamente, em uma observação diagnóstica criteriosa!!

Entretanto, ele não pode suspender o uso dos psicotrópicos "de soco", sob pena de ficar em risco, incluindo risco de vida! Importante procurar um neuropediatra homeopata para ir diminuindo  aos poucos os dois psicotrópicos. A homeopatia faz isso. Dinamiza na medida conveniente ao corpinho-situação individual. Conjuntamente, vai tomando outra homeopatia para lidar diretamente no foco dos sintomas, como a agressividade.

E, como deves estar acompanhando, sou fã também dos Florais de Bach, sendo o Rescue Remedy o coringa. Ele é um composto de 5 essências, que age desde os medos dele, até as reações que os demais deploram. Pode ser usado conjuntamente com os demais, podes passar nos pulsos (parte interna) e nuca (locais com grande confluência de artérias e nervos). Podes passar no travesseiro, podes aspergir no ambiente. É liberado pela ANVISA e adquire nas farmácias homeopáticas. Também existem compostos dos chamados "chazinhos" que, combinados, dão um resultado muito bom! Mulúngu (ou molungu), erva cidreira, erva de são joão (hipérico), maracujá.

Agora, além de tudo isso, e principalmente, este querido precisa ser ouvido. Precisam saber o que ele pensa, o que ele está sentindo, o que ele quer da vida, onde quer chegar e como quer chegar. Ele precisa se sentir respeitado e, principalmente, bem querido!! Os pais e os educadores precisam se preparar para esta nova etapa, sob pena de ações bem tristes, que podem ir desde a fuga de casa (sei de vários casos), agressões familiares e outras, até danos sérios a si mesmo!! Pais que insistem no aumento das doses geralmente chegam aqui para relatar a contenção do filho, a internação do filho... considerando-o "um caso perdido", um "louquinho"!!!

Muitos garotos, nas escolas, falam bem isso para professoras da Sala de Recursos: "Minha mãe acha que sou doido, por isso me dá ritalina! Mas, eu só tomo na hora da prova. Ela não sabe e a senhora não vai contar, né?"

Muito, muito triste tudo que anda acontecendo!!
Boa sorte, amiga!



Do Livro TDAH Crianças que Desafiam

"Pais excessivamente controladores, precavidos e-ou ansiosos, podem criar uma zona de silêncio dentro do filho, que ele somente será capaz de romper se ele for dotado de uma teimosia desafiadora. Instauram-se conflitos, uma grande explosão, imprevisibilidade. Entretanto, quanto maior o silêncio, mais o jovem será infectado pelo medo, minando sua autoconfiança e tornando-se menos autoconsciente de quem é e do que quer. (...) 

Quanto mais falta de escolha para viver a sua vida, quanto maiores as dúvidas e os medos do futuro, quanto maiores as críticas, mais adolescentes revoltados. Insurgentes. Ou deprimidos. (...) As coisas, em uma mente em formação, podem se potencializar em curto espaço de tempo." (pág 155)


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Artigo publicado também no LinkedIn
https://www.linkedin.com/pulse/tdah-ritalina-e-risperidona-hora-de-parar-marise-jalowitzki


Mais sobre a Ritalina:
"Não tome Ritalina® se você 
sofre de ansiedade, tensão ou 
agitação...  

Quem entende? Diz na Bula - Ritalina não é para agitação ou ansiedade!

Segundo resultados de uma pesquisa publicada em maio de 2013, nos EUA, nove em cada dez médicos receitam psicotrópicos para crianças logo na primeira consulta. 
Por Marise Jalowitzki



Mais sobre a Risperidona:

90% dos pacientes que ingerem Risperdal (Risperidona)
possuem níveis elevados de prolactina.
A prolactina controla o desejo sexual em homens. 




Há relatos de desejo sexual alterado e até de produção de leite em tratamentos prolongados!
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/02/risperidona-e-o-crescimento-de-mamas.html




Inclusão e Inserção



Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente

Escritora, Educadora, 
Idealizadora e Coordenadora do Curso Formação para Coordenadores em Jogos e Vivências para Dinâmica de Grupos,
Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela FGV,
Facilitadora de Grupos em Desenvolvimento Humano,
Ambientalista de coração, Vegana.
Certificada como International Speaker pelo IFTDO-VA-USA
marisejalowitzki@gmail.com 
compromissoconsciente@gmail.com 



Livro: TDAH Crianças que Desafiam 
Como Lidar com o Déficit de Atenção e a Hiperatividade na Escola e na Família
Contra o uso indiscriminado de metilfenidato - Ritalina, Ritalina LA, Concerta

Acesse: 
http://www.compromissoconsciente.com.br/
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/
ou entre em contato direto:
marisejalowitzki@gmail.com 
TDAH Crianças que Desafiam - Como Lidar com o Déficit de Atenção e a Hiperatividade na Escola e na Família





segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Protocolo de Autópsia - Morte do Menino Matthew devido ao uso prolongado de Ritalina



" O que é importante notar aqui é que Matthew não tinha qualquer condição cardíaca pré-existente ou defeito." (Heather Smith - Pai de Matthew)




Por Marise Jalowitzki
17.novembro.2014
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/11/protocolo-de-autopsia-morte-do-menino.html

Uma amiga enviou neste final de semana o download do Protocolo de Autópsia do menino Matthew Smith, que morreu aos 14 anos, devido a "Insuficiência Coronária Aguda devido a Doença Isquêmica do Coração devido ao uso a longo prazo de metilfenidato (Ritalina) - Ritalin, em inglês. Ela estava chocada e usou o termo "apavorante".

O que respondi:
"Querida Amiga, este foi um dos principais motivos que me levaram a pesquisar, escrever o livro, publicar os artigos e iniciar esta maratona, tanto aqui no face como em colégios, palestras, etc.

No livro TDAH Crianças que Desafiam, capítulo 07, tenho um tópico com o título "CRIANÇAS QUE MORRERAM DEVIDO AO USO DE RITALINA, CONCERTA E OUTROS", onde listo a triste situações de várias crianças que morreram devido ao uso destes psicotrópicos (Ritalina, Concerta, Venvanse, Desipramine, etc.) - págs 126 a 134. Tristes relatos, mas necessário conhecer esta faceta perigosa dos psicotrópicos em crianças!

O menino Matthew Smith foi apenas 1 entre as 186 crianças que morreram pelo uso de tarja preta, apontados em um levantamento feito nos EUA (1990-2000). No Brasil não temos este tipo de estatísticas, embora sejamos o 2º maior consumidor do mundo de metilfenidato (Ritalina, Ritalina LA e Concerta), informação divulgada pela ANVISA (que não inclui todo o mercado clandestino).







Procuro não pautar meu trabalho apenas neste quesito (que, sem dúvida, amedronta qualquer mãe), procuro esclarecer as mães, não pelo medo, e sim pela conscientização, de que TODO tarja preta traz riscos sérios, que precisam ser analisados, avaliados, medidos, antes de iniciar a medicação, contemporizar benefícios e efeitos colaterais, coisa que, muitas vezes, não acontece, embora conste inclusive da bula.

Repetidamente tenho insistido que médicos CRITERIOSOS realizam uma análise cuidadosa antes de emitir o diagnóstico, acompanham o paciente, ajustam o fármaco sempre que necessário, procuram retirá-lo assim que observam a melhora (ou a piora), pedem também ECG (eletrocardiograma) regular (dentre outros) para observar como anda o coração e todo sistema.

O menino Matthew Smith foi apenas 1 entre as 186 crianças que morreram pelo uso de tarja preta à base de metilfenidato (no Brasil comercializado como Ritalina, Ritalina LA e Concerta), dados apontados em um levantamento feito nos EUA, reportados à FDA programa MedWatch, um sistema de informação voluntária.  (1990-2000). MATTHEW NÃO TINHA PROBEMA CARDÍACO ANTES DE USAR O MEDICAMENTO. Os pais, que ainda hoje choram pela morte de seu filho, uniram-se com outros pais em igual situação e criaram o www.ritalindeath.com - nos EUA. Há centenas de associações naquele país e pelo mundo, pleiteando mais pesquisas, mais divulgação e até indenização, especialmente nos casos de sequelas graves.

Também escrevi um pouco mais sobre isso neste artigo: http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/09/ritalina-nao-pode-ser-usado-por-quem.html  

Sim, concordo contigo. É apavorante, mas não pode ficar só no alarme! Mães precisam solicitar mais acompanhamento. Muitos especialistas defendem que, mesmo nos casos mais graves em crianças, o medicamento não deva ser usado por mais de um ano, máximo dois e, outros especialistas, afirmam que não pode ser administrado antes dos 10 anos.

Abraços e Gratidão pelo Compartilhamento e Cuidados!
Beijos!"



"Insuficiência Coronária Aguda devido a Doença Isquêmica do Coração devido ao uso a longo prazo de metilfenidato (Ritalina)"- Ritalin, em inglês. Dr. Ljuba Dragovic, o Chefe Patologista de Oakland County, Michigan


MORTE POR RITALINA




Este é um recurso educativo para os pais que estão sendo pressionados para drogar a criança TDAH por um psicólogo escolar, assistente social, professor, ou outro.

Os pais querem o melhor para seus filhos, em muitos casos no início do novo ano escolar os pais estão sendo informados de que seu filho tem TDAH e que a medicação seria um grande benefício.

Entre 1990 e 2000, houve 186 mortes por metilfenidato reportados à FDA programa MedWatch, um sistema de informação voluntária. A FDA declara que os números revelados não representam mais do que 10 a 20% da incidência real. http://www.adhdfraud.org/commentary /1-6-02-2.htm

Em 1998, os Institutos Nacionais de Saúde Consenso sobre o TDAH, emitiram a seguinte declaração: "Nós não temos um teste independente, válido para o TDAH, e não há dados que indicam que o TDAH é devido a um mau funcionamento do cérebro".

Queremos expor os riscos para a saúde, perigos e mortes que são um resultado direto da administração de drogas psicotrópicas para crianças. Estas drogas psicotrópicas dadas a crianças rotuladas com TDAH incluem Ritalina, metilfenidato, Concerta, Dexedrine, Dextrostat e Metadate, só para citar alguns.
 

É o momento para que os pais se unirem e lutar esta guerra terrível contra drogar as nossas crianças, elas que são o futuro da América.

Esta cruzada exige uma frente unida. Se você quiser participar, contribuir e / ou tornar-se um membro ativo desta cruzada justificada por favor contacte -nos.

Espero que a nossa história e informação, de alguma forma possa beneficiar você e seu filho e prevenir a tragédia que passamos, de se tornar realidade e pesadelo dos seus familiares.


Photo of Lawrence Smith testifying in Lansing MI with Representative Susan Tabor
Heather Smith - Pai de Matthew

O nosso filho de 14 anos de idade morreu por uso de Ritalina

O nosso filho de 14 anos de idade Matthew morreu repentinamente em 21 de março de 2000. A causa da morte foi determinada como sendo devido ao uso em longo prazo (idade 7-14) de metilfenidato, um medicamento comumente conhecido como Ritalina.

De acordo com Dr. Ljuba Dragovic, o Chefe Patologista de Oakland County, Michigan, mediante autópsia, o coração de Matthew mostrou claros sinais de danos causados a partir do uso de metilfenidato (Ritalina).

O atestado de óbito diz: "A morte foi causada pelo uso prolongado de metilfenidato (Ritalina)."

Foi-me dito por um dos médicos legistas que o coração de um homem adulto pesa cerca de 350 gramas e que o peso do coração de Matthews era de cerca de 402 gramas. Dr. Dragovic disse este tipo de dano coração está latente e não é facilmente detectado com o teste padrão feito para recargas de prescrição. O teste padrão geralmente consiste de exames de sangue, ouvindo o coração, e perguntas sobre comportamentos escolares, de sono e hábitos alimentares.

* O que é importante notar aqui é que Matthew não tinha qualquer condição cardíaca pré-existente ou defeito.

A história de Matthew começou em uma pequena cidade no interior de Berkley, Michigan. Ele foi avaliado pela escola na primeira série, que acreditava que ele tinha TDAH. A assistente social da escola, Mônica Fuchs, continuou chamando-nos para reuniões. Uma manhã em uma dessas reuniões, enquanto esperava os outros para chegar, Monica disse-nos que, se, como pais, nos recusássemos a levar Matthew ao médico e administrar a Ritalina, os serviços de proteção à criança poderia nos cobrar por negligenciar as necessidades educacionais e emocionais de Matthew. Minha esposa e eu ficamos intimidados e com medo. Acreditávamos que havia uma possibilidade muito real de perder nossos filhos se não cumpríssemos as ameaças da escola.

Monica nos explicou, ainda, afirmando que TDAH era uma desordem cerebral real. Ela também passou a dizer-nos que o metilfenidato (Ritalina) era um medicamento muito leve e estimularia o tronco cerebral e ajudar Matthew a manter o foco.

Nós cedemos à pressão da escola e levamos nosso filho ao pediatra recomendado. Seu nome era Dr. John Dorsey de Birmingham, Michigan. Ao visitar o Dr. Dorsey com a recomendação da escola de usar o metilfenidato (Ritalina), notei que ele parecia frustrado com a escola. Ele nos pediu para lembrar a escola que ele não era uma farmácia. Eu só pude concluir, com o seu comentário, de que não fomos os primeiros pais enviados a ele por esta escola. Dr. Dorsey oficialmente diagnosticou Matthew com TDAH. O teste utilizado para o diagnóstico era de cinco minutos: truque do "lápis girando", resultando em me sendo entregue uma receita de Metilfenidato / Ritalina. (...) 
A voz de Matthew será ouvido por todos.

Ler na íntegra: Lawrence T. Smith http://www.ritalindeath.com/contact.htm

http://web.archive.org/web/20040213001520/http://www.ritalindeath.com/homepage.htm

http://web.archive.org/web/20050304124246/http://www.strattera.ws/submit.htm 
http://web.archive.org/web/20140820234720/http://www.ritalindeath.com/ 

More References


  1. Cardiovascular responses of hyperactive children to methylphenidate. Ballard JE et al., JAMA 1976 Dec 20;236(25):2870-4
  2. A controlled trial of methylphenidate in black adolescents. Attentional, behavioral, and physiological effects. Brown RT, Sexson SB, Clin Pediatr (Phila) 1988 Feb;27(2):74-81
  3. Effects of methylphenidate on cardiovascular responses in attention deficit hyperactivity disordered adolescents. Brown RT, Sexson SB, J Adolesc Health Care 1989 May;10(3):179-83
  4. Attention deficit disorder and the effect of methylphenidate on attention, behavioral, and cardiovascular functioning. Brown RT, Wynne ME, Slimmer LW, J Clin Psychiatry 1984 Nov;45(11):473-6
  5. Methylphenidate's effects on paired-associate learning and event-related potentials of young adults.Brumaghim JT, Klorman R, Psychophysiology 1998 Jan;35(1):73-85,
  6. Effect of methylphenidate on young adult's vigilance and event-related potentials. Coons HW et al,Electroencephalogr Clin Neurophysiol 1981 Apr;51(4):373-87
  7. Open-label treatment of comorbid depression and attentional disorders with co-administration of serotonin reuptake inhibitors and psychostimulants in children, adolescents, and adults: a case series.Findling RL, J Child Adolesc Psychopharmacol 1996 Fall;6(3):165-75
  8. Atrioventricular nodal re-entrant tachycardia associated with stimulant treatment. Gracious BL, Journal of Child Adolescent Psychopharmacology 1999;9(2):125-8
  9. Effects of methylphenidate (Ritalin) on mammalian myocardial ultrastructure. Henderson TA, Fischer VW, Am J Cardiovasc Pathol 1995;5(1):68-78
  10. Biphasic inotropic effects of methamphetamine and methylphenidate on ferret papillary muscles.Ishiguro Y, Morgan JP, J Cardiovasc Pharmacol 1997 Dec;30(6):744-9
  11. Attention deficit disorder and methylphenidate: a multi-step analysis of dose-response effects on children's cardiovascular functioning. Kelly KL, Rapport MD, DuPaul GJ, Int Clin Psychopharmacol 1988 Apr;3(2):167-81
  12. Mechanisms of cardiac and vascular responses to cocaine. Knuepfer MM, Branch CA, Fischer VW,NIDA Res Monogr 1991;108:55-73
  13. Cocaine-induced myocardial ultrastructural alterations and cardiac output responses in rats. Knuepfer MM, Branch CA, Gan Q, Fischer VW, Exp Mol Pathol 1993 Oct;59(2):155-68
  14. Methylphenidate and nortriptyline in the treatment of poststroke depression: a retrospective comparison.Lazarus LW, Moberg PJ, Langsley PR, Lingam VR, Arch Phys Med Rehabil 1994 Apr;75(4):403-6
  15. Effects of background anger, provocation, and methylphenidate on emotional arousal and aggressive responding in attention-deficit hyperactivity disordered boys with and without concurrent aggressiveness. Pelham WE, J Abnorm Child Psychol 1991 Aug;19(4):407-26
  16. Methylphenidate and cocaine have a similar in vivo potency to block dopamine transporters in the human brain. Volkow ND et al, Life Sci 1999;65(1):PL7-12
  17. Methylphenidate decreases regional cerebral blood flow in normal human subjects. Wang GJ, et al., Life Sci 1994;54(9):PL143-6
  18. Absence of cardiovascular adverse effects of sertraline in children and adolescents. Wilens TE, Biederman J et al, J Am Acad Child Adolesc Psychiatry 1999 May;38(5):573-7






 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

Livro: TDAH Crianças que desafiam 

Como Lidar com o Déficit de Atenção e a Hiperatividade na Escola e na Família
Contra o uso indiscriminado de metilfenidato - Ritalina, Ritalina LA, Concerta

Para conhecer mais e adquirir, acesse: 













terça-feira, 16 de setembro de 2014

Ritalina não pode ser usado por quem tem problemas cardíacos - Crianças que morreram devido ao uso de Ritalina, Concerta e outros



Pais, exijam todas as informações e exames necessários antes de medicar seus filhos! 



Ritalina não pode ser usado por quem tem problemas cardíacos
Crianças que morreram devido ao uso de Ritalina, Concerta e outros

Por Marise Jalowitzki
Publicado neste blog em 16.setembro.2014  - incluindo texto transcrito do Livro TDAH Crianças que Desafiam (*)
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/09/ritalina-nao-pode-ser-usado-por-quem.html

Após divulgar o artigo Quem entende? - Diz na Bula - Ritalina não é para agitação! (Clique aqui ), mães entram em contato, querendo saber mais informações. Sim, Ritalina não pode ser usado por quem sofre de agitação ou ansiedade...não é a maior incidência das receitas?
Mas, tem mais: Ritalina não pode ser usado por quem tem problemas cardíacos!

Estas informações constam no site da própria Novartis!

"3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Não tome Ritalina® se você:
(...)
- tem problemas cardíacos, como ataque cardíaco, batimento cardíaco irregular, dor no peito (angina),
- insuficiência cardíaca, doença cardíaca ou se nasceu com problema do coração;

Assim, decido transcrever o que consta de meu Livro TDAH Crianças que Desafiam - Cap. 7
"No Brasil as informações veiculadas sobre o uso, o crescente índice de diagnósticos (apressados) e as declarações de pais inconformados com os resultados do medicamento em seus filhos ainda são desconhecidas. Nós, brasileiros, como o segundo maior consumidor mundial de metilfenidato, infelizmente, ainda estamos no estágio onde pais lutam pelo direito de receber o metilfenidato pelo SUS! Onde pais assustados importam-se mais em agradar aos ditames de muitas escolas do que, simplesmente, ler a bula da tarja preta Ritalina ou Concerta e questionar:
- a recomendação-pressão da escola
- a pressa-inconsequência do médico prescritor
- o que a família pode fazer para melhor integrar seu filho
- e, o mais importante: o que, verdadeiramente, quer seu filho(a), quais seus objetivos, anseios, gostos e habilidades.

Nos EUA, primeiro consumidor mundial de metilfenidato, existe uma Associação criada em 2000 por um casal de pais que, in memoriam a seu filho de 14 anos, que morreu devido ao uso de Ritalina (para eles, Ritalin), resolveram compartilhar tudo que sabem e acolher todos os depoimentos e dúvidas de outros pais. Eles contam atualmente com uma consistente equipe multidisciplinar. Lawrence, Kelly e Heather Smith, com o seu trabalho de divulgação e intervenção, já conseguiram que muitas legislações estaduais fossem revistas. A apreensão cresce com a intenção governamental de efetuar um rastreio “mental” em todas as crianças e jovens norte americanos a fim de detectar “preventivamente” o assim chamado transtorno. A Aliança Nacional contra o Mandato de Rastreio de Saúde Mental e uso de Drogas Psiquiátricas em Crianças ( www.ritalindeath.com ) contem MUITA informação, além de relatos de mortes devido ao uso de metilfenidato (Ritalin, Concerta, Aderall, entre outros). Entre 1990 e 2000, houve 186 mortes por metilfenidato relatados ao programa FDA MedWatch, um sistema de notificação voluntária, números que, segundo os médicos pertencentes à Associação, não representam mais do que 10 a 20% da incidência real. “Já tivemos uma mesa redonda com o Departamento de Justiça dos EUA sobre as questões de drogadição em crianças.Também tivemos um encontro com a Heritage Foundation, em Washington DC, entre outros.” – salienta Heather Smith.


Smith ressalta, assim como vários especialistas na área, que “esses distúrbios cerebrais psiquiátricos não têm validade científica, a teoria da dopamina e outros são nada mais do que um desejo por parte da indústria psiquiátrica, não há nenhuma prova de qualquer anormalidade cerebral orgânica com base em dados científicos sólidos”.

“As vidas de milhões de crianças estão sendo colocadas em risco com perigosas drogas viciantes, que foram publicamente conhecidas, podendo causar a morte, suicídio, dano cardiovascular, dependência química, depressão, tiques, perda de peso, perda de apetite, violência e agressão (como tiroteios em escolas) e muitas outras coisas para algo que não pode mesmo ser provado”.

“Eu sou a favor” – ressalta Smith – “de que estado e federação financiem projetos e programas para dotar os alunos de ferramentas de aprendizagem eficazes e professores pacientes, mas sinto que rotular crianças com ADD ou ADHD e drogá-los é um pobre incentivo para a escola para obter mais dinheiro sem prestação de contas.”

“Muitos estão trabalhando para ter leis aprovadas, que dariam aos pais e responsáveis ​​a escolha, o direito legal de recusar um diagnóstico subjetivo de saúde mental e de drogar seus filhos com psicotrópicos letais.”

Much Love (Mais Amor!)
Diretor Executivo Heather Smith 
Website: 
http://www.RitalinDeath.com
Email: 
RitalinDeath@gmail.com

(...)
Matthew W. Smith
Matthew Smith
Ritalina e Parada Cardíaca
Matthew Smith – 14 anos – (O desabafo é do pai, da mãe e da irmã) Antes de ser diagnosticado como TDAH, Matthew era uma criança barulhenta, energética, altamente sociável, que não se concentrava na escola. “Ele parece que tem formigas nas calças”, disse a assistente social e nos indicou uma lista de médicos para que buscássemos a receita. Como declaramos não querer, ela nos assegurou que poderíamos ser denunciados às autoridades tutelares por negligência a menor. Intimidados, cedemos.

Matthew Smith tomou Ritalina desde os 7 e morreu repentinamente, quando andava de skate com os primos, em 21 de março de 2000. A causa mortis, constante no atestado de óbito, diz: "Morte causada por uso prolongado de metilfenidato, a Ritalina".  Dr. Ljuba Dragovic, o patologista chefe de Oakland County, Michigan, mediante autópsia, declarou que o coração de Matthew mostrou sinais claros de danos pequenos vasos causado pela utilização de metilfenidato (Ritalina), Foi-me dito por um dos médicos legistas que o coração de um homem adulto pesa cerca de 350 gramas e que o peso do coração de Matthew foi de 402 gramas. Dr. Dragovic disse que este tipo de dano cardíaco é latente e não é facilmente detectado com o teste padrão feito para recargas de prescrição. O teste padrão geralmente consiste de exames de sangue, ouvindo o coração, e perguntas sobre comportamentos escolares, dormir e os hábitos alimentares.
* O que é importante ressaltar aqui é que Matthew não tem qualquer condição cardíaca pré-existente ou defeito.

Nós não fomos informados de que o Drug Enforcement Administration tinha classificado Metilfenidato (Ritalina) como uma droga da programação II, comparável à cocaína.
Em nenhum momento fomos informados sobre a natureza não-científica da doença.
Nós não fomos informados de que havia controvérsia difundida entre a classe médica no que diz respeito à validade da doença.
Além disso, não foram fornecidas informações envolvendo os perigos do uso de metilfenidato (Ritalina), como "tratamento" para o Transtorno de Déficit de Atenção Hiperatividade. Um desses perigos inclui o fato de que o metilfenidato, Ritalina provoca constrição das veias e artérias, fazendo com que o coração a trabalhar horas extras e, inevitavelmente levando a danos no próprio órgão.

Nós não estávamos cientes do grande número de mortes de crianças, que têm sido associados com estes tipos de medicamentos usados ​​como "tratamento".

Mesmo que tecnicamente isso constitui prática de medicina sem licença, este mesmo processo vem ocorrendo nos distritos escolares em todo o país por milhares de professores, administradores, conselheiros, psicólogos e assistentes sociais há anos."

O Ritalindeath.com foi criado em 2001pelos pais de Matthew e tem como estrutura base a Aliança Nacional DHD; foi criado em memória das crianças que morreram desde o uso de medicamentos usados ​​para tratar a DDA e TDAH, para acolher as muitas famílias em igual sofrimento e para fornecer todas as informações possíveis. Há um Diretório Nacional que oferece alergistas, neurologistas, quiropraxia, medicina holística, centros de aprendizagem, nutricionistas, ortopedistas, fonoaudiolólogos e oftalmologistas. Também oferecem os acompanhamentos individuais como terapias alternativas, homeopatia e terapia boarding.

“Fazemos todo o possível para convencer governos estadual e federal sobre os métodos utilizados em diagnóstico de milhares de crianças com TDAH e a prática de usar drogas psicotrópicas em crianças com Ritalina e outras drogas.”

“Durante os 7 anos em que tomou Ritalina, Matthew não teve nenhuma solicitação de ecocardiograma ou ressonância magnética. Estes tipos de testes poderiam ter detectado os danos causados ​​ao seu coração. Estes testes não são consideradas como "standard" no controlo "tratamento" de ADHD são geralmente nunca administrado a crianças. Infelizmente a morte é inevitável, sem a possibilidade de detecção.”

* Eu quero perguntar a todos os pais essas questões importantes:
- O que vocês fariam diferente se tivessem acesso a todas as informações?
- Como avaliar consequências se as informações são distorcidas ou incompletas?
“Se eu soubesse de certos fatos teria agido de forma diferente e meu filho estaria vivo hoje. Isso eu tenho certeza. Matthew foi diagnosticado já no primeiro ano do fundamental.”

Photo of Lawrence Smith testifying in Lansing MI with Representative Susan Tabor
Heather Smith 
 “Eu, pessoalmente, não daria o meu consentimento para a escola para fazer qualquer tipo de avaliação psicológica.” – declara Heather Smith, diretor executivo da Aliança Nacional contra o Mandato de Rastreio de Saúde Mental e uso de Drogas Psiquiátricas em Crianças ( National Alliance against Mandated Mental Health
Screening and Psychiatric Drugging of Children ).  “Nós chegamos à conclusão de que a melhor maneira de ajudar as crianças, que sempre foi o nosso principal objetivo, é proporcionar aos pais e encarregados de educação informações sobre as condições de saúde comuns subjacentes e as diferenças de aprendizagem de cada um. Estas condições esquecidas por alguns médicos e muitos psiquiatras têm sido a causa de muitas crianças serem diagnosticadas com DDA (déficit de atenção), TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) e outros distúrbios mentais. Medicamentos psicotrópicos não curam problemas de saúde subjacentes ou diferenças de aprendizagem, eles só os mascaram e têm causado sérios problemas de saúde.” – ressalta Smith.

Livro TDAH Crianças que Desafiam Capítulo VII - Sintomas e Tipos de Tratamento de TDAH, Efeitos Colaterais e Riscos pelo uso do metilfenidato - Crianças que Morreram devido ao uso de Ritalina, Concerta e outros - Ritalina e parada cardíaca - Matthew Smith - (pág 126 a 133)

Mais sobre o tema, neste blog:


 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

Livro: TDAH Crianças que desafiam 

Como Lidar com o Déficit de Atenção e a Hiperatividade na Escola e na Família
Contra o uso indiscriminado de metilfenidato - Ritalina, Ritalina LA, Concerta

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