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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Abelha Irapuá, a sem ferrão que virou uma praga - Desequilíbrio Ambiental


Seu nome, derivado do tupi eírapuã - mel redondo - é uma referência ao formato de sua colmeia. Ninho_Irapuá







Por Kalhil Pereira França e Paulo Cesar
Abelha Irapuá, ou abelha-irapuã, abelha-de-cachorro, arapica, arapu, arapuá, arapuã, aripuá, axupé, caapuã, cabapuã, enrola-cabelo, guaxupé, irapuá, mel-de-cachorro, torce-cabelo, cupira, e urapuca. 

A irapuã (Trigona spinipes) é uma abelha social brasileira, da subfamília dos meliponíneos, de coloração negra reluzente e extremamente agressiva. Não possui ferrão, nem ferroa, mas se enrosca agressivamente nos pelos e nos cabelos das pessoas. Isso acontece pois seu corpo está normalmente coberto por resinas de árvores como do pinus ou eucalipto. Quando se sentem ameaçadas, essas abelhas procuram penetrar orifícios de percebidos inimigos, como nas orelhas e nas narinas de animais mamíferos, inclusive de seres humanos. (Paulo Cesar - Cesinha)



Uma das consequências do atual desequilíbrio ecológico que vivemos é a extinção de espécies, ou pela ausência do seu bioma natural ou do próprio animal.

Todavia, em alguns casos ocorre exatamente o contrário, ou seja, espécies que estavam em harmonia acabam, devido a ausência dos fatores de controle natural anteriormente existentes, se tornando, literalmente, pragas.

No mundo das abelhas sem ferrão isso também acontece. É o caso atualmente da abelha Irapuá (trigona spinipes), também conhecida como abelha cachorro, este himenóptero é conhecido do Oiapoque ao Chui e devido há muitos fatores, mas principalmente pela ausência das plantas (principalmente a balsa, Ochroma logopus) que fazem o seu controle natural, vem se proliferando com grande facilidade.

Esse inseto tem grande capacidade polinizadora, mas em contrapartida se utiliza de comportamentos prejudiciais para muitas plantas. Esse abelha aprendeu que não precisa esperar pela abertura dos botões florais para sugar o néctar das flores, ela simplesmente descepa os botões florais na base e coleta o néctar desejado, acontece que esse "inteligente" comportamento acaba por inviabilizar os frutos, prejudicando assim a planta.



Além disso, essa abelha, devido ao material utilizado para construção do ninho, acaba por cortar as pontas das folhas, base de frutos e brotações novas no intuito coletar a secreção (resinas) expelida pela planta que nessas regiões são mais aglutinadas.

Em alguns Estados do Brasil essa abelha tem se tornado uma grande dor de cabeça, principalmente para as grandes monoculturas agrícolas como a da Citrus ssp (laranja etc) e Musa ssp (bananeiras).

Sabe-se ainda que em épocas de pouca florada tem comportamento furtivo, ou seja, acabam pilhando diversas outras abelhas, em especial as do gênero melipona. Certa vez me surpreendi com uma ataque fulminante dessa abelha a uma de minhas colônias de Jandaíra.

Seu mel é tóxico e não deve ser consumido por humanos. Há na literatura nordestina, principalmente a de cordel, relatos que o mel dessa abelha acaba por deixar o cabra "embreagado". Muitos pesquisadores tem recomendado a destruição dos seus ninhos no intuito de controlar o crescimento de suas populações, principalmente em regiões onde há concorrência direta com as outras nativas do gênero melipona, bem como em regiões agrícolas de monoculturas atacadas.

Bem, me parece que alguma coisa tem que ser feita, pois realmente esta abelha está fora de controle. Mas antes de qualquer coisa é preciso esclarecer que a culpa não é do inseto, e sim do homem que desequilibra seu ambiente proporcionando esse tipo de situação.

De toda forma, acredito fielmente que esse inseto deve possuir alguma qualidade econômica, principalmente pela sua grande capacidade polinizadora. há de existir culturas que sejam beneficiadas pelo trabalho desse inseto, bem como pela grande produção de cera que produzem, já coletei muita cera de irapuá e vejo que misturada a cera de jandaíra pode ser aproveitada para fortalecer muitas espécies de meliponas.

att,

Mossoró-RN, em 05 de setembro de 2011.

Kalhil Pereira França
Meliponário do Sertão

FONTES: 
http://paulocesar67gmailcom.blogspot.com.br/2013/08/esse-aqui-e-abelha-arapuaou-enrola.html 

Querendo, conheça a série:

A Realidade Atual das Colmeias 
- Pólen Apícola 
- Sistema Natural X Sistema Atual 
- Interferência Humana 


Abelhas africanizadas - grandes cultivos longe das comunidades, também sem matas ou flores - Colapso das Abelhas 


Subespécies africanizadas que só recolhem o pólen também interferem na sobrevivência das abelhas nativas, que ficam sem alimento.




sexta-feira, 15 de junho de 2012

Extinção das Abelhas, Há Mais embaixo do Tapete!!!

Abelhas em extinção - A quem mais responsabilizar - Foto Jardineiro.net

Interesses econômicos levaram à modificação genética das abelhas africanas, espécies africanizadas que foram constituídas ou para captar o pólen (produto hoje largamente comercializado) ou para produzir mel. Alimentadas com água e açúcar. Espécies agressivas. Agrotóxicos matam abelhas e produzem novos invasores de colmeias: fungos, ácaros, vírus, que podem destruí-la. Para poder limpar a colmeia e evitar  a proliferação deses invasores, os meliponicultores (produtores de mel, pólen e derivados), usam fumigadores (expansores de venenos) para afastar as abelhas da colmeia e, assim, permitir a higiene e limpeza. Muitas vezes as abelhas não ficam apenas 'tontas'. Muitas vezes morrem ou se afastam, sem rumo, com o intuito de criar uma nova colmeia. Atacam e chegam a matar pessoas e animais, devido ao alto grau tóxico de seu ferrão (ao contrário das abelhas nativas que, ou não tem ferrão, ou o tem inibido.

Acompanhe toda a série que demonstra o QUANTO os interesses financeiros, de lucro imediato, continuam acima de quaisquer outros valores eco sociais.

Extinção das Abelhas, Há Mais embaixo do Tapete!
Parte 1

Por Marise Jalowitzki
15.junho.2012
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2012/06/extincao-das-abelhas-ha-mais-embaixo-do.html


Há muito tempo que a questão da extinção das abelhas (especialmente a Apis mellifera, a produtora do mel) tem ocupado um significativo espaço na mídia, seja em noticiários, reportagens ou artigos. TODOS trazem as queixas dos apicultores e as dúvidas dos pesquisadores. Muitos argumentam o desconhecimento e a perplexidade frente ao que denominam "fenômeno desconhecido", sem obter diagnóstico para a questão. Alguns tentarão punir e multar (acaso resolve?) as mega corporações de agrotóxicos no  mundo, como a MONSANTO, SYNGENTA, BAYER, DOW CHEMICAL, DUPONT, BASF e mais outras seis, grandes grupos ligados ao controle de alimentos e do sistema agrícola mundial. Tentativa válida (mas não eficaz) que o TPP - Tribunal Permanente dos Povos vai tentar concretizar em dezembro deste ano em Bangalore, na Índia. A intenção é processar essas multinacionais agroquímicas por violações dos direitos humanos. Multas que os governos, em recebendo os valores, não necessariamente repassam para as vítimas das intoxicações e malformações decorrentes dos agrotóxicos, seja em tratamentos médicos, seja em indenizações que lhes permitam levar uma vida minimamente digna. Uma vez roubada a saúde, um bem maior, tudo o mais que acontece são apenas reparos.

E os direitos dos animais? Quem vai cuidar disso? Quem irá solicitar (exigir, mesmo) que sejam freadas tantas ações nefastas ao meio ambiente?¿  AÇÕES DIRIJIDAS, EM ÚLTIMA MÃO, PELOS PRÓPRIOS APICULTORES???

Os estudos, levantamentos, acompanhamentos e pesquisas, também, são unânimes em destacar a importância da preservação das abelhas, a importância desse laborioso inseto para a agricultura. Das 100 espécies de lavoura - que produzem noventa por cento dos alimentos do mundo -, mais de 70 são polinizadas por abelhas. E elas estão desaparecendo.

TODOS OS DIAS, inverno ou verão, uma ou mais abelhas, sempre tontas, sem rumo, entram pela janela de minha cozinha e ali ficam. Como num ritual, pego uma colher, 'capturo'-a(s) e coloco em meio às folhas de alguma arvoreta que tenho no terraço, para que tenha(m) uma morte digna, em meio ao verde.

Silenciosas, elas dão o seu recado. Frágeis, sofrem as consequências do vandalismo que acoberta e mata, produto da ganância irrefreada e da insensatez do ser humano, que teima em continuar se achando o senhor do mundo.

Pesquisas e estudos vão se desgastando pelas décadas. Quase todos os textos iniciam citando uma provável máxima de Albert Einstein, em que teria afirmado, há mais de um século, que, uma vez extintas as abelhas, o ser humano não sobreviveria por mais de 4 anos. Nessa mesma linha estão Hart (1893), Aikin (1897), Beuhne (1910) e Wilson e Manapace (1979). Será que a intenção dos gestores do atual modelo de desenvolvimento é provar que Einstein e os demais estavam errados? Querem comprovar que há outras formas de vida? Outros jeitos de viver, produzir, reproduzir, sobreviver?



Abelhas zumbis - Foto AFP

(continua) 

Bibliografia para toda a série:

P.E.T.A.
Wikipedia - abelhas africanizadas
http://agencia.fapesp.br/15039 - Pesquisa: espécie de abelha tem soldados especializados 
Agência Estado - http://bichos.uol.com.br/ultnot/ult4469u6738.jhtm
http://www.youtube.com/watch?v=VvtNbk3T0Xo&feature=relmfu


Artigo publicado no New York Times “Cientistas solucionam morte em série de abelhas nos EUA”- Globo Rural on line “Morte de abelhas pode ser causada por telefones celulares, diz estudo”- Artigo publicado no jornal econômico francês Les Echos “Morte das abelhas põe em perigo todo o planeta”, tradução de pimentanegra.blogspot.com- Artigo “Agricultura: Morte das abelhas na EU requer medidas urgentes, alegam eurodeputados”, do site do Departamento Europeu da UE www.europarl.europa.eu





(continua)

Série O 'MISTÉRIO' DA EXTINÇÃO DAS ABELHAS



Abelhas em extinção - A quem mais
responsabilizar?

Extinção das Abelhas, Há Mais embaixo do Tapete!
Parte 1

http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2012/06/extincao-das-abelhas-ha-mais-embaixo-do.html 








Porque essa história de "MISTÉRIO"
 DO DESAPARECIMENTO DAS 
ABELHAS continua sendo 
INCESSANTEMENTE alardeada. 

Extinção das Abelhas - Mistério ou Verdade Encoberta?

Parte 2
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2012/06/extincao-das-abelhas-misterio-ou.html







Competição canadense envolve
apicultores e abelhas sem ferrão

Extinção das Abelhas - Consequência Planejada ou Plano Inconsequente? 
Parte 3 









Extermínio dos zangões

As alardeadas possíveis causas para o sumiço da Apis mellifera e o cultivo tradicional do mel 
Parte 4 








Extinção das Abelhas - Chega
de Mistério - Curso para criação
de apiário é vendido na web por
14,90 reais. 



Os donos das Sementes, Polinização das lavouras e a Sobrevivência das Abelhas
Parte 5













Abelhas que produzem apenas
mel, abelhas que recolhem apenas
pólen – IBAMA agora informa que
reavaliará 4 agrotóxicos associados
a efeitos nocivos aos polinizadores
- Imidacloprido, Tiametoxam,
Clotianidina e Fipronil.
Mas n
ão são só os pesticidas.  

A Realidade Atual das Colmeias - Pólen Apícola - Sistema Natural X Sistema Atual - Interferência Humana 
Parte 6


Abelhas sem ferrão - silvestres - não
atacam - o perigo é não saber quais as
 espécies agressivas. O melhor é não arriscar

Ataques de Abelhas - Quantas picadas matam

Parte 7

Por Marise Jalowitzki
09.setembro.2012










Querendo, leia também:
NOVA FORMA DE VIDA - Sem fósforo, com arsênio

Redefinição de 'Vida' para cientistas - "Esta descoberta leva a possibilidades de organismos que possam viver sem fósforo e poderá se desenvolver toda uma nova tecnologia de bioenergia sem usar fósforo", diz James Elser, professor da Universidade do Estado do Arizona. Foto revista Época
- formas de vida sem fósforo, com arsênio, encontradas no lago tóxico -


Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente


Escritora, Educadora, Ambientalista,
Coordenadora de Dinâmica de Grupo,
Especialista em Desenvolvimento Humano,
Pós-graduação em RH pela FGV,
International Speaker pelo IFTDO-EUA
Porto Alegre - RS - Brasil 







sábado, 8 de janeiro de 2011

AVAAZ - ALERTA DAS ABELHAS - AJA AGORA!

Assine a petição da Avaaz para deter o uso de agrotóxico

ALERTA DAS ABELHAS - AJA AGORA!


Assine a Petição


As abelhas que se aproximam de minhas plantinhas, no pequeno terraço de meu apartamento, parecem desnorteadas, bêbadas. Voam sozinhas, perdidas, sem noção de direção. Tenho notado isso já no segundo verão. Veja o que está acontecendo com estes animaizinhos que são responsáveis pela própria vida vegetal do planeta, responsáveis que são pela polinização das plantas.
Marise Jalowitzki

Eis a mensagem da AVAAZ:

Caros amigos,


As abelhas estão morrendo em todo o mundo, colocando em perigo a nossa cadeia alimentar. Os cientistas culpam os agrotóxicos e quatro governos europeus já os proibiram. Se conseguirmos que os EUA e a União Europeia se unam à proibição, outros governos ao redor do mundo poderão seguir o exemplo e salvar da extinção milhares de abelhas. Assine a petição e encaminhe este apelo urgente:


Sign the petition

Silenciosamente, bilhões de abelhas estão morrendo, colocando toda a nossa cadeia alimentar em perigo. Abelhas não fazem apenas mel, elas são uma força de trabalho gigante e humilde, polinizando 90% das plantas que produzimos.

Vários estudos científicos mencionam um tipo de agrotóxico que contribui para o extermínio das abelhas. Em quatro países Europeus que baniram estes produtos, a população de abelhas já está se recuperando. Mas empresas químicas poderosas estão fazendo um lobby pesado para continuar vendendo estes venenos. A única maneira de salvar as abelhas é pressionar os EUA e a União Europeia para eles aderirem à proibição destes produto letais - esta ação é fundamental e terá um efeito dominó no resto do mundo.

Não temos tempo a perder - o debate sobre o que fazer está esquentando. Não se trata apenas de salvar as abelhas, mas de uma questão de sobrevivência. Vamos gerar um zumbido global gigante de apelo à UE e aos EUA para proibir estes produtos letais e salvar as nossas abelhas e os nossos alimentos. Assine a petição de emergência agora, envie-a para todo mundo, nós a entregaremos aos governantes responsáveis:
https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees/?vl

As abelhas são vitais para a vida na Terra - a cada ano elas polinizam plantas e plantações com um valor estimado em US$40 bilhões, mais de um terço da produção de alimentos em muitos países. Sem ações imediatas para salvar as abelhas, poderíamos acabar sem frutos, legumes, nozes, óleos e algodão.

Nos últimos anos, temos visto um declínio acentuado e preocupante a nível global das populações de abelhas - algumas espécies de abelhas estão extintas e outras chegaram a 4% da população no passado. Cientistas vêm lutando para obter respostas. Alguns estudos afirmam que o declínio pode ser devido a uma combinação de fatores, incluindo doenças, perda de habitat e utilização de produtos químicos tóxicos. Mas um importante estudo independente recente produziu evidências fortes culpando os agrotóxicos neonicotinóides. A França, Itália, Eslovênia, e até a Alemanha, sede do maior produtor do agrotóxico, a Bayer, baniram alguns destes produtos que matam abelhas. Porém, enquanto isto, a Bayer continua a exportar o seu veneno para o mundo inteiro.

Este debate está esquentando a medida que novos estudos confirmam a dimensão do problema. Se conseguirmos que os governantes europeus e dos EUA assumam medidas, outros países seguirão o exemplo. Não vai ser fácil. Um documento vazado mostra que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA já sabia sobre os perigos do agrotóxico, mas os ignorou. O documento diz que o produto da Bayer é "altamente tóxico" e representa um "grande risco para os insetos não-alvo (abelhas)".

Temos de fazer ouvir as nossas vozes para combater a influência da Bayer sobre governantes e cientistas, tanto nos EUA quanto na UE, onde eles financiam pesquisas e participam de conselhos de políticas agrícolas. Os reais peritos - apicultores e agricultores - querem que estes agrotóxicos letais sejam proibidos, a não ser que hajam evidências sólidas comprovando que eles são seguros. Vamos apoiá-los agora. Assine a petição abaixo e, em seguida, encaminhe este alerta:
https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees/?vl

Não podemos mais deixar a nossa cadeia alimentar delicada nas mãos de pesquisas patrocinadas por empresas químicas e os legisladores que eles pagam. Proibir este agrotóxico é um caminho necessário para um mundo mais seguro tanto para nós quanto para as outras espécies com as quais nos preocupamos e que dependem de nós.

Com esperança,

Alex, Alice, Iain, David e todos da Avaaz

Leia mais:

Itália proibe agrotóxicos neonicotinóides associados à morte de abelhas:
http://www.ecodebate.com.br/2008/09/22/italia-proibe-agrotoxicos-neonicotinoides-associados-a-morte-de-abelhas/

O desaparecimento das abelhas melíferas:
http://www.naturoverda.com.br/site/?p=180

Alemanha proíbe oito pesticidas neonicotinóides em razão da morte maciça de abelhas:
http://www.ecodebate.com.br/2008/08/30/alemanha-proibe-oito-pesticidas-neonicotinoides-em-razao-da-morte-macica-de-abelhas/

Campos silenciosos:
http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/campos_silenciosos_imprimir.html

ALERTA DAS ABELHAS - AJA AGORA!


Assine a Petição

Para governantes dos EUA e UE:

Nós pedimos que vocês proibam agrotóxicos à base de neonicotinóide até que novos estudos científicos independentes comprovem que esta substância é segura. A morte catastrófica de colônias de abelhas poderão colocar toda a nossa cadeia alimentar em perigo. Se você agir urgentemente com precaução, nós poderemos salvar as abelhas da extinção.

Abelhas são vitais para manter o ciclo de vida