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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Beldroega - erva daninha - erva beleza - erva nutrição



Beldroega, rica em vitaminas A, B e C. Plantinha livre de agrotóxicos, indicada para crianças tidas com as características de tdah, por ser rica em Ômega 3, ácido graxo necessário para o desenvolvimento e funcionamento adequado do cérebro.

(Foto - Eloisa Soares)

Procurando uma salada diferente? Livre de agrotóxicos? Achou!



Por Marise Jalowitzki
08.abril.2016
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2016/04/beldroega-erva-daninha-erva-beleza-erva.html


Muitas pessoas trazem sua preocupação com os alimentos, já que os orgânicos ainda são escassos (e, portanto, mais caros, nem sempre encontrados). As mães tem razão em se preocupar, pois, sendo o Brasil o [triste] campeão mundial no uso de agrotóxicos, obriga muitos cidadãos a conviver com os pesticidas e, pior, pagar para ingerir venenos. 

Pois há uma opção ofertada gratuitamente pelos campos e calçadas das cidades. Linda, maravilhosa em sua diminuta dimensão, desde pequena a admiro. Muitas vezes colhi apenas os raminhos com flores, pra contemplar sua beleza. Há alguns anos descobri que é de valor alimentício (nutritivo) imenso. Desde lá, já colhi os pés em calçada, criei minhas próprias sementes e as cultivo em pequenos espaços em meu terraço.

A beldroega nos passa muitas lições. Simples, bela, nasce 'espontaneamente' em qualquer cantinho, não precisa de muitos cuidados e...é vista como daninha!

Não é assim na vida, também? Quantas vezes costumamos emitir pareceres sobre um comportamento (no outro, claro!), quando não na pessoa 'inteira' (sim, ela é, no nosso ponto de vista maldoso, 'todinha errada"!!). Depois, com o tempo, para os que estão despertos, aquilo que se configurava como um problema, uma disfunção, acaba se mostrando como uma grande habilidade, uma forma sui generis de ser, uma lição diária de como conviver melhor.

A mutação de sua flor em bolinhas-sementes que vão trocando de tons (um mais lindo que o outro), até tornar-se semente, mostra o quanto podemos ser diferentes em nossa essencia e o quanto há por descobrir (em nós, nos outros) até chegar na maturação. Convite à reflexão.



Tenho as minhas plantinhas também em água, em vaso ornamental.

Muito já comentamos sobre o quanto o ômega-3 é benéfico para a saúde, especialmente recomendado para as crianças tidas com os comportamentos de tdah. Taí uma opção segura, livre de pesticidas.


Sobre a planta:

A plantinha beldroega é de fácil cultivo, tem elevado valor medicinal e nutricional, riquíssima em sais minerais e vitaminas”, especialmente A, B e C. 

É rica em mucilagens, em ácido ómega-3”, ajuda à redução dos níveis de colesterol. Em saladas ou levemente refogado (emurchecida) tem sabor agradavel e substitui o espinafre, pois não é tóxica. Viva!!

Seu uso medicinal é amplo, podendo ser usada nos casos de acidentes domésticos e cura de órgãos comprometidos.

Outros nomes: portulaca, porcelana, salada-de-negro, caaponga e beldroega-da-horta.





DO BLOG DO ALÍCIO CHAROT 

Seu uso na culinária teve início na Europa, Ásia e México, usada em saladas, para refogar outros vegetais em azeite de oliva e no preparo de sopas e guisados. A planta é rica em substâncias como ômega 3, vitamina A, B, C, minerais como magnésio, cálcio, potássio, ferro e o pigmento carotenoide, responsável pela cor avermelhada do caule da planta. É rica em glicose, frutose e sacarose. 
A erva é eficaz no tratamento de doenças da bexiga, colesterol, olhos, rins, vermes e vias urinárias, sendo um ótimo remédio diurético, emoliente, emenagogo, laxativo, antiinflamatório e estanca o sangue de hemorragias gengivais.
Uso
É possível utilizar as folhas, sementes e talos da planta aplicando em:
Sucos: o suco das folhas de beldroega pode ser utilizado para tratar inflamações oculares, queimaduras, eczemas, erisipelas, calvície, entre outros. Sendo diretamente aplicado na área afetada, não ingerido, apenas ingerido no caso de problemas do fígado, bexiga e rins.
Chá: usado de forma diurética.
Sementes: quando ingeridas, combatem vermes intestinais.
Os talos e as folhas machucados, podem ser aplicados sobre queimaduras e feridas, pois aliviam a dor e aceleram o processo de cicatrização.




Salada de Beldroega (só acrescentei o Tofu, para os veganos):
Para 4 pessoas:

2 tomates
2 maços de Berdroega
2 cebolas roxas
1 pepino
Queijo ou Tofu

Modo de Preparo:
Corte todas as verduras no formato desejado, tempere com azeite de Oliva e Suco de Limão, Pique o queijo e incorpore a salada, por ultimo acrescente a Berdroega, e Voilá!



Chef Alicio Charoth, 54 anos, brasileiro e baiano, com atuação no mercado gastronômico nacional e internacional em Portugal e Espanha, experiência acumulada há mais de 32 anos.

Hoje se dedica à Consultorias, Eventos e Curadoria em assuntos de gastronomia.
http://charothalicio.wix.com/cozinha-nomade
http://sossegodaflora.blogspot.com.br/2015/11/a-beldroega-fonte-de-sabor-e-saude.html


Querendo, leia também:




Hiperatividade - Causa está na mesa, adverte psiquiatra. Nutrição no tratamento do déficit de atenção e hiperatividade: um aspecto negligenciado, mas importante. Opções saudáveis - arroz, brócolis, feijão, tomates, alface e bifinhos de grão de bico. 

Hiperatividade. Causa está na mesa, adverte psiquiatra.
Os autores de vários estudos também demonstraram o impacto positivo da eliminação dos produtos alimentares contendo aditivos alimentares sintéticos, como corantes alimentares artificiais e conservantes sobre o comportamento das crianças com TDAH.
ÔMEGA-6, presente especialmente na carne vermelha, galinhas e ovos de granja, causa Hiperatividade 
Não comer carne não oferece qualquer prejuízo à saúde - cardiologista e nutrólogo Julio César Acosta Navarro, Instituto do Coração do Hospital de Clínicas de São Paulo
A influência dos componentes da dieta sobre os sintomas de TDAH em crianças.







quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Dieta especial ajuda portadores de TDAH, Autismo e outros distúrbios de comportamento







A dieta de eliminação iniciou apenas com arroz, vegetais, pouca carne e muita água, além de diminutas porções dos chamados alimentos alergênicos  (alimentos que podem desenvolver alergias), tais como trigo e seus derivados, batatas, leite e seus subprodutos, etc. (pág 171 - Livro TDAH Crianças que Desafiam)


Sobre o consumo de carnes, a nutricionista Ana Paula Souza assegura que qualquer uma delas, quando aquecida, gera substâncias causadoras de câncer. Tais substâncias levam ao aumento de homocisteína no sangue, gerando inflamação nas artérias. “Para minimizar este efeito o ideal é utilizar ácido fólico com a refeição, que pode ser encontrado nas verduras verde-escuras cruas, como rúcula, agrião ou alface .” 
(Clínica de Nutrição)



Livro TDAH Crianças que Desafiam
Resultado de uma das Pesquisas

"Dr. Jan Buitelaar, da Universidade de Radboud, em Nijmegen, Holanda, coordenou em 2010 os trabalhos de uma equipe de cientistas para verificar os efeitos de uma dieta específica, a chamada Dieta de Eliminação. Cem crianças entre 04 e oito anos de idade, da Holanda e da Bélgica, diagnosticadas com o transtorno, foram separadas em dois grupos específicos e receberam dietas controladas, a fim de identificar quais alimentos eram potencialmente influenciadores no comportamento dos pequenos. A pesquisa durou 05 semanas. 

O primeiro grupo alimentou-se como de costume e ao segundo grupo foi concedida uma dieta especial. A dieta de eliminação iniciou apenas com arroz, vegetais, pouca carne e muita água, além de diminutas porções dos chamados alimentos alergênicos  (alimentos que podem desenvolver alergias), tais como trigo e seus derivados, batatas, leite e seus subprodutos, etc. As diferenças, para melhor, no segundo grupo (da dieta de eliminação) foi surpreendente: das 41 crianças que participaram deste grupo, 32 apresentaram uma significativa diminuição nos sintomas de TDAH." (Capítulo 12, Dieta especial pode ajudar portadores de TDAH - pág.171)



Infelizmente, por uma questão mais de ignorância do que de descaso, muitos pais deixam de dar a devida importância a uma dieta específica para seus pimpolhos, o que poderia ajudá-los grandemente. Claro que isto implica em uma mudança nos hábitos familiares, o restante da família também precisa rever sua dieta, pois não haverá adesão nem comprometimento se um pequeno de 6 - 8 anos, por exemplo, for 'submetido' a alimentar-se com menos pão, nada de leite ou industrializados, por exemplo e o restante da família continuar com seus velhos produtos. Será, daí, apenas fonte de discordia e entristecimento familiar.

Só que, quanto mais se pesquisa, quanto mais se lê, ouve e acompanha, mais resultados positivos se conhece. Afinal, basta refletir. Se "remédio" faz efeito (benéfico ou não), como duvidar que os alimentos (combustíveis do corpo) também estão na razão direta de efeitos saudáveis ou doentios?

Temos no Brasil alguns poucos defensores deste cuidado e esperamos, sinceramente, que este número cresça. No que tange ao uso de gordura, vários citam a graxa de porco como substituto de gorduras ou o leite de coco. SEM DÚVIDA, opto pelo leite de coco, pois os porcos, do jeito como eles vem sendo criados e tratados, recebendo antibióticos, antiinflamatórios, vacina de todo o tipo, hormonios de crescimento e tantos mais, porcos não são (como todos os demais animais e seus subprodutos), referencia de saúde e isenção tóxica. A exclusão da carne e seus subprodutos vem sendo tema de muitos estudos e debates e hoje, por questões diversas (saúde, ambientais), seu uso vem sendo amplamente desaconselhado. Ir gradativamente diminuindo o consumo é questão de sabedoria.

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Querendo, leia também aqui: TDAH - Carne vermelha, açúcar, alimentos industrializados e hiperatividade

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Nutrição no tratamento do déficit de atenção e hiperatividade: um aspecto negligenciado, mas importante. Opções saudáveis - arroz, brócolis, feijão, tomates, alface e bifinhos de grão de bico. 


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A Alimentação realmente influencia? TDAH , Autismo e outros distúrbios de Comportamento e a Nutrição Funcional

Por Lu Machado
Publicado neste blog em  22.setembro.2015


Há uma relação direta das pessoas que apresentam algum distúrbio de comportamento e processos alérgicos, alguns desde o nascimento como otites, rinites, dermatites etc. A literatura científica tem relacionado diversos processos inflamatórios crônicos desencadeados por proteínas mal digeridas, principalmente o glúten, caseína do leite e soja.

Isso sem contar que, atualmente, recentes pesquisas têm demonstrado uma correlação direta entre casos de distúrbio de aprendizado, autismo, atraso de desenvolvimento e transtorno por déficit de atenção e hiperatividade, por exemplo, em pacientes sensíveis ao glúten, mesmo não apresentando doença celíaca – distúrbio inflamatório auto imune do intestino delgado, diagnóstico que deve sempre ser descartado pelo médico.

Outra importante informação é que a deficiência de nutrientes e o uso frequente de medicamentos ocasionam tamanho desequilíbrio na microbiota intestinal (comumente chamada de Flora intestinal) e alteração na impermeabilidade intestinal, capaz de afetar a integridade da mucosa,  ocorrendo  a abertura de pequenos “buracos”, o que permite que as toxinas e as proteínas mal digeridas atravessem a parede intestinal. Quando isso ocorre o cérebro, que é um órgão de choque, sofre as consequências desta intoxicação e inflamação que podem levar aos distúrbios comportamentais, cognitivos, falta de memória etc.

Quando há esta “abertura” no intestino delgado, as macromoléculas atingem a corrente sanguínea e são identificadas pelo sistema de células de defesa como “invasoras” e há uma ativação do sistema imunológico, motivo que causa um processo inflamatório crônico. Este complexo inflamatório viaja pela corrente sanguínea e pode se depositar, por exemplo, no sistema nervoso central e causar sintomas psiquiátricos, cognitivos e de comportamento.



Como a nutrição ajuda

Durante o tratamento nutricional retiram-se totalmente todas as proteínas alergênicas que o paciente tenha sensibilidade, bem como se busca reduzir o consumo e exposição às toxinas ambientais, metais tóxicos, agrotóxicos, alimentos industrializados, corantes e conservantes artificiais, antioxidantes sintéticos que causam lesão e inflamação intestinal, deposição de toxinas no cérebro, fígado e glândulas, comprometimento do metabolismo e carência de nutrientes devido ao comprometimento na absorção.

Também o consumo de açúcar e carboidratos de alto índice glicêmico deve ser evitado por gerar um aumento na secreção de insulina pelo pâncreas resultando em hipoglicemia. Este processo fisiológico por sua vez, irá aumentar a adrenalina, ocasionando ativação de reações nervosas e comportamentos de hiperatividade.

A nutrição integrativa também prevê cuidadosa avaliação de deficiências nutricionais importantes e ainda repor os nutrientes em falta e ministrar antioxidantes e Ômega 3, entre outros. Ou seja, manter um intestino saudável com o reparo da mucosa intestinal e reequilíbrio da microbiota e contribuir para a eficiência do Sistema de Destoxificação Hepática são importantes medidas que devem ser tomadas pelo nutricionista preparado para a retomada de uma vida mais saudável capaz de oferecer melhor qualidade de vida.
A complementação do tratamento com a nutrição é, com certeza, garantia de sucesso na melhora dos sintomas e na estabilidade de uma saúde mais integral de melhor qualidade.

Livros recomendados para leitura:
1) Autismo – Esperança pela Nutrição – Claudia Marcelino
2) Alimentação e Distúrbios de Comportamento – Dra. Denise Carrero



importantíssimo video com Edson Pacheco
Novo tratamento para autismo | Edson Pacheco | TEDxJardinsSalon




Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente

Escritora, Educadora, 
Idealizadora e Coordenadora do Curso Formação para Coordenadores em Jogos e Vivências para Dinâmica de Grupos,
Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela FGV,
Facilitadora de Grupos em Desenvolvimento Humano,
Ambientalista de coração, Vegana.
Certificada como International Speaker pelo IFTDO-VA-USA
marisejalowitzki@gmail.com 
compromissoconsciente@gmail.com 



Livro: TDAH Crianças que Desafiam 
Como Lidar com o Déficit de Atenção e a Hiperatividade na Escola e na Família
Contra o uso indiscriminado de metilfenidato - Ritalina, Ritalina LA, Concerta

Acesse: 
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TDAH Crianças que Desafiam - Como Lidar com o Déficit de Atenção e a Hiperatividade na Escola e na Família