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domingo, 16 de dezembro de 2012

Avalie o SEU GRAU DE FELICIDADE NO TRABALHO

Felicidade no trabalho - Infelizmente, muitos tem a tendência a se acomodar em situações "oferecidas". Primeiro, quando uma coisa  desagrada, vem o incômodo. Depois, a acomodação.





Avalie o SEU GRAU DE FELICIDADE NO TRABALHO

Por Marise Jalowitzki
16.dezembro.2012
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2012/12/2013-avalie-o-seu-grau-de-felicidade-no.html

Como tenho escutado pessoas reclamando de seus empregos!!!

"Temos empregos que odiamos para comprar merdas que não precisamos!" Embora esta frase de Tyler Durden possa parecer um tanto agressiva, ainda mais nesta época, pense você também o quanto de verdade ela pode conter e avalie o SEU GRAU DE FELICIDADE NO TRABALHO e dos que estão próximos a você. Faça um balanço dos prós e contras, quantifique ganhos e perdas e abra sua mente para novas perspectivas. Se você está insatisfeito com seu trabalho, com seu dia a dia e não faz nada além de reclamar, está mal! Ou melhore as coisas dentro de você e tente aguentar o mais possível (estabeleça um tempo para isso), ou tente ver um outro ramo de atividade onde possa se sentir mais realizado.

Se sequer você se dá a chance de imaginar, nunca vai mudar nada!

Já está bastante difícil ser feliz em um mundo pleno de agrotóxicos; de produtos transgênicos que não foram avaliados devidamente no que diz respeito aos efeitos colaterais; ar envenenado por pesticidas e toda sorte de descargas tóxicas; lixo indevidamente descartado, irresponsavelmente. 

Se você tiver sua base emocional bem estruturada, uma família, ou, pelo menos, algum afeto onde expressar o seu melhor e mais verdadeiro, pratique o mais e o melhor possível. Para tanto, tem de estar o menos estressado possível. Um bom ambiente de trabalho é essencial para que tal aconteça!



 COMO oferecer felicidade no trabalho com um modelo que visa apenas o lucro imediato e crescente?



Suicídios no Trabalho

Aqui no Brasil não temos estatísticas divulgadas sobre o número de suicídios no ambiente de trabalho, mas sabemos que eles acontecem. E os motivos, ou não são explorados, ou são convenientemente taxados de "problemas em família". Em minha vida profissional como consultora organizacional, deparei-me mais de uma vez com estas situações singulares, em que, sem maior (aparente) aviso, algum colega do grupo se tirava a vida. Em uma dessas situações, fui chamada para realizar um encontro vivencial, os colegas todos sob o forte impacto, a gerência conhecida como problemática (ficou de fora do encontro, só foi convidada ao final; foi recebida com silêncio do início ao fim). A assistente social (pasmem!) veio vestida de luto, tipo "carpideira-sexy", com meia de nylon preta e todos os demais acessórios que  compõem o traje típico, como se viúva fosse... 

Naquela situação, o grau de infelicidade no ambiente de trabalho era incrível. Pessoas com 10, 20, 25 anos de empresa, sentindo-se à margem de qualquer perspectiva de felicidade no dia a dia, face as condições e tratamento que enxergavam em sua área de trabalho. Incrível, também, o desconhecimento (conveniente) que os detentores-mor do poder diziam ter sobre determinados fatos, desconhecimento que pareciam fazer questão de perpetuar. Além daquele encontro-velório, nenhuma mudança posterior aconteceu!!! Nem o diretor presidente foi notificado das circunstâncias denunciadas no evento!

Mundo hipócrita, na maioria das vezes, o mundo empresarial, embora todas as campanhas e propagandas tentem passar o contrário. COMO oferecer felicidade no trabalho com um modelo que visa apenas o lucro imediato e crescente? Onde fica o espaço para o humano quando as metas de produtividade e lucratividade precisam crescer no mínimo 10% a cada período, sem que se pense em aumento de efetivo ou melhoria das condições de trabalho? (... "melhor se for 100%!", dizem os empresários.)

Infelizmente, muitos tem a tendência a se acomodar em situações "oferecidas". Primeiro, quando uma coisa  desagrada, vem o incômodo. Com perspectivas estreitas, na maioria das vezes advém uma submissa acomodação, adquirindo coisas (consumo irrefreado) e arrumando algum "hobby" (geralmente um sofá, uma cerveja e um jogo de futebol na tv). Vida difícil, alienada e vazia. Afinal, mudar exige "tanto esforço"!

Aqui no Brasil não temos estatísticas divulgadas sobre o número de suicídios no ambiente de trabalho, mas sabemos que acontecem.


É possível dar uma guinada?

Conheço algumas pessoas que deram uma guinada geral em suas vidas; abandonaram emprego "seguro", muitos com carreira conquistada e foram viver de um modo bem mais simples. Há poucos dias ainda participei de um encontro de um engenheiro-hoje-artesão que faz trabalhos lindos com papel de revistas. Seus parentes não o "entendem"; o máximo que os mais compreensivos conseguem expressar é: "tu pareces feliz assim, né?" 

Uma das premissas para romper com laços que aprisionam é refletir e decidir:
- quais as implicações para os outros de minhas decisões?
- quantas pessoas dependem, efetivamente, de meus resultados atuais e o que posso fazer para libertar (a elas e a mim) dessa dependência (que pode ser financeira, mas, também, emocional)
- até quando penso que vou poder aguentar tudo isso?

Um outro amigo, aos 38 anos, condição humilde, tinha já família constituída e seis (!) filhos. COMO abandonar tudo? Só se fosse para levá-los consigo em uma situação diferente. Entretanto, 4 deles já estavam na adolescência e não queriam mudar para o interior. Já haviam fixado raízes no urbano. O jeito foi ELE arranjar uma outra atividade (além do trabalho convencional) que o mantive-se ligado em uma vida mais realizada. Tinha talento para a escrita e dedicou-se à prosa (contos). Editou, conquistou algumas premiações.

Faça você também algo de MELHOR PARA VOCÊ MESMO! E por favor, não desista!
Pergunte-se:
- Como estou vivendo meus dias? Deixo-me absorver por tudo o que faço, sem pensar em mim?
- Que sensação eu tenho ao final de cada Dia? Da Semana? Mês? Ano?
- Minha vida pode ser considerada satisfatória? (E não se trata de avaliar, aqui, o nível de riqueza financeira, e sim, o grau de alegria, harmonia, paz, vontade de estar presente)
- Como estou escrevendo a minha história de vida neste planeta?
- Sou alguém em que outro(s) pode(m) se espelhar?
- O jeito como vivo e encaro a vida pode servir de modelo para alguém?



FELIZ 2013!!!

Mais sobre o tema, neste blog:

Grau de insatisfação e infelicidade no trabalho está
ligado ao número de suicídios




TRABALHO, SUICÍDIO E FELICIDADE


Natal e suicídios - Você sabia que o
 maior número ocorre nesta data?



NATAL E SUICÍDIOS
Link: http://compromissoconsciente.blogspot.com/2010/12/natal-e-suicidios-voce-sabia-que-o.html







Rio Grande do Sul - maior índice
de suicídios

Rio Grande do Sul lidera índice nacional de suicídios - AJUDE A PROMOVER A VIDA!

Por Marise Jalowitzki




Leia mais em:



Medicamentos usados para tratar
Deficit de Atenção - TDAH -
podem acarretar depressão
e ideias suicidas 


TDAH - Remédio pode desenvolver ideia suicida como efeito colateral

Link: 
http://compromissoconsciente.blogspot.com/2012/02/tdah-remedio-pode-desenvolver-ideia.html  






Zuckerberg, o criador do Facebook crê
poder ajudar os candidatos a suicidas
a partir de agora - Telegraph

Facebook inaugura serviço para prevenir suicídio - Índice é maior em época de Natal





Direito à Vida


Suicídio - O que leva uma pessoa a desistir

Link: 
http://compromissoconsciente.blogspot.com/2012/01/suicidio-o-que-leva-uma-pessoa-desistir.html










Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente


Escritora, Educadora, Ambientalista de oração,
Coordenadora de Dinâmica de Grupo,
Especialista em Desenvolvimento Humano,
Pós-graduação em RH pela FGV,
International Speaker pelo IFTDO-EUA
Porto Alegre - RS - Brasil 







segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Feedback - Fecha a Porta!

feedback

Feedback - Fecha a Porta!


Por Marise Jalowitzki
27.dezembro.2010

Final de ano é sempre tempo de relembrar os bons feitos e, como aprendizado, também os feitos nem tão bons assim. O aprimoramento só é obtido olhando também para os nossos lados "menos bonitos". Todos, porém, fazem parte de nosso desenvolvimento.

Compartilho um episódio interessante, que muito me ajudou na prática de conseguir melhores resultados na comunicação.

Feedback - retorno, resposta. Feedback é uma das preciosidades do trato interrelacional. Assegurar-se de que o outro entendeu o que transmitimos é prioridade quando se deseja a ampliação do diálogo. Ter um retorno do outro, ainda mais sendo ele positivo, assegura a qualificação da convivência saudável. Nem sempre esse retorno acontece, porém, nos moldes desejados. 

Nos idos do milênio passado, quando iniciei pra valer os trabalhos em grupos organizacionais com o objetivo de melhorar as relações entre participantes de um mesmo grupo, realizávamos programas de 32 horas, distribuídas em 4 encontros de 08 horas cada um.

Eram lideranças de todo estado, pertencentes à empresa brasileira a qual eu estava vinculada à época. Em um desses programas, trabalhei com supervisores operacionais. Estávamos já no 3º encontro, quando me comunicaram que eu teria um supervisor novo, na turma e no cargo, que estaria participando pela primeira vez de encontros grupais na empresa. Tratei de trabalhar sua inclusão no grupo o melhor que pude; ele - oriundo de uma pequena cidade do interior, com uma população predominantemente de ascendência germânica - pareceu bem à vontade, os colegas tratavam-no bem, ele anotava, mas falava pouco. Deixei correr tranquilo; afinal, estava chegando "agora".

Ao meio dia, depois de muitas e enriquecedoras discussões e ajustes com todo o grupo, fomos para o almoço no hotel contratado. Ele, mais outros profissionais, desceram junto comigo, no mesmo elevador, até o restaurante. Quando um colega a seu lado pediu para ele acionar o botãozinho que continha as letras "FP" - significando "Fechar a Porta" - ele exclamou, alegre e satisfeito, sotaque carregado: "Acora, sim, entendi o que sicnifica este tal de "Fitbék"!!! Fecha a porta!!" Alguns riram, eu engoli em seco. Aproveitei aquele momento mesmo para desculpar-me por não ter percebido a necessidade - justa e necessária - de colocá-lo ao par dos termos que, mesmo sendo bastante utilizados por alguns, não o são, necessariamente, para outros!


Perdemos - ele, eu, os demais participantes - uma manhã inteira de maior entendimento.
Ele, para entender o que estava sendo negociado, ficou focado em assimilar o significado da palavra, ao invés de interagir com o conteúdo.

Quantas vezes nos empenhamos na inserção das pessoas ao ambiente e esquecemos de compartilhar também o linguajar. Lição aprendida! De lá para cá, sempre que utilizo um termo que, originariamente, veio de outro idioma, ou mesmo um termo quiçá menos usual, associo logo a tradução ou um sinônimo. Assegura entendimento.

Ocorre da mesma maneira em todas as nossas relações. Dedicar-se para que a outra parte nos entenda é tarefa necessária. De que adianta um belo discurso se ninguém, ou quase ninguém, entende?


compreensão


Que possamos, em 2011, ampliar nossos laços de compreensão!

Marise Jalowitzki
Escritora e cronista
marisej@terra.com.br
Porto Alegre - RS - Brasil
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sábado, 25 de dezembro de 2010

Plano de Ação para 2011 - Tente ser mais bem humorado


Plano de Ação para 2011 - Tente ser mais bem humorado

Por Marise Jalowitzki
25.dezembro.2010
http://compromissoconsciente.blogspot.com/2010/12/plano-de-acao-para-2011-tente-ser-mais.html

Todo final de ano traz uma conotação de balanço pessoal e de planejar novas metas de melhorias para o novo ano que chega. Uma delas, bem que poderia ser a melhoria do humor de todos nós, não é mesmo?

Não há um dia estipulado para sentir-se super irado ou "down"! Costuma-se dizer que, às segundas-feiras, tudo costuma ser mais moroso, as próprias pessoas estão mais "marrentas". Isso (de achar que certos dias tem o poder de nos deixar menos potencializados) também pode se tornar uma poderosa crença e, logo, logo, surtir seus nefastos efeitos. É a "globalização das idéias". É, sim. Muita gente pensando em uma mesma sintonia, pode levantar o astral dos que estão próximos ou pode enfraquecer as energias, as suas e dos circundantes. Não acredita? Tente. Teste.


decidindo o que se quer
 Responda de mau humor três ou quatro vezes sucessivas a uma pessoa que esteja perto de você e vai ver qual a reação dela, mesmo que, até ali, seu ânimo estivesse ok. Dependendo do "pavio", nem serão necessárias três ou quatro vezes!... Além do que, a má impressão vai ficar, poluindo reações e atitudes em momentos próximos.


Alguns chamam a esse efeito bumerangue de "sintonia", "entrar em rapport", sinergia, sensibilidade, etc. Independente do termo, a verdade é que "ficar de mal" consigo ou com alguém (ou alguma coisa) transtorna a todos, principalmente ao próprio agente da sensação.

Estar de bem com a vida pode acontecer por uma resolução interna.

Particularmente, eu costumava emitir um xingamento "que m..." sempre que quebrava um copo, um prato, algo caísse e quebrasse ao chão. Dia desses, assumi categoricamente que diria, logo após o xingamento: "Acidentes acontecem!" Alguns meses depois, dei-me conta de que já não xingava e repetia somente a outra frase: "Acidentes acontecem!" Agora, só a mentalizo. Quer dizer, ela "aparece" em meu subconsciente. E o ambiente, o astral, continua tranquilo.

Já sabemos que nosso cérebro é um HD que armazena dados e repete informações e procedimentos sempre que teclarmos determinado comando. Mude os comandos e os resultados serão diferentes. Nem precisa grandes programações. Passos simples, atingíveis, podem promover mudanças bem legais.

Bom humor não significa ser um saco de risadas. Bom humor é um estado, um jeito de ser mais tranquilo, mais apaziguador, mais equilibrado de viver as diferenças que temos dentro de nós e que sentimos ao nosso redor.

Abraços a todos!

convivendo com as diferenças

Marise Jalowitzki
Escritora e cronista
Porto Alegre - RS - Brasil
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